The Third Way Of Love
10 Capítulo 10 Parte 2
Kyung- Mi
Quando consegui subir as escadas ouço um dos policiais dizer que o dinheiro estava com a gente, ao aproximar do homem vejo que ele estava desesperado prestes a fazer uma loucura.
—Sr. Garcia. — digo chamando a atenção dele.
— Srta. Kwon. Eu não tinha outra escolha- Sr. Garcia diz olhando pra min.
Marcos se aproxima mais e diz que trouxe o dinheiro, já eu não consegui andar mais me apoiei em um dos ferros e segurei firme, Marcos se aproximar um pouco mais só que o Sr. Garcia não acredita diz que ele era um mentiroso que não era para se aproximar muito. Saio do lugar e vou perto de Marcos que me segurou.
— Nós não mentimos Sr.Garcia. Deixe- me mostrar para ele....- pego a maleta que estava em Marcos.
Tento abrir a maleta mais não consegui meu desespero era muito grande, Marcos por sua vez diz para de a ele e me apoio outra vez em um ferro, minhas pernas estavam bambas não sentia mais elas me ajoelho e fico ali mesmo.
Marcos abre a maleta mostrando uma grande quantia em dinheiro.
— Nós não mentimos. 200 mil dólares estão aqui.- Marcos diz com a maleta aberta e em seguida fecha.
Mesmo assim ele alega que os dinheiros são falso que ele estava mentindo, e se ameaçou de se jogar do prédio, ouço o Marcos dizer não para o Garcia para que ele não se aproximasse muito do penhasco.
Como eu queria que isso acabasse de vez me levanto com cuidado e pego a maleta da mão de Marcos e começo a caminhar lentamente e com dificuldade em questão de segundo caio sentada em cima da madeira e o senhor Garcia pega a maleta com dinheiro, Marcos se aproxima de mim ficando frente a frente comigo.
— Kyung ! — Marcos diz aproximando de min.
— Agora acabou. Você está bem? Vem cá...- ele diz me colocando em seus braços e me ajuda a levantas.
Ele me conduz até a saída do telhado, ainda não sentia minhas pernas mais Marcos estava sendo generoso comigo e me ajudava a sair de lá.
***
Já na parte de baixo a mulher do Sr. Se aproxima de mim e do Marcos e agradeça a gente pelo trabalho, agente acena e em seguida vejo ela sair de nossas vistas.
— Você está bem — Marcos diz se aproximando de mim.
Acenos com a cabeça e digo que sim.
— Depois dessa eu estou morrendo de fome podemos ir comer algo o que acha- digo colocando minhas mãos até a barriga. Mais não sei o que deu na minha cabeça de convidar ele
— Tudo bem eu aceito. — ele diz
— Não vai atrapalhar você?- digo.
— Não vai... Vem vamos sair daqui.- ele diz levando suas mãos até minhas costas e conduzindo até a saída.
***
Já na lanchonete com os pedidos já na mesa vi que ele é do tipo de riquinho que deve comer só coisas de rico mesmo pois ele só pediu um refrigerante.
— Aqui, tome isso. É delicioso. Muito saboroso. — digo dando um prato de batatas para ele, não é possível que ele não come batatas.
Vejo ele olhando atentamente para o lugar como se fosse muito novo para ele, aposto que só vai para os restaurantes cinco estrelas que oferecem um grão de arroz como se aquilo enchesse a barriga de alguém.
— Sr.Rogers, Sr.Rogers! Você quer salada? — pergunto e ele leva um prato para que eu coloque a salada em seu prato.
O movimento estava bem grande na lanchonete e os garçons trabalhavam pesado naquela lugar.
— Estou com tanta fome. — digo tirando meu sobretudo e colocando em meu colo.
Vejo ele fazer o mesmo com seu paletó e tira ele ficando apenas de camisa social branca, percebo que ele tinha um físico bem... Digamos forte, ele era muito forte e másculo fazendo ver perfeitamente seus enormes braços, tiro meus olhos nele e pego um refrigerante, coloco no copo e entrego um copo para ele.
— Sr.Rogers. Isso é para você.- digo entregando o copo de refrigerante para ele que o mesmo pega de minha mão com cuidado.
— Obrigado por salvar meu cliente neste dia. E me manter lá em cima...Muito obrigado.- digo com o copo na mão erguido e batemos nossos copos como um brinde ele lança um sorriso tão gostoso que me fez ficar sem ar por alguns segundos.
Vejo ele tirando sua gravata de um jeito mais sexy do mundo, tomo meu refrigerante por inteiro.
— Eu realmente agradeço... Embora o que minha irmã tenha feito...Você sabe, algo que é difícil dizer. Mas, na verdade , ela tem uma queda por você...por favor, perdoe ela...por favor, deixe ela sair de sua empresa.- digo com um copo na mão e brindamos mais uma vez.
— Srta. Kwon. Por que ela deveria sair? — ele pergunta pra min com um sorriso de canto.
— E se eu a colocar em outro departamento. Onde ela não possa me ver.- ele diz.
Penso um pouco e concordo com ele.
— Ok. Só se ela não puder ver você, então isso não vai ser mais um problema. — digo sorridente em seguida como uma batata frita.
Ficamos alguns segundos quietos até que ele resolve falar.
— Vamos brindar...- ele diz colocando um pouco de refrigerante no meu copo e depois na dele.
— A nossa sorte. — ele diz erguendo o copo e brindamos.
Não entendi o que ele quis dizer " nossa sorte" mais concordei.
— Sim.- digo brindando e bebo o refrigerante.
— Sr.Rogers... Eu sou uma advogada. Então, quando eu escuto outra pessoa falando...Eu estou sempre pensando na próxima coisa a ser negado.Mas.... Você parece "ouvir" os outros. Você parece se esforçar para entender os outros.- digo e nossos olhos se encontraram ficamos olhando um pro outro.
— Na verdade, há primeiro vez que te vi eu queria brigar com você. E a mesma coisa aconteceu hoje... Mas... Você sempre fica me ouvindo... E.... Me escuta até eu terminar.- digo e vejo que ele ainda olha pra min fixamente prestando atenção em tudo que eu falo.
— Isso é impressionante. Né? — digo desviando os olhares.
Ficamos na lanchonete por apenas 30 minuto ou até mais e quando terminamos de comer disse que precisava ir embora, quando ia pagar a conta ele se ofereceu a pagar mais deixei e ele pagou, depois levamos nossos passos até a saída da lanchonete, o sol já se foi e não duvido muito que seja umas 7:00 da noite.
—O seu motorista já vai chegar? — digo ficando frente a frente.
— Sim, em breve. — ele diz sorridente pra min.
— Eu tenho que ir pra casa.- digo se despedindo, e confesso que não queria ir tão cedo a presença dele parece me acalmar de uma forma que não sei explicar, ele acena pra min e em seguida giro meu calcanhar e vou em diante a minha casa.
Vejo o céu e provavelmente iria chover naquela noite por alguns minutos ouço a voz de Marcos me chamando, viro para vê-lo
— Espera. — ele diz e então viro para vê- ló.
— Deixe- me levar você para casa.- ele diz
Ele se aproxima mais de min e meu coração acelera com a proximidade.
— Não, Obrigada. Meu apartamento é aqui perto. Alguns minutos na pé. — digo mais a chuva começa a cair e me apresso para ir andando mais antes disso digo algo para ele.
— Por favor, você não deve esquecer o favor que eu lhe pedi.-digo e aceno com a cabeça viro- me mais uma vez para ir embora.
A chuva começa a cair e merda tinha que chover logo agora, tiro minha bolsa do ombro e a levo até minha cabeça pra que eu proteja da grande chuva que fazia naquele momento.
Vou correndo da chuva e em seguida ouço novamente a voz de Marcos, olho pra trás e vejo ele com um guarda chuva, não sei a onde ele tirou esse guarda chuva, ele coloca o guarda chuva a cima de mim e nossos olhares se encontraram pela milésima vez, desvio os olhares e continuamos a andar silenciosamente até o meu apartamento.
Quando chegamos ao meu apartamento agradeci por ele me acompanhar.
— Muito obrigado. — digo olhando pra ele.
— De nada não podia deixar você na chuva se molhando.- ele diz com uma voz suave.
— Bom tenho que ir, mais uma vez obrigado.- digo dando um sorriso leve.
Viro — me para entrar em meu apartamento e quando adentro vejo que ele me olhava atentamente para min e faço o mesmo, lanço um sorriso para ele e faz o mesmo, tiro meus olhos nele e continuo minha trajetória de ir para o meu andar.
Ao chegar do apartamento vejo tudo desligado e quieto, fecho a porta cuidadosamente e deixo minha bolsa em cima do sofá, mais a primeira coisa que vou fazer é ver se está tudo bem com a minha irmã, levo meus passos até ao quarto dela que a mesma se encontra dormindo, fecho a porta com cuidado e vou para o banheiro, tiro minhas roupas do corpo e vou até o box , ligo o chuveiro e tomo um banho relaxante, depois do que aconteceu hoje a única coisa que queria é descansar amanhã teria mais um trabalho a ser feito, e sobre estar com Marcos... Bom era algo inexplicável mais não posso a me envolver com ele, não posso e não devo.
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