Notas iniciais
ai eu estou nervosa o primeiro capitulo da primeira fic. comentem o que acharem! sempre vou procurar melhorar :)

22 de Novembro, 1998. Brookling.05:13 AM.

—Filha, acorde. Junte suas coisas, agora. Vamos viajar.

—Aaaahn... Para onde estamos indo? Justo no meu aniversario! É alguma surpresa, mamãe?

A mãe suspirou, e olhou pela pequena janela do quarto de sua filhs. Já estava amanhecendo. Chovia forte, desde cedo. Os cabelos loiros e bagunçados da filha cobriam uma parte de seu rosto.

—Mon, temos que ir, eu... Eu não sei se conseguiremos voltar tão rapido assim, então, junte apenas o mais importante. Precisamos sair daqui, rapido. Eu vou te esperar na cozinha.

—Mas hoje eu completo quatro anos! Para onde vamos mãe? Porque...

Mas a mãe já havia atravessado o quarto em direção a cozinha.

Com poucas coisas prontas, elas entraram no carro e partiram apressadamente com a pouca luminosidade da estrada, deixando a pequena casa de campo para trás.

—Mãe, me responda por favor, onde vamos?

—Vamos para um lugar seguro, mon. Fique tranquila. E não importa o que aconteça, não saia de perto de mim, ok?—ela respondeu, apressadamente.l

—Do quê estamos fugindo? Eu preciso saber! Mãe...

—Eu nao posso te responder agora!—Respondeu, com uma mistura de impaciencia e medo.—Monique, me prometa. Me prometa que você terá paciencia de esperar até todas as respostas. Não se precipite.

Uma trovoada passou pelo vidro embaçado do carro, fazendo monique pular mais a trás no seu acento.

Cruzando uma das principais avenidas, a filha insistiu:

—Para onde vamos?

—O seu tio, Rodwick. Ele vai ficar com você durante um tempo. Não se preocupe comigo. Eu vou para outro lugar. Você vai ficar bem.

Elas estacionaram na frente de um predio, escrito "renwich". Sairam do carro, a mãe carregando a pequena mala de Monique. E bastou apenas esse tempo para um vulto negro, de 3 metrosatravessar o campo de visão das duas. Quando chegou mais perto, vinha na direção de Monique. Grandes orbitas negras focadas na pequena garota.

—Mon!—Gritou a mãe, correndo desesperadamente em sua direção—Mon! Saia daí! JÁ!

A mãe chegou a tempo de se colocar entre Monique e o vulto. Ele parecia sem forma, sem foco. Enquanto ele se aproximava, elas perceberam o quanto transluzia.

—Eu já cumpri o acordo, Hennon, melhor que você tambem cumpra sua parte. Nos deixe em paz. Você ja infernizou minha vida o suficiente.—Disse a mãe, retirando da bolsa uma adaga, que Monique nao tinha percebido. Desde quando sua mae, que sempre dizia para nao chegar nem perto de objetos afiados e palmitos, carregava uma adaga na bolsa? Porque ela entregou a sombra um golpe perfeito, que tomou dela um negro como obsidiana liquido, parecendo sangue de... daquilo...

Hennon rosnou.

—Nem todo o acordo está completo, Ether. Eu esqueci de dizer que há mais alguma coisa na lista.

A sombra continuou andando, passando como vapor por Ether. Ele vinha em direção a Monique, como se o resto nao fosse interessar.

Ether correu até onde a filha estava e saiu puxando ela a toda velocidade em direção ao portão do predio.

—Não existe mais um lugar seguro para vocês duas. A melhor opção seria você cumprir o resto do acordo. Eu vou te deixar em paz, então.—Hennon sugeriu, com sua voz aspera.

—O que você tanto quer, então?—Perguntou Ether, hesitantemente.

—É simples, a garota.

O espanto no rosto de Ether era bem visivel. Ele queria agora, depois de tudo que ele tirou dela, toda a razão que a impede de desistir.

Em uma fração de segundo, Hennon estava colocando ela contra a parede, a asfixiando. Sangrava nos pontos que ele encostava, como se apenas o toque dele pudesse queimar sua pele.

—Ou dê adeus a garota, ou dê adeus a vocês duas.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.