The War Of The Dragons.

5 Espinhos no Jardim Encantado.


Notas iniciais
Continuando:

— Finalmente chegamos ao Jardim Encantado. Falou Dyllan.
— Tem todos os tipos de flores conhecidas, e desconhecidas. Observou Alice.
— Bom vamos procurar a árvore das fadas e dos elfos. Falou Max.
— Onde fica essa árvore e como ela é? Perguntou Anna.
— Ela fica no centro da cidade no jardim do templo da terra. Respondeu Mary.
— Será que agora é minha vez... Dyllan com Chama, Max e Faísca e Anna tem a Mary. Pensou Alice.
— Vamos procurar alguma coisa para comer e um lugar para dormir, já vai anoitecer.

Durante a noite. Alice sai sozinha para procurar o seu companheiro dragão, porem os demais continuavam dormindo ate o pólen de uma Mandacora os envenenar.
Alice voltava quando amanheceu sem resposta.

— Não encontrei nada.
— Mesmo depois de horas de caminhada.
— Cadê todo mundo?
— “Você está sozinha, se querem ver seus amigos e a árvore venha ao centro da cidade antes do meio-dia”.
— Eu vou. Falou Alice.

Dia seguinte.

— Meus amigos estão...
— Não estão mortos só dormindo assim como todos os habitantes dessa cidade. Falou a Mandacora.
— Não a envenenarei você como eles, você vai ser privilegiada irá sentir os meus chicotes espinhosos.
— Não. Gritou Alice.
— Agora todas já eram.
— Não eu ainda estou aqui! Exclamou Alice.
— Mesmo eu estando envolta da árvore infinita e envolvendo o templo da terra, A estatua respondeu o chamado dela.
— Tentei fazer muita destruição, mais agora eu irei destruir esse jardim.
— Jamais irei permitir Mandacora!
— Você despertou. Buquê. Falou a Mandacora.
— Folhas encantadas!
— Meus cipós de espinhos.
— Você está pronta Alice? Perguntou Buquê curando as feridas de Alice.
— Já sabe como fazer?
— Sei sim? Respondeu Alice.
— Dança de rosas.
— Minhas folhas! Gritou a Mandacora.
— E agora o grande final.
— Espada de espinhos!
— E enquanto aos meus amigos e os habitantes? Perguntou Alice.
— Assim que acertei o centro da Mandacora tudo aquilo que ela fez foi desfeito.

Mais tarde com todos reunidos. A Sandra a fada respondeu.

— Depois da grande guerra vocês derrotaram Diarmat e as trevas deste mundo. Depois vocês viraram estatuas e os orbes foram separados em flagmentos para ser mais difícil de o poder sóbrio conseguir o poder das sete orbes, Juntas elas criam a força da luz, esse poder é capaz de destruir a força maligna e equilibrar o espaço e o tempo, a luz e as trevas, e a magia desse mundo. O arquipélago virou essa ilha a Árvore de Cristal esta enfraquecendo e a barreira está cedendo ela torna o nosso mundo invisível para o mundo externo e as criaturas talvez possam invadir seu mundo a Árvore de Cristal controla o tempo e espaço de ambos os mundos então ela resolveu para o tempo de seu mundo. Desculpe é tudo o que eu sei. Talvez os Dragões de Cristal possam ajuda-los.
— Onde eles estão? Perguntaram todos.
— No Monte de Cristal no Castelo Paladino. Levem fragmentos do orbe roxo do metal, do orbe laranja do vento e do orbe turquesa do gelo. Entreguem os fragmentos para os legítimos donos.
— Qual o caminho que devemos seguir? Perguntou Dyllan.
— Bem, para chegar ao Castelo Paladino tem que atravessar muitos caminhos.
— Sandra, porque as criaturas nos chamaram de Crianças escolhidas? Perguntou Dyllan.
— No dia que vocês nasceram, uma aurora ligou os mundos e guiou a paz. Quando vocês esqueceram do mundo mágico dos seus sonhos os seus olhos acenderam e a escuridão sumiu. E quando se lembrarem desse mundo a aurora brilhara novamente e tirara as trevas dos mundos. É o que dizia a profecia.
— Agora o que resta fazer é encontrar a armadura de cristal e recuperar todos os fragmentos dos orbes, assim os dragões ficaram mais fortes.
— Obrigado. Agradeceu as crianças.
— Boa sorte. Falou Sandra.

Notas finais
Problemas técnicos, descupem.