The fate of a lifetime

9 O encontro com velho conhecido


Notas iniciais
desculpa a demora

Me arrume e fui a o outro lado da cidade onde ficava o portão da morte,como era chamado era a área onde ficava o cemitérios e lugares mal assombradas nada de mas, o ponto final do ônibus ficava em uma encruzilhada,fui ate o meio.

Atrás de mim estava a estrada onde estava o ônibus retornando a rodo;a minha frete eu estrada sei fim onde o sol já estava querendo ser por (que ninguém com o juízo perfeito iria pois as pessoas que vão reto nunca volto) ao meu lado, esquerdo a estrada que leva aos cemitérios e a direta a estrada que leva as casas mal assombradas,

eu estiquei o pulso a minha frente e pesai a minha unha com minha outra mão rapidamente meu pulso começou a escorre sangue só um pouco então disse em voz alta

– Aqui onde a dimensão se encontra

Onde o começo e o fim acontecem

Sou a guardião desta cidade e deste portão

Que a porta se abra

Na minha frente surgiu uma porta era grande com detalhes de ouro, a porta se abriu revelando um salão enorme com muitas pessoas passando de um lado pro outro,( eu ainda não entrei,mas tava pra ver) um homem grande (ele era 2x maior que eu ) era moreno com os olhos preto de cabelo da mesma cor dos olhos, ele parou na minha frente e disse com uma voz alta e firme

– Quem e você ?

– Eu sou .....

Foi enteropida por uma mulher falando alto e vindo na minha direção

– ande entre

Eu estava vestindo com um sobre tudo preto e uma boina que escondia todo o meu cabelo e uma bota, assim que eu dei o primeiro passo já dentro da porta

Teve um brilho e um estava transformada em guardião

Minhas roupa agora era um vestido longo atrás e curto na frente era de manga curta , da cor branca e azul com detalhes cor de ouro, estava de salto mas era diferente pois as fitas que o prendia estavam enrolado na minha perna era da mesma cor do vestido , meus cabelo ta com um coqui com a parte da frente com duas mechas solta com uma tiara negra com manchas vermelhas , minhas maus estavam um um anel no dedo do meio nas duas mão tinha um pano junto do anel das mãos e o tecido ia ate perto do cotovelo e um cajado longo com a aparte de cima tinha a imagem de um coração humano batendo sangue negro por suas valvolas e as veias enrolado no cajado

Todos do grande salão pararem de fazer o que tavam fazendo para olhar me olhar, o homem que tinha perguntado quem eu era se curvou e saiu a mulher se aproximou de mim e disse

– Guardião do portão da morte

O que lé trás aqui

Respondi seca

– quero falar com o Diego

– Há sim , vou chamado enquanto isso se você poder me acompanhar ate a sala dos Guardiões

– ta

Ela foi na frente e eu fui depois ,quando checamos na sala eu entrei e ela ficou do lado de fora pois não tinha permissão para entra, passou uns 5 minutos ate que alguém bateu na porta e já foi entrando era Diego foi ate mim se sentou de frente pra mim e disse .....

Continua ......