Notas iniciais
Essa é a primeira fic que eu estou fazendo praticamente sozinha, com algumas ajudinhas, tá bom, várias ajudinhas. Gostaria de dedicar essa fic a duas amigas (perfeitas e maravilhosas, segundo uma delas) que foram meus anjos na construção e no amadurecimento da idéia, a fic não sairia se não fosse por vocês obrigada Laura e Arancha por tudo. Bom isso é tudo, eu espero que vocês gostem ( eu gostei kkk).

Regina estava sentada na beira da sua cama, encarando fixamente o pequeno aparato de plástico em suas mãos trêmulas que tinha o poder de mudar sua vida, tudo que ele precisava fazer era estampar dois pequenos traços paralelos e pronto! Sua vida jamais seria a mesma. Cada segundo se estendia por uma eternidade sua espera parecia nunca ter fim, seu salto batia ritmado no chão demonstrando sua impaciência, seu coração batia freneticamente na sua caixa torácica pedindo por mais espaço e seus pulmões pediam por mais ar. Sua concentração no pequeno objeto em sua mão era tamanho que pulou de susto quando o celular ao seu lado começou a tocar, depois do susto inicial olhou para o visor que estampava o nome "Emma" Regina não pensou duas vezes antes de desligar a chamada e votar sua atenção novamente ao objeto em sua mão. Não demora muito para o celular voltar a tocar era Emma novamente só que dessa vez ela atendeu.

-Alô Emma.-Falou secamente.

-Bom dia para você também. Você vem? Eu e Henry já estamos aqui te esperando.- Regina coloca seu objeto de fascínio lado e levanta nervosa ela havia esquecido totalmente do compromisso.

-Eu não estou me sentindo muito bem hoje. Tudo bem se eu não for?

-Claro. O que você tem?

-Como assim?- Sua cabeça estava em outro lugar.

-Você disse que não estava se sentindo bem, o que você tem?- Regina olhou para os lados tentando inventar algo para despistar a loira.

-Eh...nada sério só uma moleza. Tenho certeza que não é nada.- Ela realmente queria acreditar que não era nada.

-Melhoras então. Tchau.- Regina percebeu pela tom de voz de Emma que ela não havia acreditado na mentira mas também percebeu que ela não perguntaria o motivo da mentira, pelo menos não agora.

Assim que ela desligou o telefone pegou o pequeno objeto não podia acreditar no que via, simplesmente não conseguia era surreal demais, aquilo não poderia ser verdade, não aqui, não agora

Um enorme temor tomou conta dela, trazendo com si um sentimento de impotência diante da situação, Regina odiava se sentir assim. Ela levantou — se de vez da cama o que fez com que sua cabeça começasse a girar imediatamente fazendo com que ela caísse sentada de volta na cama, quando sua cabeça parou de girar ela pegou o celular do seu lado e ligou instintivamente para Snow ela não sabia exatamente o porque mas Snow era uma das pessoas mais próximas de uma amiga que ela tinha e nessa área de conhecimento ela poderia ser extremamente útil. Depois de alguns toques ela atendeu.

-Alô. Regina! Emma me falou que você estava doente, tudo bem?

-Olá Snow. É sobre isso que eu preciso falar com você.- O subconsciente de Regina lhe implorava que ela não contasse mais um segredo para Snow mas ela sabia q Snow não cometeria o mesmo erro duas vezes, ela poderia contar com Snow dessa vez .- Você poderia por favor vir o mais rápido possível a minha casa?

-Claro! Eu já estou saindo da reunião vou deixar Neal com David e vou aí. Regina você está bem ? Parece nervosa.

-Apenas venha aqui. Tchau.- Ela não esperou uma resposta do outro lado da linha antes de desligar.

Regina desligou o telefone porém não saiu do lugar seu corpo parecia ser feito de chumbo, seu cérebro parecia um computador travado tentando processar algo muito além do que lhe era permitido, nada fazia sentido ou pior fazia todo o sentido. Ela começou a se inquietar com seus próprios pensamentos "Duas semanas. Faziam duas semanas que Robin tinha saído de Storybrooke. Faziam duas semanas que Henry, Emma e eu íamos a biblioteca secreta para procurar alguma pista do maldito autor e saíamos de lá com menos informação do que antes. E faziam duas semanas que eu sentia enjôos e tonturas constantes. Só um tolo não faria a conexão, mas eu estava errada, eu tinha que estar errada. O teste não pode estar certo. Eu não posso estar......" o toque da campainha a arrancou bruscamente dos seus pensamentos. Ela desceu as escadas e rapidamente abriu a porta dando de cara com uma Snow preocupada.

-Regina você está bem?- A preocupação estava estampada em seu rosto.

-Apenas me acompanhe.- Falando isso ela fechou a porta e subiu as escadas do mesmo modo que havia descido.

Ao chegarem no quarto Snow se sentou na poltrona e ficou encarando Regina que estava angústiada. Regina nada falou apenas colocou o pequeno objeto nas mãos da amiga.

-Isso é um teste de gravidez. Por que você me deu um....- Nessa hora ela caiu em si, deu mais uma olhada no teste em sua mão e percebeu a existência de um segundo traço estampado alí entendendo imediatamente seu significado. Ela olhou confusa para Regina que estava andando de um lado para o outro com as mãos na cabeça.-Você está...? Robin é o...? -Regina apenas afirmava com a cabeça.- Mas... como?

-Eu acho que você sabe muito bem como uma mulher engravida.- Snow lhe lançou um olhar de reprovação.-Desculpa! Eu estou nervosa. Caso você não percebeu eu posso estar grávida!

-Regina calma. Esses testes sempre erram.

-Mas infelizmente esse tem muita pouca chance de estar certo. Faz duas semanas que Robin se foi e faz exatamente duas semanas que eu estou atrasada, eu venho tento constantes crise de tontura, meu olfato parece de um cão, e todo dia de manhã eu estou enjoada. A quem eu estou tentando enganar está bem claro que eu .....que estou gravida.

Regina se sentou no sofá e colocou a cabeça entre as mãos. Ela adoraria ter um filho, ela estaria radiante de felicidade se não fossem pelas circunstâncias a quais isso estava acontecendo. Ter um filho de Robin sem Robin seria doloroso, ela olharia todos os dias para o rosto da criança e lembraria dele, mesmo que esta fosse o completo diferente dele. Snow sentou ao lado da amiga sem falar nada e esperou Regina olhar pra ela, quando a mesma fez isso ela falou:

-Regina, mesmo que você esteja grávida, isso sera ótimo. É uma criança e você sempre quis isso, mesmo que ele não esteja aqui com você, nós estaremos sempre ao seu lado Regina, e ajudaremos você com esse bebê.

-Eu sei disso. Eu sei de tudo isso... Mas... Eu queria ele comigo Snow, eu queria ir na primeira ultrassom com ele ao meu lado, eu queria ver sua reação ao primeiro chute do bebê, queria que no parto ele segurasse minha mão e sorrisse para mim tentando me passar forças... E imaginar que vou fazer tudo isso sozinha

Ela se interrompeu. A esse ponto ela já tinha desistido de segurar todas as lágrimas que ha haviam consumido desde a partida de Robin de storybrooke, ela não se importava de se deixar tão vulnerável na frente de alguém"
-Vai ficar tudo bem. Você não vai fazer isso sozinha você tem a gente e você tem Henry, pense como ele vai ficar feliz com a vinda de irmãozinho. E eu tenho fé Regina que você vai achar um jeito de trazer Robin de volta.- Snow enxugou uma lágrima que descia pelo rosto da amiga.-Você vai achar um jeito, você sempre acha. Tenha fé em si mesma.

Um albergue em Nova York
3 semanas depois.

A alguns dias Cruella havia recebido uma estranha carta do senhor das trevas, onde havia apenas um endereço e um horário escritos, em um pequeno papel, havia também no fundo do envelope uma chave, que supôs ela abriria a porta do apartamento previamente citado. No dia que lhe foi indicado pela carta Cruella se dirigiu ao local de encontro, era um albergue antigo a melhor palavra que descreveria o estado deplorável do prédio era "repugnante", muito diferente do sofisticado estilo de vida que Cruella levava, a faixada do prédio estava totalmente denegrida pelas diversas pixações e a clara negligência que havia sofrido ao longo dos anos, muito perceptível pela tintura do prédio que estava descascada em diversas partes. A porta soltou um longo e horripilante grunhido quando foi aberta, o carpete exalava um odor pungente de um misto de poeira e mofó que fizera seu estômago revirar, ela se forçou a colocar de lado todo seu repudio pelo lugar e continuar a procurar o apartamento.
Não demorou muito para que ela encontrasse o apartamento, sua porta era de uma madeira velha que assim como todo o resto estava mofada, ela não sabia exatamente o porque mas aquele lugar lhe dava arrepios. Uma baforada de poeira foi lançada em seu rosto assim que abriu a porta a fazendo tossir.
Dentro do cômodo havia apenas uma mesa e 4 cadeiras. Não demora muito para Cruella ouvir uma chave se encaixando na fechadura, ela encara a porta na expectativa de que a qualquer momento Rumple entraria pela porta, mas ao invés disso quem passa pela porta é uma mulher alta com a pele morena assim como seus cabelos.

-Ursula!- Ela fala o nome com um certo tom de frustração na voz.

-Cruella! O que está fazendo aqui? — Ursula parecia surpresa com a presença da outra, pelo visto ela também esperava que está fosse uma reunião particular.

-Creio que pelo mesmo motivo que a traz aqui. Recebi uma carta do senhor das trevas.-Respondeu secamente.

-Você sabe o que diabos ele poderia querer com nós duas?

Elas ouvem barulhos de passos no corredor se aproximando do apartamento.

-Não sei. Mas acho que vamos descobrir agora.

Ouvem o barulho da chave na fechadura e logo em seguida a porta se abre, revelando a pessoa mais improvável, deixando as mulheres boquiabertas. Ela possuía longos cabelos loiros e pele alva, seus olhos perversos escondiam a morte que estava estampada em seu passado.

-Como?....-Ursula estava boquiaberta com a presença da mulher em sua frente.-Você deveria estar morta. Como você está aqui? Isso é impossível.

- Eu ainda tenho meus truques.- Falou ela com um sorriso cínico.

-Você pode ter seus truques, mas não é imortal.- Essa foi a vez de Cruella demonstrar sua incredulidade.

-O que eu fiz e como eu fiz, não é da alçada de nenhuma das duas.- Seu semblante se tornou sério e fechado, indicando que esse era um assunto proibido. As outras acharam melhor não tocar mais nesse assunto.

As três mulheres voltaram a conversar sobre qual o motivo da presença delas nessa espelunca.

-Qual poderia ser o motivo para Rumple exigir a nossa presença aqui? Nos não temos nada que ele poderia querer.

-Ele é o Rumple. Se não tivéssemos nada que fosse do seu interesse com certeza não estaríamos aqui.-Malévola explica. E ela tinha razão, Rumpelstiltskin não fazia caridade, se elas foram chamadas por ele alguma coisa elas tinham, alguma coisa que ele queria.

-Você não poderia estar mais certa dear.- A voz de Rumple as assustou. Aparentemente ele ainda possuía o terrível hábito de não fazer barulho ao entrar -Ele é o Rumple. Se não tivéssemos nada que fosse do seu interesse com certeza não estaríamos aqui.-Malévola explica. E ela tinha razão, Rumpelstiltskin não fazia caridade se elas foram chamadas por ele alguma coisa elas tinhas, alguma coisa que ele queria.

-Você não poderia estar mais certa dear.-A voz de Rumple as assustou. Aparentemente ele ainda possuía o terrível hábito de não fazer barulho ao entrar, o que era um feito bastante impressionante levando em consideração que mancava de uma perna e precisava do auxílio de uma bengala para se locomover.- Vocês três possuem algo do meu interesse.

-O que temos que você poderia querer?-Cruella o questionou.

-A pergunta não é "o que" vocês tem que eu quero, é o que vocês podem fazer.

-Como assim? Não existe magia fora de storybrook, e caso não tenha notado nenhum de nós pode retornar à cidade.- Malévola não conseguia comprender o porque dessa reunião ou o que Rumple iria propor

-Esse é um problema que já está sendo resolvido. Venho aqui para lhes oferecer uma incrível oportunidade de terem sua vingança.- Ao falar isso ele percebeu um certo interesse se formando nas feições das moças a sua frente, ele se sentou a vontade em um das cadeiras e gesticulou indicando as outras cadeiras vagas.-Sentem-se.

Duas das três mulheres se sentaram ao redor da pequena mesa, mas uma permaneceu em pé, olhando com repudio para o acento que lhe foi indicado.

-Algum problema dear? Não gostou do local da reunião?- Ele falou deixando claro o tom de ironia em sua voz.

-Você é o senhor das trevas tenho certeza que poderia achar um lugar mais... mais "apresentável" se o quisesse.

-Poderia. Mas achei que esse lugar seria apropriado para as circunstâncias.

-E quais são? As "circunstâncias"?-Ursula se intromete com uma curiosidade visível.

-Irei explicar, assim que Cruella se sentar.

-Se possível eu gostaria de continuar em pé.-Os seus sentimentos sobre o lugar estavam estampados em sua face, sua vontade era sair correndo desse lugar e tomar um banho com álcool gel.

-Faça o que quiser.-Rumple dá de ombros deixando claro sua indiferença. Por mais que ele não quisesse admitir toda aquela sujeira também o incomodava.-Então... Vamos aos ponto. Eu quero lhe oferecer a chance de finalmente se vingarem de uma velha inimiga em comum.

-Regina?!- Malévola fala imediatamente. Sua voz deixava transparecer toda sua ansiedade. As outras duas também pareciam estupefatas com a proposta do senhor das trevas.

-Sim darling.- Respondeu com um leve sorriso se formando em seus lábios.

Uma nuvem de ansiedade desceu sobre a sala. Todas tinham um passado conturbado com Regina e com certeza motivos dos mais variados para querer uma vingança.

-Calma.- Ursula parecia acordar de um transe.-Você não está fazendo isso por nós, o que você ganharia com isso? Qual o acordo?

-Não eu não isso por vocês. Considerem sua vingança como um prêmio, o que eu quero que façam por mim as levará para sua tão preciosa vingança.

As três se encaram tentando decifrar o que ele estava realmente as oferecendo. Alguns longos segundos se passaram naquela conversa silênciosa até que Cruella se pronunciou.

-O que você quer que façamos para você?

-Achei que nunca iria perguntar. Eu preciso que lancem um feitiço em storybrook.- As reações das mulheres foram parecidas e bem definidas por uma palavra "incredulidade".

-Por você mesmo não o conjura?-Ursula pergunta com um certo reseio.

-Porque quando o feitiço for lançado eu preciso estar em outro lugar fazendo outra coisa.-Era impressionante sua habilidade de responder a pergunta é ao mesmo tempo continuar deixando a mesma sem resposta.

-Esclarecedor. Elas eu entendo, mas eu não tenho poderes. Por que você precisaria de mim para lançar um feitiço?-Cruella pergunta com uma crescente curiosidade.

-Suas habilidades na área do furto serão necessárias.

-Qual o tipo de feitiço você quer que façamos?- Malévola pergunta interessada.

-Um antigo feitiço Troll, ele consiste em apagar ou melhor roubar as memórias de alguém sobre determinado fato, um feitiço de baixa complexidade quando feito em apenas uma pessoa....- Antes que ele terminasse de falar Ursula o interrompeu.

-Mas se tratando de você eu presumo que não seja algo tão simples.

- O feitiço é simples quando feito em apenas uma pessoa, mas eu preciso que vocês façam na cidade toda.-As três mulheres se encararam na tentativa de entender a complexidade do lhes estava sendo pedido.

-Um único feiticeiro não conseguiria lançar — lo sozinho? É por isso que você precisa de nós duas.- Malévola arrisca um palpite.

-Na verdade um único feiticeiro conseguiria, mas é muito arriscado com duas feiticeiras lançando a garantia é maior.

-Em que minha habilidade para o furto lhe sería útil?-Cruella quería garantir sua parte no acordo.

-No meu escritório existe uma poção que eu preciso, mas eu não posso arriscar entrar lá, então preciso que você a pegue para mim.

-Isso está fácil de mais. O que eu encontrarei lá?- Cruella conhecia Rumple e sabia que sería mais difícil que isso se ela quisesse a tão esperada vingança que lhe havia sido apresentada como recompensa.

-Em meu escritório existem algumas proteções armadilhas contra intrusos, eu vou lhe ensinar como passar por elas e para alguém com sua habilidade não será muito difícil.- Cruella se sentiu lisonjeada com o elogio.

-Agora como será essa recompensa?- Malévola perguntou com um desenho sanguinário.

-Uma vez que o feitiço seja lançado, vocês estaram livres para prosseguir com sua vingança sem interrupções de minha parte, eu não ajudarei nenhum dos lados nem vocês nem ela , não avisarei sobre sua chegada a ninguém, lhes darei a chance de preparar um ataque surpresa, não irei me opor caso queiram tornar da cidade seu próprio reino de terror, as únicas pessoas que não poderão machucar serão minha esposa e meu neto.- Elas trocaram olhares em mais uma conversa silênciosa e chegaram a mesma conclusão, o que estava sendo proposto era mais do justo.

-Nos iremos aceitar o acordo.- Nessa hora Rumple tirou do bolso do paletó um contrato e todos o assinaram. Rumple se levantou e se dirigiu em direção a porta.-Foi um prazer fazer negócios com vocês.

-Espere!-Malévola falou e no mesmo instante Rumple se virou novamente para elas, arqueando a sombrancelha perguntando qual sería o motivo pelo qual foi chamado.- Como vamos te encontrar?

-Do mesmo modo que as chamei até aqui.- Se virou mais uma vez e abriu a porta para se retirar, porém mais uma vez foi interrompido.

-Mais uma coisa. Como vamos entrar na cidade? Você descobriu um jeito de quebrar a maldição?- Dessa vez a pergunta veio proveniente de Ursula.

-Não eu não descobri como quebrar a maldição. Quem vai quebra — la nós deixando entrar será a própria Regina.

-Como assim?!- Malévola estava pasma com o que acabará de ouvir.

-Robin, seu amor verdadeiro, está fora da cidade e o único jeito de o trazer de volta será quebrando a maldição. Ela vai achar um jeito, e quando ela o fizer nós também entraremos.

Rumple se vira mais uma vez em direção a saída e dessa vez não recebe nenhuma nova objeção, então sai deixando para trás três mulheres cujo sangue fervia nas veias pelo mesmo objetivo e desejo em comum a cabeça de Regina em uma bandeja, as três fariam o que fosse preciso para ter sua vingança, ou assim pensavam elas.

Notas finais
Espero que tenham gostado :-), por favor comentem o que acharam.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.