The Way You Fall Asleep
27 Capitulo XXVII – I Need Sex
Notas iniciais
Capitulo XXVII – I Need Sex
Quinn tinha seu corpo sobre o de Rachel, a morena gemia contra seus lábios enquanto ela passava as mãos por seu corpo. As mãos da morena se enterraram nos fios loiros enquanto girava na cama e ficava sobre Quinn, com as pernas firmes uma de cada lado do quadril dela. Mexia os quadris sensualmente enquanto chupava a língua da loira, que agora gemia vergonhosamente, escorregando suas mãos até as nádegas da morena.
– Aperte... – Rachel gemeu e Quinn rosnou e apertou fazendo o corpo da morena se apertar no seu.
Ainda usavam suas roupas, mas Quinn já estava ficando irritada com isso. Suas mãos dedilhava um caminho para dentro do moletom pesado de Rachel usava. Estava frio e Quinn não sentia nem um pouco de calor.
– Deus... – Gemeu quando sentiu os lábios de Rachel ir para o seu pescoço e deixar vários chupões.
As mãos de Quinn trabalharam para tirar a camisa pesada de Rachel, que sentou no colo da loira para ajudá-la. Quinn sentou na cama e apertou o corpo da morena contra o seu, beijando os lábios grossos com volúpia. Sentindo uma imensa excitação quando Rachel moveu suas mãos de seus ombros para dentro da camisa, arranhando as omoplatas de Quinn que se arrepiou e apertou o copo da morena mais ainda ao seu.
– Tira. – Rachel ordenou enquanto puxava a camisa de Quinn para cima, a loira a obedeceu ficando somente de sutiã.
Rachel ainda usava uma camiseta cinza, que logo Quinn a retirou deixando a morena apenas de sutiã de renda preto. Gemeu olhando para os peitos medianos e ainda assim incrivelmente perfeitos.
– Não são grandes como os de Meredith... – Rachel lamentou e Quinn riu. – Você não deveria achar graça disso.
– Eu não preciso dos peitos de Meredith quando tenho os seus. – Disse e beijou o decote da morena, chupando logo acima do peito. – Deus, isso é tão bom.
– Eu estou completamente de acordo com você. – Rachel gemeu sentindo as mãos de Quinn saírem de seu quadril para agarrar seus peitos.
As mãos de Quinn se fecharam perfeitamente nos seios de Rachel, Quinn podia sentir os mamilos duros sob o sutiã. Sorriu animada enquanto colava os lábios no colo da morena, chupando sua clavícula e apertando os seios com volúpia.
Então o celular de Quinn começou a tocar na cabeceira da cama.
– Merda.
– Deixa tocando. – Rachel pediu trazendo a cabeça da loira para seu decote e enterrando os dedos nos fios loiros, fazendo Quinn desistir do celular. Até que ele parou de tocar.
Os dedos da loira estavam nas costas de Rachel, alcançando o fecho do sutiã, quanto o celular voltou a tocar.
– Eu me odeio. – Quinn sussurrou e Rachel riu, para logo depois gemer de frustração e cair do outro lado da cama.
– Atende logo isso. – Resmungou enquanto catava sua camisa. Estava frio.
– É meu professor de estágio.
Rachel a olhou com os olhos brilhantes.
– Atende! – Pediu com um sorriso carinhoso e Quinn sorriu de volta.
– Sr. Thomas?... Oh, sim... Eu estava pensando no Newsday... é, eu vi que eles faziam estágio... não... sim eu liguei... claro! Seria ótimo!... Certo então... problema nenhum... okay, até segunda.
– Então...? – Rachel cruzou as pernas, Quinn viu que ela já estava usando o moletom e suspirou frustrada.
– Ele vai me auxiliar para poder fazer estagio no Newsday.
– Então você vai trabalhar no Queens? – Sorriu e ficou um pouco preocupada. O Queens não era lá um bairro muito seguro.
– Sim, mas ainda não tenho certeza. Liguei pra lá e eles disseram pediram um documento da faculdade, eu ainda não tenho certeza se quero trabalhar em jornais.
– O que você quer fazer?
Quinn suspirou e Rachel se arrastou e sentou ao lado da loira, passando um braço sobre seus ombros e beijando sua bochecha.
– Eu quero escrever. – Disse suspirando e sorrindo.
– Porque não escreve? – Rachel disse e Quinn revirou os olhos e virou o rosto para beijar a morena.
– Porque não sei o que escrever. – Deu de ombros e se levantou da cama, indo até seu guarda-roupa. – O que vamos jantar hoje? – Perguntou virando para Rachel enquanto vestia um moletom. Estava malditamente frio. Ela mal podia esperar para a primavera. Ela sempre ouvia que a primavera em Nova Iorque era uma das mais bonitas.
– Eu não sei, estava pensando em nós irmos para o cinema, ver um filme que estiver passando.
Quinn deu de ombros e sorriu maliciosamente engatinhando na cama e subindo em cima da morena que deitou e puxou o corpo da loira sobre o seu, as duas rindo deliciosamente.
– Vamos ver o filme, ou vamos VER o filme. – Brincou e Rachel riu sentindo os beijos de Quinn em seu pescoço.
– Isso depende de você, querida. – Zombou e Quinn parou de beijar seu pescoço, a olhando indignada.
– Nós não vamos fazer ideia do que é o filme. – Prometeu e Rachel gargalhou, sentindo os dedos da loira fazerem cócegas em seu estomago.
__
Quinn não estava brincando quando disse que elas não iam assistir ao filme. Ela tinha tudo calculado. Comprou os ingressos e pegou a ultima fila, de preferência uma cadeira na lateral. Tudo para serem discretas. Mas com os olhares estranhos da atendente, quando ela escolheu os assentos longes, enquanto a sala estava praticamente vazia, era tudo muito obvio. Depois de muito insistir, Rachel pagou os lanches, por Quinn não teria lanche, somente os lábios dela nos de Rachel e as mãos tateando lugares íntimos.
Sentaram em seus lugares, Quinn logo tinha o refrigerante na metade.
– É melhor não acabar com ele logo. – Rachel aconselhou e Quinn a olhou, confusa parando de tomar. – Nós precisamos nos hidratar. – Um sorriso malicioso foi surgindo nos lábios grossos de Rachel e Quinn sentiu sua cacinha inundar.
Droga, ela precisava de sexo.
As luzes se apagaram e Rachel retirou o braço da poltrona que as separavam, para logo se esgueirar para perto de Quinn. A loira passou um braço pelos ombros da morena, e as duas colocaram suas coisas na poltrona vazia ao lado de Rachel. Sorriu maliciosamente para a morena que colocou a mão na aba do seu casaco para puxá-la para um beijo lento.
Suspiraram e se separaram rindo baixo, para logo voltarem ao beijo, tornando-o mais quente e sexy. Os lábios grossos de Rachel se fecharam em torno da sua língua, deixando-a atordoada. Gemeu baixinho e Rachel riu enquanto levava os beijos até o ouvido de Quinn, enfiando a língua dentro para passá-la por trás da orelha. Quinn gemeu e trouxe o corpo da morena para mais perto do seu. Sentiu que Rachel riu e a mão dela se esgueirando para dentro da jaqueta, apertando a camisa interior que usava.
Tiros foram escutados no filme e Quinn e abriu os olhos para ver o que estava acontecendo. Era fogo, muito fogo. Gemeu quando Rachel mordeu seu pescoço com força para logo depois passar a língua em toda a extensão.
– Porra... – Choramingou e Rachel riu mais uma vez, retirando a cabeça do pescoço da loira, para grudar seus lábios nos dela. Beijando-a com sensualidade.
Quinn levou as mãos para dentro da jaqueta de Rachel a agarrou os seios da morena, fazendo-a gemer baixinho e mordeu seu lábio com um pouco de força. Quinn riu baixo e trouxe o corpo da morena para mais perto do que já estava. Ofegou quando Rachel subiu as mãos até seu cabelo e o puxou com um pouco mais de força do que devia.
– Desculpa! – Rachel murmurou quando Quinn resmungou.
– Não tem problema, só... pega um pouco mais leve. – Riu e Rachel a acompanhou, as duas voltaram a se beijar.
– Rachel? – Uma voz masculina, mesmo assim um tanto afeminada a chamou. Quinn rosnou quando a morena separou seus lábios para olhar para o lado.
– Kurt! – Exclamou ofegante, e Quinn choramingou e virou a cara. – O que... o que está fazendo aqui?
– Vendo o filme? – Kurt riu, então olhou para Quinn que estava emburrada com o cabelo desgrenhado e os lábios inchados, sem falar dos três chupões que tinham em seu pescoço. – Muito diferente de vocês.
– Nós... Nós... Nós estávamos...er... – Rachel olhou para a namorada, para então virar para o melhor amigo e rir sem graça.
– Não precisa dizer nada, Rachel, amor. – Kurt zombou e olhou para a pessoa que tinha acabado de sentar ao seu lado.
– Desculpa a demora, a fila do banheiro estava cheia. – Blaine resmungou e olhou para trás, encontrando Rachel e Quinn, que rosnou mais uma vez e pegou o refrigerante tomando um longo gole. – Rachel!
– Oi, Blaine!
– O que fazem aqui?
– Blaine, querido, não pergunte. – Kurt instruiu e riu quando Rachel corou, mesmo no escuro ele notou perfeitamente.
Quinn bufou e cruzou os braços quando Rachel sentou direito na cadeira. Ela estava frustrada, precisava de sexo. Deus. Ela necessitava de sexo.
__
– Eu não acredito nisso... – Santana murmurou enquanto seus dedos mexiam-se rapidamente no controle.
– Pois é... Eu não aguento mais... – Quinn choramingou enquanto seu dedos faziam quase o mesmo que os de Santana.
– Você é ridícula.
– Nossa, obrigada, San!
Elas estavam na sala do apartamento de Quinn e Rachel. A loira estava jogada no sofá com o controle do seu Xbox em mãos enquanto seus olhos estavam vidrados na tela. Santana tinha quase a mesma posição, só parecia estar com mais atenção na tela do que Quinn.
Fazia quatro semanas desde que Santana decidiu ir toda sexta para o apartamento de Quinn e Rachel. Ela não tinha o que fazer até que Brittany se formasse, então foi colocado um colchão no quarto de hospedes.
– Quantas tentativas vocês tiveram? – Santana zombou. – Cinco?
– Foram duas!
– Mesmo assim, é broxante ver que vocês broxam.
– Eu não broxo, e não teve nem tempo de broxar!
Santana riu e pausou o jogo, se jogando para trás e pegando a garrafa de cerveja que tinha no centro. Quinn revirou os olhos e fez o mesmo. Ela odiava não confiar em ninguém além de Santana.
– Vocês precisam botar a aranha pra brigar... – Santana brincou e Quinn rosnou para a latina. – Eu to falando sério, obviamente você precisa de sexo!
– Sim, eu sei disso.
– Precisamos contatar o esquadrão do arco-íris. – Santana disse séria e Quinn a olhou, horrorizada.
– Oi?
– Esquadrão do Arco-íris. – Santana parecia orgulhosa enquanto bebia mais um gole da sua cerveja. – Foi o nome que eu de para o nosso esquadrão.
– Nós temos um esquadrão?
– Eu, você, Brittany, Hanna e Emily.
– Eu não sabia que éramos um esquadrão.
– Ajudamos uma as outras em dramas lésbicos. – Santana disse orgulhosa.
Quinn revirou os olhos e tomou um longo gole da sua cerveja.
– Isso é ridículo.
– Não tanto quanto a sua falta de sexo. Quanto tempo? Três meses?
– Quatro...
– Há! – Zombou para logo gargalhar alto.
– Você não deveria zombar, sério.
– Porque não? – Santana a olhou desdém e Quinn sorriu maldosa.
– Você está sem sexo a dois meses.
– Mas não estou a quatro.
– Dois meses para chegar a quatro.
– E você estará em seis.
– Não se eu fizer sexo antes de você.
– Há, veremos isso!
– O que está acontecendo aqui?
Rachel entrou na sala seguida por Kurt. Os dois olhavam assustados para as duas na sala que se encaravam como se quisessem se matar.
– Quinn? – Rachel chamou a morena que lhe sorriu docemente, ainda que estivesse olhando de canto para Santana.
– Hey, baby. – A loira levantou e foi até Rachel, abraçando sua cintura e lhe dando um beijo de tirar o fôlego. – Senti sua falta.
– Faz apenas três horas, Quinn. – Rachel riu, mas voltou a beijar a loira, dessa vez mais calmamente.
– Vocês são tão malditamente fofas. – Kurt comentou enquanto sentava no sofá e Santana o olhava como se fosse um animal. – Oi, eu sou Kurt. – O garoto estendeu a mão para a latina que olhou para a mão dele, ignorando completamente ela levantou do sofá e foi para a cozinha. – Nossa!
– Santana não é uma pessoa muito delicada. – Quinn disse e escutou um rosnado vindo da cozinha. – Ela é uma vadia. – Continuou e escutou o rosnado novamente, um sorriso surgiu em seus lábios. – Uma graaaaande vadia! — Gritou para que Santana escutasse claramente.
– Vadia é você, sua puta! – A latina gritou da cozinha.
Rachel revirou os olhos e tirou o braço de Quinn da sua cintura, indo se sentar ao lado de Kurt no sofá. O garoto ria disfarçadamente enquanto pegava uma revista no centro para ler.
– Essas duas são sempre assim? – Ele perguntou e Rachel revirou os olhos.
Quinn riu e sentou ao lado da morena, beijando seu pescoço e passando um braço sobre seus ombros.
– Nem sempre. – Deu de ombros, respondendo no lugar de Rachel que se encostou na loira. – Santana as vezes sabe ser civilizada.
– Sua puta. – A latina disse enquanto entrava na sala com um prato e três fatias de pizza nele e sentava na poltrona ao lado do sofá.
– Eu também te amo, San. – Zombou e Santana falou algo indecifrável e pegou uma fatia de pizza, enfiando metade na boca e colocando o que sobrou no prato, para depois pegar a garrafa de cerveja tomando com a boca cheia. – Que coisa linda! – Quinn disse fazendo uma careta.
Santana sorriu com os dentes sujos e Rachel revirou os olhos com uma careta enquanto Quinn gargalhava. Santana fazia de propósito para irritar qualquer um. Quinn realmente adorava quando ela fazia isso.
– Vocês são ridículas.
– Owww, eu te amo Rach. – Quinn beijou a bochecha da namorada, que riu e corou um pouco. Kurt sorriu orgulhoso.
– Vocês realmente são um casal muito fofo.
– Quem é essa lady? – Santana perguntou quando finalmente engoliu o que mastigava.
– Kurt Hummel, em breve Anderson. – Ele estendeu a mão para Santana que olhou novamente para a mão dele e ignorou completamente.
– Quando você vai aprender que eu não dou a mão para ninguém?
Kurt recolheu sua mão.
– É verdade, Kurt, ninguém sabe onde ela enfiou essa mão. – Quinn brincou e o garoto fez uma careta enquanto Santana mostrava a ela seu dedo do meio.
Rachel revirou os olhos mais uma vez e Quinn viu e riu.
– Então... o que vocês foram fazer? – Ela perguntou e Rachel sorriu.
– Nós estávamos em NYADA. – Sorriu e Santana os olhou confusa.
– Vocês tem aula dia de sábado?
– Ah, não. – Rachel a olhou também, confusa. Balançou a cabeça e continuou falando para Quinn. – Nós fomos encontrar um pessoal para fazer o trabalho de Historia da Música.
– Vocês tem uma matéria com o nome de Historia da Música?
– Sim, Santana. – Revirou os olhos mais uma vez.
– Nós estávamos conversando com alguns amigos e eles falaram que um diretor que ainda não sabemos quem é, vai chegar em NYADA, e vão refazer Les Miserables. – Kurt contou animado e Quinn viu como os olhos dos dois brilhavam na mesma intensidade.
– Estou querendo fazer um teste para o papel de Fantine, ou talvez Éponine. – Contou animada e Kurt concordou.
– Eu, definitivamente, seria um Jean Valjean perfeito! – Kurt disse sorrindo e Rachel grunhiu animada.
– Isso é para ser uma coisa boa? – Santana sussurrou para Quinn. Kurt e Rachel tinham entrado em uma conversa sobre a peça e quem seria bom para qual papel.
– Acho que sim.
– Nós vamos ser obrigados a assistir esse musical hoje, não vamos? – Santana choramingou e Quinn respirou fundo antes de assentir.
– Definitivamente.
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