Notas iniciais
Gente, meus amores, minhas vidas... ~
Eu não responde os reviews de vocês por que eu NÃO CONFIO EM MIM!
Iria acabar contando o que iria acontecer e eu nunca iria me perdoar por isso, ~ drama. Então, aqui está ^^

- Aa...- Sua voz falhou.

A troca de alianças foi interrompida.

Um choro incessante invadiu a igreja, entre soluços, todos se viraram para a entrada da igreja e lá estava. Os olhos inchados deixaram claro que havia chorado durante toda a manhã, a roupa de pano fino, a mesma que estava usando no bar na madrugada. Com um cartão na mão ele disse.

- Foi você que pagou a conta, me deixou num hotel, preparou aquela refeição e escreveu esse cartão, não foi? — ele perguntou.

- Jinyoung... O que está fazendo? — perguntou o outro sem graça.

- Responda! — O mais velho gritou.

- Sim. — Gongchan disse desviando o olhar, nervoso.

- Por que fez isso?! — Jinyoung perguntou.

- Você me ligou, você estava bêbado! — Gongchan respondeu.

- Só por isso?

Gongchan sabia que não, ele sabia que havia feito isso por que era Jinyoung, seu hyung, somente seu.

- Jinyoung, por favor, pare com isso. — O mais novo disse.

Os dois tinham esquecido que tinham um público grande que observavam tudo com curiosidade e comentavam coisas sem fundamentos.

- Por que você marcou seu casamento logo para essa data? — Jinyoung perguntou se aproximando. — Não tem nem mesmo ideia de que data é hoje?

- Eu sei muito bem que data é hoje. — Afirmou o mais novo. E sabia realmente que data era: A data de quando começaram a "ficar".

- E ainda assim marcou o casamento para hoje?! Surpreende-me muito o fato de não ter significado nada para você. — Jinyoung falou pensativo atravessando o salão.

Gongchan o segurou pelo punho, o outro parou surpreendido olhando com atenção a expressão no rosto do mais novo.

- Por favor, — Gongchan falou. — pare com isso.

Por um momento, o barulho diminuiu, eles ficaram se encarando, com os olhos cerrados, os dois tinham as mesmas lembranças dos tempos que passaram juntos. Mas foram interrompidos pelo toque no antebraço do mais novo, sua mãe estava ao seu lado, segurando seu braço confusa e implorando por uma explicação.

~

Todos estavam no cabinete do pastor, a mãe, os protagonistas do pequeno "show" na igreja, a garota idiota, o pai da mesma e os colegas da antiga banda. Ah, sem esquecer-se do pastor.

- Podem começar a explicar? — Perguntou o pastor.

Jinyoung e Gongchan se entreolharam, então o mais novo começou a falar.

- No ano em que a banda acabou... — lembrou-se. — eu e o Jinyoung namoramos por 6 meses. — Olhou para Jinyoung que estava com os braços sobre a mesa encarando a parede. — Foram... Foram os melhores meses da minha vida.

Então o mais velho olhou confuso para o mais novo, com aquela frase seus pensamentos ficaram bagunçados demais. Gongchan continuou:

- Mas num dia Kyuwon-ssi apareceu. — Ele falou olhando indiferente para a garota que não demonstrava nenhuma emoção.

- então você terminou com ele por que amava a Kyuwon? — perguntou a mãe aflita, esperando que o filho não respondesse o pior, esperando que filho respondesse que apenas tinha ficado confuso em relação a Jinyoung e que amava a garota com quem iria se casar a alguns minutos.

- Na verdade não, omma. — Gongchan disse sem tirar os olhos do mais velho. — Kyuwon me viu com o Jinyoung juntos numa manhã, ela me ameaçou, disse que iria acabar com a banda e que as nossas famílias iriam nos odiar. — Ele disse com desprezo. — Eu fui muito idiota em me deixar levar por essa ameaça idiota, mas terminei com Jinyoung na intenção de não acabar com a banda e que nossas famílias ainda nos amassem. Mas a banda acabou por causa disso.

Durante todo esse tempo, eu tentei esquecer o Jinyoung, mas toda noite eu chorava por não tê-lo por perto, e durante todos esses 780 dias eu não o tirei da minha cabeça nem durante um misero segundo. Eu me arrependo profundamente do que fiz no final daquele ano. Mas eu ainda sinto algo muito forte por ele" Ele concluiu, os dois com os olhos cheios de lágrimas se olhavam com cautela.

- Mas vocês sabem que isso é pecado, certo? — O pastor perguntou.

- Desculpe-me, ajusshi, mas é errado amar? — Dongwoo perguntou. — Eu nunca vi um amor mais puro do que os disse dois, eles se amam de verdade, não vê isso?

- E também, — Sandeul foi acrescentar. — Gongchan fez de tudo para não gostar do Jinyoung, ele achava nojento, tinha preconceito, chegou até a tentar convencer a mim e a Baro de terminarmos, mas o senhor sabe como é o amor, né?

- Eu lhe disse sogra, não era para ter deixado nosso Gongchan viver com eles. — Kyuwon protestou.

- por favor, não use o termo nosso, o Gongchan é meu. — Jinyoung falou gesticulando, num tom mais calmo, porém por dentro fervia de ciúmes por dentro.

Um sorriso surgiu no rosto dos amigos ao ouvir àquilo, mas nenhum se comparava com o do mais novo.

- Eu sinto muito, Sr. Lee... — Disse Gongchan. — Mas meu coração nunca pertenceu a Kyuwon.

O pai dela assentiu, olhando com desprezo Gongchan e Jinyoung, levantou puxando a filha pelo braço.

- Vocês decidem o que vão fazer a parti de agora. A minha parte eu já fiz. — O pastor disse levantando e saindo do cabinete.

A mãe tocou o braço do filho, com um olhar triste saiu da sala, os outros fizeram o mesmo.

Os dois ficaram em silêncio por alguns minutos, até o pastor pedi que se retirassem do seu cabinte e saíssem pela saída dos fundos.

Em silêncio, os dois caminharam pelo corredor, procurando algo inteligente para dizer, confusos. Jinyoung havia mudado um pouco, o cabelo pintado de vermelho estava maior, porém com o mesmo corte, os braços levemente torneados deixavam claro que havia cuidado do corpo nos últimos tempos. Já o mais novo, com o terno que o deixava elegante parecia mais velho, o cabelo penteado para trás o deixava com um ar sério. Finalmente avistaram a saída.

- Então... — Gongchan falou. — Você está de carro? Posso te dar uma carona...

Jinyoung não havia passado em casa hoje, então obviamente não estava com o carro. Sorriu.

- Sim, pode me dar uma carona.

Gongchan sorriu, um sorriso que irradiou todo o corredor, então foram para o carro do mais novo. Jinyoung contou onde morava, disse que estava fazendo faculdade de advocacia, treina novos talentos na WM e que nos últimos anos tem falado pouco com a família. Gongchan disse que fazia faculdade também, porém de arquitetura e morava com a mãe a pedido dela.

Bem ali, no carro, suas mãos se tocaram e permaneceram juntas até o momento de sair do mesmo.

- Não quer entrar? — Jinyoung perguntou.

- Eu quero sim, Jinyoung-ssi. — Gongchan respondeu sorrindo.

O mais velho o conduziu até a entrada, Gongchan gostou do lugar, era bonito e simples, mais estava uma bagunça sem tamanho.

- Jinyoung... — Teve coragem de falar. — Você... Você falou a verdade sobre... Sobre eu ser seu?...

Jinyoung voltou o olhar para o mais novo.

- Você disse a verdade?

- Sim. — Assentiu o mais novo.

- Então, sim, eu disse a verdade.

O corpo de Gongchan foi de encontro à porta, provocando um barulho muito alto, então seus lábios se tocaram mais uma vez, era um beijo desesperado, como se fosse o último beijo, suas línguas brigavam por espaço, e a língua de Jinyoung explorava cada cm da boca do mais novo. Gongchan estava ficando sem ar, mais preferia morrer a separar seus lábios mais uma vez.

As mãos do mais velho escorregavam sobre o terno, sem aguentar mais, cessou o beijo. Arrancou a gravata borboleta do mais novo e a jogou no chão com raiva. Tirou rápido o terno dele, deixando-o apenas com a camisa branca social, essa ele fez questão de tirar botão por botão e a cada botão que tirava dava um beijo no abdômen do mais novo.

Voltou a beijar seus lábios, desceu para linha do pescoço e Gongchan sussurrou:

- Senti falta dos seus beijos, dos seus toques, hyung.

Jinyoung parou por alguns segundos, ouvi àquilo o fez bem demais, queria pular, gritar, mas se limitou com um sorriso sedutor.

Gongchan tirou a camisa do hyung abraçando. O calor dos dois corpos juntos havia acendido de vez um fogo incessante dentro de cada um, as lembranças das noites juntas, dos sorrisos, toques e conversas, tudo veio à mente dos dois.

Entre beijos, os dois se conduziram até o quarto, Jinyoung tirou a parte de baixo no mais novo e de si próprio, em questão de segundos estavam nus. Jinyoung sentou-se na cama, pedindo que Gongchan senta-se em seu colo. O mais novo obedeceu.

Jinyoung olhou nos olhos do mais novo e sorriu.

- Eu senti tanta falta de você, meu pequeno... Meu chanie, meu maknae, meu Gongchan... — Seus dedos brincavam com os cabelos do mais novo enquanto falava. Então seus olhos desceram até a mão do mesmo. Tirou a aliança de ouro branco e a colocou no criado-mudo. — Hoje, ao menos hoje, você será só meu.

- Não, você está errado. — Afirmou Gongchan. — Eu serei seu até o último segundo da minha vida. Não importa o que aconteça, hyung, você sempre será meu primeiro amor. Não importa quanto tempo passe, eu nunca vou te esquecer, você é completamente meu, meu coração é todo seu.

Jinyoung sorriu, beijou o mais novo e o deitou na cama. Beijando cada extremidade do corpo de mais novo. Começou a masturbar o garoto, em movimentos de “vai e vem” rápidos, deixando Gongchan louco. O mais novo não queria mais esperar, queria sentir o mais velho dentro de si novamente. Virou o corpo ficando em cima do mais velho e sentou em cima do colo dele. Então membro do mais velho o penetrou. Gemeu alto, Jinyoung adorou.

- Jinyoung, você... Está cada vez melhor. — Afirmou o mais novo.

O mais novo desceu as mãos até o testículo e massageou, depois se masturbou.

- Durante esse tempo, várias vezes, eu me tranquei no banheiro e me masturbei... Eu imaginava você fazendo isso em mim.

Jinyoung não sabia que era assim, tão importante na vida do mais novo, sem saber o que dizer, sorriu, envergonhado, mais cheio de orgulho. Os dois sentiam tanta falta um do outro, seriam tão felizes juntos aparte de agora. Em meio às estocadas e espasmos os sentimentos não deixavam de fluir, eles sabiam que se amavam, sabiam que pertenciam um ao outro, aquilo era claro. Chegaram ao êxtase juntos, gemendo o nome do outro em uni som. Perfeitos um para o outro.

Depois do sexo, sentou-se do lado do mais novo.

- Lembra quando você disse que eu tinha que achar uma palavra melhor para nos descrever? — Perguntou. Gongchan assentiu. — Então, eu achei. "casal". Nós somos um casal, Gong, um casal que se ama. Podemos ser até um pouco diferente dos outros, mas o importante é o amor que sentimos um pelo outro, entende? — então segurou a mão do mais novo encaixando as duas. — Como disse na nossa primeira vez, fomos feitos um para outro. Gongchan assentiu e riu com uma lembrança que veio a sua mente.

- Somos estômagos de vacas. — Ele brincou.

- Você é o estômago de vaca mais gostoso que eu já comi então. — Jinyoung disse beijando o mais novo.

Gongchan riu alto, devidamente corado. Que comentário maldoso do mais velho!

— Você é tão maldoso, hyung! – Ele disse ainda rindo.

— Mas foi você quem viu a maldade, meu chanie. – Jinyoung disse sorrindo e beijando os lábios do mais novo mais uma vez.

Notas finais
LEMBRANDO: TEM MAIS UM CAPITULO! ^^