Notas iniciais
Mais um capítulo!
Eu sei que não ficou muito bom :(
Eu to cheia de trabalhos, mas não consigo ficar sem escrever essa fic. Desculpem se não ficou bom.
Por favor, comentem, gostando ou odiando ._.
Queria agradecer por todos os comentários que recebi no último capítulo.
Por favor, se vc gosta da fic, recomende, ela *>*
Eu tenho que agradecer pelas recomendações que já recebi também *>*

Elena ainda não tinha certeza se queria voltar para Mystic Falls. Ora a garota desejava incrivelmente voltar por causa da saudade intensa que sentia por seus amigos, mas, ora, queria ficar em Las Vegas, afinal, sentia-se diferente, sentia como se uma cidade grande combinasse melhor com ela, uma vez que, quando casou com Damon sua vida de modificou, fez com que ela se sentisse como nunca sentira-se antes, queria sair, curtir, aproveitar junto com ele.


Eles faziam um casal perfeito, não apenas se amavam de verdade, como, também, era companheiros e Mystic Falls era uma cidadezinha no meio do nada que não oferece muitas opções e ela também sabia que Damon odiava a cidade e que só estava dizendo que voltaria para agradá-la. Por isso, a garota decidiu sair para ver alguns apartamentos em Las Vegas caso decidisse que iria ficar. Na verdade, tinha sido Caroline que havia sugerido para ela que olhasse tudo antes de se decidir. Elena fechou os olhos, ela estava mesmo com saudade das amigas, isso era algo normal.


–No que você está pensando? -Damon perguntou depois de ficar por algum tempo analisando a expressão indefinível da garota. Ele sabia só de olhar que havia algo com ela, sabia que a garota sentia falta das amigas.


–Nada demais...-Respondeu abrindo um sorriso sincero. Ela não estava triste, nunca ficaria triste perto dele.


–Tem certeza? -Perguntou acariciando os longos cabelos da garota.


–Tenho sim...-Elena falou enquanto caminhava até a sacada de um apartamento que estavam visitando. -Uau! Essa vista. -Exclamou animada enquanto observava do último andar do prédio de 40 andares, uma visão panorâmica da cidade. Aquilo era exatamente o que ela queria.


–A vista é mesmo incrível.- Damon concordou. Abraçou a garota e ela se aninhou nos braços dele, ficando apenas observando a paisagem. -Você gostou desse?


–É o apartamento mais perfeito que eu já vi. — A garota respondeu em seu tom delicado e se aninhou ainda mais nele. Adorava ficar daquele jeito com ele, era tudo que queria. -Mas eu acho que eu ainda vou querer ver aquelas casas em Malibu que você falou...-Sussurrou. -Vista pro mar...Fica agarradinha vendo o mar sob o luar com você.


–Você é tão linda. – Damon falou achando uma graça a forma como ela falava, o olhava, o abraçava. Ela era tão doce, tão romântica e ela era só dele, só dele e de mais ninguém.


–Você me ama? –Elena fez a pergunta cuja a resposta era a mais óbvia de todas.


Ele nem precisava responder para mostrar que a amava, só a forma como ele a olhava era apaixonada, repleta de carinho, a forma gentil com a abraçava, a intensidade de seus beijos.


–Lógico que eu te amo, minha princesa. -Respondeu puxando-na para mais perto, não havendo mais nenhuma distância entre os corpos, havia apenas o sentimento infinito, o amor que os envolvia de uma forma tão intensa que era quase palpável.


–Vai me amar para sempre? -Perguntou de uma forma delicada, adorável. Ergueu um pouco o rosto para que pudesse fitá-lo diretamente em seus olhos tão azuis.


–Sim, meu amor...-Ele iria amá-la para sempre, mas aquelas palavras de para sempre estavam ficando um pouco incomodas para ele. Afinal, ela não viveria para sempre, apenas ele. Elena não queria ser uma vampira, era o que a garota sempre dissera, embora eles não tivesse falado no assunto depois que se casaram.


A morena abriu um sorriso encantador e o beijou intensamente. Por um instante ficaram apenas se beijando, acariciando um ao outro. Quando a garota abriu seus olhos novamente, riu ao falar. -Acho melhor a gente ir,o corretor já deve estar cansado de nos esperar. Nós estamos a um tempão nos beijando na varanda de um apartamento que não compramos.


–Eu não ligo a mínima para ele. -Damon arqueou uma das sobrancelhas e falou em um tom cínico. -Ele pode esperar a gente se beijar mais uma vez, não pode?


–Um beijo só pode. –Respondeu, jamais iria negar um beijo dele.


O corpo da garota pendeu para trás sendo amparado por um dos braços dele que a envolvia. Ela arqueou o rosto e deixou que ele a beijasse apaixonadamente, beijasse a pele fina e sensível de seu pescoço e depois retornasse para seus lábios. Parecia uma daquelas cenas de beijo que só aparecem em filme. Elena divertiu-se com o pensamento, aquilo era tão lindo, tão romântico. Ela tinha muita sorte.


–Sabia que eu sou a garota mais feliz do mundo? – Elena falou enquanto a mão dela se entrelaçava suavemente na dele e eles saíam da varanda.


–Por que? –Damon perguntou acariciando a mão dela carinhosamente.


–Por sua causa. –Ela sorriu delicada. –Eu amo você.


–E eu amo você. –Ele fez uma pausa. – E falando nisso, esse final de semana é seu aniversário, você ainda não me disse o que quer ganhar.


Elena faria vinte anos no próximo final de semana, mas ela ainda nem havia pensado nisso. Tudo que ela pensava era nele,em seu casamento recente. Só estava casada a duas semanas, ainda queria aproveitar a lua de mel. O aniversário não era algo muito importante, ela nunca foi do tipo de garota que ligava para isso.


– Não precisa me dar nada. –Baixou o olhar. –Eu não ligo para presentes, só de estar com você, eu já fico feliz.


–Eu estou com você todos os dias, isso não é presente. –Um sorriso sarcástico desenhou-se em seus lábios. –Daqui a pouco você não vai me aguentar mais. –Acariciou o rosto dela. –O que você quer ganhar?


–Sério, não precisa se preocupar. – Ela insistiu.


–Então, eu terei que te fazer uma surpresa. –Sorriu.


–Eu gostei disso, você está ficando ótimo em me fazer surpresas.


–Tenho certeza que você vai gostar do que eu vou fazer. – Falou num tom convencido.


–E o que é? –A garota ficou curiosa.


–É surpresa, se esqueceu, princesa?


...


Era um sábado ensolarado, não havia uma única nuvem no céu. O dia estava lindo, era o dia perfeito para se comemorar um aniversário. Elena ainda estava dormindo quando Damon a acordou cobrindo-na de beijinhos. A garota abriu um sorriso delicado, alegre. Tinha momentos em que ela ainda não conseguia acreditar o quanto ele podia ser romântico, mas isso era só para ela. Ele mudava perto dela, só era gentil com ela. Bem, tinha as vezes que ele a provocava e matava de vergonha, mas ela também gostava disso.


–Feliz aniversário, meu amor...-Falou carinhosamente enquanto acariciava o rosto de pele macia da garota.


Elena apoiou-se sobre um de seus braços, fitou-no delicadamente. Por um instante, achou que ainda estava dormindo, estava sonhando, só podia ser isso.


–Obrigado, amorzinho. – Falou numa voz ainda sonolenta. Deitou-se no colo dele, apoiando seu rosto no peitoral largo.


Fechou seus olhos e ficou apenas ali, deitada abraçadinha com ele, sentindo o calor do corpo dele fluindo para o dela. Era tão bom, uma sensação tão calmante, tão gostosa. Por ela, nunca mais se levantaria, ficaria daquela forma para sempre, abraçada nele, enquanto ele acariciava carinhosamente os cabelos longos e lisos dela.


–Eu tenho um presente para você. -Sussurou, enquanto ainda acariciava os cabelos dela.


–Eu disse que você não precisava se incomodar...-Respondeu suavemente, enquanto se levantava, sentando ao lado dele, encostada na cabeceira da cama.


Damon pegou uma caixinha, com toda a certeza havia uma joia ali, Elena sabia disso. Não conseguiu evitar de abrir um sorriso, afinal, que tipo de garota não gosta de ganhar joias?


Ele abriu cuidadosamente e lá havia um anel de ouro repleto de brilhantes, era lindo. A garota ficou encantada, sem palavras, era perfeito.


–Amor, isso é lindo... -Falou ainda admirada.


–Era da minha mãe e eu quero que seja seu agora. -Explicou.


–Eu não posso aceitar, amor. É lindo, mas isso deve lembrar você dela, não quero que você fique sem isso.


–Ela me deu esse anel quando eu era bem pequeno. -Falou calmamente. -Sempre me dizia que eu não podia perdê-lo. -Fez uma pausa.- Ela dizia eu deveria dar o anel para a mulher que eu amasse, então, esse anel é seu, porque eu amo você.


–Ah...-A morena fez uma pausa quando as palavras pareceram faltar, não havia o que dizer depois de ouvir algo tão bonito. Ele a amava de verdade.


Elena deu a mão para que ele pudesse colocar com carinho o anel no dedo dela. A garota sorriu ao ver o brilho do anel em seu dedo. Era realmente muito bonito.


–Ficou lindo em você. -Damon falou enquanto a olhava carinhosamente.


No instante seguinte, Elena se abraçou nele, aninhando-se nos braços dele. A distância entre as bocas foi cortada quando os lábios se tocaram suavemente, deixando que as línguas abrissem passagem e se entrelaçassem, movimentando-se juntas, deixando que a doçura do beijo se espalhasse pouco a pouco. –Eu te amo. –Ela sussurou entre os beijos, a respiração misturada a dele. –Amo, amo muito. –Completou. Levou uma das mãos aos cabelos dele, deixando seus dedos entrelaçarem ali.


–Eu adorei a surpresa. — Ela falou.


–Na verdade, esse foi apenas o meu presente.


–Ah, eu não acredito. Isso foi tão perfeito, não precisa de mais nada.


–Na verdade, você precisa ir se arrumar. Nós vamos viajar hoje. -Falou exibindo um daqueles sorrisos irresistíveis, daqueles que sempre a faziam perder o ar.


–Agora? -Ela perguntou preguiçosamente, enquanto recostava sua face no peitoral dele.


–Sim, se não nós não vamos conseguir chegar a tempo. -Respondeu enquanto brincava com os cabelos dela.


–Mas ainda são...-Fez uma pausa para esfregar os olhos, para ver se tinha visto certo a hora. -Cinco da manhã... Para onde nós vamos que é tão longe assim?


–Eu não posso falar, Elena.


–Por que não?


–Por que é surpresa. -Damon falou em um tom sarcástico enquanto um sorriso igualmente irônico se desenhava em sua face. -Não é você que adora surpresa? -Arqueou uma das sobrancelhas. -Agora vai se arrumar Bela Adormecida.


...


A garota não precisou de muito tempo para ficar pronta. Tomou um banho rápido, escolheu uma roupa confortável, uma calça jeans clara e uma camisetinha branca com um generoso decote. Enquanto se vestia, sentiu-se um pouco tonta, mas passou logo. Na verdade, ela nem deu muita atenção aquele mal estar. Elena foi maquiar-se. Passou uma maquiagem bem simples, apenas rímel, batom e lápis de olho.


Quando estava pronta, olhou-se no espelho, achou que estava bonita. Olhou para mão e viu anel que havia ganho de Damon reluzir em seu dedo, era tão bonito, até mais bonito do que a aliança que usava no outro dedo. Estava tão feliz, mas como poderia não estar? Havia ganho um presente tão lindo e não era qualquer presente, era algo tão especial. Era perfeito.


...


–Amor, para onde nós estamos indo? — Elena perguntou ao perceber que ele estavam chegando ao aeroporto. Bem, isso significava que não estavam indo para algum local próximo, mas para algum lugar cuja distância era longa suficiente para justificar uma viagem de avião.


–Você vai saber quando a gente chegar. -Damon riu, na verdade, estava se divertindo com a curiosidade da garota.


–Mas...


–Eu não vou falar, Elena.


–Nem se eu te chantagear? -Perguntou exibindo um sorriso malicioso.


–E como você iria me chantagear?


–Assim...


Respondeu dando-lhe um beijo ardente, as mãos percorrendo o corpo masculino ousadamente. Damon deixou a mão afundar nos cabelos castanhos e macios da garota num gesto quase erótico, em seguida, desceu pelas curvas bem desenhadas do corpo feminino. Beijavam-se tão intensamente, numa mistura de desejo, paixão e amor. Foi um beijo quente como fogo, demorado, delicioso, daqueles que tiram o fôlego e fazem desejar mais.


–Agora você vai me contar?


–Não, isso não foi o suficiente. -Olhou-na provocativamente.


–Vou te beijar de novo, então...


Os lábios tocaram-se de uma forma avassaladora, o beijo se tornou ainda mais lascivo do que antes, deixando um gosto deliciosamente quente. Elena sentiu seu corpo pulsar por ele de uma forma que lhe afetou a alma, beijá-lo sempre a afetava, sendo os beijos romântico ou luxuriosos. Seu coração sempre acelerava num ritmo especial, sua respiração ofegava, sua alma pulsava de uma forma que não podia definir. Era como se os dois tivesse uma sintonia perfeita.


É lógico que ele não contou para ela, onde a estava levando, mesmo os dois tendo ficado durante um bom tempo se beijando encostados numa parede mais afastada à entrada do aeroporto. A verdade é que Elena já havia se esquecido disso, quando os beijos se tornavam mais intensos e os toques mais provocantes do que havia previsto, ela já não conseguia mais raciocinar direito, só conseguia se pensar nele, pensar nos beijos que partilhavam.


Quando os dois entraram no aeroporto, Elena ficou esperando que fossem até o balcão de uma empresa para fazer o check-in, mas isso não aconteceu. Iriam viajar de num avião particular. Aquilo era realmente incrível. Ela nunca imaginou que voaria num jatinho.


–Agora eu estou me sentindo uma estrela. -Elena falou animadamente, mas também sentiu-se um pouco idiota por esse comentário. -Isso é demais.


–Eu sabia que você ia gostar. -Damon respondeu, divertindo se com a garota que andava de um lado para o outro no avião.


–Nossa, a Caroline vai ficar doida quando eu contar para ela.


–Eu consigo imaginar os gritinhos da Barbie quando você contar para ela. -Falou cinicamente.


Mas foi naquele instante que a morena percebeu que ninguém havia ligado para ela. Nem Caroline, nem Bonnie, nem ninguém. Nenhuma ligação de feliz aniversário. A garota sentou-se na poltrona, não estava mais tão animada.


–Ninguém me deu feliz aniversário.


–Que bom saber que eu não sou ninguém para você. -Provocou.


–Tirando você, amor, ninguém mais. Ninguém me ligou, nem as meninas.


–Vai ver elas esqueceram.


–É, eu acho que sim.


Quando o avião pousou, os dois embarcaram em um helicóptero que voou aproximadamente uma hora até pousar no destino final, não pousou no aeroporto, pois a pequena cidade não possuía um, pouso em um pequeno campo que Elena reconheceu de imediato.


–Mystic Falls? -Perguntou surpresa.


–Eu sabia que você estava com saudades desse fim de mundo, eu iria te trazer apenas para você visitar as suas amigas, mas eu tenho certeza que a Caroline te organizou uma festa...


–Por isso que ela não me ligou. -Elena riu. — Para que eu não desconfiasse de nada.


No instante seguinte a loira de quem ela falava surgiu animada, abraçando-na com força.


–Lena, que saudades! — Caroline exclamou.


–Eu também. -Elena retribuiu o abraço e tivera que se conter para não começar a chorar.


–Você vai ter que me contar tudinho. -Falou puxando a amiga pela mão. A loira se virou para Damon e falou. -Eu vou roubar ela de você por umas horas, temos muitas fofocas para colocar em dia.


–Pode começar a falar. – Caroline pediu assim que ela entraram na casa da loira.


–O que você quer saber? – Elena perguntou sem jeito.


–Tudo que eu perdi, ué.


–Mas eu já te contei tudo.


–Deixa eu ver sua aliança.


Elena mostrou.


–Uau que linda! – A loira exclamou.


–E eu ganhei esse anel dele hoje de aniversário. Era da mãe dele.


–Ai que romântico. –A loira fez uma pausa. –Agora vamos a parte que mais interessa.


–Qual? –A morena perguntou curiosa.


–Vocês estão fazendo muito sexo?


–Carr...


–Fala sério, né, Elena? Você está casada com o cara mais gostoso do mundo e não quer me contar os detalhes.


–Não é isso, é que... –Falou envergonhada.


–É bom, não é? –Caroline perguntou com um sorrisinho em seus lábios.


Elena não respondeu, apenas mordeu o lábio inferior.


–Só por essa sua cara de safada, eu já até imagino.


Naquele momento, Bonnie chegara e Elena suspirou aliviada, afinal, não iria ter que continuar respondendo o interrogátorio feito por Caroline.


–Ah que saudades...-Elena falou e foi na direção da amiga que a abraçou, foi um abraço um pouco frio, ou pelo menos foi o que a garota achou.


–Você está brava comigo? –Perguntou com medo do que poderia ser a resposta.


–Lógico que não, sua boba. Por que eu ia estar brava? –Bonnie abriu um sorriso simpático.


De repente, Elena sentiu-se tonta, precisou segurar-se em uma das cadeiras para não cair.


–Você está bem? –Tanto Caroline como Bonnie perguntaram ao mesmo tempo.


–Eu acho que sim, eu estou me sentindo meio tonta o dia inteiro.


–Se você não estivesse casada com um vampiro, eu ia dizer que você está gravida. –A loira falou num tom de brincadeira. –Descansa um pouquinho, você precisa estar ótima para a sua mega festa de aniversário.


–Eu já estou bem.


–Certeza?


–Sim.


...


Elena já estava quase pronta para a festa. Usava um lindo vestido azul que ganhara de Caroline de presente de aniversário. E bem,era o vestido mais lindo que ela já tinha visto. A morena sempre se impressionava com o bom gosto da amiga e também coma capacidade extraordinária de organizar festar. Por mais que Elena não fosse do tipo festeira, ela estava empolgada para aquela festa. Queria compartilhar o aniversário de vinte anos com todas as pessoas que ela amava.


Só que tudo mudou quando ela viu a imagem de Stefan refletida no espelho. A morena sentiu a tensão percorrer sua espinha, ficou nervosa no mesmo instante. Havia se esquecido que cedo ou tarde teria que conversar com ele e ela ainda não estava preparada para isso.


–Elena. –Ele a chamou.


–Stefan...-Falou o nome dele num tom fraco, que soou quase como um sussurro. A garota sentiu-se incrivelmente mal, podia perceber que ele não estava bem. Era visível o quanto ele estava triste e ela era culpada por isso. –Eu sinto muito por tudo. –Falou sinceramente.


–Você deveria ter me falado, Elena. – Lamentou.


–Eu estava tão confusa, eu sinto muito.


–Eu acho que você ainda está confusa, Elena. –Ele falou segurando as mãos dela. – Você ainda me ama.


–Não, eu não amo, eu sinto muito. –Falou suavemente, enquanto tentava fugir com as mãos do toque dele.-Eu amo Damon, eu já estava apaixonada por ele a muito tempo, eu só não admitia.


Ele iria falar algo, mas não foi possível. A garota quase perdeu a consciência o que fez com que ele tivesse que ampará-la para que ela não caísse.


–Você está bem? –Perguntou preocupado.


–Eu não sei. – Ela respondeu confusa. Na verdade, ela estava se sentindo cada vez pior, todo seu corpo doía.


Naquele instante, Damon entrou no quarto e não gostou nem um pouco da cena que viu. Elena se queixando de dor, afinal, estava passando muito mal, nos braços de Stefan.


–O que você fez com ela? –Exigiu.


–Nada, ela começou a passar mal do nada.


–Eu não acredito. -Rosnou – E você, larga ela. -Não ia deixar com que ele ficasse com a sua garota no colo. Iria cuidar dela sozinho.


Não precisava de muito para que os dois começassem a brigar e Elena sabia muito bem disso. -Por favor, não briguem. -A garota falou com dificuldade. Ao menos, naquele instante, os dois a atenderam.


Damon a pegou no colo e a deitou na cama. Elena parecia tão abatida. Ela estava bem a pouco tempo atrás e agora estava daquela forma tão debilitada.


–O que você está sentindo? -Damon perguntou preocupado.


–Eu me sinto tão fraca, meu corpo inteiro está doendo...-Iria continuar, mas começou tossir. Estava tossindo sangue, muito sangue. Até de seus olhos o líquido vermelho começou a verter.


A garota estendeu a mão para ele, queria que Damon segurasse sua mão bem forte, o que ele fez prontamente. Acariciou o rosto da garota e percebeu o quanto ela estava quente, estava queimando, na verdade. Elena estava com febre, uma febre muito alta.


Ela não estava nada bem, não era difícil de perceber. E em pouco tempo, ela já estava perdendo a consciência. Se continuasse assim, ela iria morrer. E ele não podia perdê-la de forma alguma, não saberia o que fazer sem ela, afinal, só de imaginar esta hipótese, ja sentia um desespero terrível.


Mordeu o próprio pulso, o que fez com que seu sangue jorrasse e ofereceu a garota, que passou a beber dele. Ela levou uma das mãos até o pulso dele, segurando-no contra seus lábios. Precisou beber muito para que sentisse seu corpo recuperasse as forças.


–Como você se sente? -Damon perguntou gentilmente.


–Estou melhor agora.


Só que a melhora foi apenas momentânea, alguns instantes depois, todos os sintomas retornaram, ainda mais fortes do que antes.


–Isso não pode acontecer. -Damon falou surpreso. Havia dado seu sangue a ela, era para tê-la curado, ter curado qualquer que fosse a doença dela, mas isso não aconteceu.


–Tem algo errado. -Stefan observou.


–É, eu já percebi. -Concordou.


Notas finais
Spoiler:
Não, ela não está grávida.