Notas iniciais
Agora bateu uma vontade de ver A Escrava Isaura

P.V Jason

Eu não sei mais fiquei naquele lugar por um bom tempo, estava desistindo da vida, quando vi um volto vermelho passar entre as arvores, comecei a ir na direção do volto, quando cheguei lá me deparei com uma garota sentada no chão com as costas curvadas fazendo alguma coisa, seus cabelos ruivos, estavam brilhantes e com um tom vivo por causa do sol, comecei a chegar mais perto quando iria tocar em seu ombro ela faz uma manobra que faz eu cair no chão e ela ficou sentada na minha cintura com uma adaga no minha garganta, depois de um tempo percebi oque tinha acontecido e abri os olhos me deparando com o ser mais lindo da face da terra.

Sua pele era muito branca, seus olhos estavam com um coturno de lápis, suas bochechas estavam um pouco rosadas por causa do sol, seu nariz perfeitamente empinado, seus lábios nem tão grossos mais também não tão finos estavam um tom rosado muito bonito ela me encarava com aqueles olhos que mudavam de cor a cada piscar de olhos, uma hora verde, azul castanho....

–Quem é você? -diz ela com a adaga na minha garganta- Oque você esta fazendo em território Almeida? -ela pergunta afiando a adaga mais na minha garganta

–Jason Grace, um prazer -digo fazendo uma manobra para eu ficar em cima dela e ela com as costas no chão, e pegando seus pulsos e os colocando no chão em cima da cabeça, sua respiração ficou ofegante, ela tentava tirar sus mão mais não conseguia

–Você poderia me soltar? -ela pergunta e simplesmente meu corpo obedeceu, sai de cima dela e me levantei a ajudei a se levantar, ela limpou seu vestido que só agora percebi que ela também usava essas roupas estranhas, ela estava com um vestido vermelho e branco, e um capuz longo vermelho, estava com luvas claras, e percebi que usava salto, seu cabelo estava com um penteado bonito. -Obrigada, senhor Grace e desculpa por eu ter sido agressiva, não sabia que o senhor iria vir -diz ela mordendo seus lábios

–É...? você? -pergunto, confuso

–Prazer senho, sou Piper Mclean -diz ela beijando minha mão (não era eu que deveria fazer isso?)

–Prazer senhorita Mclean -digo beijando sua bochecha fazendo ela corar e ficar espantada -Oque ouve?

–O senhor não pode fazer isso -ela sussurra como se estivesse com medo- Eu sei que o senhor não é da qui, mais aqui no Brasil não beijamos a bochecha de qualquer pessoas, não abraçamos, só familiares ou amigos íntimos, e bem eu nunca seria sua amiga intima -diz ela colocando seus cabelos para trás

–Porque? -dito isso ela dá uma risada triste

–Eu sou apenas uma escrava sortuda senhor -diz ela olhando vem no fundo dos meus olhos, fazendo eles ficarem um tom azulado

–Escrava? Em que ano estamos?

–Hoje é 5 de fevereiro de 1776, senhor -diz ela educa mente

–Não me chame assim Pips -digo

–Pips? -ela pergunta com um sorriso travesso no rosto- Tudo bem Jase -retruca fazendo eu rir -Olha se não se incomoda se...Jason eu preciso voltar e você também, sua mulher esta o procurando faz milênios

–mulher? -pergunto confuso

–Sim......Senhorita Reyna, a morena que vai se casar com você, morena, deve ter 1,78....não sei só sei que fico medo quando fico no lado dela -diz ela, fazendo eu perceber que ela deveria ter menos que 65- Eu não deveria ter falado isso.....desculpe-me -diz ela com uma voz culpada

–Que isso, quem me impala na primeira vez que conheço ganha meu respeito -digo passando o braço em seu ombro fazendo ela rir nervoso. -E ai Mclean, você me ajuda a ir até onde minha entre aspas noiva estar e você me conta direito esse negocio de uma garota pálida e ruiva ser escrava.

–Senho....Jason -dou um sorriso a ela por tentar não me chamar de senhor — poderia espera um estante? -ela pergunta indo até uma arvore, ela subiu na arvore fazendo eu rir, ela desapareceu por um tempo, até que ouvi um barrulho de galho quebrar, como se fosse planejado senti que deveria ir até a arvore e estender as mãos, na hora Piper aparece em meu colo, ela estava espremendo seus olhos com força e mordia os lábios inferiores, ela colou uma mão no meu peito e a outra na minha nuca, ela abriu um olhos, olhou para os lados e depois abriu os 2, ela ficou me encarando, dava um sorriso de leve de vez em quando, ou suspirava

–Obrigada, isso não acontece -diz ela ainda no meu colo

–Você é uma dama não deveria fazer isso -digo, fazendo ela corar e sair do meu colo

–Obrigada, senhor Grace, por favor me acompanhe -diz ela fria

Notas finais
Comentem!!!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.