The Young Sobrenatural
6 Dor necessaria
Notas iniciais
Caroline estava muito nervosa, sairá as pressas do colégio por causa de seu irmão que a puxava pelo braço forte e carrancudo. Não demorou para um aglomerado se formar na escola as noticias voam por lá, todos sabendo que teve uma tentativa de homicídio perto da quadra de basquete e correm por lá mais não encontraram nada, apenas destroços. Caroline se culpava a todo momento, acabará de chegar na escola apenas para executar uma missão e provavelmente levou uma vida inocente o que lhe causou peso na consciência.
–Não se preocupe vocês fez o certo, nem eu mesmo teria feito melhor.—Falou seu irmão Bart enquanto abria a porta do seu carro esportivo.
–Mais...—Dizia ela com um olhar melancólico nos olhos.
–Quantas vezes vou ter que repetir sem mais e nem menos, você completou sua missão, pronto acabou! Você pode não perceber mais acabou de salvar futuras vidas inocentes!
Eles entraram no veiculo e Bart girou a chave ligando o carro, o ronco do motor era barulhento, mais sofisticado.
–De qualquer jeito..
–CARALHO PORRA! VOCÊ É CHATA HEIN!?—Explodiu Bart dando um soco no volante do carro.
Chocada com o que viu, ela se calou enquanto a fúria do Bart era espalhada pelo veiculo.
–NAMORAL! ERA POR ISSO QUE NOSSO PAI PREFERIU TER DEIXADO VOCÊ EM LOS ANGELES NÃO È A TOA QUE TODOS QUEREM QUE VOCÊ FIQUE LONGE! SUA INUTIL!
Aquelas duras palavras percorreram por toda sua cabeça, ela tentou segurar as lagrimas ao máximo mais não aguentou aquilo tudo, sempre era chamada de inútil, o elo fraco da família , a vergonha , a exilada, diferente de seu irmão que passava por treinamento desde pequeno e era sempre elogiado pelo pai e os caçadores a qual serviram aos Ridick´s, no entanto ela nem mesmo conseguia segurar uma faca direito, não tinha talento nenhum para batalhas ou servi a causa. “Abençoados pela mais pura prata, Abraçados pelo colo da morte, Acolhidos pelo sobrenatural, As aberrações devem ser mortas”, essa era o código a qual os Ridick´s seguiam, desde pequenos treinados para matar.
Um silencio continuo reinava dentro do veiculo, enquanto Bart manobrava o volante desviando dos outros veículos e virando ruas, ele chegou a um ponto onde parou seu carro, dali ele e Caroline saíram de dentro do mesmo.
–Para onde vamos?—Perguntou ela.
–Falar com o nosso pai.—Argumentou ele.
Obviamente o pai deles, o chefe da família Ridick, era muito rico mais ele não assumia sua figura paterna em publico e arranjavam métodos para que a mídia não caísse ferozmente sobre sua família, então Bart e Caroline passavam por anônimos na sociedade.
Um moreno de terno apareceu na frente deles, estava armado e apontava o revolver para os jovens e com um tom autoritário ele disse.
–Esta armado?—Perguntou ele.
–Sim, com uma bala prestes a perfurar seu coração!—Exclamou Bart rindo.
Ele passou uma imagem de louco para Caroline o que a deixou assustada, como é que você fala pra uma pessoa que esta armada que vai mata-la? Esperando o pior ela tentou correr, mais Bart a segurou.
–Que diabos esta fazendo?—Perguntou Bart.
–Salvando minha pele!—Exclamou ela.
O sangue lhe subiu a cabeça, e com uma rapidez ele deu uma bofetada na cara de Caroline tão forte que a fez cair com uma marca roxa em sua bochecha.
Incrédula ela perguntou.
–Por que me bateu?—Perguntou ela.
–Você não vê que isso era um código de identificação?!—Exclamou ele.
Após um tempo o pensamento lhe veio em mente e ela percebeu que o homem havia guardado seu revolver e que não havia disparado.
–Desculpe.—Disse ela se levantando do chão enquanto limpava a sujeira que passava pela suas roupas.
–Essa é a inútil?—Perguntou o moreno de terno.
–Como pode ver, sim é ela.—Respondeu Bart.
O homem de terno se limitou a esboçar um pequeno sorriso e começou a andar. Bart e Caroline seguiram ele até chegarem ao fundo de um restaurante, lá outro homem os esperava.
Ele apenas fez um sinal com a cabeça permitindo a entrada do homem de terno e seus jovens acompanhantes. Eles entraram por uma porta e foram andando até chegarem a outra porta que lhe davam acesso a um galpão, descendo as escadas eles chegaram a um espaço vazio onde tinham apenas um sofá e um Laptop desligado em cima da mesa.
Após se acomodarem o homem de terno saiu deixando Bart e Caroline a sós, logo tudo ficou escuro eles não conseguiam nem mesmo se ver mais logo aconteceu. O Laptop ligou sozinho e nele era transmitida uma imagem de um homem com um terno executivo bordado com fios de ouro, logo Bart se levantou e começou a falar.
–Sr.Ridick, tenho informações sobre o Alpha Jason Reed e sua possível alcateia, segundo ao incidente que ocorreu ele esta trazendo mais pessoas para o seu lado.
O homem na imagem do laptop apenas levantou a mão, o que cessou a fala de Bart, e o forçou-se a sentar.
–Por favor meus queridos, por agora me chamem de George, ou se preferirem de pai, estamos sozinhos agora e essa conversa esta sendo guardada por programadores da mais alta ponta de tecnologia, sintam-se a vontade pra falar da maneira que quiserem.—Afirmou o homem com um sorriso galanteador.
Bart agora com uma expressão mais relaxada fez um sorriso no rosto e se jogou no sofá com um sorriso tranquilizador.
–Ainda bem, sabia que cansa ficar pagando de “caçador do mês?”—Disse Bart enquanto dava risadas.
–É mesmo? Me perdoe por isso, mais sabe que é necessário.—George pelo outro lado da tela também riu.
–Mais enfim, agora quero ouvir o relatório de sua boca e com suas palavras sem aquelas formalidades.—Afirmou George enquanto bebia um pouco de vinho.
–Enfim, Jason Reed e seus cachorros estão na cidade e achamos que são eles que estão causando uma serie de atrocidades na cidade, como corpos fudidos até só deus sabe.
–Sério? Precisamos tomar providencias quanto a isso.—Disse George agora um pouco mais sério—. O que você precisa?
Bart pegou um bloco de notas no bolso e começou a falar.
–Enfim, três rifles automáticos, de preferencia M16 que é mais padrão e mais fácil de manusear, Dois Crossbow feitos a fibra de carbono, três caixas de munição, uma maleta de granadas tácticas, e quatro revolveres,de calibre médio e semiautomáticos.
O homem por trás da tela do laptop, anotava os nomes em um laptop enquanto Bart falava e por fim perguntou.
–E mais o que? Só isso?
–Obvio que não, dois trajes feitos da mais alta tecnologia que as industrias Ridick podem fazer serão suficientes.—Dizia ele com queixo erguido.
–Isso vai sair caro, obviamente mais não quer que eu contrate mais caçadores para lhe ajudar?
–Bem que eu preciso, mais sabe.—Dizia ele dirigindo seu olhar a irmã que se encolhia tímida—É um negocio de família.
O homem do outro lado da tela deu uma risada histérica, mais por fim disse.
–Bom você nunca me desapontou, e por isso não me preocupo, faça o que acha que precisa, independente dos métodos.—George mexeu um pouco em seu Notebook e falou pro garoto—. Suas armas chegaram em dois dias.
–Assim espero.—Disse com um sorriso nos lábios.
O homem terminou sua conversa com o Bart e dirigiu seu olhar a Caroline.
–Então minha filha, recebi o relatório de sua missão. Até que você foi bem comparado a seus feitos anteriores.
Ela mordeu o lábio fortemente, mais não sangrava.
–Mais não é o bastante, estou te deixando na mão de seu irmão para lhe supervisionar em seu treinamento, e creio que ele fará bem, então até mais e espero por boas noticias.—Após terminar de falar o Laptop da sala desligou sozinho deixando-os no breu.
Matt sangrava muito, Hannah o carregava o apoiando sobre suas cotas, um enorme buraco se abrira em seu peito com as facadas e sua pele estava completamente pálida.
–Nesse estado ele não vai durar muito!—Exclamou Hannah enquanto entrava no armazém.
–Espero que não tenha que recorrer a métodos drásticos.—Afirmou Joy enquanto limpava a mesa mais próxima.
Roy estava em algum canto do local, mais logo reapareceu do nada e viu o estado de Matt boquiaberto.
–Merda..como isso aconteceu?—Perguntou Roy incrédulo.
–Depois eu explico, pega a caixa de atendimento médico, a maior!
Exclamou Joy e Roy obedeceu.
Hannah estava muito ansiosa, via Matt morrer aos poucos e aquilo não era nada bom. Sempre ela perguntava, ele vai ficar bem? Ele vai sair dessa? Ajuda ele rápido! Oh my god! Façam algo depressa!
Joy e Roy como trabalhavam na área hospitalar faziam o máximo que podiam costuravam o peito de Matt, tiravam o sangue dele, trocavam o sogo, injetavam seringas mais nada ajudava a melhorar a situação.
–Nada faz efeito, não podemos fazer nada a não ser “aquilo”.—Afirmou Joy com um olhar sério.
–Mais se fizermos isso ele pode morrer! Sem contar que não tem muito tempo que ele se transformou e o fator de cura dele não esta muito evoluído!—Exclamou Hannah com um olhar quase explodindo em lagrimas.
–Mais não temos escolha Hannah! A faca estava envenenada com Wolf bane e a única maneira de anular o efeito disso é queimando!
–Mas..
–Não temos escolha temos que arriscar tudo.—Afirmou Joy séria.
Hannah mesmo querendo esconder tinha que arriscar, porém o que a preocupava é que esse método de queimar o corpo era fatal até mesmo para um Alfa.
–Roy, traga o maçarico.
Roy trouxe o maçaricoe o entregou a Joy hesitante com o que poderia acontecer.
–Se eu fosse você fechava os olhos.—Afirmou Roy com relutância—. Não é uma coisa bonita de se ver.
Hannah se distanciou dos demais e ficou isolada segurando as lagrimas o máximo que podia enquanto ouvia os gritos desesperados de Matt ecoarem pelo armazém.
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