The one that stole the Gryffindor's heart
1 Capítulo 1
Notas iniciais
Apoiei-me na janela a observar o sol que nascia na paisagem á minha frente , a pensar em Hogawarts, a pensar na minha carta que nunca mais chegava. A verdade é que fiz onze anos há umas semanas e a carta ainda não chegou, já viram a vergonha de ser trouxa numa família de puro-ssangues?
-Caroline, o pequeno – almoço está pronto. Desce-ouvi minha mãe dizer.
Vesti umas jeans confortáveis, uma t-shirt e calçei umas sapatilhas, depois desci. Quando entrei na cozinha um cheiro na panquecas invadiu-me as narinas, num dia normal teria corrido até à mesa e devorado tudo quanto via, mas não nesse dia, não quando estava tão preocupada. Dei os bons dias e sentei-me entre Liam (meu irmão) e Erika (minha irmã).
-Então não comes nada? Olha que eu posso comer por ti-disse Liam tentando animar-me
Dei um sorriso amarelo e peguei num garfo, tentei comer alguma coisa mas não conseguia.
-Estás outra vez a pensar na carta, Line.
-Liam, e se eu não for uma feiticeira?
-Claro que és. Lembras-te quando e te cortei o cabelo enquanto dormias e o meu cabelo ficou magicamente verde, ou quando eu estraguei a tua bicicleta e a minha também ficou destruída. ..
-…ou quando ele te atirou com um balão de água e caiu-interviu Erika
-Bem têm razão, mas na última fui eu que o travei.
-Vês…
-Mas e se eu for para Hogwarts e não ficar na Sonserina.Todos vocês ficaram na Sonserina.
-Primeiramente, se é que isso existe tu és engenhosa e esperta, e se não ficares na Sonserina vamos aceitar-te.
-Mas…
-Mas nada, e despacha- te que combiná-mos visitar a avó hoje-disse minha mãe que tinha estado a ouvir
À noite quando cheguei a casa sonolenta e de barriga cheia subi meio que cambaleando até ao meu quarto, antes de abrir a porta ouvi um piar, desconfiei mas continuei. Ao abrir a porta vi uma linda coruja branca poisada na minha janela com uma carta atada à pata.Um milhão de sentimentos envolveu-me entre eles incredulidade, belisquei-me algumas vezes antes de gritar por minha família para eles verem. Foi como se um peso fosse retirado dos meus ombros e com esse peso foram as preocupações, era como se um sorriso estivesse permanentemente cosido à minha boca.
Meu pai levou a coruja para lhe dar de beber e comer e minha mãe pegou e leu a carta dizendo depois:
-Dentro de dois dias temos de ir à Diagon-al, fazer compras. Vais adorar.
E depois de muitos parabéns e celebrações, deitei – me sonhando com as possíveis aventuras que iria viver.
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