Notas iniciais
Tá aí o cap do casamento *>*
Eu espero que vcs gostem.
Por favor, não esqueçam de comentar *>*
Pergunta: Vcs querem mais capítulos, com a lua de mel e tal e mais algumas coisas ou chega por aqui com o casamento deles?
Beijinhos

Elena estava tão feliz, uma felicidade que não podia conter. Era como se estivesse vivendo um sonho maravilhoso. E se fosse um sonho, ela não queria acordar, queria ficar ali para sempre. Mas não era um sonho, era tudo real, tudo perfeito. Ela estava em Las Vegas, num dos hotéis mais lindos a cidade.

Era tudo tão bonito e maravilhoso, ainda mais para alguém como ela, que passara toda a sua vida numa cidadezinha do interior. E no hotel, como em muitos de Las Vegas, havia uma capela para a realização de casamentos e ela se casaria com Damon ali.

Casar, era tudo que ela queria, quando chegara à cidade, não quisera fazer nada a não ser se preparar para o casamento. Mal via a hora de estar ao lado dele e trocar as alianças. A morena não conseguia parar de sorrir nem por um momento, afinal, cada pensamento tão doce e romântico, que surgia em sua mente, fazia com que ela ficasse ainda mais contente.

Era realmente um sonho. Elena não pode acreditar quando chegou ao quarto que iria se arrumar. Era tudo tão bonito, tão bem arrumado, tão fino, e era tão grande que mais parecia um apartamento e mesmo assim, nem poderia ser comparado com a suíte onde iria passar a noite de núpcias.

A morena nem conseguia imaginar como deveria ser a suíte, deveria ser de uma beleza que não era nem capaz de visualizar. Elena tivera mais uma surpresa, no quarto havia várias pessoas para ajudá-la. Era como se estivesse num salão de beleza. Ela que estava imaginando que teria que se arrumar sozinha.

Passara boa parte do tempo, tentando se lembrar de todos os conselhos de maquiagem que Caroline havia lhe dado e não conseguia. Nem sabia como começaria a se arrumar, mas não teria mais esse problema. – Isso não é possível. – A garota meneou a cabeça, só podia mesmo ser um sonho. Era perfeito demais. – Eu não acredito. – Falou rindo, o sorriso se alargou ainda mais, se é que isso era possível.

– Você tem sorte de ter um noivo que se preocupe tanto com você – Falou uma das mulheres.

Mas era lógico que tudo aquilo tinha que ser coisa do Damon, só ele era capaz de surpreendê-la daquela maneira. Elena tinha tanta sorte e ela sabia disso, era como se ele tivesse prestado atenção a cada fala dela, tudo que ela queria, ela tinha. Ela nunca imaginou que ele pudesse ser tão romântico, mas tudo isso era reservado somente a ela. Ela era a única pessoa que ele tratava com gentileza, afinal, era a mulher que ele amava, não era capaz de amar qualquer outra pessoa como ele amava Elena Gilbert.

– Isso é maravilhoso. – A morena falou, ainda incrédula, era tudo tão perfeito, melhor do que qualquer coisa que ela pudesse imaginar. Ele era perfeito e ela não via a hora de beijá-lo e agradecê-lo por tudo, principalmente por amá-la tão intensamente e tê-la amado mesmo quando ela não merecia o amor dele. Sorrira ainda mais e falara. – Eu quero ficar linda. – A garota desejava ficar linda, parecer uma princesa, queria que quando ele a visse ficasse encantado. Sim, queria ficar linda para ele.

Primeiramente, a morena foi tomar um relaxante banho, passou diversos cremes para tratar de sua pele e também deixá-la incrivelmente macia e delicada. Vestiu um roupão e foi para que cuidassem dos cabelos dela. A morena dava opinião em cada mínimo detalhe, estava tão animada, tão empolgada.

Era completamente diferente de quando ela havia planejado seu casamento com Stefan. Naquela época, ela não tinha animo para nada, só o pensamento que iria se casar a deprimia, e escolher cada detalhe tornava tudo tão real e ela não conseguia suportar, seu coração se abria em feridas profundas, que não cicatrizavam nunca, ao contrário, apenas aumentava a gravidade do ferimento e da dor.

Mas era tudo diferente, agora, estava prestes a se casar com Damon e ela queria muito isso, era o que ela mais queria, afinal, ela o amava, amava com todo seu ser, era como se sua alma só se acalmasse ao lado dele, vibrasse numa felicidade avassaladora e seu coração palpitasse numa frequência especial, era como se capa parte de seu corpo reagisse.

Enquanto terminava o cabelo, uma manicure fazia suas unhas. Em seguida, foi à vez da maquiagem, uma maquiagem bem marcada, mas com cores suaves, afinal, era maquiagem para uma noiva. Elena estava linda, o cabelo preso em coque frouxo, o castanho de seus olhos estavam ainda mais profundo e resaltados pela maquiagem e os lábios róseos ainda mais atrativos pela coloração rosa do batom que usava.

Sentiu-se tão linda, mas ainda faltava o vestido de noiva, resignou-se que teria que usar o vestido antigo, até que a uma as mulheres dirigiu a palavra a ela. – Qual vestido você vai usar?

Foi quando Elena percebeu, viu o armário repleto de vestidos de noiva. A garota avançou na direção dos vestidos, estava ainda mais surpresa do que antes. Estava tão alegre, ainda achava que tudo era um sonho, só podia ser um sonho. Cada instante era algo novo que a preenchia de felicidade.

Damon tinha sido tão cuidadoso e carinhoso com ela, que havia prestado atenção em cada mínima fala dela. Comprara o diário para ela e agora os vestidos estavam lá. Não sabia ao certo como ele havia feito isso, mas só podia ser coisa dele. Elena abrira um lindo sorriso, ficara ainda mais contente do que já e estava e por mais incrível que pudesse ser, ela ainda poderia ficar mais feliz. Seria uma felicidade imensurável quando estivesse com ele novamente.

Comprara o diário para ela e agora os vestidos estavam lá. Não sabia ao certo como ele havia feito isso, mas só podia ser coisa dele. Só havia uma coisa que a faria mais feliz do que já estava, era estar com Damon novamente. Elena passou a ficar ansiosa, cada minuto era quase torturante, já sentia falta dele, falta de seus beijos, do calor de seu corpo, mas, logo, estaria com ele, ou melhor, casada com ele.

A morena abriu um largo sorriso de contentamento enquanto observava os vários vestidos. Eram todos os tipos e estilos, ela não conseguia escolher. Gostava de um, mas, gostava de outro. Era impossível se decidir. Eram todos tão lindos e elegantes.

Nesse instante sentiu falta de Caroline. Se ela estivesse lá, a ajudaria a escolher. Sentiu muita falta da loira e lamentou, que, talvez, nunca mais a visse. Com toda a certeza, Caroline a teria feito experimentar todos os vestidos, várias vezes, até se decidir por algum.

O sorriso se alargou no rosto da morena com essa ideia, mas depois, sentiu-se um pouco triste. Imaginou que jamais retornaria a Mystic Falls, afinal, todos deveria estar julgando-a, julgando a atitude que tivera ao fugir de seu casamento. Mas ainda assim, valia a pena, jamais se arrependeria do que fizera.

Ela amava Damon e seria injusto e totalmente errado não se entregar ao amor que sentia. E ela não iria conseguir ficar longe dele, a dor que a ausência lhe causava era tão forte, tão intensa, que lhe atingia na alma, rasgando-lhe, despedaçando-a de uma forma incurável.

Ou melhor, havia uma cura, e ela estava totalmente curada daquela sensação horrível de vazio, ele era a cura dela. Era tudo que importava. Elena voltou-se para os vestidos. Era impossível de escolher. Ela virou-se para uma das moças que estava lá e falou.

– São todos tão lindos, eu não consigo escolher. – A garota olhava encantada para cada vestido, gostava de todos, havia tantos modelos e estilos, dos mais simples aos mais elegantes. – Qual eu devo escolher?

–Realmente, todos são muito bonitos, mas eu acho que você deva escolher o que tem mais a ver com você. – A mulher sorriu. – Tem sempre um vestido que nos agrada mais, que parece que foi feito para nós.

Talvez a mulher estivesse certa. Houvesse um vestido especial para cada um e, olhando cuidadosamente, ela havia encontrado o próprio vestido. Era um vestido lindo e extremamente elegante, a faria parecer uma princesa. O vestido branco e longo, cujas mangas caiam pelos ombros, o tecido bordado e justo marcava suas belas curvas femininas e a saía rodada caía pelo seu corpo de uma forma elegante e delicada.

Quando se olhou no espelho, vestindo o lindo vestido, a garota abriu um sorriso. Sentiu-se linda, sentiu-se uma princesa. Para finalizar, ela usava uma tiara de diamantes e ao final dela, caía um véu pelas suas costas. Elena escolheu um bouquet de orquídeas brancas para levar em suas mãos.

Ela estava pronta para se casar e nesse instante, sentiu um nervosismo estranho invadir-lhe o cerne. Seu corpo pulsou de uma maneira diferente, como se reagisse ao misto de sentimentos que ela sentia, estava ansiosa e nervosa, mas isso era completamente compreensível, ela iria se casar e toda a noiva fica nervosa. Elena estava incrivelmente nervosa.

...

Elena caminhava pelo corredor que levava até o altar da capela. Estava completamente encantada com a beleza do pequeno local, era muito mais do que ela poderia imaginar. Havia flores por toda a extensão da capela, deixando um romantismo marcado pela beleza de suas cores e um aroma delicadamente doce e afetuoso na fragrância que exalavam.

Por mais inacreditável que pudesse ser, a decoração estava mais linda do que na festa de seu casamento com Stefan. Talvez, fosse o amor que ela sentia que fizesse com que ela achasse tudo tão lindo, tudo tão perfeito. Mas estava tudo lindo de verdade.

Elena ainda sentia o nervosismo percorrendo cada molécula de seu copo, seu coração pulsando naquele estranho compasso. Talvez fosse a ansiedade, ela só sabia que era uma sensação difícil de definir. Era confusa, ao mesmo tempo, que era boa. Não possuía nenhuma dúvida, tinha certeza absoluta que era isso que ela queria.

E quando ela o viu parado no altar esperando por ela, a certeza se tornou ainda maior. Damon estava lá, seria só dela e ela seria só dele. Elena pode sentir seu corpo mudar completamente, era preenchido por uma felicidade que não era capaz de definir. Não pode evitar o sorriso que se desenhou em seu rosto, um sorriso tão doce e puro, um sorriso de amor.

Ela sorria para ele, somente para ele. Seus olhos ganharam um brilho maior, especial, resultado de estar tão perto dele. Sentiu cada músculo de seu corpo desejar correr para estar ao lado dele mais rápido, queria abraçá-lo e não soltar nunca mais, queria os lábios masculinos junto aos seus.

Era um amor, uma necessidade de estar com ele, era algo tão forte, tudo isso por que o sentimento era profundo demais, era intenso e verdadeiro. A morena sentiu seu corpo amolecer, e quase perdera o ar quando Damon abriu um sorriso, um daqueles sorrisos irresistíveis, um sorriso carinhoso e ao mesmo tempo sedutor.

Era um sorriso que ela sabia ser somente para ela. Ele só ria assim por ela, por mais ninguém, afinal, ela era a única que merecia que ele sorrisse de forma sincera. O vampiro a olhava completamente encantado, quase hipnotizado pela beleza da garota. A forma como ela caminhava, o vestido que a deixava tão bela, tão linda, fazia com que ela a desejasse, ao mesmo tempo em que fazia com que ela a considerasse uma frágil princesa.

O sorriso dela era algo de outro mundo, algo que não podia explicar. Não podia mesmo explicar, era difícil achar as palavras para definir como ele se sentia quando Elena sorria para ele daquele jeito. Os olhos dela tão castanhos e tão lindos, um olhar tão puro, femininamente doce.

Ele a amava, amava tanto, que podia até mesmo sentir algo quase impossível, seu coração, o coração de um vampiro, pulsava acelerado a cada instante em que ela se aproximava dele. O sorriso dela se alargou em seu rosto, era como se pudesse entender tudo que ele pensasse, eles podiam se comunicar, se falar, sem ter que dizer nenhuma palavra.

A ligação que possuíam era tão intensa, tão profunda, quase visceral. Era um amor transcendental, completamente verdadeiro, daqueles amores que a pessoa perde completamente a razão, é apenas o sentimento e nada mais. Não havia ninguém mas na capela, a não ser os dois e o padre que iria realizar a cerimônia e foi aí que Elena percebeu que não precisava de mais ninguém, não precisava de festa, não precisava de nada.

Sua felicidade não estava no número de convidados ou da imensidão do local, nem de convidados. Tudo que ela precisava já estava ali. E ela estava tão feliz, nunca havia se sentido tão feliz em toda a sua vida. Ela só precisava dele e ele só precisava dela.

Completavam-se de uma forma quase divina, algo indecifrável para os outros, mas que se revelava, e se explicava nos olhares de cumplicidade que trocavam.Elena dava passos seguros na direção dele, já não conseguia ouvir mais nada, ver mais nada. Toda a sua atenção era dele.

Só ele importava, só ele. Não pode conter as lágrimas que inundavam seus olhos e, agora, vertiam de seus olhos. Nem mesmo ela entendia porque chorava, só chorava, seu coração batia num ritmo aceleradamente cadenciado. Eram tantos sentimentos, era tanta coisa, mas tudo que ela queria era o toque dele, suas mãos entrelaçadas nas deles.

Quando finalmente ela estava frente a frente com ele, toda a reação se tornou mais intensa, seu corpo tremia. E quanto Damon segurou sua mão, ela sentiu uma onda tranquilizadora fluir dele para ela, uma energia tão densa, podia sentir um amor, um amor que passava dele para ela e dela para ele, numa sincronia perfeitamente apaixonante.

As lágrimas ainda vertiam quando ela o olhou profundamente, quase se perdendo nele, perdendo no azul dos olhos dele, no sorriso apaixonadamente cativante. Elena estava encantada, ainda achava que estava sonhando, só podia estar sonhando. Era tudo tão perfeito.

– Eu estou sonhando? – A garota perguntou num sussurro, quase abafado pelo choro. Não queria que fosse um sonho, mas se fosse, queria sonhar para sempre, queria cada instante, cada segundo daquele momento.

– Não, minha princesa, é tudo real. – Damon respondeu, sorrindo, levou a outra mão até o rosto dela, e secou as lágrimas que vertiam pelos olhos dela. – Você não devia chorar, você fica muito mais linda quando sorri. – Ele observou, enquanto sorria para ela, apertou-lhe a mão, sentia o quanto ela ainda estava tremendo e sentia o amor dela fluir para ele. Era uma sensação incrível, ainda mais para alguém que não estava acostumado a ser amado, mas Elena o amava.

– Eu estou chorando de alegria. – Ela respondeu,as lágrimas se misturando a um sorriso verdadeiro, estava realmente feliz, tremia de alegria também, porque estava com ele e porque o amava, o amava com todo o seu ser.

Então ele a conduziu até o altar onde o padre os aguardava para iniciar a cerimônia. Enquanto o padre dizia cada palavra, Damon e Elena ainda estavam de mãos dadas, um acariciava a mão do outro, com tamanho afeto e amor. Ás vezes, olhavam-se e sorriam, trocavam olhares apaixonados, de cumplicidade, de amor. Era como se a cada sorriso que dessem um para o outro dissessem “Eu te amo”. Finalmente o padre chegou ao momento dos votos, dirigindo, primeiramente, a palavra a Damon.

– Damon, você promete, diante de Deus, receber Elena, como sua legítima esposa para viver com ela, conforme o que foi ordenado por Deus, na santa instituição do casamento? Promete amá-la, honrá-la, consolá-la e protegê-la na enfermidade ou na saú­de, na prosperidade ou na adversidade, e manter-se fiel a ela enquanto os dois viverem?

–Sim. – Damon respondeu, era lógico que ele a queria como sua esposa, ele a amava tanto, era um amor tão verdadeiro, tão profundo. Ela era a única, sempre seria. Quando ele a olhou nos olhos, ela estava sorrindo, um sorriso tão alegre, os olhos castanhos mostravam como ela se sentia, possuíam um brilho indelével. Ela estava tão feliz.

O padre, seguindo a formalidade da cerimônia, dirigiu a palavra para Elena.

– Elena, você promete, diante de Deus, receber Damon, como seu legítimo marido, para viver com ele, conforme o que foi ordenado por Deus, na santa instituição do casamento? Promete amá-lo, honrá-lo, respeitá-lo, ajudá-lo e cuidar dele na enfermidade ou na saúde, na prosperidade ou na adversidade, e manter-se fiel a ele enquanto os dois viverem?

–Sim, eu prometo. — Elena respondeu seguramente, tudo que ela queria era isso, era estar casada com Damon. Ele era tudo para ela, o coração dela já era dele, e seria assim para sempre. Ela o amava incondicionalmente.

Os dois fitaram-se novamente, enquanto o padre prosseguia. Não conseguiam parar de sorrir, afinal, era uma felicidade tão grande, imensurável. Depois de tanto tempo, estavam, finalmente, juntos e nada seria capaz de separá-los. Então, chegara o momento da troca de alianças.

Elena não pode conter o choro novamente, deixou as lágrimas quentes passearem por sua face de pele aveludada. Chorar não doía, ao contrário, era sua alma mostrando o quanto estava feliz. Ela chorava e sorria ao mesmo tempo, era uma emoção tão forte.

Seu coração pulsava acelerado, era uma sensação tão boa, tão doce. Percebia que ele sentia o mesmo, que ele a amava na mesma intensidade que ela o amava. Era uma sinergia perfeita, afinal, era amor de verdade. Ela ergueu a mão esquerda, para que ele pudesse colocar a aliança em seu dedo.

A mão dela tremia, Elena não podia conter o nervosismo, a ansiedade. Nunca pensou que se casar fosse algo tão intenso, tão sentimental. Antes de colocar-lhe a aliança, ele acariciou sua mão, queria acalmá-la. A morena sorriu, retribuindo ao sorriso apaixonado que ele lhe destinava.

Quando ele a tocava e a acariciava, tudo passava, ela sentia uma sensação que entorpecia sua alma, mergulhando-a num amor infinito, era como se uma onda deliciosa, tão calmante, ao mesmo tempo em que a agitava. Ele a completava em cada mínimo detalhe.

Finalmente, a aliança estava em seu dedo, como todo o brilho dourado que ela havia imaginado. Passou um instante a admirando. Tudo que ela queria era abraçá-lo, queria beijá-lo e agradecê-lo por fazê-la tão feliz. Naquele instante, a vez dela de colocar a aliança no dedo dele.

A garota o fitou, os olhares se encontraram tão intensamente, era algo tão carinhoso, tão afetuoso. Damon sorria para ela, ainda estava encantado por ela, sempre ficaria assim, pois Elena mexia com ele de uma forma especial, era algo tão profundo, algo que não podia ser meramente narrado, mas, sim, sentido. A morena retribuiu o sorriso, ela já não chorava mais, ela apenas sorria. Sentia uma felicidade tão grande em sua alma, todo seu corpo pulsava, reagindo à sensação maravilhosa, a sensação de estar completa.

Eu os declaro marido e mulher. Foram as únicas palavras que os dois ouviram, depois tudo passou a não fazer nenhum sentindo ou ter qualquer importância. Estavam completamente envolvidos, os corpos aproximaram-se, numa avidez, necessitavam um do outro, daquela proximidade.

Os rostos aproximaram-se, ela sorriu, os lábios tão próximos, quase implorando pelos dele colados aos seus. Damon levou ambas as mãos ao rosto de pele macia da garota, fechou os dele, e selou os lábios aos dela, iniciando um beijo tão intenso, tão apaixonado, repleto de amor.

O perfume femininamente adocicado da pele de Elena o inebriava, entorpecia, era como se nada mais existisse, a não ser Elena, os lábios dela, o corpo colado ao seu, o beijo quase divino, o amor que era transmitido um para o outro da forma mais suave e harmoniosa que pudesse existir.

Acariciou a pele aveludada, demonstrando todo o amor e afeto que sentia por ela. A cada carícia que Elena recebia dele, seu corpo mergulhava numa sensação quase hipnotizante, podia sentir a ligação que possuíam, seu corpo reagia ao dele, ao carinho que recebia em sua face, ao beijo que apaixonava seus lábios e a fazia se sentir a mulher mais amada que pudesse existir.

Era um beijo que dizia tudo, absolutamente tudo, era quase tão infinito quanto o amor deles. Ela levou ambas as mãos aos cabelos dele, entrelaçando seus dedos ali, descendo, depois, para acariciar-lhe a nuca, enquanto ainda beijavam-se. Era o beijo mais doce, mais intenso que qualquer um dos dois já haviam experimentado. Era delicioso, doce, puro, ardente, perfeito. Era como se partilhassem suas almas durante o beijo.

–Eu te amo. – Elena falou, num sussurro, os lábios ainda tão próximos dos dele.

–Eu também te amo, minha princesa. – Damon respondeu, ainda acariciando o rosto dela, enquanto sorria ao olhar nos olhos dela, e encontrar o brilho de seu olhar.

Os dois saíam lentamente do altar, ela abraçada nele, queria ficar o mais próximo possível, o corpo junto ao dele, sentindo seu calor. Não conseguia mais ficar longe, não conseguia, nem queria. Era só dele, era a mulher dele agora. Nunca mais, ficaria separada dele. Seriapara sempre, ela pensou, o sorriso se alargando em sua face.

–Amor, o que foi tudo isso? – Ela perguntou quase encantada. – Os vestidos, a festa... – Elena continuou maravilhada. – Foi tudo tão lindo, tão perfeito. – A garota sorriu. – Como você consegue?

–Vamos dizer apenas que eu tenho os meus métodos. – Damon sorriu, um sorriso quase sacarcástico, quase sedutor. Puxou a garota pela cintura, para que seu corpo ficasse ainda mais próximo ao dele. – Eu achei que você ia preferir uma cerimônia tradicional, mas, podemos ter algo mais Vegas, todo casamento que acontece aqui,tem seu próprio Elvis Presley, se você quiser... – Ele falou ainda rindo, já sabia que a resposta dela seria não, o casamento deles, não era como os milhares que aconteciam em Las Vegas diariamente. Eles estavam se casando porque se amavam de verdade.

–Ah, que engraçado. – A morena sorriu. – Elvis Presley? Bem, que eu já tinha ouvido algo parecido sobre os casamentos de Las Vegas. Será que é parecido mesmo com o Elvis? – Elena perguntou, divertindo-se

–Um pouco. – Damon respondeu. Ele a acariciou, adorava vê-la feliz da forma como ela estava naquele instante. Amava o sorriso dela, a amava perdidamente.

–Ah, mas eu não quero Elvis nenhum. Não tem nada a ver como o nosso casamento, mas que deve ser super divertido, isso deve ser. – Elena falou e depois, buscou os lábios dele, queria beijá-lo, novamente. Nunca iria se cansar de beijá-lo, cada beijo era ainda melhor, ainda mais gostoso, doce, amoroso. Era mais do que ela podia sonhar para si mesma.

–Uhum... – Damon respondeu entre os beijos. Beijos tão profundos e demorados, cada vez mais, ele se perdia nela, em seu perfume, no gosto de seus lábios tão quentes e femininos.

–Nós pertencemos um ao outro agora. – Elena disse num tom manhoso, tão doce. Estava tão feliz e isso era tão visível. – Você é só meu. – Ela concluiu, ainda mais manhosa do que antes.

–E você é só minha. – Damon falou, ainda não acreditava que ela estava com ele, que a garota que ele amava o tinha escolhido. – A minha Elena. – Ele sorriu e a beijou novamente, precisava beijá-la, precisava tê-la ao seu lado, não havia nada melhor do que isso.

–Damon, me beija de novo para eu ter certeza que é verdade. – Elena falou, não entendia porque, mas ainda achava que era tudo um sonho, devia ser porque era tudo tão maravilhoso, tão lindo, que só podia ser um sonho. Mas era tudo real.

O vampiro a atendeu, a envolveu entre seus braços, a abraçando com tamanho carinho e afeto. Em seguida, a beijou com paixão, um beijo demorado, tão delicioso e doce, ao mesmo tempo em que se tornava urgente, quase desejoso.

...

Embora Elena tivesse dito que não era necessário, Damon a levara de colo até a suíte deles, afinal, o noivo sempre carrega a noiva até o quarto. No fim, ela adorou aquilo, adorou poder envolver seus braços no pescoço dele e sentir-se tão amada e protegida dos braços fortes dele.

A suíte era enorme, na verdade, parecia um apartamento gigantesco, tinha tudo ali, uma sala linda, uma varanda enorme, dois quartos...parecia mesmo uma casa, não um simples quarto de hotel. Elena foi até a varanda, a vista era maravilhosa, estavam no último andar, e por isso, era possível ver a cidade inteira, as luzes que não se apagavam nunca, os prédios altos, que ela não estava acostumada a ver, o brilho das luzes dos intermináveis cassinos que se estendiam por toda a cidade.

–É tudo tão lindo... – A morena falou, num tom melodioso, tão doce. Ele adorava o som da voz dela, adorava quando ela falava daquele jeito tão meigo.

–Não tão lindo quanto você... – Damon falou, sorrindo, enquanto deixava um de seus braços a envolver, a abraçando de forma tão carinhosa.

–Como você é romântico. – Ela concluiu ainda surpresa, ele era tão maravilhoso, tão carinhoso com ela. – Como eu pude demorar tanto tempo para perceber isso?

–Por que eu não era assim antes, Elena. – O vampiro respondeu sinceramente. Ele não era romântico, tão pouco tratava bem as pessoas, não se importava com nada, ou pelo menos, tentava não se importar.

–Eu acho que você sempre foi assim. – A morena falou segura do que dizia. – Você só não demonstrava... – Elena se abraçou ainda mais nele. – Por que tinha medo de se envolver e sofrer... – A garota sorriu carinhosamente.

Damon tentou negar, mas era óbvio que ele sempre fora assim, mas por conta de tudo que havia sofrido, ele acabara se tornando quase insensível, para não sofrer. Sentiu Elena se aninhar nele e com ela tão perto era tão difícil manter o controle e se demonstrar frio, não conseguia fazer isso, porque a amava demais. – Eu mudei por você, Elena. – Finalmente, ele admitiu.

–Não, você só voltou a ser o Damon carinhoso que sempre foi. – Ela sorriu, qualquer um podia achar que ele era insensível ou arrogante, até mesmo ele, mas ela sabia exatamente quem ele era. Ela sabia a pessoa incrível que ele era. – E eu amo esse Damon carinhoso e romântico, sabia? – Elena o beijou docemente. – Eu te amo de qualquer jeito, simplesmente porque vai ser sempre você.

Damon sorriu e a puxou para si, beijando-a com tanto afinco, ela era a mulher mais especial que existia. Elena o conhecia e o entendia tão bem. Ela era realmente especial, tão doce, tão boa e o melhor, ela era só dele e de mais ninguém. Ela se aninhou nele, que a pegou no colo novamente e a levou até o quarto.

Beijavam-se sem parar, os corpos tão juntos, colados, o calor fluindo de um para o outro, assim como o amor. Era uma harmonia, uma sincronia perfeita. Ele sorriu nos lábios dela, fazendo com que o corpo frágil da garota se arrepiasse.

– Você é linda. – Falou, olhando diretamente nos olhos, de uma coloração castanha que era quase única, possuíam um brilho, uma vida, que outros olhos jamais teriam. E a forma como ela sorriu ao ouvir as palavras doces dele, o fizeram se encantar ainda mais. O sorriso dela era algo inexplicável.

– Você me ama... – A morena falou, era uma afirmação, ela tinha certeza, podia perceber que ele a amava pela forma como ele a tocava, pelo gosto que o beijo dele tinha. Damon deixava as mãos descerem pelas costas dela, experimentando cada curva femininamente bem esculpida, ansiava pela pele dela em suas mãos, por sua maciez.

– Eu amo... – Ele respondeu, mesmo não tendo sido uma pergunta, ele a amava demais, com todo o seu ser. Ela era tudo, tudo mesmo. – Eu sei disso. – Elena falou, abrindo um sorriso tão contente, tão contagiante.

– Você me ama. – Ela continuou. – E eu amo você. – Falou sinceramente, num tom tão doce, tão melodioso, tão apaixonado.

–Eu amo sua voz quando você diz que me ama desse jeito. – Damon falou entre os beijos que distribuía nos lábios delicados e quentes dela. – E eu amo esse seu sorriso, você sabia?

Elena sentiu a pele de seu rosto queimar, corou, ao ouvir as palavras dele. Seu coração acelerou, afinal, cada declaração dele, atingia sua alma, espalhando uma felicidade avassaladora por onde passava.

Em seguida, ela estava de costas para ele. Damon a ajudou a tirar a tiara dos cabelos dela, deixando com que os fios, antes presos, caíssem por suas costas em cachos. Ele adorava os cabelos dela, ainda mais quando estavam soltos, afinal, eram tão macios, e o perfume que exalavam era quase inebriante.

Afastou-lhe os cabelos e beijou-lhe a pele do pescoço demoradamente, enquanto deixou as mãos passearem nela, subindo, da cintura, até os seios, tocando-nos, apertando em suas mãos, entre seus dedos. Elena soltou um suspiro, sua respiração acelerou-se, seguindo o ritmo de seu coração.

Damon a beijou mais uma vez e depois lhe deu uma mordidinha tão provocante que a fez soltar um gemidinho. Em seguida, deixou as mãos massagearem as costas dela, suavemente, cuidadosamente, fazendo com que o corpo dela amolecesse com aquela sensação relaxante.

As mãos desceram por toda a extensão das costas, sentindo as belas curvas femininas e depois subiram e então, desceram, abrindo o zíper do vestido branco. Ajudou a morena a tirar o tecido que cobria-lhe o corpo, revelando a pele macia e bem cuidado, coberta apenas pelo sutiã e pela calcinha, ambos brancos e rendados, tão sensuais e provocantes.

Por um instante, ele apenas admirou o corpo lindo de Elena. Ele a desejava tanto, não só sexualmente, mas também, emocionalmente, a queria por inteiro, por completo. Elena se virou, ficando de frente para ele. Damon a puxou pela cintura, deixando os corpos colarem, sentindo o corpo dela roçar no seu, explorando, com suas mãos, cada parte dela.

Ela era tão bonita, tão deliciosa. Deixou as mãos descerem pelas costas dela, pela cintura, até chegar a suas coxas, em suas nádegas, apalpando firmemente. Elena suspirava pesadamente a cada toque ousado, toques, que pouco a pouco, lhe faziam perder a razão e se entregar mais e mais.

Ela o amava, afinal, queria ser dele, queria ser, para sempre. A morena deixou as mãos percorrem os braços fortes dele, sentindo cada músculo bem definido, depois, percorreu-lhe as costas e subiu, deixando as mãos acariciarem-lhe a nuca e depois, os dedos entrelaçarem nos cabelos negros dele.

Os lábios encontram-se novamente, num beijo tão intenso, tão doce, tão demorado. O amor era tão forte, tão profundo que parecia ser quase palpável. Eles se amavam tanto, mas tanto, que o sentimento chegava a ser físico. Elena deixou as mãos acariciarem o peitoral dele, mas depois, já não era o suficiente tocá-lo por cima do tecido das roupas, abriu os botões do paletó e tirou-o rapidamente.

Em seguida, foi a camisa, abriu o primeiro botão, o segundo, o terceiro... até ficar totalmente aberta, deixando o peitoral sarado a mostra. Damon a ajudou a tirar a camisa dele e, então, a garota deixou as mãos passearem ali, sentindo cada músculo, cada linha que formavam.

Quando ela percebeu, ela estava sentada na cama, e ele de joelhos, de frente para ela, ajudando;a tirar as altíssimas sandálias que usava. Tirou uma e depois a outra e em seguida beijou-lhe os pés, cada dedinho carinhosamente. A garota suspirou, sentiu-se uma princesa, tão amada, tão desejada.

Ele era mesmo incrível, a completava de todas as formas possíveis. Elena tomou a iniciativa, afinal, o queria tanto, o desejo crescia a cada instante, e então, ela o puxou pela gravata, e então os dois estavam sentados lado a lado, ou melhor, ela estava quase no colo dele. Os dois beijavam-se demoradamente, beijos doces e amorosos, ao mesmo tempo em que eram urgentes e ardentes. Era uma mistura perfeita de amor e desejo.

As mãos passeavam pelos corpos, sem nenhum pudor, mas para que teriam? Era tanto desejo, era uma necessidade tão grande de tocarem-se. Desejavam-se na mesma intensidade com que se amavam. Ele deixou os lábios descerem pelo pescoço dela, pelo colo, chegando ao vão entre os seios, beijando de uma forma que quase a enlouqueceu.

Como ele podia ser tão perfeito? Como podia fazer com que ela tivesse os pensamentos mais românticos e no instante seguinte os mais luxuriosos? Ela não sabia, mas também, não queria saber, só queria sentir, só queria sentir o amor fluir, sentir os toques quentes e ousados por todo seu corpo.

Damon deixou as mãos passearem pelas coxas dela, subindo e descendo audaciosamente, fazendo a respiração dela acelerar profundamente. As mãos, voltaram a subir nela, os lábios colaram-se novamente, em um beijo delicioso, profundo, amoroso, quente, repleto de desejo e paixão.

Então, Damon a deitou carinhosamente na cama, as bocas não se afastavam nem por um instante. Elena sentiu seu corpo se arrepiar ao sentir o corpo dele sob o seu, o calor, os músculos roçando nela, a forma carinhosa como ele acariciava seu rosto de pele aveludada.

Ele a olhou apaixonadamente, enquanto ainda fazia carinho nela. A morena abriu um sorriso e também levou uma das mãos ao rosto dele.

– Eu amo quando você me olha desse jeito. – Ela falou docemente.

– E eu amo quando você me olha assim também. – Ele a acariciou mais uma vez e então, deixou os lábios encontrarem os dela, num beijo tão intenso, tão gostoso. Era como fogo, mas também, era como uma tranquilidade indescritível, porque o corpo agitava em desejo e a alma vibrava numa paz perfeita, num amor incontestável. – Eu também amo te beijar. – Ele continuou, entre os beijos, distribuiu vários selinhos nos lábios dela, a fazendo sorrir, e então mordiscou o lábio inferior da garota, o mantendo preso entre os seus e sugou.

– Eu amo tudo em você... – A garota falou, o corpo entorpecido pelos toques deliciosos dele. Seu corpo era um misto de sensações, sentia-se desejada e ao mesmo tempo sentia-se protegida. Como isso podia ser possível? Era tão perfeito, tão doce, tão sensual, tão carinhoso. Era muito melhor do que ela podia imaginar.

Damon continuou no corpo dela, os lábios descendo, roçando na pele macia, sentindo o perfume docemente feminino, tão contagiante. Beijou-lhe o pescoço demoradamente, intercalando aos beijos, lambidas, e mordidinhas tão provocantes.Ele a amava tanto que queria que ela fosse dele em todos os sentidos. Sentiu os caninos doerem, queria o sangue dela, mas controlou o instinto, jamais faria isso com ela, a menos que ela quisesse, é claro.

E por mais inacreditável que fosse, ela queria, ela era dele, não se importava que ele bebesse dela, queria isso, queria dar seu sangue a ele, sua alma, seu coração, tudo. Ela era dele, só dele, seria assim para sempre. Elena soltou um gemidinho, como se pedisse por isso, mas ele pareceu não ter entendesse, talvez, tivesse entendido, mas ainda assim, preferiu se conter. – Eu quero... – A garota falou, queria de verdade, com todo o seu ser. – Eu quero ser sua em todos os sentidos. – Você tem certeza? – Ele perguntou confuso, jamais faria qualquer coisa que ela não permitisse, a amava demais, para desrespeitá-la em qualquer instante, em qualquer sentido. – Eu tenho. – Ela falou sinceramente. – Eu te amo.

Ele beijou-lhe o pescoço novamente, fazendo com que ela se arrepiasse por inteira e então, roçou os caninos na pele sensível. A garota soltou um gemidinho, que se intensificou com as duas fisgadas que vieram a seguir. Por incrível que parecesse, não doía, nem um pouco.

Não havia dor, apenas uma sensação de prazer e à medida que ele bebia dela, ela podia sentir como se os dois se fundissem em um só, era como se eles fossem capazes de partilharem pensamentos e sentimentos. Ela conseguia ver a essência dele, sentia o quanto ele a amava, era um amor tão grande, era infinito e incondicional.

Elena continuou, deixou a mente se ligar ainda mais com a dele. Da mesma forma que ela pode sentir, Damon também pode sentir o amor dela por ele, era um amor tão puro, tão verdadeiro, não havia nenhuma dúvida, era ele e apenas ele quem ela amava.

A garota queria saber mais, estava quase fascinada, era um canal aberto, ela podia ver todos os pensamentos dele, todos os sentimentos, até mesmo os mais sombrios, os mais depressivos, cada parte da vida dele.Você não devia ler os pensamentos dos outros sem autorização... Elena ouviu a voz dele ecoar na mente dela, não era realmente uma repreensão, ele não se importava que ela soubesse de tudo, mas como qualquer pessoa, ele tinha suas próprias inseguranças e isso era algo que ele não queria que ela soubesse. Se ele fora frio ou insensível durante tanto tempo, era para se proteger, para não mostrar o melhor dele, para não sofrer e por mais que ela soubesse disso, achou-se vulnerável demais, com ela vendo isso, sentindo.

Desculpa..., ela respondeu, da mesma forma, a voz doce que soava diretamente na mente dele. E então ela percebeu que ele também explorava os pensamentos dela, as sensações mais delicadas, mais triste, a dor que sentira ao perder seus pais, a dor por cada morte, por cada pessoa que ela perdera, mas principalmente, por mais que fosse claro que ela o amava, ele precisava ver, e não havia dúvidas, Stefan não estava mais lá, no coração dela.

Não mesmo, ela pertencia apenas a Damon, seu coração era dele, somente dele. Elena envergonhou-se, era uma intimidade tão grande, partilhar sangue daquela maneira era tão intenso, tão puro e ao mesmo tempo, era estranho, era uma exposição, ainda assim, deixou que ele avançasse, e visse, que ela o amava, era só ele, seria ele para sempre.Damon..., ela pediu, quando ele foi mais a fundo nos pensamentos dela, ela sentiu-se tão exposta, tão vulnerável, confiava nele para que soubesse de tudo, mas ainda assim, teve vergonha.

Os dois recuaram, mas não tanto assim, ainda podiam sentir o amor que um tinha pelo outro, era algo tão intenso que atingia a alma, na verdade, a ligação era tão forte, que parecia ser uma ligação de alma. Era perfeito, doce, tão romântico. Damon bebeu só mais um pouco do sangue dela e depois parou, passou a língua no ferimento, para ajudar a cicatrizar, também lambeu os próprios lábios, limpando qualquer vestígio de sangue.

Elena acariciou o rosto dele com tanto amor, mesmo que sua face inda possuísse feições vampíricas. Ela não tinha medo, ela o amava como ele era, exatamente como ele era. Os lábios se encontraram novamente um beijo tão apaixonado, tão doce, o desejo tão forte, tão intenso.

Damon continuou nela, os lábios fizeram um caminho tão quente, como uma trilha de fogo, beijou-lhe a linha da clavícula, fazendo com que a garota suspirasse pesadamente. Ele fez o caminho de volta até chegar ao lóbulo da orelha dela, mordiscou, e então, ela sentiu o hálito quente dele sussurrar em seu ouvido. — Eu te amo. — Ele disse sinceramente, a mão dele procurando a dela, os dedos entrelaçarem. Era o mais perfeito amor. — Eu também te amo. — Ela respondeu, a voz fraca, afetada pelos beijos dele.

Ele continuou, os lábios desceram pelo pescoço, pelo colo, ate atingir os seios, beijou o vão entre eles e então procurou o fecho do sutiã, abrindo, expondo o volume dos seios da garota. Ela era tão linda, tão deliciosa. Deixou a boca tocá-la suavemente, beijar ao redor, para, então, a língua passar, de leve, pelos mamilos, contornarem as auréolas. A morena arfou, os toques quentes e úmidos a faziam enlouquecer. Elena delirou quando ele abocanhou-lhe os seios, chupando-nos com vontade, sugando intensamente. Elena soltou um gemido profundo e ele se empenhou ainda mais, chupou mais, a boca dele era deliciosa, fazia com que ela sentisse as sensações mais extremas.

Depois, Damon continuou descendo pelo corpo dela, apalpando, intercalando beijos, lambeu a pele macia e perfumada, deu mordidinhas que marcavam a pele branquinha dela. Inalou o perfume doce da pele macia e sensível, passeou nela, explorando cada parte da forma mais ousada.

Finalmente, chegou à parte mais íntima dela, a parte que mais pulsava por ele, por seus toques. Lambeu por cima da calcinha de renda, fazendo com que ela gemesse, ansiando por mais. Ele apalpou-lhe as coxas, as apertou firmemente e em seguida, beijou a parte interna, subiu e desceu na coxa dela, distribuindo beijos quentes e úmidos, beijos que a faziam quase alucinar.

Damon sorriu ao ver que ela usava uma cinta liga branca numa das coxas, tirou com os dentes, um ato tão sensual, que fez Elena arfar. Em seguida, tirou a calcinha dela, passou a mão na região, de leve, estimulando, friccionando a parte mais sensível dela, sentindo a umidade se acumular nela. A garota sentia tanto prazer, os toques eram tão habilidosos, que a faziam delirar. Então, ele deixou o um dedo penetrar-lhe, depois o outro, e ela soltou um gritinho de prazer.

Depois deixou a boca tocá-la, distribuiu beijos ao redor de pois deixou a língua passar pelos lábios, interna e externamente. Eram carícias tão provocantes, tão quentes. Elena segurou o lençol com força, tamanho o prazer que sentia. Ele continuou, se empenhou ainda mais nela, passou a língua em toda a região, fazendo-a arfar, gemer incessantemente. Passou a língua no ponto mais sensível dela, ela arfou, apertou ainda mais os lençóis. A língua roçou de leve mais uma vez e ela quase alucinou, era tanto prazer e era tão intenso.

– Ah, Damon... – Ela gemeu o nome dele e isso quase o fez enlouquecer, ele chupava-a sugava com intensidade, com toques habilidosos e experientes, fazendo com que ela alucinasse numa sensação maravilhosa, aos pontos ela sentia o orgasmo invadir-lhe o corpo, preenchendo com a sensação de prazer delirante. Ele percebeu, mas ainda assim, continuou nela por mais um instante, apenas uma provocação e depois subiu pelo corpo dela, distribuindo beijos enquanto ela se recuperava.

Os lábios encontraram-se em um beijo repleto de desejo, mas o amor continuava lá, sempre estaria lá. A garota, ansiosa, procurou os botões calça dele, abrindo. Ele a ajudou a despi-lo, tirando, não somente a calça mais também a cueca. Ela apertou o membro enrijecido, fazendo com que ele arfasse de prazer. Ela sorriu, tímida, ao perceber o efeito que provocava nele. Beijaram-se novamente, um beijo voluptuoso, repleto de paixão, era delicioso.

Nenhum dos dois aguentava mais, ela o queria dentro dela, assim como ele a queria possuir. Elena soltou um gemido alto ao sentir o membro quente a penetrar a preencher por completo, por um instante, ficou parado dentro dela, como se fosse para que ela se acostumasse. Os lábios selaram, mais um beijo, mais desejo, mais amor. As mãos encontram-se, os dedos se entrelaçaram.

Ele passou a fazer movimentos suaves, prolongando o momento ao máximo. O prazer era tão intenso, quase alucinógeno. Ela levou a mão ao rosto dele e acariciou. Ambas as respirações se tornavam irregulares, resultado das sensações profundas e entorpecentes. Os movimentos cadenciados se tornaram maiores, mais intensos, o ápice da relação estava tão próximo. Ela sentia o movimento dos quadris dele contra o corpo dela e ela não pode conter o orgasmo pulsante que percorreu seu corpo e até mesmo sua alma, era um prazer incalculável e depois, sentiu o orgasmo dele jorrar quente dentro dela.

Os dois deitaram-se juntos, ela se aninhou no peitoral dele e ele a envolveu em seus braços fortes. Elena o olhou, exibindo um olhar ainda afetado pelo prazer, mas também amoroso. – Eu te amo. – Ela confessou, não casava de se declarar para ele.

–Eu, também, te amo, minha princesa. – Damon dissera suavemente, acariciou os longos cabelos castanhos da garota.

–Sabe qual o melhor de tudo isso? – Ela perguntou num tom tão meigo. – Não é um sonho, nós vamos ficar juntos para sempre.

–Elena, você não precisa achar que é um sonho, nem precisa sonhar comigo mais,eu vou estar sempre aqui, ao seu lado, de verdade. – Ele respondeu, ainda a acariciando.

–Para sempre? – Ela perguntou, quase manhosa.

–Sim, para sempre. – Ele respondeu.

Elena sorriu e o beijou, um beijo suave, repleto de amor e depois voltou a se aninhar nele e dormiu, ali, abraçadinha nele, recebendo os afagos que ele fazia em seu rosto, em seus cabelos.