The most perfect idiot

2 Após derrubar um senhor, conheço a tristeza de perto


No fim da escola tudo se passava com se nada tivesse acontecido, eu não tinha jogado Milk Shake em Lence e nem ela me insultado, dê graças a deus por eles não se lembrarem de mim. Ao sair da escola dê um forte tapa nas costas de Clair que não reclamou apenas me deu outro é entrou no carro de seu pai. Não demorou muito até que o carro de minha mãe virasse a esquina buzinando, acho que era para chamar minha atenção só pelo fato de minha mãe está ouvindo “Macklemore & Ryan Lewis – Thrift Shop” já me tranquilizava minha mãe sempre fora uma mulher bastante legal, gosta de andar no carro ouvindo músicas as vezes não são tão boas quanto essa mais... Eu tento não surta, ela odiava quando alguém a chamava de senhora, diz ela que dá um ar de que ela e uma velha, então optava mais que os outros á chamassem, dê Mary Young ou só Mary, ela tinha cabelos negros e curtos, porém bastantes repicados, seus olhos eram verdes, os outros diziam que ela se parecia comigo então nem queria imaginar como as pessoas me veem. Entrei no carro que evidentemente estava uma bagunça, quando olhei nos bancos de trás havia bastantes sacolas, já havia sacado tudo minha mãe fora ao shopping e comprou milhões de roupa e trouxe um ursinho de pelúcia como lembrança para mim.

– mais compras mamãe você praticamente saqueou o shopping da Wrightsville verão passado e agora você apareceu com mais compras? – minha mãe me fuzilou com o olhar achou que pensava que ela era uma mulher desempregada que vivia de comprar e conversar com madames que adoravam contar vantagens.

– não são compras. – ela negou. – são algumas suas de quando era pequena e minhas também que não usam mais... Vou doar para algum orfanato as suas e as minhas vou entregar a uma fundação que cuida de pessoas carentes. – me senti uma idiota quando minha mãe havia me dito aquilo. Senti-me mal por julgar minha mãe mal.

– desculpe mãe eu não sabia que não eram compras e muito menos que você estava apenas sendo solidária. – ela desculpou e disse não ter nada haver, me senti aliviada.

Ao chegar em casa subi as escadas correndo, tomei um longo banho é me troquei. Quando já havia feito tudo o que devia como deveres, é dar algumas espiadas em sites eu sentei em minha cama olhei em volta e não tinha realmente nada para fazer, então eu peguei meu livro favorito, “A culpa e das estrelas” esse livro mostrava um pouco da realidade e de como e a vida de vária pessoas que veem a morte chegar em segundos, li a noite inteira até eu acordar com um queda. É acredite minha mãe não era muito boa em me acordar todas as manhãs eu era atirada da cama ou ela me tacava alguma coisa na cara, doía mais me lembrei da escola então me levantei rapidamente coloquei uma calça e uma blusa de alguma banda de rock, mais não podia ir sem minha toca, para falar a verdade eu tinha alguma paixão por tocas.

Rapidamente eu é minha mãe saímos de casa ela andava como uma louca na cidade mais o bom era que eu chegava rápido na escola, quando minha mãe avistou Clair ela buzinou e gritou um grande “Querida como você está?” confesso me senti um lixo.

Eu e Clair entramos logo na escola tivemos várias aulas até que chegou o horário de Ed. Física, quando eu vi a Sr.ª Castellan entrar pela a porta olhei para Clair e deu até vontade de chutar, aquela professora. O nome dela na verdade era Marcy Castellan, mas gostava de ser chamada de Sr.ª Castellan. Marcy era uma professora bastante talentosa quando o assunto era dançar ou torce, e o principal ela já fora campeã de Basquete anos atrás. Ela tinha longos cabelos lisos que andavam sempre amarrados usava sempre uma calça legue preta e tênis branco acompanhado de alguma blusa.

– Hoje, todas. – a professora falou com um tom autoritário, sabia que ia ser algo chato. – as meninas sem exceção vão ter que torcer Ok? Mesmo que não é lideres de torcida vão ter que ficar na arquibancada pelo menos e quem ousar fugir durante o jogo poderá ser expulso hoje nossa escola vai jogar contra o time da Bennet High School, todos sabem que o time de lá e muito bom, e eu como treinadora, digo a todos os garotos dessa sala que vão jogar hoje boa sorte! — ela chamou Bobby e Sam que faziam parte do time creio que foram se trocar. Quando saímos o corredor da escola estava cheio de alunos andando para lá e para cá camisas do time da nossa escola com certeza o Laney não iria dar molhe mais os Bennet’s também eram bastante bons. Eu não iria torcer por nosso time, e rezava para que eles perdessem, e que Sam, Bobby e John saíssem do campo com muita vergonha. E que as lideres de torcidas abaixassem a bola.

Clair e eu fomos umas das primeiras a chegar, sentamos na frente mais rapidamente quando olhei em volta as arquibancadas do time da nossa escola já estava cheio aos poucos o outro lado do campo foi ganhando vida dava para se ouvir os insultos que os Bennet’s diziam para nós. Tinha até criança com no máximo uns oito anos e quando me atrevi a encara-los eles me deram de dedo e me insultaram não de bola eram apenas crianças fanáticas em jogos.

Assim tudo estava pronto o campo foi dividido entre verde e vermelho. Todos gritavam tanto quanto frases para alegrar os jogadores ou insultos para fazer com que todos olhassem para a pessoa com muito ódio. Então a partida começou. Eu não estava entendendo nada só via pessoas pulando em cima uma da outra enquanto um carinha com uma bola estranha corria pelo campo livremente e quando ele passava de certo lugar do campo o juiz apitava e todos gritavam algumas vezes eram os Layne’s que gritavam outras eram os Bennet’s então no final os Layne’s acabaram ganhando a treinadora, ou melhor, a Sr.ª Castellan abraçou tanto George que nunca tinha visto ela assim. George era um dos jogadores eram alto bonito e muito simpático mais as meninas nem se quer olhava para ele só que a preocupação dele não era nenhuma, pois ele sabia que quem mantinha aquele time bom era ele é não qual quer outro jogador.

– então vamos embora? – perguntei a Clair.

– está bem. – ela se levantou então saímos empurrando as pessoas. Até que chegávamos a saída parecia que mais pessoa enfiava na minha frente, eu realmente já estava toda dolorida pelo o fato de estarmos em cima de uma arquibancada prestes a cair tinha torcedores gritando no meu ouvido.

– saem da frente vadias. – quando ouvi aquilo não consegue segurar a raiva via um velho barbudo na minha frente na mão ele segurava uma garrafa de cerveja e gritava insultos.

– você disse isso a nós? – Clair perguntou

–sim foi a vocês, passem lá em casa mais tarde. – ele deu risadas, então percebe que ele havia ido longe demais. Foi simples empurrar um velho gordo de uma arquibancada enorme acabando com a graça de alguns torcedores mais ele deixou de chamar atenção logo, logo e ficou ali deitado no chão sendo pisoteado.

– lamento por ele ter tropeçado em sua própria banha. – disse e Clair deu risadas.

– você é maluca!

– não! Ele sim era maluco.

Liguei para minha mãe que pegou nós duas então deixei Clair em sua casa e sua mãe nos agradeceu só que minha mãe estava com muita pressa. Tinha que deixar as roupas na fundação.

Andamos a cidade praticamente inteira, até chegarmos a uma casa bem grande na entrada fomos recebidas por algumas senhoras que nos guiou ate certo ponto. Quando chegamos onde ficava as crianças entregamos algumas sacolas eram as roupas que usavam quando tinha apenas sete anos.

– obrigada! – disse uma das mulheres que trabalhava para a fundação. – quer ver as crianças. Antes que eu pudesse dizer não obrigada não vou com a cara de crianças. Minha mãe aceitou o pedido e meu levou arrastada para dentro da sala, mas quando entrei vi o verdadeiro sofrimento de perto as crianças tinha um olhar triste, mais todas sorrindo e se divertindo com alguns brinquedos.

– algumas perderam seus pais em enchentes tornados ou morreram em um acidente, outras seus pais estão aqui sós que passam dificuldades. – eu fiquei assustada como uma criança viveria sem a presença de pais mães, eu não conseguia me imaginar naquele lugar todos os dias comendo tomando banho e dormindo junto a outros adolescentes. Eu fiquei chocada, mais não ficamos ali por muito tempo conversei com uma menina, ela me contou histórias de seus pais e na hora de eu ir embora me deu um forte abraço e disse.

Ao chegar em casa ainda não acreditei, após a janta meu me pediu que eu separasse algumas roupas minhas para amanhã mesmo levar lá por que havia sobrado somente as minhas. Não de ouvidos mais no outro dia de manhã minha mãe encontrou uma sacola de roupas na porta de meu quarto era feriado, queria hoje sair com Clair e me diverti fazia tempo que eu não fazia isso.