Notas iniciais
Oi meninas
Demorou, mas tá aí o cap.
Espero que gostem
Por favor comentem. A fic tem 65 de leitores e vcs nem aparecem para dizer o que estão achando. Fico triste. qdo eu fico triste, eu demoro a postar caps novos:(
Bem, eu tive que escrever correndo aqui para conseguir postar, se tiver algum erro é por causa disso, nao deu tempo de rever.... entao me desculpem

Elena sabia que não era uma boa ideia falar com a Ever, mas ela não tinha outra escolha. Ao menos, foi isso que ela julgou. Ela queria tanto voltar a ser humana, ter uma vida normal com o Damon e com os seus filhos, que ela faria praticamente qualquer coisa para ter isso novamente. A garota disse a ele que sairia com a Caroline, as duas iriam até o shopping numa cidade ao lado de Mystic Falls. Não gostava de estar mentindo, mas se ela contasse a verdade, Damon jamais deixaria que ela fosse até a Ever.


Ele era superprotetor demais. Elena respirou profundamente, não podia ficar pensando nisso agora. Ela precisava se concentrar em conseguir o que queria primeiro. O caminho até Ever foi tão longo, estava tão ansiosa. Quando finalmente chegou, sentiu um arrepio gelado percorrer sua espinha. Aquele local não fazia bem a ela. Por um momento, hesitou, quis simplesmente voltar para casa, mas não podia fazer, ela já tinha ido muito longe. Precisava se manter calma. Percorreu um longo corredor até encontrar a ampla sala onde Ever estava.


–Vejo que você voltou, Elena. –A bruxa falou em um tom irônico enquanto se mantinha concentrada lendo um grimório.


–Eu preciso da sua ajuda. – Sussurrou, estava afetada pelo clima pesado que havia ali.


–Ajuda? –Continuou falando do mesmo jeito cínico. –E por que você precisa da minha ajuda? –Pareceu interessada, ou melhor, curiosa.


–Eu quero voltar a ser humana... -Respondeu com sinceridade. –É o que eu mais quero. –Reforçou. –Eu tenho dois bebês, eles precisam de uma mãe humana, meu marido é humano...


–Eu sinto muito, mas isso não me comove, garota. –Estava entediada. Tinha assuntos muito mais importantes do que ouvir o drama daquela garotinha. –E mesmo se me comovesse, eu receio que eu não poderia te ajudar.


–Mas você fez com que o Damon voltasse a ser humano. -Argumentou. Se Ever fez uma vez, poderia fazer novamente, pensou.


–Ah, querida. -A bruxa forjou um falso tom de lamento. Elena se controlou, odiava a forma como Ever falava. -Era outra situação, ele deu a imortalidade dele a mim. -Explicou.


–E eu não posso fazer o mesmo? -Estava disposta a tudo, não fazia questão alguma de ser imortal, daria isso a qualquer pessoa que quisesse.


–Não, você teria que ceder a imortalidade à outra bruxa. -Respondeu secamente. -Eu já sou imortal e mesmo se você achasse uma outra bruxa que desejasse isso, você não conseguiria fazer. Não agora, pelo menos. -Completou.


–Por que não? -Não aceitaria um "não" tão facilmente. Achava que Ever estava mentindo, que ela simplesmente não estava querendo cooperar.


–Porque esse é um feitiço muito forte, causa um grande desequilíbrio e por isso, só pode ser realizado a cada mil anos. -Fez uma longa pausa. Até mesmo eu, que sou a bruxa mais poderosa de todas,tenho que respeitar essa regra.


–Mas deve ter outro jeito, outro feitiço... -Insistiu, não iria desistir. Tinha que haver uma outra forma, tinha que ter. Ela queria tanto uma chance de viver uma vida humana, de ter uma família humana. Os momentos em que passou enquanto estava grávida junto com Damon, os dois humanos, foram perfeitos. Fora como um sonho para ela.


–Não existe cura para o vampirismo, queridinha. -Zombou, no fundo, estava se divertindo com o sofrimento da garota. Ela era má, não podia rejeitar isso.


–Por favor, se existir algum jeito... -Pediu, ainda não tinha acreditado na resposta de Ever. Iria implora se fosse necessário. Elena era muito teimosa.


–Eu já disse que não tem como. -Aborreceu-se, tinha perdido a paciência com a insistência da garota. -Você vai ter que se contentar em ser uma vampira.


Elena ficou em silêncio por um momento. Não conseguiu processar a informação com facilidade. Ela não poderia mais ser humana, nunca mais poderia ter uma vida normal, não poderia envelhecer ao lado dele enquanto os netos crescerem. Não, ela ficaria para sempre do mesmo jeito, a mesma aparência. Poderia parecer incrível, ser eternamente jovem, mas não era. Ela perderia momentos que só poderia realmente ter se o tempo passasse para ela como passa para todos os outros. Não soube o que dizer. Quis apenas chorar. Se eles não tivessem filhos, seria muito mais fácil, mas eles tinham. Tinham dois bebês lindos.


–Eu posso transformá-lo? -Perguntou assim que o pensamento lhe ocorreu. Entretanto, não achava isso certo, achava egoísmo, achava que ele deveria ter uma vida normal junto com os filhos. Era o que ela achava certo, era também o que desejava para si mesmo, então, deveria quer o mesmo para ele.


–Não. -Respondeu friamente.


Elena estremeceu. Embora achasse que era certo que ele fosse humano, queria que ele fosse um vampiro novamente para poder ficar com ela para sempre. Ela não queria ficar sozinha. Ela o amava tanto, não poderia viver sem ele. -Mas eu acho que eu posso resolver isso, aí você vai poder transformá-lo se quiser. -Sugeriu.


–Você pode? -O tom dela se modificou, parecia aliviada. A verdade é que ela não conseguiria parar de considerar essa opção, eles poderiam ser vampiros e os filhos quando crescessem poderia escolher o que quisessem ser.


–Claro. -Sorriu satisfeita. -Eu só vou precisar de um pouco do seu sangue para o feitiço.


–Mas eu sou uma vampira... -Elena não entendeu, pensou que seu sangue seria inútil quando ela se tornasse vampira, mas pelo visto não era bem assim e ela também não tinha ideia do porque Ever poderia querer o seu sangue. Isso poderia não ser bom, mas nem passou pela cabeça dela.


–Não importa, o seu sangue é especial, afinal, você continua sendo a doppelganger.


–Tudo bem. -Concordou no mesmo instante. Nem se preocupou em perguntar o que aquilo custaria. Ever não ajudava ninguém sem cobrar por isso. Elena estava sendo inocente demais.


...


Quando Elena chegou em casa já era noite. Damon estava no quarto dos bebês, brincando com eles. Ela nunca imaginou que ele seria um pai tão bom. Adorava ver que ele estava todo bobo com os bebezinhos. E embora ele dissesse que os bebês se pareciam mais com ela, Elena tinha certeza que eles eram mais parecidos com o pai.


–Oi, amor. -Falou carinhosamente.


–Oi, minha princesa. -Levantou-se e foi beijá-la. -Já estava com saudades.


–Eu também. -Sussurrou entre os beijos. Sentia-se tão amada e querida quando estava com ele. Sentia que tudo era perfeito do jeito que estava. -E as coisinhas fofas da mamãe? -Foi na direção dos filhos e deu um beijinho na testa de cada um. -Sentiram a minha falta também? -Ficou admirando os dois bebês que já estavam pegando no sono. Eles eram muito pequenos ainda, dormiam quase que o dia inteiro. -Ah, amor, eu não vejo a hora em que eles comecem a falar.


–Hoje eu fiquei os ensinando a falar “papai”. -Falou orgulhoso. Ele era realmente um ótimo pai.


–Ah, amor! Nem adianta, você sabe que eles vão falar “mamãe” primeiro, é sempre assim, sempre chamam pela mãe primeiro.


–Que tal um falar “papai” e o outro falar “mamãe”? -Sugeriu.


–É uma boa ideia. -Sorriu. -Assim nós não vamos ficar com ciúmes.


–Eu não iria ficar com ciúmes se eles falassem “mamãe” primeiro. -Acariciou o rosto dela. -Você é uma mãe maravilhosa.


–Eu não estou sendo a mãe que eu deveria ser. -Baixou o olhar. Sabia que ela ainda não estava cuidando direito dos filhos, ela ainda estava muito confusa, tentando se adaptar a transformação.


–Você está sendo muito melhor do que você imagina. -Incentivou. Damon sabia de tudo que ela estava passando, sabia o quanto ela era sensível em relação a isso.


–Eu sei que não. -Falou derrotada. -Amor, eu acho que nós precisamos conversar sobre isso.


–Tudo bem. -Concordou.


Elena respirou profundamente, ainda não sabia como começar.


–Você sabe que eu não estou conseguindo me adaptar direito a ser uma vampira... -Falou baixinho.


–Isso é normal. -Falou de forma compreensiva. -Com o tempo vai ser mais fácil, você vai ver. -Continuou acariciando o rosto dela, as maças do rosto, os lábios macios. -E você aprendeu várias coisas, já sabe se controlar, esse é o mais importante.


–A questão não é essa... -Fez uma pausa, estava um pouco confusa. -É que eu fico pensando que os bebês mereciam uma mãe humana, que conseguisse cuidar deles direito...


–Você é a mãe deles e isso é o que importa. -Damon a interrompeu. -Eles não precisam que você seja diferente.


A garota abriu um sorriso, ele sempre sabia como fazer com que ela se sentisse melhor.


–Mas e você? Você dever querer uma garota normal... -Mas uma vez ele não deixou que ela terminasse.


–Eu não me importo com isso, você sabe, Elena. -Respondeu sinceramente, ele não ligava para o que ela fosse, ele a amava de qualquer jeito.


–Mas nós não podemos ficar assim... -Fez uma pausa. -Eu quero dizer... -Uma nova pausa. -Eu queria ser humana e ter uma vida normal. -Sorriu e, ao mesmo tempo, lágrimas rolavam de seus olhos. -Quando eu fiquei grávida, eu achei que era isso que nós iríamos ter, nós íamos ser apenas uma família humana, normal. –Respirou fundo. –Mas agora que eu sou uma vampira... eu não sou mais normal...


–Você continua sendo a mesma pessoa. –Damon realmente não conseguia ver nada de diferente nela. Ela continuava igual, pelo menos, para ele, ela sempre seria a mesma Elena.


–Não, eu não sou. –Balançou a cabeça em negação. –E eu perdi qualquer esperança de voltar a ser humana hoje...


–O que? –Ele não entendeu.


–Eu fui até a Ever.


–Você mentiu para mim hoje, disse que ia sair com a Caroline... –Não podia acreditar nisso, não podia acreditar que ela estava mentindo para ele.


–Eu sei, eu sinto muito por isso. –Sussurrou. –Mas se eu te falasse a verdade, você não iria me deixar ir até lá.


–Lógico que eu não iria deixar! –Falou irritado. –Eu não acredito que você mentiu. –Não esperava que ela fizesse isso, não combinava com ela.


–Por favor, não fica bravo comigo. –Pediu.


–Eu já estou bravo. –Respondeu. –Você não pode fazer isso! E se algo tivesse acontecido com você? Eu não ia nem saber... –A verdade que ele estava muito mais preocupado do que bravo.


–Eu sei, mas eu estava desesperada! –Choramingou. –Eu precisava tentar voltar a ser humana, porque eu quero que nós possamos ter uma vida normal juntos. Eu queria que nós pudéssemos envelhecer juntos, os nossos filhos vão crescer, nós vamos ter netinhos... –Falou baixinho. –Mas como eu vou fazer isso? Eu não vou envelhecer... –Já estava chorando novamente. –E eu não quero perder você!


–Você não vai. -Respondeu suavemente.


–Eu quero ficar com você para sempre. -Confessou. -Mas eu não posso pedir isso, você já fez tanta coisa por mim. Você voltou a ser humano por minha causa, não posso pedir que você...


–Eu não gosto de ser humano, Elena. -Admitiu. Ele realmente não gostava de não ser mais poderoso ou forte como costumava a ser quando vampiro. Não gostava de não conseguir mais controlar seus sentimentos como antes, ele não tinha mais como "desligar", se bem que sempre achou que isso nunca funcionou direito. Ele nunca deixou de se importar realmente. Ainda assim, sempre preferiu ser vampiro, sentia-se no controle dessa forma.


–Mas você nunca falou nada... -Contestou.


–É porque eu estava com você, você estava tão feliz e você ficou grávida. -Continuou. -Eu passei a não me importar mais com isso, não era mais importante e eu achava que eu não poderia voltar a ser vampiro...


–Na verdade, não podia. -Respondeu. -Mas a Ever fez um feitiço...


–Você não fez nenhum acordo com ela, fez? -Estava preocupado.


–Não. -Respondeu tranquilamente. Ela não fez nenhum acordo, mas isso não significava que ela não iria pagar um preço, só que Elena não sabia disso.


–Certeza? -Damon não estava preocupado consigo mesmo, mas sim com ela e com os bebês, tinha medo que Ever fizesse algo contra eles e isso não poderia acontecer.


–Sim, eu tenho. -Respondeu ingenuamente. -Mas será que vai funcionar?


–Bem, nós podemos testar. -Ele se cortou e depois falou para que ela lhe desse um pouco do sangue dela, o que cicatrizou o ferimento na hora. Se o sangue dela curou o machucado dele, provavelmente, seria capaz de transformá-lo. Elena suspirou aliviada. Ela ainda poderia ficar ele eternamente.


–Eu quero te transformar- Finalmente, falou as palavras. -Se você quiser isso, é claro. -Fez uma pausa. -E você não precisa me falar nada agora.


–Tudo bem. -Concordou tão rapidamente. Ele era muito mais prático do que ela.


–Você tem certeza? -Perguntou hesitante.


–Tenho. Eu também quero ficar com você para sempre. -Respondeu seguramente.


–E os bebês? -Perguntou confusa.


–Eles vão crescer, vão poder decidir o que eles querem. É o melhor que nós podemos fazer, Elena.


–Tem razão. -A garota sorriu e se jogou nos braços dele, que a recebeu com um abraço afetuoso. -Eu te amo. -Murmurou.


–Eu também te amo. -Respondeu, deixando os lábios selarem aos dela iniciando um longo e apaixonado beijo. Os corpos estavam colados, as bocas não se desgrudavam nem por um instante, apenas intensificavam os beijos, as sensações.


O amor deles era tão forte, tão profundo, nada seria capaz de abalá-lo verdadeiramente. Damon a pegou no colo e a levou até o quarto, deitando-a na cama cuidadosamente. Os lábios estavam juntos, as línguas entrelaçadas em uma deliciosa dança. Elena podia sentir todo seu corpo se agitar, sempre reagisse a ele, era aquela sensação era maravilhosa. Só de estar perto dele seu coração acelerava, ela ofegava, sua alma vibrava. E quando ele a beijava, quando ele a tocava era ainda mais forte, era como se ela mergulhasse nas mais perfeitas sensações, como se tudo em seu mundo fizesse um completo sentido, ao mesmo tempo em que ela perdia a razão.


Ele lhe tirava tudo, o controle, a fala, qualquer pensamento lógico... mas também lhe dava tudo, uma felicidade imensurável, um lugar onde ela sempre estaria a salvo, um motivo para que ela sorrisse. E quando ela sorria para ele, era um sorriso especial, um sorriso que só os dois conheciam. Fechou os olhos, os lábios dele escaparam dos dela, descia pelo belo corpo feminino, tirou a blusa que a cobria, o sutiã... Damon distribuiu beijos, deixou a boca saborear os deliciosos seios de Elena, fazendo-a gemer baixinho numa vã tentativa de conter tanto prazer. Continuou pelo corpo dela, provocou-a um pouco mais até retornar aos lábios macios e beijá-los novamente.


A garota abriu os botões da camisa dele, tocando seu corpo com ansiedade, explorando cada parte, enquanto se beijavam. Sentiu o desejo crescer rapidamente e com ele, suas feições de vampira se revelavam. Não conseguia separar isso muito bem ainda. Ficava mais instintiva quando eles se tocavam, sua razão se esvaía, talvez essa fosse a explicação. Ele continuava a achando incrivelmente bonita, as presas, as veias ao redor dos olhos, não pareciam importar nenhum pouco. Elena mordeu o próprio pulso, oferecendo a ele o sangue que vertia.


Damon bebeu dela, o sangue de Elena era doce, tão saboroso, tão gostoso quanto ele se lembrava das vezes que bebeu quando ela era humana e ele era vampiro. Cada vez que eles compartilhavam sangue, a conexão entre eles se tornava maior, era como se o amor que possuíam fluísse de um para o outro e eles podiam sentir esse sentimento tão forte. Bebeu apenas um pouco, já era o suficiente. Acariciou o rosto dele suavemente. Ela o amava tanto. Ela girou, ficando por cima dele. Damon levou uma das mãos aos cabelos dela, entrelaçando seus dedos aos fios em uma carícia romântica.


–Você promete que você vai me amar para sempre? -Elena perguntou docemente.


–Eu prometo. Eu jamais deixaria de te amar, não sou mais capaz disso. -Confessou.


–Eu te amo tanto. -Sussurrou.


A garota deixou suas presas roçarem na pele dele, mas não seguiu adiante. Ela vacilou. -Eu não sei se eu consigo fazer isso.


–Tudo que você precisa fazer é beber o meu sangue até o final. -Falou calmamente. Para ele, parecia muito mais simples do que para ela.


–Mas isso significa que eu vou te matar... -Sussurrou. Não conseguia se imaginar tirando a vida dele, mesmo sabendo que, de fato, ela não iria fazer isso.


–É o único jeito, princesa. -Abriu um sorrisinho cínico. -Eu poderia tentar fazer isso sozinho, tem muitas ideias divertidas para se cometer suicido. -Continuou irônico. -Mas eu te garanto, que eu não vou achar nada mais prazeroso que você, uma mulher linda e sexy, bebendo o meu sangue.


Elena sorriu. Era incrível a capacidade dele de fazê-la rir em qualquer momento, até mesmo nos mais difíceis.


–Você tem razão. -Concordou. -Mas, por favor, me beija mais uma vez primeiro... -Pediu.


–Claro. -Damon a beijou intensamente, um daqueles beijos que tirava o fôlego e a atingia até mesmo na alma. Tinha sido o beijo.


Finalmente, Elena deixou que suas presas rasgassem a pele do pescoço dele, drenando seu sangue. Podia se sentir completamente ligada a eles, como se pudesse sentir o que ele sentia e também deixando os próprios sentimentos vulneráveis, totalmente expostos para que ele pudesse senti-los também. Eles realmente se amavam, o amor se tornava cada vez mais forte. Ele acariciava os cabelos dela enquanto ela bebia dele.


–Você é linda, sabia? -Sussurrou. O coração dela acelerou, queria responder, mas não podia, apenas continuou sugando o líquido escarlate, era o que ela precisava fazer para que eles ficassem juntos eternamente. -A garota mais especial que eu já conheci...


Damon ficou falando com ela até perder a consciência. Elena sentiu-se vazia ao não ouvir mais a voz dele, mas ainda assim, sentia que eles continuavam conectados pelo sangue, principalmente pelo amor deles. Continuou até perceber que o coração dele havia parado de bater. Suspirou profundamente. Ela havia terminado, agora tudo que ela precisava era esperar que ele acordasse, e ela já estava ansiosa, estava com medo de ter feito algo errado e de aquele tivesse sido o último momento deles. A garota se deitou ao lado dele e ficou quietinha, contemplando o angustiante silêncio.

Notas finais
E aí? O que vcs acharam?
Será que vai dar tudo certo na transformaçao do Damon?
Será que a Ever aprontou alguma?
Beijos