Notas iniciais
Boa leitura !

– Então é esse seu plano? — Katherine disse a Silas após ouvir a proposta — Brincar com a minha vida como se fosse um video game que se pode reiniciar.

– Tão agressiva. — o vilão debochou — Veja bem, eu lhe disse: vai dar certo, eu não permitirei que ela te mate. Se os Salvatore não fizerem nada por você, eu intervirei.

– É bom mesmo.

– Tão bela. — Silas a elogiou, em seguida afastando uma mecha de seu rosto — Não compreendo porque eles a rejeitam tanto.

– Eu te digo o motivo. — Katherine ficou séria — Elena, esse é o motivo. Ela está sempre no meu caminho.

– Hmmm, acho que estou entendendo. Então vamos fazer o seguinte, um acordo: você vai me ajudar em meu plano sem recusar mais e nem reclamar, e em troca, se tudo der certo... eu me livro da doce Elena, tiro ela do seu caminho.

A Petrova sorriu, não verbalmente aceitando a proposta.

(...)

Daniel ainda estava do lado de fora da caverna, procurando por algo ou por alguém que possa ter provocado aquilo.

– Ora, ora, ora. — a voz de Louis fez com que Daniel olhasse diretamente para o inimigo

– Louis! — Daniel vociferou — Saia daqui! Se gosta de viver.

– Hmm, desde quando ameaça alguém, Daniel? Já devia estar careca de saber que eu não tenho medo de você. — Louis deu alguns passos adiante — Aposto que seus priminhos estão aí dentro.

– Sim, eles estão. Mas para tocar neles, você vai ter que me matar.

– Seria um prazer. — Louis disse sorrindo sadicamente — Mas estou meio sem tempo, negócios você sabe como são, enfim, só passei pra dizer que estou na cidade. Então evite esbarrar em mim.

– Como fez aquilo? — Daniel indagou

– Fiz o quê?

Daniel percebeu que Louis não fazia ideia do que ele estava falando então se calou, para que não desse informações desnecessárias ao inimigo.

– Nada, vá embora. Antes que meu humor mude.

(...)

Rebekah estacionou o carro em frente a casa de Caroline, Matt já estava em casa e Jeremy ainda dormia no banco de trás.

– Pode ir. — disse a Mikaelson — Eu levo ele pra Elena.

– Não, eu devo explicações á ela.

– Caroline, tudo bem, eu explico tudo. Pode descansar, vá ver sua mãe. Fique com ela, eu levo o Jeremy.

– Tem certeza?

– Claro.

– Tudo bem, nos vemos depois.

(...)

Não mais em Mystic Falls, porém numa área muito próxima, havia uma velha porém conservada mansão. Os portões eram de ferro e grande parte já estava enferrujada, havia folhas caídas por toda a parte, como se fosse um enorme tapete. Assim como as folhas, várias árvores também rodeavam a mansão. Em frente a espaçosa varanda, haviam dois carros, que ao contrário da residência, eram bem modernos.

Do lado de dentro, na sala de visitas com um ar colonial, encontrava-se a proprietária Serena Welch, uma mulher bonita que já beirava os quarenta anos. Ela estava sentada em sua velha poltrona, que a própria via mais como um trono. Num dos sofás estava um homem que provavelmente era seu segurança pessoal.

Outro segurança adentrou na casa, trazendo alguém consigo como prisioneiro, o 'sequestrado' estava com a cabeça coberta pro um capuz.

– Pensei que não fosse voltar mais. — disse Serena em um tom sério — Tire o capuz dele.

O segurança brutamontes obedeceu de imediato e removeu o capuz preto da cabeça de Louis, que estava com a rosto queimado pela verbena que banhava o capuz.

– Quem é você? — ele disse olhando para Serena — Por que estou aqui.

– Eu serei bem direta com você, vampiro. — Welch se levantou e foi até Louis — Da próxima vez que tocar em alguém que sirva a mim, não serei misericordiosa a ponto de mandar trazerem você até mim.

– O quê? — Louis arqueou uma sobrancelha — Do que você está falando?

– Da garota que você atacou naquele beco, Brooke, ela era minha serviçal.

– Era? Mas eu deixei a garota viva, o híbrido me atacou.

– Sim, mas ela ficou em estado de choque, arruinou a missão da qual eu a tinha incumbido. Então deixou de me ser útil e eu a matei. Você me causou prejuízos, vampiro, e vai pagar por isso.

– Quem você pensa que é para...

Antes que o vampiro pudesse terminar a frase, Serena colocou a mão em seu rosto e então Louis começou a gritar, como se a mão de mulher fosse feita de verbena. Naquele momento ele teve certeza de que ela era uma bruxa.

– Tudo bem, tudo bem. — ele implorou — Pare! Por favor. Pare!

– Eu paro. — Serena disse e assim o fez, se divertindo com a dor de Louis — Mas você vai trabalhar para mim. Do contrário, morre aqui e agora. A escolha é sua, não se sinta pressionado.

(...)

– Outro vampiro em Mystic Falls? — Matt indagou após ouvir a história de Tyler — Essa cidade bate o recorde de causar problemas, é impressionante.

– Pois é. Mas e então, conseguiram alguma coisa em New Orleans?

– Não. Mas não acho que algum de nós vá desistir disso. Bonnie é muito importante e muito especial. Não vamos deixá-la dessa forma.

– E a sua vampira? Como vocês estão?

– Minha vampira? — Matt franziu o cenho — Rebekah não é minha vampira.

– Engraçado. Eu nem sequer mencionei o nome dela e você sabia de quem eu estava falando. Parece que ela não sai da sua cabeça. Olha, amigo, apesar do que eu disse, se você se sente bem ao lado dela, se isso te faz feliz. Não lute contra. Vá fundo, aproveite. Você é humano, não vai viver para sempre, tem que aproveitar, ninguém sabe o dia de amanhã.

(...)

– Oh, Jeremy! — Elena exclamou abraçando o irmão, quase o sufocando, esquecendo-se de sua força — Me desculpe. Não, espere... é você quem me deve desculpas aqui. Por que não me disse onde estava indo? Eu fiquei preocupada.

– Se eu dissesse, você não me deixaria ir.

– Exatamente! Devia ter me dito. — ela o soltou e então encarou a loira — E você, Rebekah, o que quer aqui?

– Só quis me certificar de que ele chegaria té você são e salvo.

– E eu acredito em Papai Noel. — Elena rebateu — Mas se é isso que diz, ou pelo menos se espera que eu acredite nisso, já fez o que tinha que fazer. Vá embora.

E ao dizer isso, a Gilbert bateu a porta cruelmente. Stefan já havia retornado, Damon sempre o olhava demoradamente quando ele voltava de algum lugar, se certificando que era mesmo seu irmão.

– E então? — Jeremy disse — O que eu perdi?

(...)

– Ele estava aí fora? — Troy perguntou, se recusando a acreditar no que o primo dizia — Mas não foi ele quem fez a fogueira. Então quem foi?

– Não sei, mas com isso e a volta de Louis, já temos problemas demais. E não faz nem duas semanas que estamos por aqui.

– Sem falar na Casey. Ela está começando a ficar assustada com isso tudo, eu posso até estar louco mas por um momento cheguei a pensar que foi ela quem produziu aquele fogo.

– Você acha? — Daniel considerou a ideia — Mas como isso seria possível?

– Não sei, mas não devemos descartar nenhuma hipótese.

– Tem razão.

(...)

Louis preferiu viver. E Serena já havia lhe dito o que ele teria de fazer para começar a pagar sua dívida com ela.

– E por que você a quer? — ele perguntou á bruxa — Eu quero ela, o irmão dela e o primo dela mortos. E você a quer viva, qual a importância daquela garota?

– Traga ela á mim e quem sabe você descobrirá. É simples, você entra na caverna e a pega. Além do que você é um vampiro.

– Claro, tudo muito fácil, tudo muito rápido. — Louis ironizou — Se o primo dela não fosse um vampiro, você acha que eu ainda estaria correndo atrás deles depois de tanto tempo? Tenha dó.

– Tome cuidado com suas palavras. — Serena alertou ao se sentir insultada — Mas se acha que não é competente o suficiente para raptar uma simples humana, meus rapazes irão com você para garantir que não vai haver nenhum imprevisto.

– Obrigado, senhora. — ele ironizou novamente, era um hábito, difícil de se livrar — E quando quer que eu faça isso?

– Bom, eu mandaria agora mesmo mas já está tarde e eu estou cansada para fazer o que quero com ela. Então vá amanhã durante o dia, e não falhe. Brooke falhou comigo ao ser pega por você e teve o destino que mereceu, que lhe sirva de aviso.

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Notas finais
Espero que tenham gostado do capítulo , ah e não, pessoal, eu não fiquei louco... o nome da personagem é Casey, porém no princípio eles mentiram por não ter certeza se poderiam confiar nos Salvatore
Dúvidas esclarecidas... uma boa noite e comentem para a fic poder continuar