The Wedding
40 Capítulo 42
Notas iniciais
Mais um cap :) Esse saiu bem rápido :)
Ficou meio dramático só no inicio do cap, depois não está mais :)
O próximo cap vai ter hot.
A fic está chegando no final :)
Beijinhos
Ownn tao feliz aqui.
Minha fic ganhou mais uma recomendação.
Obrigado Monielle SuedeSalvatore por ter recomendado :)
Elena não conseguia parar de chorar, todos os sentimentos misturavam-se dentro dela, corriam sua alma, abalavam seu coração. Como ela podia sentir tantas coisas ao mesmo tempo e com tanta intensidade? Não fazia sentido, mas não precisa fazer sentido para que seja real.
Estava tão confusa, tão triste, tão ansiosa, tão agitada, tão desanimada, tão raivosa, tão assustada. Já não podia mais dizer como ela se sentia, ela nem sabia o que sentia. Ela já não sabia mais nada, estava perdida dentro dela mesma, mergulhava dentro de um abismo próprio, um abismo obscuro que ela não sabia que poderia existir nela.
Como ela poderia ser tão sombria, como poderia haver um abismo em alguém, um abismo que ela não conseguia enxergar o fim, mas que a sugava, tirava as cores que ela via, tornava tudo negro, tudo triste, melancólico. Havia um turbilhão de sensações nela, era tudo mais intenso e ao mesmo tempo não era, pois era tudo tão rápido, rápido demais para que ela pudesse entender.
A verdade é que entro dela havia um furacão, um furacão silencioso que a despedaçava, levava tudo embora, ou melhor, destruía tudo com seus fortes ventos. Ela estava se destruindo, ela não conseguia se controlar. Suspirou profundamente, encolheu-se naquele canto onde ela estava sentada. Sentia-se horrível, uma dor incrível golpeava sua alma e era tão forte que doía até mesmo em seu corpo.
Tentava esquecer-se de tudo, tentava transformar sua mente em um grande vazio de pensamentos, não queria tantas imagens agredindo seus olhos, sons perturbando seus ouvidos. Acho estranho, mas ela não queria sentir, não queria sentir nada e isso era assustador.
Fechou os olhos, achou melhor mantê-los daquela forma. Era menos doloroso. Só que havia algo que ela não podia conter, sua garganta ainda queimava, aquela sede, aquela maldita sede que parecia que não iria passar nunca. E aquilo parecia a estar enlouquecendo e pior, fazia com que ela se sentisse tão mal, fazia com que ela considerasse que não havia nada de bom dentro dela. E como poderia haver?
Ela tinha assustado os próprios filhos. Eles tinham chorado por culpa dela e isso era imperdoável. Que tipo de mãe faz isso? Nenhuma e ela nem poderia se considerar uma mãe, ela não estava cuidando dos bebês, ela nem podia amamentá-los. Isso era tão doloroso, tão triste, só fazia com que ela se sentisse ainda pior.
Ela se sentia tão mal, era como se só houvesse vazio dentro dela e o vazio parecia se tornar maior a cada instante. Por que ela tinha que sentir assim? Por que aquela sensação parecia que não iria passar nunca? E por que ela tinha que ser tão forte? Quis chorar, chorar mais do que já estava chorando, mas parecia estar cansada de chorar. Aquilo estava roubando todas as suas energias e ela não aguentava mais.
Tentou ignorar tudo ao redor, mas era difícil demais e era ainda mais difícil ignorar a presença de Damon ao seu lado e ele estava segurando sua mão e por mais que ela quisesse se afastar, ela não conseguia. Não conseguia evitar aquele toque, gostava daquela proximidade. Na verdade, queria estar mais perto, mas não podia. Não, ela não podia nem ficar perto dele e isso era tão triste, tão doloroso.
Tentou afastar a mão da dele, mas parecia que ele não queria deixar que ela o fizesse, pois, não havia diminuído a pressão que fazia. Elena suspirou pesadamente. Ela o amava tanto, e o amor que sentia só parecia aumentar e aumentar. Só que ela estava com tanta sede, sua garganta doía tanto, ardia demais. E ela não podia ignorar essa sede, não podia negar que ela queria beber o sangue dele.
E então teve certeza que ela era um monstro, alguém horrível. E as lágrimas vertiam mais incessantemente do que antes. E quando ela pensava que não tinha mais lágrimas para chorar, ela sempre descobria que elas eram infinitas, assim como o desespero que estava sentindo. Damon tentou abraça-la, mas ela recuou. Ela não podia ficar tão perto dele. Ficou com raiva, ficou com muita raiva. Mas por que ela estava com raiva se ele só queria ajudá-la? Exatamente por isso, ela não queria ajuda, ou melhor, ela queria, mas julgou que não poderia aceitar.
–Qual parte de “Por favor, me deixa em paz” você não entendeu? –Perguntou raivosa, mas talvez, ela não tivesse a sensibilidade de perceber que talvez ela não fosse tão ruim assim. Que tipo monstro pede “por favor”? Ela não tinha nada de monstro, nada de mau dentro dela. Ela podia não enxergar isso, mas Damon sabia, sabia o quão doce, o quão especial ela era. Ela era a garota mais perfeita que ele já havia conhecido.
–Mas você tinha pedido para que eu nunca te deixasse sozinha, lembra? –Exibiu um sorriso cativante, não havia uma vez que ele sorrisse que ela não sentisse todo seu corpo pulsar por ele, sua respiração ofegar e seu coração acelerar. Era algo natural, instintivo.
–Não brinca com as palavras, Damon. –Seu tom furioso não pareceu tão forte, pois se misturava ao choro que ela tentava conter com tanta dificuldade. Seus olhos encontraram o mar azul dos olhos dele e ela sentiu todo seu corpo se arrepiar. A chama que havia entre eles queimava tão fortemente e ela não podia negar e naquele instante, ela se sentiu melhor, sentiu-se mais calma.
–Eu não estou brincando com as palavras, princesa. –Fez uma pausa e sorriu. –Apenas estou cumprindo o que eu te prometi. Que eu não ia te deixar sozinha nunca, lembra? –Aproximou-se mais dela e acariciou-lhe o rosto, e ela sentiu uma corrente elétrica passando por todo seu corpo, não podia definir como se sentia perto dele. Era algo que a acalmava e também a agitava, que mexia com ela de uma forma tão profunda. Uma sensação tão doce surgia dentro dela. E a verdade é que tudo mudava dentro dela e tudo também mudava dentro dele. Havia uma conexão fortíssima, uma conexão inquebrável entre eles.
Elena não soube o que dizer. Damon não podia deixá-la nunca, tinha sido ela quem fizera com que ele prometesse isso a ela. E bem, ela não queria que ele fosse a lugar algum, ela o queria para sempre mesmo se, às vezes, isso não parecesse possível, mas teria que ver, porque ela não poderia viver sem ele. Eles tinham sido feitos um para o outro e ela jamais estaria completa se ele estivesse ausente da vida dela. -Eu não quero que você me deixe, mas eu preciso ficar sozinha agora. -Ela pediu choramingando. -Eu quero ficar sozinha. -Continuou. -Só agora. -Corrigiu, precisava deixar claro que ela só queria ficar sozinha por um momento e não para sempre.
–Eu acho que você precisa de ajuda, Elena. -Falou sinceramente. Ele sabia que ela não queria que ele fosse embora e a deixasse sozinha. Ela estava frágil, estava assustada, confusa e era tão fácil perceber isso. -Eu sei pelo que você está passando. -Puxou-a para perto e a abraçou e desta vez ela não recuou, deixou que ele a envolvesse protetivamente. Elena suspirou profundamente, sentiu-se tão amada e era tão bom saber que ele a amava. Só que por outro lado, sua garganta, seus instintos gritavam para que ela tomasse o sangue dele e ela não podia fazer isso, não podia. -Isso vai passar, minha princesa. -Damon continuou enquanto deixa seus dedos se entrelaçarem nos longos cabelos castanhos da garota.
–Eu me sinto horrível... -Ela confessou. -Eu não posso ficar perto dos bebês. -Sorriu, o que na verdade, foi um sorriso de desespero. -Eu posso fazer mal a eles. -Uma pausa, não pode conter as lágrimas. Por que ela não conseguia parar de chorar?Por que ela tinha que ser tão dramática? Ela se sentia tão angustiada, todos seus conflitos haviam sido potencializados e ela não sabia lidar com nenhum deles. Sentia-se tão vulnerável, tão fraca. Ficou quietinha, por um instante, tudo que quis foi sentir o calor do corpo dele fluir para o dela, as mãos dele acariciando o seu rosto. Era mais fácil assim, muito mais fácil.
–Está tudo bem, Elena. -Acariciou o rosto dela suavemente. Tentava buscar um jeito de acalmá-la, mas as emoções dela estavam realmente fora do controle. Ela estava desesperada e ele odiava vê-la assim. Sabia que aquela reação era por conta da transformação, mas isso não mudava nada. Ela ainda estava triste, ela ainda estava chorando. -Isso é normal. -Continuou acariciando o rosto dela, seus dedos tocaram os lábios dela delicadamente, acariciaram as maças de seu rosto e depois enxugou as lágrimas dela pacientemente. -E além do mais, antes você estava com os bebês e você não fez nada a eles. Você estava preocupada e cuidando deles com tanto carinho... -Sorriu. — O que aconteceu não foi culpa sua e não foi nada demais.
–Mas eu assustei os bebês... -Sua voz soou rouca, como se já estivesse desgastada de tanto que ela havia chorado. –Eu os assustei! –Exclamou, já estava perdendo o controle de suas emoções novamente. Era como se o furacão não se enfraquecesse nunca, ele estava cada vez mais forte dentro dela. –E podia ter sido pior, e podia tê-los atacados! –Lamentou e então o abraçou ainda mais forte, precisava do abraço dele.
–Quando você estava com eles, não pareceu nem por um segundo que você faria isso, não parecia mesmo. –Damon realmente acreditava que Elena não seria capaz de atacar os bebês, por mais fora de controle que ela poderia estar, ela não estava tão fora do controle assim e ela amava os filhos e isso era tão perceptível. –Você estava tão calma perto deles, tão cuidadosa e tão preocupada.
–É verdade. – Ela concordou, estranhou por concordar tão facilmente, mas era verdade. Quando ela estava perto dos bebês, algo era diferente, era diferente de tudo que ela já havia sentido e ao mesmo tempo tão familiar. –Perto deles, eu não me senti como uma vampira, eu senti que eu era como eu sempre fui. –Sorriu. –Na verdade, eu me senti apenas mãe e essa sensação foi perfeita. –Fez uma pausa. –Os babys estão bem, não estão?
–Sim, eles estão dormindo, eu os levei para o quarto deles. –Sorriu. Viu?Você está preocupada com eles. Você não tem nenhum motivo para se sentir um monstro assassino. –Olhou-a de uma forma sarcástica e em seus lábios um sorrisinho igualmente provocativo se desenhou. –Sinto dizer, mas você não faz o tipo vilã, Elena. –Fez uma pausa — Você não vai sair matando a cidade inteira. –O sorriso cínico se alargou em sua face. –Não que eu não fosse ficar orgulhoso que se você virasse a nova serial killer de Mystic Falls...
–Damon! –Elena o repreendeu, mas quando percebeu já estava rindo. E bem, ela achou mais engraçado do que acharia normalmente, ela poderia culpar a transformação por isso também. –Serial killer? –Balançou a cabeça negativamente, como se não acreditasse no que acabara de dizer.
–Cidades pequenas adoram um vilão, Elena. –Falou de uma forma que demonstrava que aquilo era bastante óbvio. –Mas você não faz o perfil de vilã.
–Por que não? –Pareceu interessada, não de uma forma verdadeira, não queria se tornar uma vilã de verdade.
–Você ainda precisa de muitas “más ações” para ser uma. –Arqueou uma das sobrancelhas. –Como, por exemplo, roubar o lugar preferencial de uma velhinha no ônibus.
A garota riu, olhou ao redor e viu o relógio caído no chão, ou melhor, o que havia sobrado do relógio... –Bem, eu quebrei a casa inteira. –Achou graça. –Isso já me qualifica para ser uma vilã.
–Você só quebrou o relógio. –Divertiu-se. –Crianças quebram relógios, princesa. Elas costumam atirar o relógio no chão quando ele desperta às seis horas da manhã para que elas acordem para irem ao colégio.
Elena riu, de uma forma diferente, uma forma mais suave, carinhosa. Ele sempre a fazia sorrir não importava o quão devastada ela estivesse, ela sempre se sentiria melhor quando estava com ele. –Por que você é tão perfeito?
–Não sei. É você que está dizendo que eu sou perfeito. –Olhou-a de uma forma provocativa. –Por que eu sou perfeito? Você podia me dizer.
–Eu não sei... -Sentiu-se constrangida. Não, ela não iria falar, não iria dizer o quanto ele era maravilhoso, lindo, gostoso, sedutor, gostoso — achou que já tinha dito gostoso antes-, fofo e gostoso. Pronto, ela tinha pensado gostoso de novo, mas a culpa não era dela. Era dele. Ele era mesmo muito gostoso. Imagina se ela falasse isso em voz alta para ele? Ele iria ficar se achando mais ainda, mais do que ele já costumava se achar.
–Não sabe? Eu me lembro de ter lido alguma coisa assim no seu diário... -Abriu um sorrisinho sacana. –Você dizia o quanto eu era gostoso... -Provocou. –Vou pegar o diário para ler para você.
–Damon, deixa o meu diário em paz! –Falou quase em pânico. Por que ele tinha que ler tudo que ela escrevia? –Por que você não entende que o diário é algo pessoal? Você não pode ler!
–A culpa não é minha. É você que o deixa em locais de fácil acesso.
–Não, eu não deixo. Eu sempre escondo e você sempre acha e pega!
–Você não esconde direito.
–É lógico que eu escondo, mas você sempre encontra. Como você faz isso?
–Não posso contar.
–Por que você adora me irritar?
–Por que você fica ainda mais linda quando está brava, minha princesa.
–E o pior é que eu nunca consigo ficar com raiva de você. –Confessou.
–É porque você me ama.
–Eu amo. –Ela sorriu. Seu rosto estava tão próximo ao dele, as bocas numa proximidade perturbadora e tudo que ela queria era cortar qualquer distância e selar seus lábios aos dele.
Queria beijá-lo, seu corpo gritava por isso, pulsava e ela não pode frear aquele instinto. Arrepiou-se por inteira quando as boca dela estava na dele, as línguas abrindo passagem entre os lábios, entrelaçando-se, dançando juntas em um beijo perfeito.
Havia um fogo inegável e ao mesmo tempo existia uma calmaria deliciosa. Seu corpo mergulhava profundamente em tanto desejo, sua alma unia-se a dele em um amor imensurável, verdadeiro. As mãos dela cariciavam o rosto dele suavemente e as dele passeavam ousadamente pelas belas curvas femininas.
Elena já não podia dizer o que era maior naquele momento, se era o amor ou o desejo, pois eles pareciam se completar em uma sintonia perfeita. E as sensações que se espalhavam por seu corpo eram tão fortes, eram intensas. A chama queimava dentro dela, mais quente do que antes. Ela também estava ampliada. O corpo inteiro da garota se arrepiava, vibrava com o toque mais leve, mais suave.
Tudo que sentia era mais forte, era mais profundo, como se sua alma pudesse também ser tocada. Estava mais sensível, mais vulnerável e os beijos dele a atingiam em cheio. As mãos dele invadiam as roupas e traçavam caminhos de fogo, abrasadores por sua pele. Ela gemeu. Sentiu o desejo, o prazer se intensificar, se intensificar de uma forma que ela não imaginou ser possível. Só que em meio a isso, sua garganta queimou, queimou mais forte, como se a sede se misturasse perfeitamente ao desejo.
Era instintivo. Tentou se controlar como pode, mas não estava conseguindo. O perfume dele embriagava seus sentidos e ela não podia resistir. E então suas feições se modificaram, os olhos vermelhos, as presas se estendiam em seus lábios. Tentou lutar contra isto, mas não era possível. Assustou-se. Seus olhos encontraram o azul dos olhos de Damon.
Ela teve vergonha, estava tão constrangida, sentiu-se um monstro, mas para ele não parecia haver nada demais. Fez carinho no rosto dela, ignorando as mudanças que haviam ali, as veias tão visíveis, a coloração dos olhos. Elena suspirou profundamente, de algum jeito, sentiu-se mais calma, mas não calma o suficiente. Ele acariciou e tocou levemente as presas dela. A garota não soube o que fazer. -Eu estou com tanta sede. -Admitiu, sentiu-se péssima, envergonhada. Por um instante, desejou desaparecer dali.
–Você pode beber o meu sangue. -Damon ofereceu naturalmente, como se aquilo não fosse nada demais.
–O que? -Perguntou como se não tivesse entendido direito. Aquilo não fazia sentido.
–Eu estou dizendo que você pode beber o meu sangue.
–Lógico que eu não posso! -Exclamou. O que se passava na cabeça dele? Ela não conseguia entender. -Por que você faz isso?
–Você sabe por quê. -Só havia um motivo, ele a amava e ela sabia disso, ela conseguia sentir. O amor que havia entre os dois era especial.
A morena hesitou por um instante, teve medo de machucá-lo, mas já não conseguia resistir. Fechou os olhos, respirou profundamente. No momento seguinte, ele sentiu duas fisgadas em seu pescoço e seu sangue sendo drenado. Elena sentiu uma onda de prazer lhe tomar, quanto mais ela bebia, mais a sensação se intensificava. E havia algo além, se sentia ainda mais próxima a ele, como se fossem um só.
Também se sentiu mais possessiva, ele era só dela, só dela. Pensou se não poderia estar o machucando, mas não estava, na verdade, a sensação era boa. A energia dele fluía para ela, mas por outro lado, o amor dela se tornava cada vez mais intenso e fluía para ele. Era algo complexo, Elena nunca imaginou que poderia ser tão forte, tão intenso. Era quase uma ligação de alma. Por outro lado, aquilo também era estranho, Damon tinha sido um vampiro por tanto tempo e que ainda não estava totalmente acostumado a não ser um.
E bem, faziam tantos anos que ninguém bebia o sangue dele, só Katherine havia bebido e ele nunca tinha sentido a mesma coisa, nunca tinha se sentido como estava se sentindo naquele momento. Era mais intenso, porque havia algo muito forte entre ele e Elena. Eles realmente se amavam. E Elena teve certeza que o amor deles era perfeito, era tudo, ou melhor, ela muito maior que ela podia imaginar.
E então, ela parou de beber, lentamente. Seus olhos profundamente castanhos buscaram o azul dos olhos deles, e quanto os olhares se encontraram, ela quase perdeu o ar. Não conseguia expressar o quanto o amava. E quanto percebeu, a boca dela já estava na dele, e eles estavam se beijando, beijavam-se com tanta paixão, com tanto amor. E ela sentiu-se tão bem, tão amada.
O beijo era tão doce e ao mesmo tempo tão quente, despertava tanto desejo dentro dela. Damon levou a mão dele aos cabelos dela, entrelaçando seus dedos aos fios sedosos em uma carícia extremamente erótica. Elena suspirou profundamente, seu corpo inteiro pulsando por ele em um desejo extremo.
Acariciou o rosto dele, mas suas mãos quiseram ousar mais, desceram pelo corpo dele, passeando por ali, sentindo seus músculos bem definidos. Ele era mesmo tão gostoso e ela o queria tanto. Se fosse em outra ocasião, ela não iria querer fazer sexo ali, no chão. Ela sempre fora tímida demais para isso, mas não naquele momento. Naquele momento, ela era apenas instinto.
Notas finais
Não se esqueçam de comentar, por favor :)
=*
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