The Threat Kripke (a ameaça Kripke)
6 The rain of flowers in the laboratory
Notas iniciais
Desculpa a demora pra postar esse capítulo, é que essa foi a semana mais corrida da minha vida(drama).
Além de estar triste porque algumas fics que leio estão acabando e porque o pessoal da série não vai estar na comic-con desse ano (tipo, eu tava esperando por momentos Majim desde a ultima comic-con), tive que resolver algumas coisas aqui em casa e depois que meu tio consertou o meu video-game eu não tive mais nenhuma vida social =P (Ninguém quer saber disso Aline.. ¬¬ coloca logo o capítulo 6 nessa bagaça!!)
Enfim, espero que gostem e obrigada por todos os comentários!
No dia seguinte Amy acorda em seu apartamento com o som de alguém batendo na porta. Ela se levanta, veste o roupão e vai até a porta.
Ela abre a porta e se depara com um entregador com um buquê de flores gigante nas mãos. -Olá?
-Senhorita Amy Farrah Fowler?
-Sim. –Ela responde meio desconfiada.
O entregador ajeita as flores no embrulho –Isso é para você ! -E entrega a ela com muita delicadeza.
Ok, dessa vez eu vou perguntar -Pensou ela.
-Posso saber quem me mandou essas lindas flores?
-Aaah, aqui na fixa diz... senhor.. Barry Kripke. –Após responder Amy, o entregador da um leve sorriso e vai embora.
Eu já deveria saber!
Amy fecha a porta e coloca as flores em cima da mesinha de centro.
Em menos de 5 minutos ela escuta alguém bater na porta outra vez.
-Senhorita Amy Farrah Fowler?
-Sim.
-Essas flores são para você.
Outro entregador, outras flores.
As horas se passaram assim e antes do meio dia, Amy já estava com o apartamento cheio de flores, balões, ursos de pelúcia e caixas de chocolates.
-Oh, isso só pode ser brincadeira! -Pensou ela quando deu uma olhada detalhada no estado da sua sala. Ela pensou em ligar para Sheldon, mas não se via mais a mesinha, o sofá e muito menos o telefone.
Depois de algum tempo tirando as flores do caminho ela acha o telefone e liga pro namorado.
-Sheldon?... Sou eu, Amy.... creio que vou precisar da sua ajuda para jogar algumas coisas pela janela.
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-Isso é inacreditável. Como ele pode ignorar o nosso acordo de relacionamento? –Sheldon tinha chegado na casa de Amy e estava parado na porta olhando aquela bagunça toda.
-O que faremos agora? Não posso ficar com uma floricultura dentro do meu apartamento.
Sheldon pensou por alguns instantes até que um novo plano surgiu em sua mente.
-Acho que sei como dar um jeito nessas flores. –Ele olhou para ela com um sorriso maléfico. –Vamos mandar todas essas flores de volta, mas não para a floricultura... para o laboratório do Kripke!
Amy perguntou confusa. –Como vamos fazer isso?
-Amy, um dia eu tive que me vingar do Kripke e eu fiz isso com uma solução de peróxido de hidrogênio e iodeto de potássio, misturada com sabão comum e coloquei em cima dos azulejos do teto suspenso. Quando ele entrou na sala dele, essa reação foi desencadeada por um censor de movimento.
-E você esta querendo fazer a mesma coisa com as flores?
-Exatamente!
Sheldon e Amy se olharam e já começaram a imaginar seu plano dando certo.
Imediatamente eles começaram a empacotar as flores em grandes sacolas plásticas e levar para o carro de Amy.
Eles esperaram anoitecer e fizeram varias viagens da casa de Amy para a Universidade até todas as flores serem transferidas.
Na manhã seguinte, Kripke entra em sua sala e é coberto por uma chuva de flores.
-Mas o que...? –Ele olha para seu laboratório e tentar entender como transformaram aquilo em uma enorme estufa de flores.
Até que aparece uma vídeo-mensagem em seu computador:
** Bom dia Kripke.
Eu e a MINHA NAMORADA Amy Farrah Fowler esperamos que você tenha gostado dessas flores, afinal, foi você mesmo que escolheu.
E se você quiser ver a sua cara de bobo nesse momento, esse vídeo esta sendo carregado no Youtube em tempo real.
Mua-há-há.**
Kripke sai de seu laboratório furioso. Ninguém mais o viu naquele dia.
Notas finais
2bjos
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