The Virus Hx1
2 O Vírus
Notas iniciais
Um mês depois:
Reportagem Revista Ex:
“Após descobertas sobre os tipos de experiências que a fábrica "O futuro ", utilizava para seus experimentos, assim usufruindo de cadáveres roubados por subordinados, as autoridades entram na justiça contra mesma, para poder assim fechá-la.Porém, com seus advogados poderosos, a sociedade dos dez homens venceram na justiça, mas para esconder vestígios de qualquer prova comprometedora eles resolveram se mudar para um local mais isolado menos suspeito o interior de uma cidade, porém a localização ainda não foi descoberta. A fábrica está sendo investigada pelo sumiço de seu ex — advogado James Wilmont. Que após o “escândalo” comprometedor revelando informações preciosas sobre a fabrica que foi exposto pela imprensa. James Wilmont desapareceu misteriosamente. “
Novo Laboratório de "o futuro"
9:32 A.M
O local estava calmo, uma sala totalmente fechada, com temperatura abaixo de zero. Dois cientistas se encontravam nesta sala, George Symons que estava trabalhando com o processo de substituição das células vivas e Shimiko Natashi que se encontrava com um cadáver testando a atividade eficaz do vírus diretamente em tecido vivo.
-Droga! É praticamente impossível a substituição dessas células. – ResmungouGeorge.
-Há algum problema? – Indagou Shimiko.
-Sim, ao invés da substituição das células, o vírus está procurando uma espécie de contaminação das mesmas. –
-Você já pensou em, ao invés de destruí-las, uni-las? –
-Mas como? Você não quer que...
-Sim! – Interrompeu. –Estude uma forma de tentar fazer com que o vírus junte-se a ela, formando uma nova célula. –
-Falar é fácil, né? – Ironizou. –E você? Algum progresso? –
-Bom, tudo o que consegui descobrir até agora é que aplicando a Hx1 diretamente em tecido vivo e provocando uma espécie de mini mutação, ao invés de nos beneficiar, dificulta mais as experiências. –
-Consegui! – Comemorou.
-O quê? –
-Como você me sugeriu não destruir as células, eu consegui uma forma de introduzir o vírus na mesma, para que uma pequena fusão pudesse ocorrer, e ao mesmo tempo o processo de reprodução do vírus, dentro da célula que virou hospedeira que será destruída assim que o processo se concluir. – George fez uma pausa, e então deu continuidade. -Então o vírus adere à célula-alvo (hospedeira) e introduz todo seu material (ácido nucléico) no citoplasma da mesma, o ácido se multiplica e forma novas cápsulas protéicas fazendo assim, com que o material genético “viral” se multiplique e então ele é encapsulado e a célula-alvo é destruída liberando para o meio dos vírus formados. – Comemorou novamente.
-Parabéns, agora será que você poderia me ajudar? –
-Sim, afinal devo isso graças a sua sugestão. –
-Tudo bem, agora preste atenção aqui. – Falou Shimiko apontando para uma parte do cadáver. –Essa é a parte mais infectada, o órgão está completamente perdido, porém o efeito esperado não está acontecendo, eu achei que aplicando uma pequena dose do Hx1, reduziria o número de células contaminadas, mas isso está piorando as coisas, as células contaminadas estão destruindo o vírus! –
-Entendo, mas e se você procurasse um meio de fazer com que as células contaminadas sejam neutralizadas, permitindo a entrada do nosso vírus? –
-Eu já pensei nisso, mas não consegui achar nenhum tipo de substância ou coisa do tipo que me ajude! – Murmurou ele.
- Calma, não vamos entrar em pânico, deixe — me pensar ...- Por um momento se fez um silêncio até que do nada George gritou entusiasmado. — Já sei! Já que o vírus não se adapta à célula, vamos fazer uma modificação no Hx1. Venha comigo, irei lhe mostrar como vamos fazer isto. Ambos os cientistas caminhavam em passos pesados e rápidos em direção à uma mesa bege que se localizava ao sudeste da fábrica, e em cerca de segundos, os dois observavam vários papeis jogados pelo chão, pela mesa, em fim, até que por fim George continuou- Bom, há um mês atrás, eu pessoalmente resolvi fazer uma maquete caso a gente necessita — se modificar o vírus, pois é claro, iria sempre ocorrer uma eventualidade, a gente querendo ou não, mas então, enquanto eu estava pesquisando fatos ocorridos de modificação genética em outros países, observei que podemos fazer isso também !. Olhe com toda à atenção está figura, ela representa uma sala fechada, com menos de dez graus negativos, com isto o frio, poderá como podemos dizer, modificar o Hx1, como se fosse uma eventualidade normal, o próprio frio irá congelar o tubo onde estará o vírus, sendo assim, modificando, e fazendo as trocas necessárias de suas formações genéticas, sendo assim, deixando — o habilitado o suficiente para poder com 100% de garantia, ser utilizado numa célula humana sem qualquer interferência como está de agora à pouco. O que acha? — Argumentou ele com firmeza ele.
Certos minutos se passaram e Shimiko, abriu um imenso sorriso de alegria, pois sábia que se aquilo que o seu companheiro inventou realmente desse certo tudo estaria resolvido, e os dez executivos reconheceriam o valor de ambos os cientistas, sendo assim ele afirmou entusiasmado:
— Hum, você e um gênio, vamos botar isto para funcionar agora mesmo, felizmente temos uma sala com quatro portas de metal puro, acho que isso não deixará o vírus escapar, e bom, só poderá frequenta- lá quem estiver com a senha do cartão correto. – Indagou ele ao seu companheiro.
- Bom, então vamos lá. — Disse George
Em seguida ambos os cientistas seguiam novamente para a mesa anterior, onde estava em uma cápsula de metal guardada toda à dose do vírus Hx1, em média 1 à 2 litros de um liquido verde. Shimiko Pegou rapidamente à cápsula, e sendo assim seguiu em direção à uma porta de metal com uma caixinha do lado presa na parede, uma espécie de mini máquina para se passar um cartão magnético e por fim, a senha, George seguia logo atrás de seu companheiro, e assim botando a seguinte senha ao lado " 009623M7PE3 ". Depois de cerca de cinco segundos ambos os cientistas se afastavam um pouco da porta, e então logo depois à porta se abria completamente, juntamente à outras três portas, ambos os dois caminharam rapidamente, adentrando na sala, que por fim era bem escura, existia só uma lâmpada para qualquer eventualidade, um botão vermelho escrito ao lado " Aperte caso necessite ", e por fim um outro botão verde escrito juntamente " Pressione sua digital aqui ". Com todo o cuidado Shimiko ia até a parede onde se posicionava o botão verde, em seguida colocava seu polegar sobre o botão, empurrava o mesmo até que uma espécie de altar se levantava do chão, no meio da pequena sala , e no meio deste altar, se aparecia na vista de todos uma espécie de cubo, com um botão pequeno para poder abri-la. George seguia até o tal cubo, pressionava o dedo no botão, e então a parte de cima do cubo se abria totalmente. Enquanto o outro cientista ia em direção ao cubo, onde abria a cápsula, e demonstrava dentro da cápsula, três potes que formavam — se em média 1 a 2 litros do vírus. Sendo assim o mesmo pegava os três potes e os abriam um por um, Shimiko pegava o primeiro pote e derramava o liquido sobre o cubo que aos poucos foi se enchendo, em seguida, abria o segundo pote, e fazia a mesma operação, sendo assim com o pote seguinte. Depois de alguns minutos já com a operação de troca bem sucedida, ambos os cientistas observavam bem o cubo, para vê se alguma eventualidade poderia ocorrer na troca de ambiente. Cerca de segundos esperando, George e Shimiko, fecham o cubo, e então ligam o resfriamento à menos de dez graus negativos, em seguida os mesmos se retiravam da tal sala, passando pelas quatro portas de ferro, em seguida assim, botando o código de segurança, e puxando o cartão, as tais portas se fechavam totalmente em segurança. Alguns segundos depois de as quatro portas se fecharem, George quebrou o silêncio e argumentava com um pouco de receio e ao mesmo tempo com firmeza:
— Bom, agora e só rezar para que isso funcione, pois se caso ao contrário, (Nome de um dos executivos) irá nos mat-t-ar. – Ele foi surpreendido por um toque estranho.
A frase de George, não pode ser completada, pois o celular do mesmo tocava, sendo assim ele pegou o celular, e assim o direcionou ao seu ouvido, ao mesmo tempo em que falava gaguejando.
— A — A — Alô? – Gaguejava ele.
— Olá, aqui quem fala é advogado Clyvon Jefster gostaria de avisá-lo, que hoje à tarde iremos passar para poder ver como vão as pesquisas, Senhor Symons .. em cerca de três dias estaremos aí.
Antes mesmo que George pudesse dizer algo um barulho vindo do outro lado da linha começava à tocar " Tu, Tu, Tu, Tu ", e obviamente que o novo advogado tinha desligado, deixando assim o cientista com mais medo.
Dois dias se passam, e ambos os cientistas, começam a ficar tensos, observando por uma câmera instalada dentro da sala como vai à modificação do vírus. Aparentemente nos últimos dois dias, tudo parecia tranqüilo, até que por fim um dos cientistas argumentou:
— Bom, aparentemente tudo está em ordem, o advogado e os empresários chegaram em menos de vinte horas, e melhor a gente ter certeza que isso irá funcionar, não queremos que aconteça o que houve com o Wilmont, certo ? — Dizia George com um pouco de pavor.
— Sim, é bom a gente ter muita certeza, pois do contrário será o nosso fim, eu tenho uma linda família , minha filha vai nascer em uma semana, quero estar vivo para presenciar o nascimento dela, e .. e .. — Lacrimejava Shimiko — eu não quero morrer George, não quero .. — Falava desesperadamente ele.
Às vinte horas se passaram, já sendo claramente entre 12:00 à 15:00, ambos os cientistas ficavam cada vez mais tenso, até que na entrada dá fábrica, eles observavam dez limusines vindo ao norte, e em cerca de minutos, se deparavam com todas elas cada uma com seu motorista, assim os motoristas saindo alinhadamente, indo até o final do tal transporte, e abrindo a porta, para que cada um dos empresários pudessem sair. Cerca de segundos, os dez homens vestindo ternos negros, alguns com maletas , parecendo bem sérios, os mesmos entraram na fábrica sem dizer uma palavra, e atentamente George e Shimiko seguiam ao encontro dos homens. Logo após eles se encontram no centro da fábrica, onde ficam as máquinas e todos os outros documentos, em seguida um dos dez empresários da um passo à frente e então argumenta um pouco exaltado:
- Por favor, vocês podem me explicar onde está o Hx1 ? Eu não estou vendo em meu campo de visão, expliquem-se por favor, AGORA ! — Gritava o homem sem paciência.
— Por favor, senhor, deixe — me explicar. — Falava e um tom baixo George. — é que, o vírus não estava respondendo ao procedimento, e então, eu tive uma idéia, quer dizer, eu pensei há um tempo atrás, que se botassem o vírus todo em modo de resfriamento, o gênero do vírus mudaria, assim se fortalecendo, e podendo responder ao procedimento, e isto, necessitaria ficar à menos de dez graus negativos, bom, foi isso que eu pensei, e eu acho que poderá dar certo .. — Dizia ele sem confiança em no que falava.
O tal homem o olhou com desprezo e disse:
— Venha cá, meu jovem. – Dizia ele com o tom irônico.
George ia em direção ao mesmo com medo e em passos curtos, até que por fim, chegava em frente à ele , e baixava a cabeça com medo do que poderia acontecer.
- Vamos analisar os fatos, então quer dizer que você botou o meu vírus que demorou cinco anos para ser criado, para o bem do mundo, dentro de uma droga de sala à menos de dez graus ? Bom, e sem mesmo me avisar? Você e retardado por acaso? Garoto! Você está brincando com fogo ! — Dizia com uma voz furiosa – Parabéns, pessoal, vamos bater palmas para esses dois idiotas. – Gritava ele com ironia na voz, seguindo com as palmas de seus companheiros. – Eu acho que você não sabe quem eu sou, eu me chamo Clyvon Jefster, o líder do nosso grupo. Seu cientista de merda. – Cuspia ele cada palavra.
Sem ao mesmo deixar George responder, ele lançava-lhe um soco com um anel em um dos dedos, fazendo o mesmo cuspir sangue em excesso, e em seguida o chutava no rosto, fazendo o nariz do mesmo deslocar, em seguida gritava:
— SEU IDIOTA ! QUERO QUE VOCÊ VÁ AGORA MESMO DENTRO DAQUELA SALA E PEGUE A DROGA DO MEU VIRÚS DE VOLTA ENTENDEU? SE NÃO QUISER MORRER! VOCÊ NÃO QUER QUE ACONTEÇA NADA COM AQUELA SUA LINDA FILHA NÃO É? AQUELE SEU FILHO, E AQUELA SUA ESPOSA, QUE BELEZA ! – Gritou ele.
- Por fav-vor, não faça nada com a minha família, eu lhe peço, faço tudo que o senhor me ordenar, eu vou agora mesmo pegar, dei — me o traje de proteção, por favor.
- Não, não lhe darei, você tomara um castigo rígido por isso, vá agora lá e me devolva o meu vírus, agora, e uma ordem, seu IDIOTA!
Enquanto isso os nove empresários permaneciam quieto, só observando à cena. Enquanto ao segundo cientista, ele aparentava temor, atrás dos outros nove empresários, ele fazia uns gestos estranhos, aparentando estar pegando uma pasta, e uma chave de carro, para que com uma finalidade de fugir daquele recinto. Antes que pudesse fugir, um segurança de um metro de oitenta e nove, aparecia na frente do mesmo, o puxando pelo pescoço e dizendo à um dos nove empresários:
— Senhores, esse aqui está tentando fugir, o que eu faço com ele ? — Exclamou o segurança para o terceiro da esquerda para a direita de um dos nove.
— Bom, leve ele até o meu carro, vamos dar uma volta com ele, quando acabarmos isso aqui — Dizia calmamente um senhor que aparentava cinqüenta à sessenta anos de idade, que tinha o seu nome desconhecido no momento.
— Sim senhor — Afirmava o segurança forte.
Em cerca de um minuto George se deparava com a primeira porta de ferro, onde em seguida dizia:
— Senhores, se eu fosse vocês, eu me afastaria, não sei o que houve, não monitoro à sala faz vinte horas .. — Dizia o primeiro cientista —
Com a sugestão do cientista os 10 empresários se afastavam, e botavam uma mascara de proteção, caso algum contratempo tive-sse acontecido
Em seguida, o jovem passava o cartão na máquina na parede ao lado da porta de metal, e digitava a senha novamente, sendo assim, o jovem cientista se afastava, e aparentemente observava uma escuridão no final das quatro portas, assim pensando que tudo estava normal, e então, com um pouco de determinação, o mesmo adentrava correndo no meio das quatro portas já abertas, e fechava os olhos, sentindo um imenso frio dentro da sala, em seguida abria os olhos novamente, e assim tinha uma surpresa, à sala tinha uma espécie de poeira verde pelo ar, bem visível à olho nu, o mesmo caia no chão, e então sentia o gelo bem frio em sua coluna e queimar sua pele, o mesmo tentou se levantar, e com dificuldade conseguiu, ele observava o gelo que de branco passou a ser verde, aparentando que foi afetado pela fumaça em excesso, assim modificando as propriedades do gelo o deixando com uma coloração estranha. O garoto observava então o altar verde, e ia em direção a ele rapidamente, o medo o consumiu quando ele observou o cubo quebrado, e o líquido de dois litros derramado no chão, escorrendo por todo o local, ele percebeu que sua mão esquerda se encostou no líquido,e então se assustou virando para traz e começando à correr em direção à saída, até que sem perceber o caminho por onde corria escorregou no liquido causando a queda da mesa derramando em si todo o vírus, sem a reação o desespero lhe consumiu e ele começou a gritar.
— SOCORROOOO ! SOCORROOO ! ME TIREM DAQUI, ME TIRE DAQUI — Gritava ele sem esperança de ajuda, em segundos o corpo do garoto começava à ficar estranho, as veias do mesmo começavam a ficar mais visível em relação ao que eram antes , ele respirava com dificuldade, uma dor no corpo começava à surgir, e a pele ficando pálida à cada segundo, em seguida o garoto se virava, e olhava para a câmera, e fechava os olhos, tentando resistir à dor, e sem resistir se entregou a inconsciência.
Enquanto isso, um dos dez empresários observava o monitor de um computador, onde transmitia as imagens em tempo real da câmera dentro da sala, e para evitar qualquer eventualidade ordenava à seu segurança:
— Quero que você vá, e feche aquelas portas, agora seu idiota ! – Ordenou ele. Em seguida o segurança corria aproveitava que o cartão estava lá e tentou trancar as portas, porém ele não possuía a senha.
— Senhor, Senhor, qual à senha? Qual a senha ?SENHOR ! — Gritava o segurança -
— Vá lá dentro e pegue a senha com o cientista se quiser viver! — Assim dizia mentindo em algumas partes de sua frase.
Em seguida o segurança sem questionar entrou rápido dentro da sala, e observou o cientista com o corpo super magro, bem pálido e com as veias bem expostas, o segurança então se ajoelhava e começava a mexer nas roupas do mesmo tentando achar a senha.
Até então, um dos cientistas ia até a máquina ao lado da porta pegava uma senha de seu bolso digitando-a rapidamente, fazendo assim todas as portas se fecharem com os dois homens vivos dentro da sala.
— Vamos embora, vamos nos instalar numa cidade próxima daqui, voltaremos em um dia, e veremos todo o estrago. – Argumentou o mesmo, indo embora com todos os outros empresários.
Enquanto isso dentro da sala, o segurança observou que tudo foi uma armação, então dizia baixo:
— Droga, aquele idiota ! Droga, DROGA !, mas ele acha que vai se sair a salvo ? Não, não, vou ferrar com ele, eu posso morrer, mas ele vai pagar por isto. — Dizia alto o segurança -
Em seguida o segurança ia até o tal botão vermelho, e apertava rapidamente, antes de perder a consciência, em seguida observou dentro da sala se abrir na parede, uma espécie de aspirador de ar, que assim o que era sugado passava por um tubo que levava o ar para fora da fábrica, assim o gás verde todo era sugado, passando pelo tubo, e por fim, saindo dá fábrica, se misturando ao ar fresco, e sendo levado pela correnteza do ar para uma cidade chamada " Hoste Ville ", uma espécie de vila, com uma população mínima de 500 habitantes, onde a maioria das pessoas, e crianças estavam na rua, assim respirando o ar poluído pelo vírus.
Já há trinta minutos da fábrica, os nove empresários seguiam em suas limusines em direção à uma cidade vizinha chamada " Lohen Life ", com uma população de 5.000 habitantes. Clyvon tinha algo a mais em sua limusine, o cientista Shimiko Natashi que permanecia amarrado e inconsciente, seu destino agora estava nas mãos de Clyvon, um homem conhecido por sua arrogância e um sentimento inexplicável com as pessoas que o desapontam. O ódio o consumia a experiência havia dado errado, “e agora é você que vai pagar”.
- Sacrifícios são necessários para o bem da humanidade, pois esse e o nosso objetivo, uma vida eterna, uma vida de glória, uma vida de paz, nos somos " O Futuro ".
Notas finais
Postaremos o próximo capitulo em breve...
Abraços.
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