The Vampire Secret
8 Capítulo 7
Notas iniciais
Minha mãe tentou e tentou, mais Carrie não acordava de jeito algum. Fiquei um pouco preocupada, nunca acontecera isso antes com ninguém aqui em casa. Como era o primeiro acontecimento totalmente estranho sobre vampiros mamãe pediu para que eu levasse May para dar uma volta ou coisa do tipo. Melissa me ligou e falou que pra a gente ir ao shopping assim ficaria mais fácil conversar.
May não falou nada durante a viajem ate a casa de Melissa, nem quando ela cumprimentou. May sempre foi muito tagarela, principalmente com estranhos, gostava de fazer perguntas estranhas como o tipo de xampoo que a pessoa usava. Nunca entendi o motivo das perguntas mas agora estava sentido falta delas afinal não queria que May pensasse só em Carrie.
Fomos para a praça de alimentação, Melissa pegou um hambúrguer e milk shake de morango, e batas fritas. Eu peguei o mesmo, May disse que não queria comer mais fiquei insistindo.
–Um sorvete então? -Fiz a minha milésima pergunta.
–Já disse que não estou com fome Natasha. -May nunca disse isso, principalmente quando o assunto era sorvete. Fomos andar depois da refeição e vimos uma loja que vendia coisas do mundo inteiro, mini Torre Eiffel, Big Bem, aqueles telefones públicos de Londres e outras coisas fofas. Entramos e pela primeira vez May olhou a loja. Tinha algumas malas de viajem antigas e essas coisas. Logo ela voltou ao normal pois pediu para comer um pretzel. Fomos e compramos um para cada uma.
Eu e Melissa fomos ao banheiro, May ficou em um banco comendo. Lavei minha mão e Melissa passou de novo seu batom cor de vinho.
–Ora, ora, ora, se não é Melissa e seu poste que fala. -Judite, essa vadia ainda ia morrer se continuasse me chamando de poste.
–Você que parar de me chamar de poste por favor?
–Sabe que eu não to a fim. -Ela eu seu sorriso irônico e começou a se arrumar na frente do espelho, passou um glos de cereja.
–Sabe eu jurava que bodes não usavam glos. -Melissa falou e Judite lançou seu olhar furioso, antes que ela começasse a falar, Melissa me puxou do banheiro e pude ouvir um gritinho de raiva.
Minha mãe me ligou falando que eu poderia ir para casa já. era quase 21:00, deixei Melissa na casa dela e fomos para a minha. Apenas a luz da sala estava acesa. Quando entrei May se jogou no sofá ao lado de meus pais. Chamei eles para a cozinha e falei:
–Então?
–Ela só acordou por um breve tempo. Disse que não se lembrava de nada e que sua cabeça estava doendo, o que eu achei muito estranho. Em seguida ela voltou a dormir e não acordou mais. -Disse minha mãe.
–Não seria melhor leva-la até a Donatha?
–Pra que? para eles deixarem ela lá pro resto da vida? De jeito nenhum.
–Mãe, ela esta muito doente, será que você pode agir como uma vampira por dois minutos. Ninguém vai deixar sua filha lá, eles só fazem isso com vampiros experiente ou que realmente querem ficar lá né.
–Ela ainda é minha filha não vou levar ela á lugar nenhum.
–Você não entende que ela está doente?
–Tereza, é melhor mesmo se a gente levasse ela lá, ou pedisse para que mandassem alguém até aqui se você não prefere tirar ela de casa. -Meu pai disse com uma voz muita cansada.
–De jeito nenhum. Ela não vai sir daqui, daqui a pouco ela estará com o namorado dela e eles serão um belo casal.
–Você só pode ter ficado louca. -Disse e sai da cozinha indo para o meu quarto. Melissa me ligou perguntando como estava as coisas e eu disse sobre a Donatha. Ela ficou indignada, eu também fiquei. Minha mãe só pode ter pirado, ela acha mesmo que a Carrie vai melhorar sem a ajuda de um profissional
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