The True Family Original
3 Capítulo DOIS.
— CASSANDRA... — disse passando a mão em frente ao meu rosto.
— Desculpe o que você disse? -
— kk Sempre no mundo da Lua néh? Eu perguntei se você já sabe para onde vai dessa vez? — disse sorrindo e me abraçou.
— Ainda não, mais pelo o incrível que pareça, eu estou a fim de ir para um lugar que eu conheça — disse me soltando dele.
— Bom, levando em consideração que você já conheceu o mundo todo praticamente, não deve ser muito difícil de escolher — disse debochando de mim.
— Talvez eu vá ver o papai, já tem um tempo que eu não o vejo – digo sorrindo.
— Ele vai adorar, ele sempre fica feliz quando você resolve visita-ló – disse sorrindo.
— Bom, acho que já está na minha hora, tenho que passar em casa e resolver umas coisas – digo e o abraço.
— Claro, vê se não fica tanto tempo sem ver o seu querido e belíssimo irmão – disse sorrindo.
— Você quer dizer chato e super convencido irmão – digo rindo e vou em direção a porta – diga a Jenna que assim que eu puder volto pra visitar você.
— Vê se não demora – escuto ele falar quando estou saindo da casa dele.
Pego o carro e vou pra casa, demoro um pouco pra chegar, o transito não ajuda muitas vezes kk, assim que chego em casa, tranco a porta e vou direto para o banheiro, tomo um banho demorado, quando acabo pego uma toalha e vou para o closet, pego um calça de moletom e uma blusa larga, o que eu uso quando estou em casa, vou para a cozinha, abro a geladeira e pego um saco de sangue, vou até o armário e pego um saco de salgadinho (sim, eu gosto de beber sangue quando como salgadinho kk), vou até a sala e me jogo no sofá, começo a pensar aonde eu devo ir dessa vez, tenho que ir primeiro visitar o meu pai, como sei que Henry não sabe ficar de boca fechada, com certeza vai ligar e contar ao papai assim que tiver chance, não queria deixar Chicago, eu gosto de viver aqui, mas, nos últimos dias tenho tido um sensação de que estou sendo vigiada e que se eu continuar aqui algo pode acabar acontecendo, e não vai ser uma coisa boa. Fico mais uma hora perdida em pensamento, quando reparo no chão do corredor.
— Aquilo não deveria estar ali – digo me levantando e indo em direção da caixa – quem será que colocou isso aqui – digo pegando a caixa e levando para a copa da cozinha, coloco a caixa em cima da copa e começo abrir – Que coisa estranha, só pode ser engano – dentro da caixa, havia uma manta de bebê, e junto havia um cartão.
“Ele a tirou do lugar que você pertence, e passou a vida toda mentindo para você, se você duvida que ele faria algo assim com você, pergunte ao Lucian. Ele sabe do que estou falando Cassandra.
Atenciosamente V.”
Eu ainda acharia que era tudo um engano se não tivesse o meu nome e o do meu pai no cartão, quem diabos era V? e o que quis dizer com que eu havia sido tirada do lugar que pertencia, e que o meu pai havia mentido para mim. Passei o resto da noite pensando nisso, algo não aprecia se encaixar e eu iria descobrir o que era.
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