The True Forks (com nova autora)
11 O começo de uma guerra.
Notas iniciais
Devo confessar que fiquei muito chateada com o fato de ter recebido nos últimos capítulos postados apenas 2 comentários, ou raramente 3. Que eu saiba, não são só esses os meus leitores. De qualquer forma, agradeço aos que comentam e seguem a fanfic :) Vocês me dão força para continuar. E acreditem ou não, falo isso do coração.
Espero que apreciem esse pequeno capítulo. Como vocês sabem, eu demoro MESMO pra escrever. Sei que é um c* demorar mais de uma semana pra depois vir um capítulo de mais ou menos 600 palavras. É foda gente, eu sei fqweophfopqwehfqwe Mas é que são muitos detalhes que ainda preciso trabalhar para o capítulo, então decidi salvar vocês da morte que a espera provavelmente deve estar causando escrevendo esse petisco de capítulo fqopwehfqweopfweophfqwe. Prometo que, mesmo demorando, o capítulo 12 será de tirar o folego! Esse aqui é só para não matar vocês, e também para explicar algumas dúvidas que ficaram no ar. BOA LEITURA!
NARRAÇÃO DE WILLIAM.
Por um momento, parei de lutar contra a força dos guardas que me levavam até a prisão da mansão. Observei de cabeça baixa as manchas de sangue espalhadas por todos os cantos. Por fim, me jogaram sem piedade em uma das selas vazias. Eu era o único ali, exceto pelas almas que provavelmente assombravam aquele lugar. Rendi-me a sensação humana de repugnância que eu sentia naquele momento em relação ao meu líder Morgan Drummonf. Um assassino. Pior... Um assassino traidor. Mas eu não podia sacrificá-lo por isso. Não poderia apagar meu título de assassino, de monstro. Afinal, quantas pessoas eu já havia matado? Quantas vidas eu já havia tirado? E agora, sacrificaria a vida de Catherine pela minha idiotice.
- Argh – resmunguei a mim mesmo enquanto me espalhava pelo chão imundo.
Fiquei ali em silencio por horas, olhando para a mesma direção. Tudo o que eu conseguia ver era Catherine nas mãos nojentas de Morgan, sendo morta por ele. É claro que aquilo levaria tempo, como sempre levava para Morgan. Ele e seus planos, suas manipulações.
- Você não a matou, não é? – Marcus interrompeu meu estado de transe.
Virei-me com dificuldade para encará-lo do outro lado das grades.
- Não. – minha voz saiu quase como um resmungo. – Mas não estou aqui por isso.
Marcus olhou diretamente para ele com suas sobrancelhas franzidas.
- O que você fez?
- Eu não fiz nada. – disse, enfatizando a palavra.
- O que quer dizer com isso?
- Morgan não te disse, não é? Claro! Por que diria? – meu tom de voz começou a se levantar conforme o ódio me tomava.
Marcus apenas me encarava, esperando eu explicasse o que diabos minhas palavras sem sentido significavam naquele momento.
Bufei antes de me arrastar para mais perto da grade.
- Em 2004 quando matei todas aquelas pessoas, quem retirou as possíveis pistas que pudessem levar os humanos até nós foi Morgan. Ele só não nos contou que havia transformado Damian Harmon, um dos estudantes. Ele estuda no colégio de Forks agora, o mesmo de Catherine. – dei uma pausa ao perceber a expressão insinuadora de Marcus. Ignorei e continuei: — Ele treinou Damian por todos esses anos. Aquele traidor! – resmunguei.
- Você está dizendo que Morgan criou um monstro? Não me parecesse novidade. – ele sorriu brincalhão, depois voltou a serrar os lábios.
- O garoto não é qualquer um. Ele escolhe suas vítimas. Não sei bem qual o seu critério, mas pelo que observei, é isso mesmo que ele está fazendo. E ele deve ter um motivo para isso. – parei por um momento desviando meu olhar de Marcus.
- Você tem alguma idéia do motivo?
- Não. – eu disse, voltando meu olhar em sua direção novamente. – Mas do que adianta? Morgan continuará escondendo isso de Emma, Emily e de você. E me matará. Não só a mim.
- Ele irá matar Catherine. Por isso está indo para Forks então?
Mantive-me em silencio.
- Você a ama. – Marcus disse, abrindo um sorriso que ele sabia que não deveria demonstrar.
- Não estou certo disso. – declarei ainda sério.
- Escute Will... É melhor amarmos alguém que não podemos ter do que ter alguém que não podemos amar.
Virei-me para o nada.
- Estou indo para Forks. – Marcus disse.
Meus olhos rapidamente encontraram os dele. Não tinha certeza do que tinha ouvido até ele assentir como se pudesse de alguma forma ouvir as perguntas que invadiam meus pensamentos.
- Estou do seu lado. – ele afirmou por fim, e então saiu andando pelo corredor cheio de selas.
Corri até a grade para alcançá-lo.
- Marcus! – gritei.
- O que? – ele perguntou já um pouco distante.
- Você está certo. – dei uma pausa antes de finalmente admitir. – Eu a amo.
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