The most perfect idiot

5 Toco para meu quase que amigo


Notas iniciais
Daqui para frente pretendo tornar os capítulos diferente, postarei em cada capitulo um foto ou gif ou músicas mas, desta vez acho que no final do capitulo lei ele ouvindo Ed Sheran - Kiss me. Após voltarmos para casa para casa minha cabeça doía várias coisas deveriam ser esclarecidas, o fato de Sam ter me ajudado isso é coisas que ele nunca havia feito Sam brigar com Lence por motivos propositais ele sabia que não foi ela que havia me empurrado, mas, mesmo assim discordou com ela. Eu poderia perguntar isso diretamente a ele, mas, ele com certeza não falaria comigo na escola. Era manhã de segunda o sol rachava lá fora meu quarto foi invadido por calor e mais sol. Dessa vez não acordei com minha mãe me gritando e nem me mandando relógios na cabeça. Era simples minha cabeça doía e o sol me atrapalhará a dormi. - Lexya... - não! Nem precisa pegar o relógio já estou acordada. – interrompi-a ela se assustou com meu grande não, mas logo voltou a sua expressão normal e se sentou na cama. - você? Acordada há essas horas sem eu precisar te bater ou te mandar qual quer coisa. Filha o que tá acontecendo? – eu queria realmente dizer que não era nada, mas não era mesmo não sabia por que ela estava me perguntando sobre isso, não sabia mesmo. -mãe eu não tenho nada. – me levantei da cama e segui até o banheiro á deixando sozinha pensativa no quarto. Tomei um banho e como de costume escovei meus dentes, quando voltei ao quarto minha não estava mais lá. Nem á procurei me voltei ao guarda roupa e peguei uma calça jeans e uma blusa da banda Nirvana, é uma toca ajeitei meus cabelos e fui. Simplesmente eu arrumei meus livros e entrei no carro de meu pai não sabia o que me tinha na cabeça na hora que peguei a chave de uns dos carros preferidos do Sr. Young. - Pare Lexya! – gritou um dos motoristas. - por que eu deveria. – de ré no carro, e segue o meu bairro tranquilamente coloquei música, e atravessei mais alguns quarteirões, e buzinei na porta da casa de Clair. A mãe dela saiu e me viu dentro do carro percebendo que era eu, chamou Clair que saiu lá de fora sem entender. - você está dirigindo um carro? – ela perguntou pegando na mão de sua mãe seus materiais. Entrando no carro. - É! Dá última vez em que peguei um carro, não deu muito certo, mas, hoje eu sei que sim. – ela sorriu e se despediu de sua mãe. - Você tem certeza que vai dirigir? – apenas de um sorriso sarcástico. - o que acha? – coloquei um som para Clair pelo menos curti, eu realmente aumentei o volume. É então viramos a esquina da escola ouvindo “Hands in the air – Miley Cyrus” se nunca ouviu procure ouvir, nos da aquela sensação de liberdade de “faça o que quiser”. Descemos do carro, mas desta vez eles não olharam para Lence e sim para gente “estávamos perturbando com o som. - caraca! Isso tudo e seu? – perguntou um garoto do grupo dos nerds ele estava com óculos e se vesti como todo garoto intelectual. - não exatamente... – olhei para trás revistando o carro de meu pai. - então vai dizer que roubou. – se aproximou Kaila. Eu a ignorei definitivamente, descobri que elas não valiam tanto quanto as poeiras de baixo de meu tapete. - fique com ele liberte-se você já tentou fazer isso? – entreguei a chave do carro na mão do garoto. Ele me olhou como se eu fosse louca. Sam olhou para mim e fez um gesto de comprimento. Eu? O ignorei como sempre. Fui direto para sala, é lá estava Charlie, Melinda, Daniel, Brandon e George. Eles olharam para nos e riu George foi o primeiro a me cumprimentar. Quer dizer tirando o fato que antes disso ele passou direto e deu um forte abraço em Clair me deixando completamente no vácuo, estava tudo rolando bem. - eai? Como estão? – Daniel se aproximou. - estamos bem. Como sempre.- eu não podia dizer outra coisa eu sempre dizia para as pessoas que eu era mal humorada irônica e sarcástica mas até hoje nunca havia sido realmente assim, eu tão tiro a decisão de que daqui para frente vou ter que ser tudo aquilo que um dia disse para outra pessoa. Então me sentei quando a professora entrou pela a sala, era de novo nossa querida professora de ed. Física, eu tinha um enorme prazer de vê-la. - Boa Tarde! – ela olhou em rumo para a porta, era toda aquela turma Sam, Bobby, John Kaila, Jeniffer e Gaby. Outra vez com minis saias e blusas, os meninos com jaquetas o único que nunca usava era Sam era para “ se diferenciar”. - vocês estão atrasados! – disse a professora. - queremos pedir... – Gaby tentou tudo parecer fácil - não quero saber sente-se. Hoje vamos fazer diferente os meninos torcem e as meninas jogam pode ser? – algumas meninas comemoraram mas, eu odiava isso tudo. - professora, outro dia não? – Perguntei. - não! Levantem, vamos para a quadra. – ela olhou para mim ela sabia que eu era um fracasso em futebol americano. – hoje vai ser diferente prometo sem esporte aproveite a sorte. Vamos jogar queimada é só para os garotos se divertirem um pouco eu sei que nisso você é boa!- ela falará a verdade em queimada eu até me saia bem. Seguimos enfrente, já estava de grupos formados eu ficaria com Melinda e Charlie e outras garotas, Já Clair... Teria que ficar com Lence e Kaila são outras garotas enquanto eu ficava com Gaby e Jeniffer em reserva. A professora sempre colocava músicas para entrarmos em clima com o ritmo desta vez deu certo eu havia colocado “Lorde-Royals” não que eu gostei, mas era uma música boa. Todas nos entramos em quadras, já divididas, eu estava com uma saia rodada que eu realmente odiava e um tope vermelho enquanto o grupo de Clair ficava com uma roupa branca. Elas haviam ficado com a bola então iriam começar adivinha com Kaila com certeza me atacaria até que a professora entrega uma bola em minha mãe. - são duas bolas, os dois grupos armados. – a professora piscou para mim e se afastou. Kaila me atacou me desviei e na mesma hora sem que Lence perceba já havia sido acerta, eu mirarei nela por que estava desconcentrada, ela foi a um certo lugar de nosso área iria tentar me acertar ou não, ela mirou em Charlie quando achei que Charlie iria ser acerta ele se desvia tão rápido que Daniel da um grande grito nas arquibancadas, quando percebi os meninos haviam apostado, mas não sabia por que Sam estava do lado de Daniel, Brandon e George, mas ele havia apostado no nosso grupo evidentemente todos sabiam que as outras não eram lá está coisa em jogos, estávamos com Melinda não existia garota melhor do que ela. Era minha vez de atacar e ser atacada entreguei a bola na mãe de Gaby que com certeza se sairia mal, é Clair estava na jogada do outro time, Gaby cometeu um erro atirou primeiro Clair se desviou meigamente, zoando o meu time provavelmente jogou a bola tão rápido que até meu pai se desviaria, Gaby foi acerta. Perdemos uma, ela foi para certo lugar da área adversária pegou a bola e arremeçou auto, mas ela fez uma coisa tão certa que área ela pareceu óbvio que agente iria perder Charlie correu e conseguiu alcanças a bola em sua posição a entregou para mim, não sabia por que ela poderia muito jogar, pelo fato de ser muito boa, mas resolveu me dar. Fiquei em minha posição calculei onde estava a bola delas, claramente estava no chão nem uma delas estava vendo, mas e bola estava perto de mais de Kaila, resolve que deveria jogar, nela coloquei força e arremessei a bola em Kaila, só comete um erro a bola bateu em seu rosto fazendo ela cair no chão da quadra tonta, a pancada havia sido forte. - meu deus! – Pode ver Sam descer as escadas em rumo a sua amiga até que Lence chegou primeiro e Sam parou ao meu lado. - como você fez aquilo? – ele estava, mas preocupada com a jogada do que com sua amiga jogada no chão. - você não está mesmo ligando, a garota está quase morrendo aqui no chão e você vem me perguntar como joguei a bola na cara dela, que tipo amigo e você? - não sei exatamente que tipo de amigo sou eu, mas nos últimos dias eu vi eu parei para pensar tudo que já fiz para vários garotos e garotas desta escola, desde aquele dia em que Bobby te derrubou na piscina vi que algum estava errado com aquela turma, então quero lhe pedir desculpas não só para vocês, mas também para seus amigos. Será que podemos ser pelo menos colegas ou amigos?- ele me disse tudo aquilo os seus olhos gelavam de sinceridade, eu sabia que podia acreditar nele, mas não sabia para que tanta importância nisso, ele não deveria simplesmente chegar pedir desculpas e pá ele é meu melhor amigo ou só amigo. Porém se eu dissesse que não estaria sendo uma pirralha, Sam estava se desculpando. “Que mal tinha?” - está bem somos amigos, aceito suas desculpas e sei que todos meu amigos vão aceitar, mas agora vamos ver Kaila. – ele concordou e deu um passo a frente eu me dirigi até o vestiário. - você não vem? – ele perguntou. - não, Kaila não vai me desculpar além do, mas isso e só um jogo. Vou me trocar. - olha! Tenho que confessar, você fica bem com essas roupas. - sério Sam eu não me chamo Lence ok? Então se for ser meu amigo não fale isso para mim, por favor. – ele deu risadas e olhou para frente, assim segue para o vestiário. Troquei-me e voltei a vesti minha toca e toda aquela roupa de punk ou talvez não. Minha cabeça estava revirada eu havia acabado de sair de um banho no banho feminino da escola, quando terminei de me vestir fui até os armários do vestiário, estava todas as garotas lá se vestindo ou indo tomar banho algumas sentadas conversando, eu nem falei com ninguém peguei o fone de ouvido e atravessei a quadra ligada no que estava ouvindo “Ed Sheran – Kiss me” era horário de matemática eu não pretendia ir para sala de aula encarar – a²+b²=c²- e blá blá iria ficar sossegada na biblioteca iria ler livros, conversar com a tiazinha que sempre me expulsava da biblioteca por que eu conversava de mais. Quando entrei-a me encarou, mas eu estava sozinha ela conseguiu ver algo em meu olhar que eu também queria descobrir o que era eu não estava legal, e nada divertida e nem mal humorada só não estava conversando. A biblioteca da escola era como uma biblioteca de mansões daquelas assustadoras era silencioso só tinha luz onde ficavam as mesas, os livros eram empoeirados é velhos nunca havia encontrado nenhum bom até hoje, mas eu queria ler essa manhã estava rezando para chegar em casa logo e me deitar na cama ou talvez ler A culpa e das estrelas, sei lá ouvir música. - ei minha menina que sempre tenho que expulsar da biblioteca! – ela me abraçou fiquei sem entender. – estou vendo que está mal, não vai participar da aula. – é ela sabia essas horas todas as salas estavam em aula ninguém ia á biblioteca. – como não tem ninguém estudando vou deixar você tocar um pouquinho fiquei sabendo que gosta de violão. – não sabia como ela descobrirá, mas me parecia uma ótima ideia. Ela me levou em meio a corredores, escuros enfestados de livros em pasteleiras, e lá no fundo vi um violão não estava empoeirado estava usado, mas limpo como se todos os dias era afinado e tocado. - é de um menino da escola, mas ele não teria ciúmes ele vem todos os dias aqui na biblioteca mata aula todos os dias em certo horário, ele deve está quase chegando, mas, toque vai te fazer bem cantar um pouco. – a senhora deu risadas e saiu andando devagar estava à flor da idade, andava devagar, sem pressa de que algum garoto entre, é face bagunças a essa altura já estava aposentada. Eu me sentei ali naquele chão que poucas vezes fora limpo atirei minha mochila para um lado e peguei o violão com firmeza, eu comecei a toca-lo como se fosse um brincando. O que eu tocava? Eu estava tocando e cantando “Avril Lavigne – Wishi you were here, Eu realmente tocava como uma garota sem medo de que me escutasse ou que zoasse pela a voz, mas eu estava me sentindo tão bem quanto uma borboleta, em meio de qual quer espaço. Até que vejo As virar o corredor ele não estava mesmo vendo que era eu, mas eu continuei, porém agora ele se dizia meu amigo. Ficou surpreso, mas não disse nada se sentou ao meu lado e ficou meu olhando fixamente prestando atenção não só não em meus movimentos tocando o violão como na minha voz. Confesso eu estava com vergonha queria atira-lo daquela janela em meio aqueles livros velhos, e sei lá arranca-lo dali, mas eu estava realmente prestando atenção em meu toque, até que terminei o que estava fazendo. - o que foi? – ele estava olhando fixamente em meu rosto. - nada, é que quem diria que Lexya Young cantava e tocava tão bem. Achei que você ouvia rock enquanto quebrava todos os móveis de sua casa. - isso já e trabalho de minha mãe. – ele deu risadas. - nossa! O que ela faz? - me atira todos os dias os relógios da minha casa realmente não precisavam disso. Mas... - na verdade o relógio também me acorda. – eu olhei para ele tipo” sério sua mão também é fascinada em te deixar com galhos na cabeça”. – mas não desse jeito. Eu acordo apenas com o barulho dele. – eu ri disso, não sei por que mas ele estava sendo legal até agora. - você e até legal. - você também por que não canta outra música? - por que não? Eu não me sinto à-vontade agora. - esta bem como quiser. - não vai insistir? – perguntei. - não, se você não quer vamos ouvir música. – ele arrancou de seu bolso seu IPod e seu fone, me deu um lado então deitamos no corredor para ouvirmos músicas do IPod de Sam coisa que eu achei que nunca ia acontecer. – escolhe a música? - com todo prazer. – arranquei de suas mãos o celular eu até agora havia somente visto, The Beatles é aquela banda... quer dizer mas nenhuma outra música ele era a pessoa mas fanática em Beatles. Tirando minha mãe e Clair. – cadê as músicas? Eu só estou vendo Beatles. - obviamente você não vai achar nada ai, você está na pasta de músicas dos Beatles, o que você queria? – me senti uma idiota naquele momento enquanto ele ria de mim com a espera que eu colocasse uma música. Então fucei até achar uma música que eu nunca havia ouvindo mas me interessou era “ Demi Lovato – Two pieces” - esta música me inspira sabia? – ele me perguntou me deu uma vontade de chama-lo de idiota, tinha acabado de conhecê-lo como eu ia saber que a música o inspirava. - não eu não sabia. - já era de se esperar. – eu o fuzilei com os olhos, mas em um instante parei, com a luz do sol refletindo nas janelas, e clareando uma parte do corredor, dava certa beleza aos olhos de Sam. - os seus olhos são verdes, seus cabelos cacheados, e você tem covinhas. Quer que te diga seu problema? - ele perguntou. - não precisa, mas, pode. - o seu problema e que você e bastante fechada para seus outros colegas de escola, talvez também com seus amigos, você não demostra sentimento em suas palavras, mas quando canta pelo menos agora, pode ver que pelo o seu canto você liberta tudo o que senti você se senti melhor. Bom eu só acho. – o que ele disse me pareceu tão certo é tão perfeito quanto todas as palavras, que ele havia me dito, por que as outras não foram inspiradoras e nada legais, mas agora foi, é me senti melhor não sei por que ele era legal, poderia ser um grande amigo. - você é legal! Pode ser um grande amigo. Pena que outras garotas não te verem assim, como você realmente é, apenas te olham pelos os olhos bonitos, por ser popular. Sei lá o que passa na cabeça delas. - por isso, estou conversando com você. - não entende. - você foi uma das raras, meninas que me olham com outra visão você até dias atrás me via como o cara chato da escola, que adora irritar os outros, mas... -agora vi que você só é assim quando estar com todos aqueles amigos, por que na verdade, você e bem divertido educado. – eu ó-interrompe completando sua frase com minhas palavras. - você pode até ter razão, não costumo conversar comigo mesmo para saber se sou divertido é educado. – eu consegue ri mesmo falando muito sério com ele. - está bem agora eu vou embora. - vai fugir? - sim, chegar em casa mais cedo deitar mais cedo, ler mais cedo mexer no computador mais cedo mais tomar banho mais cedo, entendeu vou fazer tudo mais cedo. – ele olhou em volta. - eu te levo se quiser também acho que vou para minha casa. - nem precisa Sam... - vamos logo Lexya não sege teimosa já disse que levo não vou fazer nada com você. - tá! Eu vou com você. Sabe pelo menos onde eu moro? - todos conhece sua mãe por várias doações ela já doou coisas a minha irmã tive que ir à sua casa de madrugada, buscar por que sua mãe sabe que me odiava. - está bem então. - só, mas um detalhe você vai deixar o carro de seu pai aqui? - ah! Depois ele vem pegar com um motorista. Então levantamos, guardamos o violão de Sam é saímos agradeci à senhora, que estava sentada em sua mesa lendo uma revista. Agradeci por não ter me dedurado e nem me expulsado. Andamos no corredor da escola, fui até a sala de um dos nerds, e peguei a chave do carro de meu pai enquanto Sam guardava seus materiais no armário. Saímos pela porta da frente normal como se não estivéssemos fugindo, entrei no carro de Sam é fomos conversando o caminho todo ele me fez rir em praticamente todas as suas palavras eu não estava sendo mal educada com ele como de costume em todos os nossos encontros eu sempre fazia alguma coisa com ele como tacar um Milk Shake insulta-lo, mas desta vez eu estava sorrindo e o fazendo rir. Até que tudo acabou. Havíamos chegado a minha casa. - então... Obrigada por me trazer em casa, e ser gentil. - não tem nada, é a primeira vez que ando com uma garota sem que ela tentasse me beijar. - está bem, eu estava sendo legal esse tempo todo, mas Sam deixe de ser convencido, você não é tão cobiçado assim. – ele olhou para mim acho que estava querendo me matar até que ele sorriu. - está bem. - você ainda rir era para levar em consideração meninas não gosta de garotos convencidos. - opa! Se for assim nunca, mas sego convencido, você não gosta? - obviamente não né! - ótimo conselho estou a fim de conquistar uma garota. - se você esta achando que está realmente conseguindo me paquerar, se mate você não sabe nada de paquera! Agora tchau. – eu saí do carro o deixando ir embora rindo de minhas palavras. Entrei em casa devagar, mas minha mãe conseguiu me ver. - achei que odiava o rapaz. – ela disse subindo as escadas logo atrás de mim. - assim, comecei a conversa hoje com ele, mas mamãe antes que o meu pai chegue mande dois motorista ir lá à escola buscar o carro de meu pai? – entreguei a ela a chave do carro. - está bem, mas por que dois? – minha parecia que tinha um celebro de azeitona. - mãe, você acha que um motorista dirigiria os dois carros? - entendo, eu mando sim. – ela retornou a descer as escadas. Eu fui direto o meu quarto me sentei na cama peguei meu livro favorito, li ele a manhã toda, no fim de tarde tomei um banho e quando meu pai chegou ele viu que o carro estava limpo e sem nem um arranhão, assim não disse nada para mim foi ler seus papeis. Enquanto isso minha mãe ouvia suas músicas clássicas ou os Beatles, o problema não era a música, era a minha mãe tentando cantar.

Após voltarmos para casa para casa minha cabeça doía várias coisas deveriam ser esclarecidas, o fato de Sam ter me ajudado isso é coisas que ele nunca havia feito Sam brigar com Lence por motivos propositais ele sabia que não foi ela que havia me empurrado, mas, mesmo assim discordou com ela. Eu poderia perguntar isso diretamente a ele, mas, ele com certeza não falaria comigo na escola. Era manhã de segunda o sol rachava lá fora meu quarto foi invadido por calor e mais sol. Dessa vez não acordei com minha mãe me gritando e nem me mandando relógios na cabeça. Era simples minha cabeça doía e o sol me atrapalhará a dormi.
– Lexya...
– não! Nem precisa pegar o relógio já estou acordada. – interrompi-a ela se assustou com meu grande não, mas logo voltou a sua expressão normal e se sentou na cama.
– você? Acordada há essas horas sem eu precisar te bater ou te mandar qual quer coisa. Filha o que tá acontecendo? – eu queria realmente dizer que não era nada, mas não era mesmo não sabia por que ela estava me perguntando sobre isso, não sabia mesmo.
–mãe eu não tenho nada. – me levantei da cama e segui até o banheiro á deixando sozinha pensativa no quarto.
Tomei um banho e como de costume escovei meus dentes, quando voltei ao quarto minha não estava mais lá. Nem á procurei me voltei ao guarda roupa e peguei uma calça jeans e uma blusa da banda Nirvana, é uma toca ajeitei meus cabelos e fui. Simplesmente eu arrumei meus livros e entrei no carro de meu pai não sabia o que me tinha na cabeça na hora que peguei a chave de uns dos carros preferidos do Sr. Young.
– Pare Lexya! – gritou um dos motoristas.
– por que eu deveria. – de ré no carro, e segue o meu bairro tranquilamente coloquei música, e atravessei mais alguns quarteirões, e buzinei na porta da casa de Clair. A mãe dela saiu e me viu dentro do carro percebendo que era eu, chamou Clair que saiu lá de fora sem entender.
– você está dirigindo um carro? – ela perguntou pegando na mão de sua mãe seus materiais. Entrando no carro.
– É! Dá última vez em que peguei um carro, não deu muito certo, mas, hoje eu sei que sim. – ela sorriu e se despediu de sua mãe.
– Você tem certeza que vai dirigir? – apenas de um sorriso sarcástico.
– o que acha? – coloquei um som para Clair pelo menos curti, eu realmente aumentei o volume.
É então viramos a esquina da escola ouvindo “Hands in the air – Miley Cyrus” se nunca ouviu procure ouvir, nos da aquela sensação de liberdade de “faça o que quiser”.
Descemos do carro, mas desta vez eles não olharam para Lence e sim para gente “estávamos perturbando com o som.
– caraca! Isso tudo e seu? – perguntou um garoto do grupo dos nerds ele estava com óculos e se vesti como todo garoto intelectual.
– não exatamente... – olhei para trás revistando o carro de meu pai.
– então vai dizer que roubou. – se aproximou Kaila.
Eu a ignorei definitivamente, descobri que elas não valiam tanto quanto as poeiras de baixo de meu tapete.
– fique com ele liberte-se você já tentou fazer isso? – entreguei a chave do carro na mão do garoto. Ele me olhou como se eu fosse louca. Sam olhou para mim e fez um gesto de comprimento. Eu? O ignorei como sempre. Fui direto para sala, é lá estava Charlie, Melinda, Daniel, Brandon e George.
Eles olharam para nos e riu George foi o primeiro a me cumprimentar. Quer dizer tirando o fato que antes disso ele passou direto e deu um forte abraço em Clair me deixando completamente no vácuo, estava tudo rolando bem.
– eai? Como estão? – Daniel se aproximou.
– estamos bem. Como sempre.- eu não podia dizer outra coisa eu sempre dizia para as pessoas que eu era mal humorada irônica e sarcástica mas até hoje nunca havia sido realmente assim, eu tão tiro a decisão de que daqui para frente vou ter que ser tudo aquilo que um dia disse para outra pessoa.
Então me sentei quando a professora entrou pela a sala, era de novo nossa querida professora de ed. Física, eu tinha um enorme prazer de vê-la.
– Boa Tarde! – ela olhou em rumo para a porta, era toda aquela turma Sam, Bobby, John Kaila, Jeniffer e Gaby. Outra vez com minis saias e blusas, os meninos com jaquetas o único que nunca usava era Sam era para “ se diferenciar”.
– vocês estão atrasados! – disse a professora.
– queremos pedir... – Gaby tentou tudo parecer fácil
– não quero saber sente-se. Hoje vamos fazer diferente os meninos torcem e as meninas jogam pode ser? – algumas meninas comemoraram mas, eu odiava isso tudo.
– professora, outro dia não? – Perguntei.
– não! Levantem, vamos para a quadra. – ela olhou para mim ela sabia que eu era um fracasso em futebol americano. – hoje vai ser diferente prometo sem esporte aproveite a sorte. Vamos jogar queimada é só para os garotos se divertirem um pouco eu sei que nisso você é boa!- ela falará a verdade em queimada eu até me saia bem.
Seguimos enfrente, já estava de grupos formados eu ficaria com Melinda e Charlie e outras garotas, Já Clair... Teria que ficar com Lence e Kaila são outras garotas enquanto eu ficava com Gaby e Jeniffer em reserva. A professora sempre colocava músicas para entrarmos em clima com o ritmo desta vez deu certo eu havia colocado “Lorde-Royals” não que eu gostei, mas era uma música boa. Todas nos entramos em quadras, já divididas, eu estava com uma saia rodada que eu realmente odiava e um tope vermelho enquanto o grupo de Clair ficava com uma roupa branca. Elas haviam ficado com a bola então iriam começar adivinha com Kaila com certeza me atacaria até que a professora entrega uma bola em minha mãe.
– são duas bolas, os dois grupos armados. – a professora piscou para mim e se afastou.
Kaila me atacou me desviei e na mesma hora sem que Lence perceba já havia sido acerta, eu mirarei nela por que estava desconcentrada, ela foi a um certo lugar de nosso área iria tentar me acertar ou não, ela mirou em Charlie quando achei que Charlie iria ser acerta ele se desvia tão rápido que Daniel da um grande grito nas arquibancadas, quando percebi os meninos haviam apostado, mas não sabia por que Sam estava do lado de Daniel, Brandon e George, mas ele havia apostado no nosso grupo evidentemente todos sabiam que as outras não eram lá está coisa em jogos, estávamos com Melinda não existia garota melhor do que ela. Era minha vez de atacar e ser atacada entreguei a bola na mãe de Gaby que com certeza se sairia mal, é Clair estava na jogada do outro time, Gaby cometeu um erro atirou primeiro Clair se desviou meigamente, zoando o meu time provavelmente jogou a bola tão rápido que até meu pai se desviaria, Gaby foi acerta. Perdemos uma, ela foi para certo lugar da área adversária pegou a bola e arremessou auto, mas ela fez uma coisa tão certa que área ela pareceu óbvio que agente iria perder Charlie correu e conseguiu alcanças a bola em sua posição a entregou para mim, não sabia por que ela poderia muito jogar, pelo fato de ser muito boa, mas resolveu me dar. Fiquei em minha posição calculei onde estava a bola delas, claramente estava no chão nem uma delas estava vendo, mas e bola estava perto de mais de Kaila, resolve que deveria jogar, nela coloquei força e arremessei a bola em Kaila, só comete um erro a bola bateu em seu rosto fazendo ela cair no chão da quadra tonta, a pancada havia sido forte.
– meu deus! – Pode ver Sam descer as escadas em rumo a sua amiga até que Lence chegou primeiro e Sam parou ao meu lado.
– como você fez aquilo? – ele estava, mas preocupada com a jogada do que com sua amiga jogada no chão.
– você não está mesmo ligando, a garota está quase morrendo aqui no chão e você vem me perguntar como joguei a bola na cara dela, que tipo amigo e você?
– não sei exatamente que tipo de amigo sou eu, mas nos últimos dias eu vi eu parei para pensar tudo que já fiz para vários garotos e garotas desta escola, desde aquele dia em que Bobby te derrubou na piscina vi que algum estava errado com aquela turma, então quero lhe pedir desculpas não só para vocês, mas também para seus amigos. Será que podemos ser pelo menos colegas ou amigos?- ele me disse tudo aquilo os seus olhos gelavam de sinceridade, eu sabia que podia acreditar nele, mas não sabia para que tanta importância nisso, ele não deveria simplesmente chegar pedir desculpas e pá ele é meu melhor amigo ou só amigo. Porém se eu dissesse que não estaria sendo uma pirralha, Sam estava se desculpando. “Que mal tinha?”
– está bem somos amigos, aceito suas desculpas e sei que todos meu amigos vão aceitar, mas agora vamos ver Kaila. – ele concordou e deu um passo a frente eu me dirigi até o vestiário.
– você não vem? – ele perguntou.
– não, Kaila não vai me desculpar além do, mas isso e só um jogo. Vou me trocar.
– olha! Tenho que confessar, você fica bem com essas roupas.
– sério Sam eu não me chamo Lence ok? Então se for ser meu amigo não fale isso para mim, por favor. – ele deu risadas e olhou para frente, assim segue para o vestiário.
Troquei-me e voltei a vesti minha toca e toda aquela roupa de punk ou talvez não. Minha cabeça estava revirada eu havia acabado de sair de um banho no banho feminino da escola, quando terminei de me vestir fui até os armários do vestiário, estava todas as garotas lá se vestindo ou indo tomar banho algumas sentadas conversando, eu nem falei com ninguém peguei o fone de ouvido e atravessei a quadra ligada no que estava ouvindo “Ed Sheran – Kiss me” era horário de matemática eu não pretendia ir para sala de aula encarar – a²+b²=c²- e blá blá iria ficar sossegada na biblioteca iria ler livros, conversar com a tiazinha que sempre me expulsava da biblioteca por que eu conversava de mais. Quando entrei-a me encarou, mas eu estava sozinha ela conseguiu ver algo em meu olhar que eu também queria descobrir o que era eu não estava legal, e nada divertida e nem mal humorada só não estava conversando. A biblioteca da escola era como uma biblioteca de mansões daquelas assustadoras era silencioso só tinha luz onde ficavam as mesas, os livros eram empoeirados é velhos nunca havia encontrado nenhum bom até hoje, mas eu queria ler essa manhã estava rezando para chegar em casa logo e me deitar na cama ou talvez ler A culpa e das estrelas, sei lá ouvir música.
– ei minha menina que sempre tenho que expulsar da biblioteca! – ela me abraçou fiquei sem entender. – estou vendo que está mal, não vai participar da aula. – é ela sabia essas horas todas as salas estavam em aula ninguém ia á biblioteca. – como não tem ninguém estudando vou deixar você tocar um pouquinho fiquei sabendo que gosta de violão. – não sabia como ela descobrirá, mas me parecia uma ótima ideia. Ela me levou em meio a corredores, escuros enfestados de livros em pasteleiras, e lá no fundo vi um violão não estava empoeirado estava usado, mas limpo como se todos os dias era afinado e tocado.
– é de um menino da escola, mas ele não teria ciúmes ele vem todos os dias aqui na biblioteca mata aula todos os dias em certo horário, ele deve está quase chegando, mas, toque vai te fazer bem cantar um pouco. – a senhora deu risadas e saiu andando devagar estava à flor da idade, andava devagar, sem pressa de que algum garoto entre, é face bagunças a essa altura já estava aposentada. Eu me sentei ali naquele chão que poucas vezes fora limpo atirei minha mochila para um lado e peguei o violão com firmeza, eu comecei a toca-lo como se fosse um brincando. O que eu tocava? Eu estava tocando e cantando “Avril Lavigne – Wishi you were here" Eu realmente tocava como uma garota sem medo de que me escutasse ou que zoasse pela a voz, mas eu estava me sentindo tão bem quanto uma borboleta, em meio de qual quer espaço. Até que vejo As virar o corredor ele não estava mesmo vendo que era eu, mas eu continuei, porém agora ele se dizia meu amigo. Ficou surpreso, mas não disse nada se sentou ao meu lado e ficou meu olhando fixamente prestando atenção não só não em meus movimentos tocando o violão como na minha voz. Confesso eu estava com vergonha queria atira-lo daquela janela em meio aqueles livros velhos, e sei lá arranca-lo dali, mas eu estava realmente prestando atenção em meu toque, até que terminei o que estava fazendo.
– o que foi? – ele estava olhando fixamente em meu rosto.
– nada, é que quem diria que Lexya Young cantava e tocava tão bem. Achei que você ouvia rock enquanto quebrava todos os móveis de sua casa.
– isso já e trabalho de minha mãe. – ele deu risadas.
– nossa! O que ela faz?
– me atira todos os dias os relógios da minha casa realmente não precisavam disso. Mas...
– na verdade o relógio também me acorda. – eu olhei para ele tipo” sério sua mão também é fascinada em te deixar com galhos na cabeça”. – mas não desse jeito. Eu acordo apenas com o barulho dele. – eu ri disso, não sei por que mas ele estava sendo legal até agora.
– você e até legal.
– você também por que não canta outra música?
– por que não? Eu não me sinto à-vontade agora.
– esta bem como quiser.
– não vai insistir? – perguntei.
– não, se você não quer vamos ouvir música. – ele arrancou de seu bolso seu IPod e seu fone, me deu um lado então deitamos no corredor para ouvirmos músicas do IPod de Sam coisa que eu achei que nunca ia acontecer. – escolhe a música?
– com todo prazer. – arranquei de suas mãos o celular eu até agora havia somente visto, The Beatles é aquela banda... quer dizer mas nenhuma outra música ele era a pessoa mas fanática em Beatles. Tirando minha mãe e Clair. – cadê as músicas? Eu só estou vendo Beatles.
– obviamente você não vai achar nada ai, você está na pasta de músicas dos Beatles, o que você queria? – me senti uma idiota naquele momento enquanto ele ria de mim com a espera que eu colocasse uma música.
Então fucei até achar uma música que eu nunca havia ouvindo mas me interessou era “ Demi Lovato – Two pieces”
– esta música me inspira sabia? – ele me perguntou me deu uma vontade de chama-lo de idiota, tinha acabado de conhecê-lo como eu ia saber que a música o inspirava.
– não eu não sabia.
– já era de se esperar. – eu o fuzilei com os olhos, mas em um instante parei, com a luz do sol refletindo nas janelas, e clareando uma parte do corredor, dava certa beleza aos olhos de Sam.
– os seus olhos são verdes, seus cabelos cacheados, e você tem covinhas. Quer que te diga seu problema? — ele perguntou.
– não precisa, mas, pode.
– o seu problema e que você e bastante fechada para seus outros colegas de escola, talvez também com seus amigos, você não demonstra sentimento em suas palavras, mas quando canta pelo menos agora, pode ver que pelo o seu canto você liberta tudo o que senti você se senti melhor. Bom eu só acho. – o que ele disse me pareceu tão certo é tão perfeito quanto todas as palavras, que ele havia me dito, por que as outras não foram inspiradoras e nada legais, mas agora foi, é me senti melhor não sei por que ele era legal, poderia ser um grande amigo.
– você é legal! Pode ser um grande amigo. Pena que outras garotas não te verem assim, como você realmente é, apenas te olham pelos os olhos bonitos, por ser popular. Sei lá o que passa na cabeça delas.
– por isso, estou conversando com você.
– não entende.
– você foi uma das raras, meninas que me olham com outra visão você até dias atrás me via como o cara chato da escola, que adora irritar os outros, mas...
–agora vi que você só é assim quando estar com todos aqueles amigos, por que na verdade, você e bem divertido educado. – eu ó-interrompe completando sua frase com minhas palavras.
– você pode até ter razão, não costumo conversar comigo mesmo para saber se sou divertido é educado. – eu consegue ri mesmo falando muito sério com ele.
– está bem agora eu vou embora.
– vai fugir?
– sim, chegar em casa mais cedo deitar mais cedo, ler mais cedo mexer no computador mais cedo mais tomar banho mais cedo, entendeu vou fazer tudo mais cedo. – ele olhou em volta.
– eu te levo se quiser também acho que vou para minha casa.
– nem precisa Sam...
– vamos logo Lexya não sege teimosa já disse que levo não vou fazer nada com você.
– tá! Eu vou com você. Sabe pelo menos onde eu moro?

– todos conhece sua mãe por várias doações ela já doou coisas a minha irmã tive que ir à sua casa de madrugada, buscar por que sua mãe sabe que me odiava.
– está bem então.
– só, mas um detalhe você vai deixar o carro de seu pai aqui?
– ah! Depois ele vem pegar com um motorista.
Então levantamos, guardamos o violão de Sam é saímos agradeci à senhora, que estava sentada em sua mesa lendo uma revista. Agradeci por não ter me dedurado e nem me expulsado.
Andamos no corredor da escola, fui até a sala de um dos nerds, e peguei a chave do carro de meu pai enquanto Sam guardava seus materiais no armário. Saímos pela porta da frente normal como se não estivéssemos fugindo, entrei no carro de Sam é fomos conversando o caminho todo ele me fez rir em praticamente todas as suas palavras eu não estava sendo mal educada com ele como de costume em todos os nossos encontros eu sempre fazia alguma coisa com ele como tacar um Milk Shake insulta-lo, mas desta vez eu estava sorrindo e o fazendo rir. Até que tudo acabou.
Havíamos chegado a minha casa.
– então... Obrigada por me trazer em casa, e ser gentil.
– não tem nada, é a primeira vez que ando com uma garota sem que ela tentasse me beijar.
– está bem, eu estava sendo legal esse tempo todo, mas Sam deixe de ser convencido, você não é tão cobiçado assim. – ele olhou para mim acho que estava querendo me matar até que ele sorriu.
– está bem.
– você ainda rir era para levar em consideração meninas não gosta de garotos convencidos.
– opa! Se for assim nunca, mas sego convencido, você não gosta?
– obviamente não né!
– ótimo conselho estou a fim de conquistar uma garota.
– se você esta achando que está realmente conseguindo me paquerar, se mate você não sabe nada de paquera! Agora tchau. – eu saí do carro o deixando ir embora rindo de minhas palavras. Entrei em casa devagar, mas minha mãe conseguiu me ver.

– achei que odiava o rapaz. – ela disse subindo as escadas logo atrás de mim.
– assim, comecei a conversa hoje com ele, mas mamãe antes que o meu pai chegue mande dois motorista ir lá à escola buscar o carro de meu pai? – entreguei a ela a chave do carro.
– está bem, mas por que dois? – minha parecia que tinha um celebro de azeitona.
– mãe, você acha que um motorista dirigiria os dois carros?
– entendo, eu mando sim. – ela retornou a descer as escadas.
Eu fui direto o meu quarto me sentei na cama peguei meu livro favorito, li ele a manhã toda, no fim de tarde tomei um banho e quando meu pai chegou ele viu que o carro estava limpo e sem nem um arranhão, assim não disse nada para mim foi ler seus papeis. Enquanto isso minha mãe ouvia suas músicas clássicas ou os Beatles, o problema não era a música, era a minha mãe tentando cantar.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.