Notas iniciais
Oii, pessoas! Bem esse capitulo eu o chamario de sério... Mas com algumas partes divertidas. Esse é o capitulo da Hannah Barker... Ela é um amor, igual a Filha de Atena! Aproveitem! Kiss, my zombies.

Scared of Lonely

And I'm scared of being the only shadow I see along

the wall (lonely)

And I'm scared the only heartbeat

I hear beating is my own (lonely)

And I'm scared of being alone

(“E estou com medo de ser a única sombra que eu vejo

na parede

E tenho medo de que a única batida de coração

que eu ouço seja minha

E eu temo ser sozinha”)

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Eu me segurei para não ir até o Juan e lhe dar um belo tapa na cara. – Estávamos em um maldito posto de gasolina, sem nenhuma gasolina... Eu acho que quando acharmos o criador da Shell eu vou atirar na cabeça dele. Ele estando vivo ou morto.

– COMO É QUE É? – gritei – Me fala, que espécie de posto de GA-SO-LI-NA não tem GA-SO-LI-NA?

– Bem chica as pessoas americanas são loucas, elas pegaram a gasolina para queimar os carros, e tentar afastas os mortos-vivos. – explicou Juan.

– Ah... Americanos ridículos. – murmurou Chris.

– Chris você é americano – falou Jason.

– Mas não sou ridículo. – defendeu-se.

– Eu não...

Se eu deixa-se essa briguinha iria demorar muito para terminar.

– Meninos temos que achar um lugar para passar a noite, ou aqueles dez zumbis ali – apontei para a parede de vidro – Vão nos comer como jantar.

– A Sam está certa... É melhor pegarmos a comida, e armas e procurar algum lugar para passar a noite. – disse Chris.

Dirigi a ele um olhar agradecido, mas ele ainda estava com raiva ou triste comigo – Por causa do beijo imagino – Mas eu acho que o beijo foi bem merecido para aqueles dois.

Jason virou-se para Juan, e falou:

– Quer alguma arma? – perguntou.

– Não, tenho duas pistolas aqui. – respondeu Juan.

– Você não é americano é? – perguntei.

Ele me olhou e disse:

– Não, sou mexicano, chica.

– Dá pra perceber – falei.

Os meninos me jogaram olhares irritados.

– Sam, temos que ir, já está anoitecendo – falou Jason, sua voz estava controlada, mas eu sabia que ele queria explodir.

Sorri com esse pensamento.

– Do que você está sorrindo? – perguntou Chris.

Eu estava sorrindo feito uma retardada.

– Desculpe, só estava pensando, então... – falei – Vamos?

– E as armas? – perguntou Jason.

– Eu estou com uma pistola – falou Chris levantando a pistola.

– Eu tenho um facão, e um revolver no bolço de trás. – falei.

– Eu tenho dois revolveres. – disse Jason.

– Vocês não tem armas de verdade não? – perguntou Juan.

– Temos, mas estão no carro e... Eu estou com preguiça de ir até lá. – falei.

Segurei o facão com mais força e fui até a porta. – E é claro que o Jason e o Chris foram e me seguraram no braço.

– O que vocês pensam que estão fazendo? – perguntei olhando-os com raiva.

– Estamos evitando que você faça alguma besteira... – disse Jason, mas logo acrescentou – Como ir em direção a quinze zumbis... o que significa a morte certa.

– Eu sei cuidar de mim sozinha, obrigada. – falei, e abri a porta deixando quinze lindos (Só que não) entrarem no estabelecimento.

– SAM! – gritou Jason – PORQUE VOCÊ NUNCA ME ESCUTA?

Eu estava matando zumbis demais para responder. – Tinha um zumbi que quase deu-me pena por arrancar a sua feia cabecinha... Era um menino que batia na minha cintura, tinha cabelos castanhos e a pele cor de leite, que agora estava coberta de sangue.

– Que bonitinho... – falei e o zumbi se aproximou – Venha aqui, baby, eu sou a morte certa. – cortei a sua cabeça com um movimento só.

– Que belo, chica, que tal nós irmos? – quando ele falou percebi que não tinham mais nenhum zumbi para matar. Fiquei desapontada.

– Claro... Não tem mais nenhum morto-vivo filho da puta para matar. – falei e sai da lojinha, mas depois dei meia volta – Quem está com a comida?

– Eu. – Chris levantou a mão, ele levava nas costas uma mochila de guerra que tínhamos pego no arsenal... Meu pai tinha várias dessas mochilas, nós pegamos oito.

– Bem, então vamos pegar a outra mochila que tem as armas... – comecei a andar de costas. Um ato muito burro em um apocalipse. – Quem se candidata para levar a mochila? – ninguém levantou a mão – Eu ouvi Jason, eu ouvi Jason... alguém se oferece? – falei e não esperei ninguém falar – Ótimo, Jason a mochila é sua.

Ele resmungou, mas não me contrariou... Ninguém é louco o suficiente para me contrariar.

Quando cheguei no carro, abri a porta traseira e tentei pegar a mochila... Sem sucesso, a mochila estava muito pesada.

– Mochila pesada do caralho... – murmurei.

– Com licença, mas isso é trabalho de homem. – disse Jason me empurrando com o quadril e pegando a mochila.

Tirei meu facão e coloquei-o perto do pescoço de Jason.

– Bem... Eu posso não ser forte como um homem – falei – Mas sou muito mais habilidosa que todos vocês juntos. – guardei o facão e pisquei para Jason, que por sua vez tentava achar algum arranhão.

Juan e Chris riam, eu olhei para Chris e sorri, olhei para Juan e... Me lembrei do maldito beijo.

Até que ele beija bem... pensei e abri um sorriso para ele, e prometi a mim mesma que nunca mais iria beija-lo de novo.

Já dava para ver o sol se pondo... Senti um arrepio na nuca.

– Gente, temos que ir agora. – falei e peguei uma lanterna no bolso da mochila – Está escurecendo e eu só trouxe uma lanterna.

Fomos andando pelas ruas de Los Angeles feitos doidos, não corríamos, porém dávamos passos rápidos. – Os zumbis pareciam estar dormindo, porque não tinha nenhum zumbi naquela rua... E eu sabia que, qualquer barulho, eles iriam vir.

– Imaginem que... Se um dia isso tudo acabar, e no mundo só existimos nós no mundo teríamos que nos reproduzir. – falei em um sussurro para Juan.

– Cada um teria que fazer sexo com você... Chica, e eu seria o primeiro. – falou e como estava a atrás de mim colocou uma das mãos nas minhas coxas. Afastei-a com um tapa forte.

Quando fui tirar a arma do bolso de trás (Para ameaça-lo, sabe?) vi que ela não estava lá. – Virei-me e olhei para Juan.

– Onde está? –perguntei com um olhar gelado.

– O que? – perguntou inocentemente.

– Sua mãe nunca lhe ensinou que não é bom responder uma pergunta com outra?

– Não, a sua já?

Tentei afastar um pensamento de pegar o facão e corta a cabeça dele.

– Onde está o meu revolver? – perguntei trincando os dentes.

Ele sorriu, e mostrou o meu revolver. Quando fui pegar ele afastou o revolver da minha mão e começou a gira-lo.

– Por outro beijo, chica. – falou.

– Nem em um milhão de anos, seu puto, agora me dê essa porra senão eu vou fazer barulho. – ameacei.

Os meninos estavam atrás de Juan esperando que eu andasse.

– Dá pra vocês pararem de flertar um com o outro e irmos embora? – falou Jason impaciente.

Virei-me e sussurrei para Juan.

– Vai ter troco.

Ele não falou nada, mas dava para sentir um sorriso malicioso estampado no rosto dele.

Dez minutos depois o sol já não estava no céu, a escuridão e os gemidos terríveis dos zumbis comandavam. – Eu tentei não parecer desesperada, liguei a lanterna e segui em frente. – Estava morrendo de sono, tive vontade de fazer Jason ou Chris me carregarem. Na verdade eu pedi isso.

– Dá pra algum de vocês, homens, me levarem no colo? – perguntei ainda andando.

– Eu levo e você acorda com mordidas no pescoço, chica.

– Tirando o Juan. – acrescentei.

– Nós, estamos carregando mochilas... Então não. – falou Jason.

Ouvi um barulho e entrei em pânico... Se eu ficar e matar todos com o meu facão eu vou ter que lidar com mais... Então sem mais nem menos entrei na loja mais próxima, que tinha o nome de: Shop Carl. Firearms and Survival materials! – Quando entrei lá vi um zumbi... Estamos em um apocalipse de zumbis, claro que eu vi um zumbi... Mas presumo que aquele seja o dono da loja. – Carl tinha uma barriga gorda e feia, era branco e tinha uma barba que lembrava o Papai Noel, só que imagine o Papai Noel com cabelo castanho e sangue escorrendo pela boca... Eu queria que um desse visitasse minha casa no natal...

Peguei o facão e cortei a cabeça nojento e peluda dele.

– Deveriam ter me chamado para fazer The Walking Dead. – falei, e os outros chegaram na loja.

– O que você pensa quando faz coisas assim? – perguntou Jason.

– Eu penso que se ficar lá fora, vou ser comida de zumbi, baby, e eu não quero virar comida de nenhum zumbi filho da puta. – falei e ouvi mais barulhos... Só que nos fundos da loja.

Abri um sorriso e fui até lá. – Jason já estava do meu lado resmungando com a arma na mão.

– Por que você nunca ouve ninguém? – perguntou.

– Porque ninguém merece ser ouvido por mim.

Os barulhos... Ops, gemidos... Estavam mais nítidos agora, meu sorriso só se alargou.

– Vamos lá, prostituta do capeta, eu deixo um zumbi para você. – falei e vi um zumbi, alto, loiro e acho que antes musculoso batendo em uma porta de ferro. Quando cheguei ele se virou e olhou para mim – E aí amigo... Vida difícil, hein? – ele caminhou até mim e eu cortei sua cabeça. – Eu sei, mas não me leva a mal... Só estou fazendo o meu maravilhoso trabalho.

– Sam ele tinha que está batendo nessa porta por algum motivo. – disse Jason. Chris e Juan estavam olhando tudo. Chris se aproximou da porta e abriu a porta.

Me fala... Quem é que deixaria a porta aberta em um apocalipse zumbi?

Chris entrou e eu ouvi um grito... Mas não era o do Chris (Mesmo eu pensando que era...) era mais fino e parecia de uma...

– Garota, tem uma garota aqui. – anunciou.

– O que? – eu o empurrei e entrei no pequeno cômodo.

Meus olhos viram uma garota no canto da loja, encolhida, com um... Cachorro? É era mesmo um cachorro, e da mesma raça do Quibe, Pastor Alemão. – Quando tentei me aproximar dela, ela soltou um grito e ergueu uma pistola.

– E-eu n-não te-tenho me-medo, de vo-você. – falou com a voz trêmula.

Eu olhei para ela e cruzei os braços.

– Provavelmente tem... Já que está erguendo esta pistola com tanta convicção. – debochei. – Meu nome é Sam Walker... Qual o seu?

Eu iria me aproximar mais se o cachorro não tivesse rosnado.

– Ruhig! — falei, Ruhig significa quieto em alemão... Meu cachorro entendia alemão, não sei esse. Mas ele obedeceu e eu me aproximei da menina – Qual o seu nome? – coloquei minha mão em seu ombro e ela olhou para e minha mão aterrorizada.

– Me-meu nome é... Hannah Barker. – falou com a voz trêmula.

Olhei para a porta e vi os meninos olhando para menina. – Juan provavelmente olhava para ela tentando ver se ela tinha busto grande, ou até mesmo a bunda, eu não sei o que se passa na cabeça pervertida desse menino, sinceramente. – Mas Chris e Jason pareciam tentar achar alguma...

– Mordida, você foi mordida? – perguntou Jason.

Ela levantou o olhar para ele e pude ver melhor o rosto dela vi que estava vermelho e inchado de tanto chorar, senti pena dela.

– Nã-não, mas meu pai sim. – falou.

– Loiro, alto e musculoso? – perguntei.

Ela assentiu sombriamente.

– Eu acabei de decapita-lo. – falei.

Eu sei que ela tinha passado por muita coisa e tals, mas estávamos em um apocalipse zumbi... Ela tinha que superar essas distrações.

Os olhos que agora estavam secando por conta das lagrimas, voltaram a ficar cheios de lagrimas, molhando o rosto dela todinho. – Uma lagrima até caiu na minha mão.

– Sam! Seja mais delicada... Ela acabou de perder o pai. – falou Chris.

– E eu perdi minha mãe ao seis anos quando ela se suicidou na minha frente... Isso, não é nada. – falei sem qualquer expressão no rosto.

Hannah, se levantou e pude ver melhor sua roupa... Meu Deus ela parecia pronta para matar. – Percebi que o Juan também olhava melhor a roupa dela. – Quando ele olhou para mim, eu mostrei a ele o meu lindo dedo do meio.

– De-desculpe, mas eu não sei os seus nomes... – falou apontando para aos meninos.

– Meu nome é Jason Miller. – disse ele.

– Eu me chamo...

– Juan Hernandes ao seu prazer. – disse Juan interrompendo Chris e pegando a mão da garota. Ela arrancou da mão dele e eu sorri.

Chris lançou um olhar furioso para Juan que sorriu.

– Chris Jones. – falou Chris.

A menina olhava para todas com uma certa suspeita. – Ela virou-se para mim e perguntou:

– Como vou saber se posso ou não confiar em vocês?

– Bem, se você fosse uma zumbi eu já teria cortado a as cabeça, como fiz com seu pai. – apontei para a porta – E eu não sei se você pode confiar no Jason, Chris ou muito menos o puto do Juan... Só confie em mim, tá ok?

Ela assentiu e lançou um olhar venenoso para Juan.

– Nesse eu já não confio. – falou Hannah.

Eu sorri.

– Nem eu, hã.. Hannah eu queria muito poder dormi. – falei – E provavelmente essa loja vai se manifestar de zumbis por causa dos seus gritos, então eu e esses travestis queremos dormi... Podemos?

Ela riu.

– Claro, mas estou com fome e meu pai deve ter jogado toda...

– Temos comida. – falou Jason.

Ela bateu palmas.

– Que ótimo, então... Poderíamos comer?

Essa noite foi incrível, nós comemos, conversamos um pouco sobre o apocalipse, e fomos dormi. – O pai de Hannah era militar, igual ao meu, e o cachorro também era militar... Igual ao meu, só que o nome do cachorro era Hunter e o meu cachorro se chamava Quibe, ela riu quando falei do nome dele e perguntou onde estava, respondi que estava com meu pai, e comecei a dormi. – Dormi com a cabeça apoiada nas pernas de Chris como sempre faço.

Quando olhei para Hannah pensei.

Finalmente uma garota... Estava cansada de ser a única que é atacada pelo Juan.

Com esse último pensamento adormeci, sonhando em zumbis comendo o Juan.

Notas finais
E aí? Ficou bom? Ahh, eu fiz uma nova capa, com todos os integrantes e seus nomes... Mereço um: "Parabéns"? Beem, até próxima quarta! Kiss, my zombies