Ao amanhecer a primeira coisa que fiz foi comer um enorme bolo de brigadeiro que estava em pedaços na geladeira não sabia se tinha dono mais estava ali sem ninguém pensando bem valeu a pena. Logo após me arrumar fucei um pouco em meu notebook, liguei para Clair. Eu estava precisando realmente de sair fazia muito tempo que eu não andava pelas ruas de Nova York estava com saudades de minhas noites em Times Square, seria fácil eu esquecer as brigas lá de casa com uma noite ou uma tarde com uma melhor amiga. Meu destino era o Central Park mais tinha vários outros lugares poderíamos ficar o dia todo andando para lá e para cá para encontra realmente o lugar perfeito para esquecer problemas. Apesar dá animação eu realmente poderia ter desejado ficar em casa.
– Clair? – perguntei
– Lexya!
– Oi, que pensei que...
– poderíamos sair? – ela me interrompeu como se já previa o que falaria.
– sim, Central Park e o nosso destino ok?
– sim, já estou indo te vejo na sua casa pode ser?
– sim. – concordei. Assim desligamos a ligação não éramos de ficar dependuradas no telefone o tempo todo conversávamos mais pessoalmente.
Após o almoço fiquei esperando a tarde toda até que quando começou a escurecer, ouvi a campainha soar na casa dê um salto da cama e desce as escadas correndo antes que um dos mordomos abrisse, eu mesma abri. Era Clair estava com uma mochila nas costas cabelos amarrados e roupas simples. Então de um abraço nela, e subimos as escadas correndo.
– achei que você não iria vir! – disse. – isso me fez ficar mais ou menos desanimada. – então ela riu.
– que dia de um bolo em você? – o pior é que ela já havia sim me dado um enorme bolo fiquei com raiva dela no começo mais depois voltamos a sair.
– você ainda tem coragem de me perguntar mais enfim, acho melhor você ir tomar um banho enquanto arrumo alguma roupa minha.
– esta bem. – ela saiu pela a porta apanhou uma toalha que eu havia lhe dado e se dirigiu ao corredor, assim perde ela de vista.
Eu realmente não sabia com que roupa por lá poderia ter de tudo pessoas bonitas chatas metidas legais simpáticas, mas, isso menos me interessava no momento eu queria mesmo era me divertir. Abri meu guarda roupa não via muitas roupas coloridas poderia criar uma coleção de roupas pretas, mas mesmo assim não demorou muito tempo para que eu já estivera arrumado tudo o que eu achava que ficaria legal, naquela noite. Percebi que a essa altura não iriamos mais ao Central Park é sim em qual quer outro lugar, atirei na cama um jeans escuro rasgado e uma blusa de alguma banda que não conseguia identificar, e logo por cima de tudo atirei minha jaqueta e uma bota de cano baixo, não pretendia ir deslumbrante. E sim do meu jeito eu era punk poderia dizer então não gostava de muito brilho eu realmente fui toda de preto. Quando Clair saiu fui tomar um banho. Confesso passei meu banho inteiro pensando em bagunças ou em garotos, o que não fazia muito meu tipo e me peguei rindo da cena do “Milk Shake” mais logo depois sai. Ao chegar ao quarto via Clair ajeitando seus longos cabelos lisos, ela estava com um vestido azul escuro e com sapatos baixos pretos, realmente ela estava bastante bonita.
– vou descer lá embaixo enquanto você se arruma sua mãe disse que quer me mostrar alguns CD’s. – minha mãe e Clair adoravam ouvir algumas músicas eram bandas que não acabavam mais. Então após alguns segundos poderia ouvir lá do quarto uma melodia era sim legal mais não curtia muito esse tipo de música elas estavam ouvindo The Beatles, uma banda antiga e quando digo antiga quer dizer que acho que minha mãe poderia nem se lembrar do rosto deles anão ser se vesse a capa de seus CD’s. Ajeitei alguns cachos de meus cabelos e desce até lá em baixo.
– mãe, desculpe ter que leva-la mais amanhã bem cedo você e Clair poderá ouvir suas músicas incríveis. – eu estava mentindo quando disse incrível queria dizer para ela que abaixasse aquela música alguns vizinhos poderiam ouvir. Não que a banda não tinha talento mais era o toque que não me agradava.
– está bem querida, quer que o motorista te leve? – aquilo pareceu uma ótima ideia então concordei.
– vamos para o Time Square. – ele assentiu abrindo a porta do carro para mim e Clair assim fomos ao caminho poderia ver a animação de Clair. Ela realmente adorava aquele lugar nunca teria ido lá muitas vezes mais já sabia que lá dentro era realmente incrível. Ao chegar descemos bastantes animadas, aquele lugar era cheio de luzes por todos os lados. Pode ver Clair tirar seu IPod de sua bolsa.
– uma foto? – tiramos uma foto. E resolvemos andar.
Ali realmente tinha pessoas bonitas, não poderia ver defeito em nenhum garoto que passava, havia sempre aqueles que queriam chamar atenção via-se de tudo homens vestidos de cowboy até cinderela ou bela, poderia rir mais já estava acostumada. Andamos aquela grande avenida praticamente toda até encontrar uma loja de disco, confesso arrastei Clair lá para dentro no começo havia dito que Clair que era viciada em ouvir música e sabe tanto de disco quanto eu, mas, eu não conseguia resistir a Nirvana e a qual quer outra banda relacionada com essa. Entramos, poderia encontrar até mesmo encontrar alguns CD’s de vinil enquanto eu olhava em prateleiras modernas podia ver Clair ficar maravilhada com The Monkes etc... Avistei livros e várias outras coisas, e depois de babar em vários CD’s fui até a prateleira de livros podia ver “A última música, Querido John, A menina que roubava livros, As crônicas de Nárnia”. Enfim havia coleção de séries “Harry Potter, Percy Jackson, The Vampire Diares, Immortals” via livros que nunca iria imaginar que um dia existirá. Até que ao meu lado apareceu um garoto. Ela era alto forte tinha cabelos castanhos e olhos castanhos mel como o de Clair é não podia esconder seu encantamento por livros.
– você gosta de livros? – ele perguntou, não sabia o que levava um garoto bonito estiloso a falar com uma garota estilo punk e meio mal-humorada.
– sim. – responde enquanto isso peguei a série de Harry Potter e comecei a imaginar todos aqueles livros na pasteleira de meu quarto.
– você então não e aquelas garotas que adoram ficar na frente do espelho contando vantagens ou xingando outras garotas? – eu sem querer tive que ri
– não mesmo. – o garoto se aproximou.
– seu nome é? – ele perguntou não queria deixar tudo assim escapar sem mal conhece-lo
– fale o seu primeiro.
–Arthur! – ele se ajeitou chegando mais perto de mim e pegando alguns livros que estavam próximos.
– tem certeza que é só Arthur? – ele olhou para baixou e deu um sorriso.
– Arthur Frogley, agora diz o seu.
– Lexya Young. – deixei o pacote da série do Harry Potter na pasteleira e assim, me concentrei só nele.
– está sozinha?
– na verdade não, estou com minha amiga Clair. – apontei para ela que estava no fim da loja ainda fissurada nos CD’s.
– ela parece esta hipnotizada por CD’s de vinil. – nos rimos e conversamos poderíamos dizer que passamos horas dizendo nossas semelhanças sem querer, ele também adorava Nirvana poderia ver pelo o seu olhar que era um garoto de uma personalidade incrível, não imaginava ele jogando futebol, dando de cima de outras garotas, indo em festas atrás de sexo, não conseguia imagina-lo fazendo coisas que todos garotos faziam hoje em dia. Ele passou a maior parte do tempo pegando livro e dizendo que já havia lido, mais na maioria das vezes ele no fim da frase dizia que estava brincando então criava uma história da boca para fora, inventava personagem, fictícios, realistas, românticos, aventureiros, e assim foi a maior parte da minha noite ali vendo livros e prestando atenção nas palavras de Arthur. Até que me despedi dele. E vira ele pagar um livro que comprou e ir embora. Fui até Clair que agora estava vendo camisetas de bandas e alguns outros objetos de bandas como guitarras óculos usados por alguns famosos etc...
– vamos andar mais um pouco? – perguntei me aproximando.
– sim, que pena estava adorando aqui. – saí pela loja eu saltitava estava tão feliz não só por ter saído mais sim por ter conhecido um garoto meio que diferente dos outros. Andamos no Time Square praticamente inteiro de longe poderia ouvir shows de várias bandas em boates lotadas, entramos em um barzinho. Não era um bar onde as pessoas bebiam ate passar mal e fazer suas loucuras. Era mais uma bar organizado tinha o estilo anos sessenta tinha mesas acompanhadas de sofás vermelhos de couro ao em vez de cadeiras, o chão era escorregadio e como um jogo de xadrez cheio de quadrados pretos e brancos, dependurado no teto tinha alguma bolas brilhantes como as de festas mais eram varias delas e menores obviamente, sentamos em uma das mesas do banco em quanto várias pessoas ficavam no centro ouvindo alguma música eletrônica.
– quem era o garoto que você conversava na loja de CD’s? – dê risadas como se “Até agora eu não acredito que conheci aquele garoto”, mais era verdade eu havia sim conversado horas com ele como se fossemos amigos a anos.
– era só um garoto que também, estava vendo os livros e ai começamos a conversar sobre livros, mas não se preocupe, ele é bem simpático! – Clair deu risadas.
– quem me dera que essa noite renderia ate mesmo novas amizades. – ela chamou o garçom que estava atendendo em uma mesa próxima ele fez um gesto de já vou.
– é verdade, mas e você como foi vi que você estava quase roubando aqueles CD’s de vinil! – ela riu.
– é verdade, eram divos aqueles CD’s. Nunca tinha visto um de vinil antes. – já era de imaginar aquelas coisas não se via em qual quer lugar e quando via eram feitos de papelão ou de qual quer outra coisa.
– qual será o pedido de vocês? – perguntou o garçom que entregou o menu em nossa mão.
– só um suco de uva! – Clair fechou o menu entregando-lhe de volta.
– eu vou querer um suco também só que de laranja, por favor! –Assim ele anotou o pedido e foi.
Até que nossos copos chegaram já era meia noite, eu não pretendia ficar até tarde na rua por que amanhã era domingo queria sair outra vez.
Então passamos a noite toda ali sentada naquela mesa conversando e rindo do que um dia aprontamos.
– por que você não pede um Milk Shake? – Clair brincou e me lembrei de Lence parecendo um cupcake de maracujá. Então rimos mais algumas vezes lembramo-nos de milhares de coisas.
Até que chegou a hora de sair daquele lugar.
– Aonde vamos agora? – perguntei a Clair que olhava para todas aquelas propagandas em enormes prédios.
– vamos para sua casa. – concordei com ela eu realmente estava quebrada, minhas pernas doía como se eu ficasse em pé aquela noite toda dançando mais agente só andou e não foi nada de mais. Em poucos segundos vi o carro do meu pai apontar, ele nos percebeu e parou mais não era meu pai e sim um motorista, entramos no carro, e seguimos para casa, passamos por quase todo Nova York até chegar em casa ajudei Clair a sair eu estava acabada. Arrumei minha cama, a sorte e que ela não era pequena assim pude dividir com Clair ela se arrumou com um simples pijama e se sentou na cama. Olhando para mim viu que sorria para as paredes.
– fala sério se encantou com o que no Arthur? – ela perguntou tacando um travesseiro em mim
– talvez sua personalidade.
– humm. — sussurrou. – vai acabar apaixonada.
– que nada, ele e legal mais não meu tipo. – conversamos o resto da noite ouvimos música no IPod de Clair eram legais por mim só tinha música antiga então fechamos anoite com uma guerra de travesseiros ouvindo “We Can’t Stop – Miley Cyrus”.
É no final desmaiamos
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