Notas iniciais
Heeeeeey sweeties! Ierowaay-chan/Coautora/Filha da autora here o -q
Primeira vez que estou postando nessa fic o/ ~pula e abraça vocês~
Enfim, prazer em conhece-las e Obrigado por estarem acompanhando a fic (e gostando da minha escrita *W*)
Post de Natal com os amiguinhos do Brendon(MEEEEEUS AMOORES ♥333333)
Espero que gostem, nos vemos lá em baixo ^^

24 de Dezembro.

Depois de algumas poucas horas de sono devido à ansiedade que desde pequeno tenho em relação ao Natal, acordei com um sorriso já estampado no rosto.

Seria, depois de 5 anos passando sozinhos, o primeiro Natal que eu e minha mãe passaríamos juntos com outras pessoas além de nos dois. Não que passar o Natal somente eu e ela fosse ruim, mas era, de certa forma, triste e no final ela sempre acabava chorando quando o relógio soava que era meia-noite, e não era um choro de emoção e sim de tristeza por meu pai não estar ali conosco, mas esse ano seria diferente.

Levantei-me e arrumei o quarto, em seguida realizei minha costumeira higiene matinal e desci para tomar café. Passei pela sala e notei que havia alguns presentes em baixo da árvore de Natal que havíamos montado. Fui até a cozinha e vi que minha mãe lia tranquilamente um dos vários livros que tínhamos na estante, mas a mesma logo notou minha presença e sorriu.

- Bom Dia, Filho. Dormiu bem?

- Bom Dia, Mãe. Dormi sim, e a senhora? – disse calmamente, ainda um pouco sonolento por ter dormido pouco, pegando um dos copos de café.

- Dormi perfeitamente bem. Estou ansiosa para mais tarde! – ela disse animada. Eu sorri; era bom ver minha mãe tão feliz numa época em que a maior parte do tempo ela estava chorando.

- Também estou, mãe. – respirei fundo e logo me lembrei dos presentes. – Hum... Mãe, o que são aqueles presentes em baixo da árvore?

- Oras, são presentes! Não chegaria lá de mãos abanando, principalmente de tanto tempo ser velos.

- Mas são muitos...

- Bem, você disse que além de Grace e Brendon e quatro amigos de Jersey também iriam não?

- Você comprou para todos eles?! – perguntei um tanto quando incrédulo. Francamente, minha mãe é uma pessoa de ouro, não se acham mães como ela por ai com tanta facilidade...

- Claro, meu amor. E para você também... – ela disse com um sorrisinho de lado. Provavelmente não iria contar para mim e eu teria que esperar até a bendita meia noite.

- Você não vai contar, não? – disse, com uma feição que dizia “Obvio”. Ela riu e se levantou, bagunçando meus cabelos de leve. Pode parecer estranho, mas eu amo quando ela faz isso.

- Claro que não, se não tiraria a “magia” de abrir os presentes.

- É grande? Pequeno? Está em baixo da árvore?

- Não sei se é grande, nem se é pequeno, não sei sequer o que é. Não insista, não te darei nem uma dica, é só você esperar. – ela disse com um tom de divertimento na voz. Levantei-me e fui até o lixo, jogando o copo fora e em seguida lhe abraçando.

- Ah mãe... – disse manhoso. – Só uma dica e eu te deixo em paz o resto do dia.

- Certo... – ela suspirou e eu lhe dei um beijo na bochecha, a fazendo rir. – Não está em baixo da árvore. – ela se soltou dos meus braços e caminhou até a fruteira, pegando uma laranja.

- Grande dica... – estreitei os olhos e depois os revirei.

- Pelo menos É uma dica. – ela me olhou de forma convencida e começou a descascar a fruta com cuidado. – Mas então filho, já sabe com que roupa vai?

- Acho que sim.

- Certo, então já deixe pronta.

- Okay. Mãe, se importa se eu subir? Não tem nada para fazer até as 21:00, acho que vou jogar um pouco.

- Tudo bem filho, só não fique muito. – Ela disse, como sempre fazia.

- Eu sei, eu sei... – disse, saindo da cozinha e subindo para meu quarto. Resolvi jogar algum jogo qualquer que eu não havia terminado, só para passa o tempo.

...

Olhei com a visão um pouco embaçada para o relógio em meu pulso, 19h30min. Deveríamos ir para a casa de Brendon as 21h00min, como havíamos combinado alguns dias depois do convite.

Decidi parar de jogar. Desliguei o vídeo-game e me levantei do chão, com um pouco de dor nas costas por estar na mesma posição por muitas horas. Procurei a roupa que iria usar: Uma camisa branca, uma gravata vermelha, uma jeans preta, meu All Star preto e um sobretudo, também preto. Coloquei-as na cama e fui tomar meu banho.

...

Era 20h30min quanto eu já estava definitivamente pronto. Sim, eu demoro bastante para me arrumar, mas isso não vem ao caso no momento.

- Ryan? – minha mãe bateu na porta.

- Ah, pode entrar, Mãe. – disse calmamente enquanto abotoava meu sobretudo.

- Wow...

- Está bom? – disse me virando para ela.

- Está ótimo, Querido! Desse jeito você conquista alguém só pelo cheiro do perfume! – ela disse, dando ênfase no “alguém”, o que fez eu sentir as bochechas estalarem.

- Mãe!

- Desculpe, Filho. Não pude resistir. – ela disse rindo e eu ri também, um pouco sem graça. – Mas então, o que achou? – Ela disse dando uma volta. Vestia um sobretudo vermelho, uma saia preta, uma meia calça também preta e uma bota.

- Está linda, Mãe. – disse sorrindo.

- Obrigado, Amor. Então? Já está pronto?

- Sim. – eu disse ajeitando a gravata que incomodava um pouco.

- Certo, Então vamos. – Ela disse e sorriu; Logo já estava descendo as escadas.

Desci em seguida e peguei uma das caixas sobre o sofá, onde estavam os presentes.

- Posso colocar no carro? – perguntei um pouco confuso.

- Pode, Querido. No porta-malas.

Assenti com a cabeça e com um pouco de dificuldade abri a porta de casa e fui até o carro que já tinha o porta-malas aberto. Coloquei a caixa ali, em seguida minha mãe. Lembrei que havia me esquecido de pegar o celular, porém ela já havia fechado a porta de casa.

- Mãe, meu ce...– Mal terminei de falar e ela já havia me entregado o aparelho. As vezes acho que ela lê minha mente... – Obrigado.

Ela riu e entrou no carro ao mesmo tempo que eu, logo o ligou e fui dizendo á ela onde ficava, logo já havíamos chegado. Brendon estava sentado na escada que ficava na porta de sua casa e sorria fitando alguns garotos que “lutavam” com bolas de neve, logo ele nos notou e sorriu ainda mais, se levantando; a propósito, ele estava encantador.

- Ryan! Tia Cindy! Podem parar aqui. – Ele apontou para o espaço ao lado do carro que provavelmente era da Sra Grace. Minha mãe estacionou ali, logo saímos do carro e Brendon veio correndo até mim, me abraçando. Fiquei estático, como se o mundo tivesse parado. Ouvi uma risadinha atrás de mim e logo senti as bochechas estalarem.

- Que bom que veio. – ele sussurrou em minha orelha, me causando um arrepio. Se afastou e sorriu, indo cumprimentar minha mãe. Respirei fundo e balancei a cabeça negativamente, tentando voltar ao normal e ouvi outras risadas baixinhas, porém não eram da minha mãe. Virei para o lado e vi os garotos que brincavam com a neve á alguns minutos atrás se aproximando e sorrindo, um deles estava de mãos dadas com outro, o que me fez deduzir que aqueles seriam os amigos de Brendon. Nem notei que minha mãe já havia subido com as caixas, junto com Brendon. Pessoas rápidas...

Brendon apareceu novamente, fechando a porta de sua casa e sorrindo. Retribui o sorriso e ele desceu as escadas, se aproximando.

- Ry, esses são meus amigos. – ele disse, olhando para os garotos. – Galera, esse é o Ryan.

- Oi! – Eles disseram em uníssono, sorrindo.

- Oi! – sorri de volta. Não sei por que, mas tenho a impressão de que não vai demorar muito para virarmos melhores amigos, eles parecem muito simpáticos.

- Então você que é o Ryan que o Brendon tanto fala... – o garoto pálido dos cabelos negros estendeu a mão rindo e eu retribui , apertando sua mão. – Eu sou Gerard, mas pode me chamar de Gee.

- Eu sou Ray. – o garoto moreno sorridente, o mais alto, me estendeu a mão assim como Gerard e eu retribui.

- Sou Michael, mas pode me chamar de Mikey. – o garoto magro e sério, que usava óculos e tinha os olhos bem parecidos com o de Gerard fez como os outros dois. Olhei-o um pouco confuso, e depois para Gerard.

- Vocês são irmão, não?

- Infelizmente... – Gerard disse com uma cara entediada, o que fez o garoto que segurava sua mão rir.

- Também te amo, Gee.

- Estou brincando, Mikes. – ele disse rindo. – Sim, somos irmãos. Como soube?

- Os olhos. – eu disse sorrindo e ele retribuiu, mas logo lembrei que faltava mais um garoto e o mesmo logo me cumprimentou.

- Prazer, Ryan, Eu sou Frank, mas pode me chamar de Frankie ou Fran se quiser. – Ele sorriu simpático. Não sei por que, mas acho que esse garoto vai ser o que eu mais terei amizade dos quatro...

- E acho que o Brendon já te contou que “jogamos no outro time”,não? – Gerard se pronunciou rindo de leve, abraçando Frank pela cintura.

- Sim, sim. – sorri. – Fiquem tranqüilos.

- Só eu estou achando que vocês vão se dar bem? – Brendon disse sorrindo.

- Eu também estou achando... – Gerard disse sorrindo e Frank concordou com a cabeça, assim como Mikey e Ray.

- Então, vão querer ficar aqui fora ou lá dentro?

- Hum... acho que aqui fora está melhor... Você sabe como o Gee é, não é muito bom eu ficar perto dele com mães por perto... – Frank disse rindo baixinho. Eu e os outros rimos, inclusive Gerard.

- Ninguém mandou você ser assim. – Ele disse abraçando o menor pelas costas e deitando a cabeça no ombro do mesmo.

- Assim como? – o menor se fez de desentendido, rindo um pouco.

- Você sabe... – Gerard disse lhe dando um beijo na bochecha. Eu ri com a cena e suspirei; Era bonito ver que não importa nada quando se está apaixonado. – Mas ele está certo, é melhor ficarmos aqui.

- Certo, então... o que vamos fazer? — Brendon disse um pouco confuso.

- Hum... – Gerard soltou a cintura do menor que fitou o garoto um pouco confuso e segurou em sua mão, correndo para trás de uma árvore. Tenho quase certeza de que todos ali pensaram besteira com a cena, mas percebemos que tínhamos a mente poluída quando uma bola de neve atingiu Ray, que começou a rir. Logo, só se viam bolas de neve “voando” pela rua junto com o som de nossas risadas.

Ficamos um bom tempo ali, depois acabamos cansando e sentando no chão, desenhando sobre o mesmo com o dedo.

No espaço de Frank e Gerard só se viam basicamente corações e suas iniciais, Mikey e Ray desenhavam controles de vídeo-games e logos dos mesmos, e eu e Brendon apenas fitávamos aquilo sorrindo e as vezes jogávamos jogo da velha – por mais que minha vontade fosse de fazer como Frank e Gerard –

Começaram a estourar fogos perto dali, então resolvi olhar em meu relógio e arregalei os olhos.

- Já é meia noite! – disse alto e os garotos me olharam confusos, exceto Frank que tinha os olhos brilhando.

- Sério!? – Brendon perguntou incrédulo e lhe mostrei meu relógio, o mesmo riu. – Minha mãe nem nos chamou, acho que nem ela lembrou... então... FELIZ NATAL! – ele disse animado, me abraçando novamente e eu retribui sorrindo. Nos soltamos e Ray veio nos abraçar, em seguida Mikey. Frank e Gerard estavam abraçados e eu ri ao que o maior beijou o menor e esse se assustou, mas logo retribui, em seguida se soltando e dizendo “Eu te amo”, o maior fez o mesmo e lhe deu um selinho, logo ambos correram até nós e nos abraçamos.

- É o primeiro natal de vocês dois juntos? – perguntei

- Não, já é o segundo. – Frank disse sorrindo, assim como Gerard.

- E teremos muitos ainda pela frente. – O maior disse abraçando o menor, que concordou.

- GAROTOS, ESQUECEMOS DE CHAMAR VOCÊS! – Ouvimos a voz da Sra. Urie e rimos, logo caminhamos até lá e os garotos entraram, só ficando eu e Brendon na porta, pois a mãe do mesmo havia me abraçado.

- Ryan!! Quanto tempo!

- É mesmo... Como vai a Senhora ?

- Bem, Querido. E você? Entrem, vamos jantar. – ela disse dando espaço para nós dois entrarmos, em seguida fechou a porta.

- Estou bem, Obrigado. – sorri e ela retribuiu.

- Frank e Brendon, a parte de vocês está no balcão da cozinha. – Ela disse para os garotos e ambos assentiram. Fiquei um pouco confuso, mas logo Gerard se aproximou rindo.

- Eles são vegetarianos. – Sorriu e logo me lembrei que Brendon era vegetariano.

- Nossa, faz tanto tempo que até me esqueci. – disse enquanto pegava as coisas da mesa, e Gerard riu. Frank passou por nós, porém Gerard puxou o menor pela cintura e selou seus lábios rindo, assim como eu.

- Gee, você quase derrubou meu prato! – o menor disse, segurando o riso.

- Desculpe, Pequeno, é que é irresistível. – ele riu enquanto o menor lhe deu um tapa de leve no braço, rindo.

- Sinceramente, vocês fazem um casal perfeito. – Disse sorrindo.

- Obrigado, Ryan. – sorriu. – Vocês dois também.

- Nós dois? Quem? – perguntei meio confuso.

- Você e Brendon. – Ele riu e senti minhas bochechas queimarem.

- C-Como?

- Não precisa mentir, sei que você gosta dele...

- E-Eu?

- Ai, ai... bem, vamos mudar de assunto antes que suas bochechas explodam — Ele riu e toquei minhas bochechas, notando que as mesmas estavam quentes. Sentamos no sofá, junto com os outros garotos e Brendon, que ficou do meu lado. Minha mãe e a de Brendon ficaram na cozinha.

Passamos a noite conversando e depois acabamos jogando alguns jogos que Brendon tinha a muito tempo.

- Garotos, vocês não vão querer abrir os presentes? – minha mãe perguntou rindo, ao ver que estamos concentrados no jogo.

- É mesmo, os presentes! – Frank disse arqueando as sobrancelhas.

Paramos de jogar e começamos a abrir os presentes – que eram muitos

- Filho? – minha mãe disse, escondendo algo nas costas. – Lembra que você havia me pedido algo há um tempo e eu disse que você teria que esperar um tempinho? Então... – ela me estendeu uma caixa alta e fina, logo já sabia o que era e arregalei os olhos e antes de abrir, corri para abraçá-la.

- Mãe, eu te amo!

Ela riu e retribuiu o abraço.

- Eu também filho, espero que goste.

Abri a caixa e me deparei com um dos meus sonhos de infância: Uma Gibson Les Paul vermelha.

- Nossa, Que linda! – Frank e Ray disseram em uníssono.

- Eu tenho uma branca, mas a Pansy já tem 6 anos, está bem velhinha. – Frank riu.

- Ele ama tanto essa guitarra que deu até nome... – Gerard falou, revirando os olhos.

- Mais não amo tanto como eu amo outra coisa... – disse baixinho

- Hum... Que coisa?

- Você sabe... – sorriu e Gerard lhe abraçou pelas costas. Sorrimos e eu continuei maravilhado com a guitarra, logo a tirei da caixa.

- Toca alguma música, Ry. – Brendon disse.

- Eu... mas... é que... – comecei a ficar vermelho e ele riu.

- Você é ótimo nisso, vai em frente. – Ele disse, me abraçando pelo ombro. Sorri.

- Eu toco, contanto que você cante...

- Certo... Hum... Beatles?

- Norwegian Wood?

- Okay. – ele sorriu. Desde pequenos éramos fãs da banda, portanto não era difícil escolher uma música deles.

Comecei a tocar e logo Brendon cantava, no fim acabamos passando o resto da noite daquele jeito. Brendon emprestou as duas guitarras que tinha para Frank e Ray e seu baixo para Mikey, enquanto Gerard cantava; Os garotos realmente tinham talento para tal coisa.

Quando vimos, já eram 03h00min. Já estava tarde, então decidimos nos apressar e ir logo embora. Os garotos se despediram e acabamos pegando os números de celular um dos outros, depois eu e Brendon ficamos lá fora, esperando minha mãe. Quando a mesma desceu e se despediu de Grace, assim como eu, Brendon me abraçou.

- Obrigado por ter vindo Ry. Esse foi um dos melhores natais que já tive. – ele sorriu e eu corei, logo sorri de volta.

- Obrigado por ter feito esse Natal o melhor depois de anos, Brenny.

Despedimos-nos e fomos embora. Cheguei em casa e não fiz nada além de me jogar na cama e adormecer com um sorriso bobo nos lábios.

Notas finais
Well, queria ter deixado mais legal, mas foi o que meus dedos permitiram T.T
Bem, de agora em diante a escrita vai mudar um pouco, pois não será mais eu que estarei escrevendo, apenas em casos que realmente precisar(afinal, eu preciso atualizar minha fic, por mais que a mesma já esteja no fina) MAAAAS eu não vou parar de ajudar minha manola, obviamente :3
Enfim, espero que vocês tenham gostado e obrigada pelos reviews *-*
Ja Nee ♥