The evil in land
4 Um funeral a sua masculinidade
Estavam sobre a ponte, o vento frio balançando-lhes as vestes e cabelos. A missão de proteção a Serie acabara. Para surpresa de ninguém, foi inútil, ela pôde muito bem se defender sozinha… não que eu esteja reclamando do dinheiro fácil… com exceção do… bom, não foi nada demais, apesar de Ubel estar menos falante. A encarou de soslaio, a luz do sol a cobria.
Ela fica melhor de cabelo solto.
— Acho que vou tirar umas férias — ele falou e pousou os braços sobre o curto muro que separava-o de uma queda no rio.
Ubel sentou naquela estrutura.
— O que aconteceu com seu senso de aventura e sua coragem, quatro olhos? Já teve o bastante? — ela virou o rosto na direção de Land.
— Sim.
As sobrancelhas da mulher subiram e desceram, então o rosto foi voltado acima, um riso breve a escapou os lábios.
— Nem hesitou. Acho que aquilo no quarto usou todo o seu estoque de bravura, que pena. Devemos um funeral a sua masculinidade?
Land se pôs ereto, virou e deu um passo na direção dela. Ubel fedia a violetas.
— Acha que preciso?
Silêncio, íris verde rumo a castanha, narizes a sete centímetros um do outro. O coração dele acelerava dentro da caixa torácica. O que eu estou fazendo?
Ela desviou a face para o lado oposto.
— Parece que não… — Ubel murmurou.
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