The Way You Fall Asleep

48 Capítulo XLVIII – The End


Notas iniciais
Hey! É com uma dor enorme no coração que eu encerro essa fanfic. Vocês não fazem ideia de como é que eu estou. Meu coração ta apertado e eu já pensei em voltar atrás em muitas coisas, mas não posso. Se é assim que tem que ser, então será. Boa leitura.

Capítulo XLVIII – The End

Pegaram o primeiro voo para Chicago. Quinn não disse nada desde que Rachel falou o que aconteceu com sua mãe. Mas ela chorou. De verdade. Rachel a segurou apertado, beijando sua cabeça e acolhendo-a. Ela não sabia o que fazer, não lembrava de nenhum parente nessa situação.

Annabeth tinha entrado no escritório, confusa com a situação. Rachel não disse nada até Quinn dormir em seus braços. Então ela foi explicar para Annie que sua avó tinha ido para um lugar melhor. Annie entendeu mas chorou um pouco, abraçando Rachel. Ela não era muito próxima de Judy, mas ela sabia que era sua avó. Ela tinha falado com Judy várias vezes, no Natal, Ano Novo, Ação de Graças...

Quando terminou, ela mandou Annie arrumar algumas roupas em uma mochila que elas iam viajar. Depois ela voltou para o quarto e arrumou suas coisas e de Quinn. Enquanto ao mesmo tempo olhava para a esposa dormindo na cama.

Ela estava preocupada com Quinn. A esposa estava grávida e todas essas emoções eram fortes demais para ela, e para o bebê.

Depois de arrumar as coisas ela foi atrás de Annie e a mandou esperar por ela na sala. Depois foi acordar Quinn. A loira a olhou parecendo perdida. Mas ajudou Rachel a pegar as coisas e elas saíram para o aeroporto. Rachel dirigia enquanto Quinn ia no banco de trás, abraçada a Annie. Isso cortava seu coração.

Quando chegaram em Chicago, Rachel arrumou um taxi e elas foram para a antiga casa de Quinn. Não a surpreendeu que vários carros estivessem na frente da casa.

Quinn saiu do carro com Annie segurando-a em uma mão e a outra mão em seu ventre. Rachel pegou as mochilas e as acompanhou até a entrada da casa. Frannie foi a que abriu a porta e abraçou Quinn, apertado. Rachel via como as mãos da irmã apertava sua esposa. Quinn a abraçava de volta na mesma intensidade. Quando se aproximou Rachel viu como as mãos de Frannie tremiam contra o vestido de Quinn.

Elas entraram na casa e Rachel seguiu-as com Annie. Annie ia silenciosa, olhando todos os lugares. Ela não esteve muitas vezes naquela casa.

– Quando será? — Escutou Quinn perguntar com a voz tremula para sua irmã enquanto Rachel descia as escadas silenciosamente.

– Amanhã de manhã, dez horas da manhã. — Frannie respondeu enquanto fungava.

– Como...?

– Ela não sentiu nada... ela simplesmente não acordou. — Frannie explicou respirando fundo. — Eu cheguei ao quarto e... Ela não acordava... Os médicos disseram que seu coração parou, ela... Simplesmente desistiu. — E Frannie desatou a chorar. Quinn a abraçou fortemente.

Rachel pensou em se aproximar. Mas esse era um momento delas. Um momento de irmãs... Ela apenas ficou ali encostada na parede e olhando para as duas.

Ela se sentia triste.

__

Quando acordaram na manhã seguinte, Rachel não achou Quinn na cama. Apurou a audição e escutou o chuveiro do banheiro do quarto ligado. Suspirou e levantou da cama. Esfregou as mãos no rosto e foi até o banheiro. A porta estava aberta.

Quinn estava de baixo do chuveiro, sua testa encostada no azulejo branco e suas mãos em sua barriga. Rachel percebeu que a loira não tinha percebido que ela tinha entrado no banheiro. Então ela entrou completamente e começou a retirar suas próprias roupas. Abriu o box do chuveiro e entrou. Quinn ainda não tinha percebido, e se tinha, ela não estava se importando.

– Baby. – Rachel a chamou apenas para se fazer presente e Quinn murmurou algo em consentimento.

Rachel foi até suas costas e colocou as mãos em suas omoplatas. Estavam mornas por causa da água. A morena se aproximou e abraçou a cintura da loira, colocando as mãos sobre as da loira em seu ventre e beijando sua omoplata. Sentindo a pele macia da loira sob seus lábios.

– Eu... eu realmente não acredito que ela se foi. – Sua voz saiu entrecortada e Rachel poderia entender isso. Quinn não queria chorar. Ao menos não mais. – Parece que sempre que eu abro os olhos ela vai ligar para perguntar se está tudo bem, ou até vai me acordar desse pesadelo e me abraçar dizendo que tudo ia ficar bem.

– Tudo vai ficar bem. – Rachel tentou e Quinn fungou. A morena beijou as costas da loira mais uma vez.

Quinn balançou a cabeça e apoiou o corpo contra o da morena, sentindo a morena acariciar sua barriga e beijar seu ombro, apertando-a em seu abraço.

– Eu só queria que ela estivesse aqui quando Harmony nascesse. – Quinn sussurrou e Rachel conseguiu entender. Quinn iria dar a luz pela primeira vez e Judy não estaria aqui. E o que Judy sempre diz querer era ver Quinn grávida.

– Meu amor... ela tinha mais de oitenta anos... – Tentou e escutou Quinn suspirar.

– Eu queria que ela estivesse aqui.

– Eu sei meu amor. – Rachel suspirou e beijou as omoplatas da loira novamente. – Eu sei.

O corpo da loira tremeu e ela começou a chorar. Rachel fechou os olhos e segurou a loira. A segurou com tanta força que quando as pernas de Quinn tremeram e a loira ficou pronta para cair, mas a morena a segurou firmemente.

Colocou a boca próxima a orelha de Quinn e sussurrou a primeira canção que lhe veio à cabeça.

You'll be okay
You'll be okay
Just close your eyes
And let it rain

__

Morte é uma coisa estranha. É estranho porque… como alguém está ali e por um momento já não está mais? Porque as pessoas tem que partir? Elas deveriam viver eternamente como o sol, até que o mundo acabasse. “A morte é o termo da vida devido à impossibilidade orgânica de manter o processo homeostático. Trata-se do final de um organismo vivo que havia sido criado a partir do seu nascimento.” Esse é o conceito de morte de acordo com a internet. O fim de um organismo vivo...

O conceito de morte sempre é para os que já estão mortos, nunca para os que estão vivos. Porque eles não pensam nos vivos, e sim nos mortos. Eles não pensam naquelas pessoas, ou qualquer ser vivo, que acompanhou todo o processo da vida daquele organismo até o final.

Mas não é nisso que Quinn estava pensando. Quinn pensava no que a tinha trazido até aquele momento. O momento em que ela estava em frente ao caixão da sua mãe. O caixão aberto mostrava as feições de Judy. Serena... quase como se ela fosse acordar a qualquer momento.

O que mais a chamava atenção era o sorriso leve que tinha nos lábios de Judy. Um sorriso relaxado... quase aliviado. E isso foi o que manteve Quinn de não chorar. Bem, isso e a mão de Rachel segurando uma das suas e a de Annabeth na outra.

O padre falava algumas coisas que ela não estava querendo escutar. Ela apenas fechou os olhos e apertou as mãos das pessoas mais importantes da sua vida.

Quando foi o momento de enterrarem o corpo de Judy, Annie não quis ir. Então Quinn se agarrou em Rachel que a protegeu com tudo que tinha. Quinn fechou os olhos e abraçou o corpo pequeno da morena enquanto escutava o padre falando coisas sobre Judy e fazendo-a chorar.

Ela tinha perdido seu pai... agora sua mãe.

__

15 anos depois...

– Andrew!

– Oi mãe?

– Onde está sua irmã?

– Dormindo...

– Andrew.

Os olhos verde a olharam gigantescos e cheios de medo.

– Na casa da tia Sant e da tia Britt.

Quinn bateu a porta do quarto do filho e desceu correndo as escadas. Olhou para Annabeth que estava sentada no sofá com seu namorado. A loira tinha agora vinte e um anos e tinha um namorado. Quinn mal podia acreditar que sua primogênita já era independente. Enfim...

– Rachel! – Quinn gritou e entrou na cozinha. A morena estava fazendo o almoço pulou com o grito da esposa. – Estou indo na casa da Santana!

– Amor! – Rachel correu antes que ela chegasse na porta e segurou seu rosto, tentando acalmá-la. – Você tem que entender que a Mony já tem dezesseis anos e é normal que ela esteja em um relacionamento...

– Não com a pestinha dos Lopez. – Quinn disse dura e abriu a porta para sair.

– Quinn! – Rachel gritou e saiu correndo atrás da loira. – Andrew namora uma punk! – Ela gritou quando a loira atravessou a rua pisando duro. – E ele tem quinze anos! – Ela gritou novamente e atravessou a rua com cuidado.

– Mas Andrew nunca disse que aquela garota era o amor da vida dele. Eu não posso deixar que Sugar Susan Pierce-Lopez seja o amor da vida da minha bebê. – Ela sussurrou ameaçadoramente para Rachel que apenas revirou os olhos.

– Você não pode está falando sério. – Rachel disse e Quinn semicerrou os olhos para a morena.

– Sim, eu estou!

– Quinn!

Mas já era tarde. Quinn abriu a porta da casa dos Lopez-Pierce e entrou com Rachel atrás dela tentando impedi-la.

– Que porra é essa, Q.! – Santana gritou quando viu a amiga entrar na sua casa. Quinn olhou para ela.

– Onde está a minha filha? – Perguntou duramente e Santana revirou os olhos e cruzou os braços. Rachel suspirou pesadamente.

– Como eu vou saber?

– O que está acontecendo aqui? – Brittany perguntou saindo da cozinha e entrando na sala.

– Quinn resolveu enlouquecer de vez! – Santana responde e é a vez de Quinn revirar os olhos.

– Tanto faz... Harmony! – Quinn gritou pela casa e antes que gritasse novamente elas escutaram passos rápidos descendo as escadas.

Quinn ferveu quando viu a mão da garota ruiva segurando a mão da sua filha. Harmony tinha uma expressão entediada enquanto a Sugar tinha os olhos arregalados e cheios de medo, mas isso não a impediu de que seu corpo abraçasse o da garota maior.

– Oi mamãe. – Harmony disse entediada e Quinn rosnou partindo para voar em cima de Sugar, mas Rachel a segurou.

– O que eu disse a você, mocinha? – Quinn perguntou rosnando e Harmony respirou fundo e passou o braço ao redor dos ombros de Sugar.

– Eu a amor, mãe. E não vou parar só porque você não gosta dela. – Ela disse e Rachel sentiu orgulho da sua filha. Quinn, pelo contrário, rosnou com mais intensidade.

– Eu não quero saber! – Disse e Rachel revirou os olhos e apertou os braços da loira. – Nós vamos para casa... Agora!

– Vai na frente, eu vou depois. – Harmony disse debochada e Rachel temeu pela vida da filha.

– Harmony Elise Berry-Fabray... – Quinn ameaçou e Sugar tremeu nos braços de Harmony.

Mas antes da morena sussurrar algo para lhe acalmar, ela se soltou da namorada e foi até Quinn com as pernas tremendo. Rachel arregalou os olhos e ficou na frente de Quinn, protegendo a sobrinha.

– Eu entendo que a senhora não goste de mim, tia Q. – Ela sussurrou e pigarreou antes de levantar a cabeça. Harmony tinha uma expressão assustada atrás da ruiva.

– Não gosto mesmo.

– Entendo que você me acuse por causa das minhas notas, dos meus problemas no colégio, dos meus ex-namorados...

– Okay! – Harmony pediu se sentindo mal por causa dos ex-namorados de Sugar.

– Mas eu amo sua filha. – Ela disse com a voz firme e Harmony sorriu docemente, Rachel seguindo o seu exemplo. – Eu não vou deixar sua filha só porque a senhora quer que eu faça... eu só deixaria sua filha se ela quisesse que eu a deixasse... mesmo assim eu ainda iria insistir bastante até finalmente deixá-la. Eu espero que esse dia nunca chegue, mas eu não vou deixá-la.

Quinn se soltou de Rachel e andou até Sugar. Harmony arregalou os olhos junto com Rachel quando viu que Quinn se aproximava demais de Sugar. Entrando em seu espaço pessoal.

– Magoe a minha filha, e eu acabo com você! – Quinn rosnou contra o rosto de Sugar que engoliu em seco e assentiu fervorosamente.

Quinn a olhou por dois longos segundos antes de sorrir e abraçar Sugar com força. Sussurrou algo no ouvido da ruiva e se afastou, batendo a mão no ombro dela, antes de olhar para Rachel e pegar a mão da morena.

– Foi mal o transtorno. – Ela disse antes de arrastar a morena para fora da casa.

__

– O que foi aquilo? – Rachel perguntou assim que entraram em casa. Quinn deu de ombros e foi até o quarto de Andrew. O menino estava deitado na cama dormindo, o cabelo castanho jogado no rosto. Ela sorriu e fechou a porta. Continuou andando com Rachel atrás dela, perguntando uma coisa atrás da outra. – O que foi que você disse para Sugar?

– Nada demais. – Quinn disse tranquila e se jogou na cama, suspirando e colocando o braço sobre o rosto.

– Quinn... é melhor você...

– Eu disse que se ela magoar a Harmony eu a decapitaria. – Quinn disse suspirando e Rachel ficou um pouco pálida. Quinn a olhou e viu a morena com os olhos arregalados e estática perto da porta. – É claro que eu não faria isso!

– Eu espero que não.

– Eu nunca falo sério sobre esse tipo de coisa, somos casadas há vinte e um anos, você já deveria saber disso.

Rachel cruzou os braços e revirou os olhos.

– Não é sempre que eu entendo suas linguagens.

– Deveria. – Quinn levantou da cama e abraçou a morena, beijando seu lábios rapidamente. – Eu te amo. – Sussurrou contra os lábios da esposa, que sorriu e passou os braços sobre os ombros da loira.

– Aproveitando esse seu humor estranho. – Rachel começou e Quinn enterrou o rosto em seu pescoço, iniciando sua trilha de beijos pelo local. – Frannie me ligou ontem enquanto você dormia, nos chamando para fazer um churrasco na casa dela.

Quinn parou de beijar o pescoço de Rachel e a olhou confusa.

– Porque isso?

– Não sei, ela disse algo sobre querer relembrar os velhos tempos.

– Hmmm. – Quinn sentou na cama, trazendo Rachel para seu colo. – Eu acho que é uma ideia.

– Eu também acho.

Quinn sorriu e beijou os lábios da morena, que a empurrou na cama e deitou por cima da loira.

Ia ser uma longa noite.

__

Frannie estava sentada passando a mão pela barriga quando Quinn se aproximou. Sentou ao lado da irmã e sorriu para sua esposa que reclamava com Puck para ele fizesse os hamburgers vegetarianos que ela comprou. Quinn olhou ao redor, vendo Harmony sentada ao lado de Sugar em um canto mais afastado, ambas falavam baixinho e tinham as mãos entrelaçadas uma na outra. Andrew jogava basquete com Royce e Carl. Royce era filho de Frannie e Carl era filho de Marley e Kitty que estavam na mesa comendo a carne que Puck fazia. O marido de Frannie cuidava de July, a filha de cinco anos deles.

Annabeth estava sentada com seu namorado na mesa. Quinn ainda não conseguia lembrar o nome dele, mas ela ainda não queria perguntar qual era. E ainda tinha Santana e Brittany, que estavam na piscina dando uns leves amassos. Quinn só esperava que nada ficasse sério ali, pelo menos não na frente de todo mundo.

– É tudo tão incrível. – Frannie comentou cansada e Quinn a olhou. Sorriu e passou a mão sobre a barriga da irmã.

– Sim, e o tempo passou tão rápido. – Sussurrou e tirou a mão, virou e olhou para Rachel que tinha um leve bico. Provavelmente Puck queimou sua comida. – Parece que foi ontem quando eu bati na porta do apartamento dela.

– Oh, sim... – Frannie riu e se arrumou na cadeira de praia. – Você me disse que ela estava bem gostosa. – Brincou empurrando Quinn.

– Sim, ela estava. – Assentiu sem medo e riu quando viu que sua irmã tinha uma expressão de nojo. – Eu falo sério!

– Eu sei que sim, por isso minha cara é essa. – Apontou para o próprio rosto e Quinn gargalhou.

Elas ficaram em silencio por um tempo. Frannie olhava para sua irmã caçula, imaginando talvez que ela estivesse pensando em Rachel nua. E isso fez sua expressão surgir novamente. Mas a expressão de Quinn era muito pensativa para esse tipo de coisa.

– No que está pensando?

Quinn a olhou como se estivesse percebido agora que ela estava ali.

– Mamãe e papai. – Disse simplesmente e sorriu com os lábios apertados. – Fico imaginando o que eles estariam fazendo se estivesse aqui agora.

Frannie suspirou e olhou ao redor. Sorriu quando viu Puck segurar um pedaço de carne entre os dedos e enfiar na boca escondido de todos.

– Provavelmente papai estaria fazendo o churrasco. – Ela disse e Quinn riu quando viu Rachel bater no braço de Puck, parece que o que ele fez não foi tão secreto. – Ele estaria fazendo aquelas costelas fantásticas com o molho especial que ele nunca nos deu a receita.

– Oh, sim... – Quinn gemeu e suspirou logo depois. – Mamãe provavelmente estaria saindo de dentro de casa com uma travessa com mousse de chocolate e brigadeiro. Ou a sua famosa torta de limão.

– Sim, sim. – Frannie suspirou pensando na torta de limão que somente Judy sabia fazer. – Suas tortas eram incríveis.

– Sim, elas eram fantásticas. – Quinn gemeu com o pensamento. – Lembra quando ela fez torta de coco?

– Ohhh sim, eu lembro. – Frannie lambeu os lábios. – Foi, provavelmente, a melhor torta de coco da minha vida.

Quinn riu e sentiu seu estomago roncar de fome. Balançou a cabeça e deitou na cadeira de praia. Sua mente tinha viajado novamente e Frannie não a interrompeu por um longo momento. Até que ela sentiu a necessidade de fazê-lo.

– Eles estariam orgulhosos de nós. – Frannie disse com os olhos em seu marido e sua filha July.

– Eles estão. – Quinn disse determinada e viu quando Harmony beijou Sugar, quando Andrew saiu correndo da quadra e pulou na piscina, afastando Santana e Brittany do seu mundinho, e viu também quando Annabeth foi empurrada na piscina por seu namorado, para ele pular logo em seguida.

E por ultimo, seus olhos pararam em Rachel. A morena tinha esse sorriso que ela só direcionava a ela. Um sorriso dela. E Quinn podia sentir suas entranhas retorcerem de excitação e amor.

– Definitivamente. – Frannie sussurrou vendo que Quinn estava perdida em pensamentos.

E esse era seu final feliz. Algo que ela nunca pensou que teria com alguém. Mesmo depois de tudo que passaram. Quinn e Rachel agora eram felizes. E Frannie tinha orgulho da sua irmã...

__

Após dar a luz ao seu terceiro filho, Frannie não resistiu e faleceu nos braços do seu marido e com uma enfermeira segurando seu filho. Russel...

Notas finais
Hey! Não me matem, eu tive que fazer isso. A ultima coisinha foi só um choque, e sim, Frannie morreu. Uma pena. Prometo que responderei todos os comentários desse capítulo e quero que vocês façam um grande favor. Olhem minha nova fic que acabei de postar: http://fanfiction.com.br/historia/560156/Taking_A_Deep_Breath/ Obrigada por terem chegado até aqui comigo. Até a proxima fic, aqui acima ^
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!