The Zombies - Interativa
5 Are We Happy Now?
Notas iniciais
I get everything I want, then I'm over it
So remind me what I got, so I don't forget
I know I got a smile but I haven't yet
Are we happy now?
Yes, no, guess again
Guess again
(“Eu ganho tudo que quero, depois me canso
Então, lembre-me do que tenho para que eu não esqueça
Sei que tenho um sorriso mas ainda não sorri
Estamos felizes agora?
Sim, não, adivinhe outra vez
Adivinhe outra vez”)
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Depois de matar a suposta Tracy e os outros noves zumbis, Peyton veio até mim com o taco na mão, a respiração estava pesada e ela parecia destinada a me matar. – Novidade...
– O que você fez? – perguntou em voz baixa. A roupa estava suja e o joelho arranhado, por causa da trombada – Sua va...
– Não ouse terminar essas palavras Peyton. – avisei, minhas roupas eram preta então não estavam muito suja, mas eu tinha arranhado meu cotovelo e estava ardendo – Eu só estava fazendo o que era para fazer.
– Meninas... – interviu Chris – Não façam nada...
Peyton veio até mim e jogou-me no chão, ela pressionou o taco de basebol contra a minha garganta e sentou em cima de mim. – Eu fui pega de surpresa, porque eu nunca teria deixado uma patricinha fazer isto comigo, mas... Quem ela pensa que é?
– PEYTON SE VOCÊ NÃO ME SOLTAR...
– CALE A PORRA DA BOCA! – gritou enfurecida – Eu posso lhe matar, não vou hesitar, está ouvindo?
Eu decidi ficar quieta, meninas enfurecidas são piores que tudo nesse mundo.
– Por-por que matou ela? – perguntou em sussurro, um pouco mais calma.
Eu suspirei.
– Bem, se eu não tivesse matado ela me mataria, que eu mataria vocês todos, porque aqueles que temos que chamar de homens devido aos seus amiguinhos de baixo, não iriam me matar. – falei e continuei – E eu sinceramente não quero morrer tão cedo.
Os olhos delas estavam vermelhos, a boca tremeu um pouco quando foi responder:
– E-está bem.... Você está certa. – falou levantando-se. – Desculpe Sam. – ela ofereceu a mão.
– Não foi nada, eu amo ser jogada para um chão de pedras e folhas secas, e quase ser morta foi uma sensação incrível – ironizei.
Ela riu e Hannah foi em minha direção.
– Sam! O que vocês estavam fazendo? – perguntou olhando para Peyton que por sua vez se encolheu.
– E-eu...
– Estávamos brincando. – falei interrompendo Peyton, a menina não iria se juntar a nós se ela falasse isso – Bem... Onde estão os homens deste grupo?
– Jason disse que não gosta de se meter nas suas brigas, Chris também. – disse Hannah, faz sentido. – E Juan adorou ver a paisagem.
– Imagino... Bem, vamos em frente então? – falei e ela assentiu. – VAMOS LÁ COMPADRES! – chamei eles.
Jason me olhava com uma incredulidade que me fez rir, Chris me olhava como se ele estivesse muito orgulhoso do que fiz – Obrigada Chris – E Juan... Com aquele olhar malicioso que aquele merda tem.
Eu, Hannah e Peyton fomos na frente, enquanto o resto ia atrás. – Como estava muito chato, decide puxar conversa com as meninas.
– Hannah, imagine que... Se um dia, só sobrassem você e... O Juan nesse mundo.
– Meu Deus... Sai de mim, Sam.
Eu comecei a rir.
– Não, não, é sério, se só sobrassem vocês, o que você faria? – perguntei.
Ela pensou um pouco e respondeu:
– Matava ele e dava para o Hunter comer. – falou e Hunter roçou o corpo peludo em sua perna.
– Ai meu Deus. – comecei a rir e ela também, Peyton estava calada, não riu, nem sorriu, só ficou na dela.
– Seria a coisa mais sensata a se fazer, não acha? – perguntou Hannah para mim.
– Com certeza. – caímos na gargalhada de novo, e essa gargalhada resultou em galhos quebrados, gemidos e zumbis.
Jason correu para o meu lado e falou:
– Vocês deveriam calar a boca não acham? – Hannah ainda não era muito “amiga” de Jason, por isso se encolheu. Eu olhei para ele e mostrei o dedo do meio.
– Jason, se um dia acabar a comida, depois do Juan, você será o próximo a ser comido. – falei.
Sério, eu não entendo os garotos, se você fala uma coisa, eles entendem outra. – Jason levou na malicia e sorriu.
– Estou animadíssimo para este dia, Sam. – sussurrou em meu ouvido e foi até Chris, falar alguma coisa inútil.
Isso que dá passar muito tempo com o Juan – pensei.
Trinquei os dentes e ouvi Hannah rir.
– Cale a boca, porra, isso não tem graça. – falei.
Ela olhou para mim e disse:
– Como assim não tem graça? – ela perguntou – Isso é cômico demais.
Eu mostrei o meu incrível dedo do meio para ela, que colocou a mão na boca com se estivesse chocada.
– Que gestos obscenos para uma filha de um militar. – falo4,
– Foda-se.
– Isso também é obsceno.
– A VAI PRA PUTA QUE TE PARIU! – gritei.
– Que sensível. – murmurou.
– Hannah, eu gosto muito de você, mas... – falei – CALE A BOCA, SUA...
– Calei, já calei.
Mesmo tendo brigado com Hannah, acho que gosto muito dela, é bom ter alguém para conversar assim. Corrigindo: Uma garota para se conversar assim.
Peyton não falava muito, então decidi colocá-la na conversa.
– E você Peyton?
Ela se sobressaltou por ter seu nome na conversa, mas logo respondeu:
– Acho que... Daria ele para os zumbis. – falou com a voz tímida.
Eu ri tão alto que seria capaz de acordar os mortos. Hannah foi na minha e vi Peyton sorrir.
– Esse é o espirito garota! – falei, dando um tapinha em seu ombro.
– Isso ai! – falou Hannah.
Ouvi um resmungo vindo de trás.
– Meninas, não gritem. – falou Chris.
Ignorei ele vi um zumbi criança na floresta. – Fui até ele que era ela.
– Oi menininha. – falei, eu estava uns dez metros longe dela. A menina era tão pálida que chegava a me dar medo, mas as veias roxas no pescoço me lembravam a minha avó. A roupas que ela usava era um vestido azul marinho de renda, que estava todo melecado de sangue e rasgado. – Você devia ser fofa. – ela avançou – Talvez bonita. – mais um pouco – Talvez até... Linda. – quando chegou mais perto decapitei-a.
Ouvi aplausos vindo de trás de mim.
– Nossa Sam... Estou impressionado com você. – falou Jason. – Não obedece ninguém, é teimosa e ainda decapita crianças.
– Foda-se.
– Você fica até mais sexy assim, chica – falou Juan – Continue assim.
Não importa quanto eu ignore-o, não importa quanto eu fique com as meninas, nada vai parar a perversão do Juan.
Não está ficando noite, mas logo vai ficar... Precisamos urgentemente sair da floresta.
– Que tal sairmos daqui? – falei. – Vai ficar noite...
– É o pior que é. – concordou Chris.
– Então... Por onde é que saí? – perguntou Hannah.
Eu já vim aqui com meu pai. As vezes para acampar, outras vezes para caçar, então eu sei tudo sobre aquela floresta.
– Por ali. – falei – Não vamos precisar andar muito.
Ninguém falou nada, só me seguiram. – Andar em uma floresta cheia de zumbis era o sonho da minha vida. Sério, era o sonho da minha vida.
Enquanto eu realizava o sonho da minha vida, comecei a pensar se seria perda de tempo, manter tanta gente viva.
Teremos comida até quando? Dois ou três dias? Talvez menos... Seria mais fácil matar todo mundo e enterrar, sem esse assunto de se “zumbificação”.
Envolta de pensamentos nem tinha percebido que já estávamos fora da floresta.
Virei-me para o grupo e falei:
– Estão vendo? Eu sou foda.
– Foda seria eu, você...
– Por favor, Juan, não termine está frase. – pedi, ele sorriu.
– Ao seu dispor, chica.
Hannah mexeu nos cabelos um pouco e falou:
– Gente, eu estou com sono.
– Ninguém perguntou. – falei.
– Não seja tão rude, Sam, é falta de educação. – disse Chris.
– Meu querido, educação em um apocalipse zumbi? Não existe mais. – falei – Eu posso muito bem urinar onde eu bem entender, que nenhum policial de merda vai reclamar.
Peyton olhou para mim.
– Você já urinou na rua? – perguntou.
– Uma vez, foi quando eu fugi de casa. – falei e todos exceto Jason e Chris me olharam. – Isso não é ora de contar a “História da Minha Vida” então, vamos?
– Vamos... Para onde? – perguntou Hannah.
Eu Jason e Chris pensamos um pouco e respondemos em uníssono.
– Link Robert. – falamos.
– Isso é pura telepatia. – falou Chris.
– Só pode. – comentou Jason.
– Foda-se. – falei.
Hannah, Peyton e Juan olharam para mim.
– O que é “Link Robert”? – perguntou Hannah.
– É um prédio imenso e super protegido. – falei – Eu passei uns dias lá, e o prédio nunca foi roubado.
– Interessante, onde fica? – perguntou Juan.
– Não é muito longe de carro, mas a pé...
Juan sorriu e foi para o meio da rua.
– O que você está fazendo? – perguntei.
– Procurando um carro que preste, eu não vou andar até os confins do mundo, tendo muitos carros na minha vista. – falou e seguiu a sua procura.
O Juan estava demorando um pouco – Os carros estavam quebrados ou queimados ou não tinham pneus – Então resolvi conversar até um zumbi vir aqui.
– Jason, lembra da Manuela? – perguntei.
– Lembro, a menina mais irritante da história.
– Mas era muito gostosa. – falou Chris.
Eu olhei para Chris que estava do meu lado.
– É mesmo? Vocês tiveram um caso, se me lembro bem.
Chris corou um pouco, sabendo que não estávamos só nós três, Hannah e Peyton também estavam lá.
– Foi... Ela beijava muito bem. – comentou um pouco mais corado.
Hannah entrou na conversa.
– Pensei que Chris fosse virgem. – falou, eu e Jason começamos a rir.
Chris ruborizou no ato e olhou para o chão.
– Meus Deus...
– ACHEI! EU ACHEI, VENHAM AQUI SEUS PORRAS! – gritou Juan.
Às vezes eu acho que, essas pessoas que me acompanham – Principalmente os garotos, obvio – Não percebem que, se gritarem irão atrair zumbis para o grupo, não que eu não queira decepar algumas cabeças, mas... PRA QUE PORRA ELES TEM QUE GRITAR?
Fomos até Juan que estava com um carro que quando vi assobiei.
– Nossa Land Rover Discovery 4, perfeito. – falei – Eu dirijo.
Quando fui entrar no banco do motorista Juan falou:
– Não, chica, eu achei, eu dirijo.
Gemi de frustação.
– Por favor. – implorei.
Ele pegou me braço me puxou para perto e falou no meu ouvido.
– Não.
– Filho da puta. – me distanciei dele e entrei no banco de trás junto com Peyton e Hannah... ah e Hunter.
Land Rover Discovery 4 tinha sete assentos, eu fui nos assentos de trás, junto com Hannah e Peyton. – Jason entrou no banco carona, por saber onde ficava o prédio e Chris foi no banco que ficava na minha frente, com Hunter.
– Todos já estão sentados? – perguntou Jason esticando o pescoço.
– Sim, agora ande este caro antes que vá ai e de um chute em você. – falei.
Passaram-se dois minutos e eu anda não ouvi o motor roncar. Sem paciência perguntei:
– Olá? Por que não estamos andando? – perguntei.
Jason olhou para mim e falou:
– Você tem as chaves deste carro?
– Não.
– Bem, Juan está fazendo uma ligação direta aqui, se você poder esperar...
O motor roncou e Juan gritou feliz.
– Eu sou FODA! – falou e dirigiu pelas ruas de Los Angeles.
Ao decorrer do caminho as pessoas do nosso grupo – se eu poder me dirigir assim para um grande grupo de pessoas sobrevivendo ao apocalipse – Não falaram nada, ficaram quietas envoltas nos próprios pensamentos. O únicos barulho que eu ouvia era Jason avisando que caminho seguir para Juan.
Eu comecei a dormi com a cabeça apoiada no ombro da Han.
Estou tão cansada.
E não tive nenhum sonho, só descansei mesmo e eu acho que descansei um pouco demais, pois quando acordei, estávamos mais perto do prédio.
– Oi Sam. – falou Hannah.
– Oi, já estamos chegando. – falei.
– Eu sei, Jason já falou, tive medo de acordar você.
– Já me falaram isso antes. – falei – Chris está com as mochilas?
– Estão na mala do carro. – respondeu.
– Ótimo, porque eu estou faminta.
Quando chegamos no prédio, vimos que não tinham tantos zumbis assim. – Bem, tinhas uns vinte tentando entrar no portão da frente, mas tirando isso, não tinham conseguido entrar no prédio.
– É disso que eu estou falando! – disse eu, saindo do carro.
– O melhor prédio de Los Angeles. – murmurou Chris.
Quando olhei para cima, percebi que a pintura do prédio estava já descascando. Ri discretamente porque o dono deste prédio nunca deixava nada imperfeito. – O Edifício tinha 14 andares, era da cor preta com algumas listras azuis para enfeitar, o portão era grande e o muro também – para deter ladrões presumo – e eram da cor preta também, a portaria era media e tinha uma decoração rustica. – eu nunca soube porque – e o senhor que costumava ficava nela, eu considerava meu avô.
– Como vamos entrar? – perguntou Hannah, percebendo que os zumbis já vinham em nossa direção.
– Alguém sabe abri portas? – perguntei. Juan levantou a mão.
Ele sorriu da minha expressão surpresa e falou:
– Vamos lá, chica, prometo só abri a porta... Por enquanto.
Eu o olhei com incredulidade e Jason falou para ele, com a expressão de ferro:
– Você abre a porta e nós matamos os zumbis.
Juan bateu as mãos e falou:
– Então comecem logo. – falou porque os zumbis já estavam. Jason Chris e Hannah começaram a atirar. – alguém tem algum grampo?
Peyton que não falou nada, respondeu:
– Eu tenho – falou e tirou um grampo que prendia a sua franja – Aqui, tome.
– Obrigado, Peytinho. – falou e viu que dava para andar um pouco até a porta.
Peyton tinha uma expressão de surpresa no rosto.
– Ignore-o – falei e segurei a sua mão.
– Por que isso? – perguntou olhando para nossas mãos entrelaçadas.
– Peyton, somos amigas, certo? – ela confirmou devagar – E eu sou a única que não tem uma arma, bem tirando você, então vamos matar esses filhos da puta juntas.
– Não vai atrapalhar? – ela sorriu.
– Por isso que só vou segurar sua mão agora e... – um zumbi vinha em nossa direção. Era um gordinho com roupa havaiana, eu o decapitei-o em dois segundos. – BUM, matei.
Ela segurou o taco de basebol e foi em direção a um zumbi. – Eu queria um taco de basebol, é mais engraçado ver a cabeça explodindo, do que decapitando-a.
Jason, Chris e Hannah avançavam um pouco mais, pois de tanto eles atirando naqueles zumbis, mais vinham, e isso não é legal.
– Vamos Peyton, temos que matar alguns zumbis. – falei e avancei nos primeiros zumbis que vi.
Às vezes, você matar zumbis é mais relaxante que pensar em zumbis matando dolorosamente o Juan. Sem comparação. – Quando eu já estava no meu decimo zumbi ouvi Juan gritar.
– CONSEGUI, AGORA VENHAM OU SEJAM MORTOS! – gritou.
Nós avançamos um pouco mais, porém com a quantidade de zumbis que tinham, não iriamos conseguir matar e avançar sem sermos comidos. – Vi uma brechinha que passava do lado dos zumbis, eles pareciam não querer ir para lá então eu gritei:
– ME SIGAM! – gritei. – VI UMA PASSAGEM.
Eu fui andando e decapitando os zumbis, estavam quase formando um círculo em torno de nós, mas corremos rápido e conseguimos – Não sei como, foi milagre – Passar por trinta ou talvez quarenta zumbis.
Já na porta do edifício, vi Juan acenado e nós mandando entrar rápido, pois aquele único beco que infelizmente não existe mais, ou está parando de existir aos poucos.
– Vamos logo, entrem, entrem. – Nós chegamos na porta e fomos ás pressas entrando. – Eu estou maravilhado, porque edifícios assim, normalmente, não tem portas para pessoas, só a do estacionamento. – disse depois de entrarmos.
Todos estavam cansados e respiravam com dificuldade, correr tanto assim, não era do bem não.
Despois de uma breve recuperação do ar, que nos faltava, todos se maravilharam com o interior do prédio. – O pátio era imenso, acho que do tamanho de um estádio de um futebol.
– Aqui tem piscina? – quis saber Hannah.
– Sim, duas. – respondi e ela deu um pulinho de felicidade.
– Eu nem tenho biquíni... – disse frustrada.
– Toma banho de calcinha e sutiã talvez? – sugeriu Juan.
– Pervertido. – falei, andando paro o prédio.
Jason segurou a minha mão.
– O que você acha que vai fazer?
– Dança Macarena, Jason, porque eu estou vadia hoje... – disse com ironia – Eu vou entrar!
– Zumbis?
– a porta estava FE-CHA-DA – falei.
– Sim, mas...
– VAMOS LÁ HANNAH! – gritei para ela – Provavelmente alguma riquinha tenha algum tipo de biquíni ou se eu tiver com sorte um maiô.
– ai meu Deus... – ela soltou um gritinho e virou-se para trás. – Você não vem não, Peyton?
– Sim, sim, eu já vou. – então entramos eu, Hannah e Peyton no prédio.
Os meninos iam atrás de nós, e para a minha alegria, a energia ainda pegava no prédio.
– Como isso é possível? – perguntou Hannah.
– Não tenho nenhuma bolinha de cristal, aqui... – murmurei – Sabe?
– Ha-Ha, para você, Sam.
– Que tal subirmos? – disse Jason me abraçando pela cintura.
– Por quê? – perguntei.
– Se você quiser ficar aqui, tudo bem, fique.
Hannah apertou o botão do elevador e começou a bater os pés nervosa.
– Estou precisando de um banho. – comentou.
Bem, não era só Hannah que precisava de um banho, todos ali estavam sujos de sangue, devido a mini guerra que tivemos.
– Eu...
Ante de poder terminar a frase, o elevador chegou e Hannah entrou seguido de todos nós.
– Será que aguenta? – perguntou Chris.
– acho que sim, se não vamos ficar presos em um cubículo.
Juan não pareceu muito feliz em entrar em um elevador, e quando falei isso ele ficou pálido. – Hannah apertou o botão da cobertura e sorriu.
– Banho, banho, banho... – murmurou.
– Hannah, você parece entusiasmada demais. – comentei.
Ela olhou para mim incrédula.
– Claro que sim! A quantos dias eu não tomo um banho? – falou e eu pensei sobre o assunto.
Já fazem três dias que eu não tomo banho. Três dias que os zumbis chegaram.
Então o elevador abriu e Juan correu para fora. – Todos o olharam e pediu silencio.
– Tem alguém aqui. – sussurrou.
– O que? – todos nós saímos do elevador e vimos uma porta aberta.
– Vamos entrar? – perguntou Chris.
– E se for um adorador de zumbis e estiver guardando zumbis no apartamento? – perguntou Jason.
– Vamos logos, seus frescos. – falei indo até a porta. Eu daria qualquer coisa para que a pessoas que estivesse lá dentro não fosse Tayler Mahara.
Ele virou-se para mim e abriu um sorriso. – Como eu estou? Bem tirando a parte que quase tive um ataque cardíaco estou ótima.
– Sam! – ele veio até mim com um sorriso de orelha a orelha.
– Ai meu Deus. – falei – O que você está fazendo aqui?
– Tive tanta saudade de você — falou e me deu um beijo.
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