Notas iniciais
oiii, está aí mais um capítulo, espero que gostem!!

Capítulo 2

P.O.V Sophia

Quando peguei a prova, virei ela, e comecei a lê-la. Conforme fui lendo, fui notando que nada que estudei havia caído. Dei uma rápida olhada pela sala, e todos estavam com uma cara de WHAT?? Comecei a ler mais atentamente a prova, e fui vendo que possuía alternativa que jamais poderiam ser a resposta correta, e no final sempre ficava em dúvida entre duas, e com elas fazia uni-dune-tê.

Depois de acabarmos a prova já era recreio, e fomos todos para a biblioteca falar sobre a prova, nosso fracasso nela, e de como a professora era uma vaca.

— Qual vocês marcaram na primeira? – perguntou Marcelina

— Eu marquei a letra e – falei

— Eu marquei a letra c – falou Katherine

— Eu marquei a letra b – falou Logan

— Eu marquei a letra d – falou Connor

Já até tinha me esquecido de apresenta-lo, Connor é um amigo meu, baixinho, irritante, que se acha o sabichão.

Como foi Connor quem tinha falado a letra d, deduzimos que estava errado, e aí Katherine começou a falar;

— Eu sei que a MINHA resposta está certa, porque eu estudei isso ontem, durante duas horas com a minha mãe, que é formada em química!

— Ninguém pode saber qual alternativa está certa, já que a bruxa (Ingrid) pega todas as questões, ou de site para ensino médio, ou da cabeça dela, e digamos que a cabeça dela já está querendo se aposentar, então está com algumas falhas.....

— kkkkkk! Verdade. – concordaram todos

— façam silêncio! Se não terei que colocar todos vocês para fora da biblioteca. – falou a bibliotecária.

— oi gente! Como vocês acham que foram na prova? – chegou perguntando Luísa.

— fomos mal. TODOS!- respondeu Marcelina

— Eu conversei com a minha irmã que está no primeiro ano do médio, e ela disse que a Ingrid é assim com todas as turmas... deveríamos fazer alguma coisa...

— Mas o que poderíamos fazer? – Indagou Katherine – mesmo que falássemos com a coordenadora, ela não iria fazer nada, já que a bruxa iria de alguma maneira satânica provar a sua inocência...

Ela acabou de falar e o sinal já tocou. Fomos todos para a sala, e ficamos esperando a nossa professora de Português chegar, e em quanto isso ficamos falando mal da bruxa, mas uma hora, alguém pediu licença para passar, e adivinha quem era? Quem falou na parenta com Satanás acertou. Ela ficou nos encarando com um brilho maligno nos olhos...

Pareceu uma eternidade, mas a prof. Isadora chegou, e abriu a sala e até que enfim podemos entrar. Todos gostam desta professora, mas a aula em si muitas vezes é um pouco entediante.

A aula passou mais rápido do que pudéssemos esperar, e mais um dia se passou.

....

P.O.V Katherine

Hoje quando chego no colégio já fui logo barrada por objetos voadores não identificados. OPS! Não posso falar isso, eles são meus amigos....

— oiii Kathe!! – Falou Sophia usando esse apelido que eu odeio, eu ainda estrangulo ela, mas o rostinho de anjo que só ela sabe fazer, e esse cabelinho encaracolado.... não dá para tentar agredi-la

— OI seres não identificados – respondi. Foi a pior coisa que eu já fiz, pois a Sophia me olhou comum olhar maligno que só ela consegue fazer, e é o único olhar, o qual eu tenho um pouco de medo.... tá muito medo! Qual é? Se vocês vissem o olhar dela, garanto que também teriam medo.

— tudo bem? Ser que se auto denomina marciana?

— OK. Qual o livro que você está lendo agora? – ela ama ler, e eu gosta de quando ela está lendo livros, os quais eu já li, porque assim eu posso me vingar de todos os spoilers que ela já me deu... hahaha (isso era para ser minha risada maligna..)

— eu estou lendo convergente, e estou amando!! – falou. É tão bonito, quando ela fala dos livros os olhos dela já começam a brilhar... isso sim que é paixão pela leitura. Será que sou assim também quando se trata de animes? Ainda vou descobrir...

— Sim! Eu já li convergente, e gosto muito de contar spoilers...

— NEM OUSE! Se você não quiser ter uma morte bem lenta e torturante, acho melhor não falar nada. – falou ela, e no final ainda deu aquele seu sorriso mais angelical impossível.

— OK. Não vou falar nada...

— a sala poderia abrir mais cedo, né? Por exemplo quando eu chegasse, ou a Sophia, tipo, poderia ser como se com a nossa presença fizesse as salas abrirem. Oque vocês acham? – perguntou Amanda

Rimos disso. Não sei por qual motivo, mas é mais uma prova de que não somos normais.

O sinal tocou para o inicio de mais um dia torturante, com amigos falsianes, e dedo-duro ... pois é, a vida é triste...

Notas finais
eaí?? o que acharam?? até o próximo!!!!
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.