The game of Wonderland
1 I'm Alice.
Notas iniciais
-Você finalmente acordou! Disse um rapaz, de cabelos brancos e olhos rosa. Com orelhas de... Coelho?
-O que está acontecendo? Indaguei, colocando a mão na cabeça para aliviar a dor.
-Hm? Você conseguiu entrar no jogo, não se lembra? Ele me olhou surpreso.
-Me lembrar? Tentava lembrar, procurava ao fundo de minha memória. Não me lembrava de nada sobre mim. Porém ainda conseguia ler, escrever, apenas não me lembrava de mim. De meu passado.
-Sim, você matou Alice. Recebendo seu nome, podendo entrar no jogo, não se lembra?
Respondi que não com a cabeça.
-Ao menos lembra seu nome? Ele me olhou, preocupado.
Abaixei a cabeça e fiquei em silêncio.
-Oh... Bem, não sei o que posso fazer, mas venha comigo. Falou o coelho.
Tentei me levantar, minha cabeça doeu e perdi o equilíbrio. Quase caí, mas fui segurada pelo rapaz.
-Desculpe, estou tonta. Falei, com sono.
-Você bateu a cabeça? Ele indagou, porém suas palavras foram ficando distantes, minha visão ficou turva e logo adormeci.
Acordei em um quarto. Ele logo entrou no quarto, trazendo um chá.
-Não se lembra de nada? Ele perguntou, dando a xícara.
Balancei a cabeça, dizendo não.
Tentei me levantar, não estava mais tonta.
-Você está bem? Ele indagou.
Afirmei com a cabeça, enquanto saia pela porta.
-Obrigado. Sussurrei.
Saí pela cidade. Havia um garoto de cabelos levemente longos, quase até os ombros. Seus cabelos eram negros, e seus olhos tinham um tom forte de vermelho. Ele estava cercado por garotas.
Ignorei-o e continuei a andar. Notei-o me observando por trás.
Minha cabeça ainda estava doendo, acordar sem lembrar-se de nada... Dói.
-Então você é a nova Alice? Indagou uma voz. Virei-me, era o rapaz que vi antes.
-Hm... Não respondi. Não sabia o que estava acontecendo.
-Você não se lembra? Ele me olhou surpreso, do mesmo jeito que o coelho me havia olhado.
Afirmei com a cabeça.
-Isto é ruim! Ele se sentou em um banco. Tome cuidado caso um inimigo do jogo descubra, ele pode usar isto contra você.
-Jogo? Indaguei.
-Você realmente não sabe nada? Ele mostrou um olhar preocupado.
Virei a cabeça.
-Vamos até o rei de copas... Ele disse, me guiando pela mão.
Depois de uns trinta minutos, chegamos à porta do castelo.
-Chapeleiro! Gritou uma jovem garota de dentro do castelo, que veio correndo e o abraçou. Que bom que você veio!
Ela me olhou, e fez um olhar de desgosto. Ciúme. Ficou irritada com minha presença.
-Quem é esta? Ela perguntou ao Chapeleiro.
-Ela veio ver o seu irmão. É a nova participante.
-Uma garota? Tomara que ela seja a primeira a perder, por estar tão próxima a você.
Ignorei os comentários da garota. Não faziam diferença para mim.
-Entre, entre, você é sempre bem vindo. Ela disse com uma voz doce para o Chapeleiro. Mas espero que a senhorita não volte aqui. Ela deu um sorriso falso, disse com uma voz rude.
-É um prazer conhecê-la, és muito gentil! Retruquei, sarcasticamente.
Ela me lançou um olhar de raiva, e me ignorou, abrindo caminho.
O Chapeleiro segurou minha mão e me levou até o rei. Notei o olhar da garota observando-me. Era como se ela estivesse se segurando para não me matar. O ciúme é bizarro...
-Elliot Disse o Chapeleiro, chegando perto do rei. A nossa participante, bem... Perdeu a memória.
-Hm? Isto é sério? Ele me olhou, avaliando. Será ruim se os outros participantes descobrissem. Alguém mais sabe disso?
-O coelho. Respondi.
-Falando dele... O rei olhou o relógio. Está atrasado... Ele fez uma pausa. De novo...
-Bem, você poderá ficar no castelo, enquanto o jogo não começa. Ainda faltam três dias, talvez tenham novos participantes? O rei falou. Falando nisto, qual o teu nome, garota?
-Ela não se lembra. Respondeu o Chapeleiro.
-Então se chamará Alice, já que este é o teu título.
-Alice... Repeti para mim mesma.
O rei me acompanhou até um dos quartos.
-Você pode ficar aqui. Ele disse, me dando a chave.
-Obrigada. Abri a porta e entrei.
Deitei na cama, meu corpo estava cansado, e minha cabeça ainda doía.
Acordei, minha cabeça doía. Eu estava deitada no chão de algum pátio.
-Você finalmente acordou! – Disse um rapaz, de cabelos brancos e olhos rosa. Com orelhas de... Coelho?
-O que está acontecendo? – Indaguei, colocando a mão na cabeça para aliviar a dor.
-Hm? Você conseguiu entrar no jogo, não se lembra? – Ele me olhou surpreso.
-Me lembrar? – Tentava lembrar, procurava ao fundo de minha memória. Não me lembrava de nada sobre mim. Porém ainda conseguia ler, escrever, apenas não me lembrava de mim. De meu passado.
-Sim, você matou Alice. Recebendo seu nome, podendo entrar no jogo, não se lembra?
Respondi que não com a cabeça.
-Ao menos lembra seu nome? – Ele me olhou, preocupado.
Abaixei a cabeça e fiquei em silêncio.
-Oh... Bem, não sei o que posso fazer, mas venha comigo. – Falou o coelho.
Tentei me levantar, minha cabeça doeu e perdi o equilíbrio. Quase caí, mas fui segurada pelo rapaz.
-Desculpe, estou tonta. – Falei, com sono.
-Você bateu a cabeça? – Ele indagou, porém suas palavras foram ficando distantes, minha visão ficou turva e logo adormeci.
Acordei em um quarto. Ele logo entrou no quarto, trazendo um chá.
-Não se lembra de nada? – Ele perguntou, dando a xícara.
Balancei a cabeça, dizendo não.
Tentei me levantar, não estava mais tonta.
-Você está bem? – Ele indagou.
Afirmei com a cabeça, enquanto saia pela porta.
-Obrigado. – Sussurrei.
Saí pela cidade. Havia um garoto de cabelos levemente longos, quase até os ombros. Seus cabelos eram negros, e seus olhos tinham um tom forte de vermelho. Ele estava cercado por garotas.
Ignorei-o e continuei a andar. Notei-o me observando por trás.
Minha cabeça ainda estava doendo, acordar sem lembrar-se de nada... Dói.
-Então você é a nova Alice? – Indagou uma voz. Virei-me, era o rapaz que vi antes.
-Hm... – Não respondi. Não sabia o que estava acontecendo.
-Você não se lembra? – Ele me olhou surpreso, do mesmo jeito que o coelho me havia olhado.
Afirmei com a cabeça.
-Isto é ruim! – Ele se sentou em um banco. – Tome cuidado caso um inimigo do jogo descubra, ele pode usar isto contra você.
-Jogo? – Indaguei.
-Você realmente não sabe nada? – Ele mostrou um olhar preocupado.
Virei a cabeça.
-Vamos até o rei de copas... – Ele disse, me guiando pela mão.
Depois de uns trinta minutos, chegamos à porta do castelo.
-Chapeleiro! – Gritou uma jovem garota de dentro do castelo, que veio correndo e o abraçou. – Que bom que você veio!
Ela me olhou, e fez um olhar de desgosto. Ciúme. Ficou irritada com minha presença.
-Quem é esta? – Ela perguntou ao Chapeleiro.
-Ela veio ver o seu irmão. É a nova participante.
-Uma garota? Tomara que ela seja a primeira a perder, por estar tão próxima a você.
Ignorei os comentários da garota. Não faziam diferença para mim.
-Entre, entre, você é sempre bem vindo. – Ela disse com uma voz doce para o Chapeleiro. – Mas espero que a senhorita não volte aqui. – Ela deu um sorriso falso, disse com uma voz rude.
-É um prazer conhecê-la, és muito gentil! – Retruquei, sarcasticamente.
Ela me lançou um olhar de raiva, e me ignorou, abrindo caminho.
O Chapeleiro segurou minha mão e me levou até o rei. Notei o olhar da garota observando-me. Era como se ela estivesse se segurando para não me matar. O ciúme é bizarro...
-Elliot – Disse o Chapeleiro, chegando perto do rei. – A nossa participante, bem... Perdeu a memória.
-Hm? Isto é sério? – Ele me olhou, avaliando. – Será ruim se os outros participantes descobrissem. Alguém mais sabe disso?
-O coelho. – Respondi.
-Falando dele... – O rei olhou o relógio. – Está atrasado... – Ele fez uma pausa. – De novo...
-Bem, você poderá ficar no castelo, enquanto o jogo não começa. Ainda faltam três dias, talvez tenham novos participantes? – O rei falou. – Falando nisto, qual o teu nome, garota?
-Ela não se lembra. – Respondeu o Chapeleiro.
-Então se chamará Alice, já que este é o teu título.
-Alice... – Repeti para mim mesma.
O rei me acompanhou até um dos quartos.
-Você pode ficar aqui. – Ele disse, me dando a chave.
-Obrigada. – Abri a porta e entrei.
Deitei na cama, meu corpo estava cansado, e minha cabeça ainda doía
Fale com o autor