Notas iniciais
Bom, eu demorei, eu sei mt bem disso. Mas é q aconteceu coisas cmg e eu tb pensei q nem fava lendo, mas eu fui ver e tem 12 pessoas acompanhando. quem uer q seja VALEU! ATÉ LÁ EM BAIXO

Point Of View: Katherine Lyn Baker

– Katherine! Levanta logo, eu também quero ficar deitado na porcaria da minha cama e dormir. Mas se a gente não for agora, o papai nos mata, a gente fica sem os materiais desse ano e eu também preciso de uma vassoura nova. — Esse foi o discurso lentamente falado pelo meu irmão tentando me acordar, mas talvez ele tenha percebido que isso não iria me fazer levantar e dar um lindo sorriso e falar “Bom dia meu lindo e preferido irmão!” e então ele me jogou no chão.

– Se você for tomar banho e se arrumar e não voltar pra cama, eu compro a vassoura que você quiser. Eu juro! Eu levantei sem dizer nada fui até a porta do meu quarto a abri e apontei pra ele sair. Eu posso ter intimidade com o meu irmão, mas é meio constrangedor me trocar na frente dele, eu não tenho vergonha do meu corpo, mas ele é meu irmão né? Ah Foda-se!

– Você vai se arrumar né? — ele perguntou.

– Claro, a não ser que você queira que eu volte pra minha cama e durma? Porque se você quiser eu posso fazer isso. — eu disse fingindo que ia voltar pra minha cama.

– Na-na-ni-na-não! Vai tomar banho, eu vou estar lá em baixo te esperando, não demora tá? — ele disse me puxando e me empurrando pra o banheiro.

Fiz minha higiene matinal, tomei um banho rápido — porque se eu demorasse meu irmão provavelmente ia dar um ataque e arrombar a porta -, coloquei uma roupa trouxa que se meu pai descobrir ele dá um ataque, fiquei me encarando no espelho e fui pra sala.

– Jay! Vamos?

– Claro, só deixa eu pegar o endereço que o papai deixou e a gente vai. — ele disse pegando um pedaço de pergaminho branco.

Nós fomos via pó de flúor pra chegar n’O Caldeirão Furado, era um barzinho sujo, escuro e miserável. Havia no máximo 15 pessoas lá dentro e quando entramos todas essas pessoas — super estranhas, se me permite dizer. — ficaram nos olhando. Bleh! Eu odeio que as pessoas fiquem me encarando.

– Olá! Eu sou Tom, o dono daqui, vão querer algo?

– Oi, eu sou James Baker e essa é minha irmã, Katherine, a gente está indo para O Beco Diagonal. — disse meu irmão sorrindo, como sempre, o meu irmão sempre é todo sorridente e educado com pessoas que ele não conhece, é tão estranho.

– Merlin! Vocês são os gêmeos Baker, como não notei! Sua mãe sempre que passava alegrava esse lugar, ela era uma ótima pessoa. — ele disse sorrindo e nos abraçando.

– Obrigado, mas você pode nos dizer onde fica a passagem para O Beco Diagonal? — eu disse forçando um sorriso.

– Ah! Claro, venham por aqui. — o homem disse nos guiando para um pátio murado, onde não havia nada exceto uma lata de lixo e um pouco de mato.

Ele puxou a sua varinha e bateu na parede 3 vezes com a ponta dela. E o tijolo que foi tocado estremeceu, então torceu-se. No meio apareceu um buraquinho, que foi se alargando. Um segundo depois se viram diante de um arco que abria para uma rua de pedras irregulares, serpeava e desaparecia de vista.

– Bem vindos — disse Tom — ao Beco Diagonal.

– Muito obrigado pela ajuda. — disse meu irmão enquanto Tom se despedia da gente, ele foi se afastando até não poder mais ser visto.

– Então, Kat, acho melhor a gente fazer tudo sozinho e depois a gente vai via pó de flúor direto para Hogwarts, como Dumbledore pediu.

– Okay, mas retardado — eu disse chamando-o do meu apelido carinhoso. — a gente vai pra casa antes de Hogwarts, depois de arrumarmos tudo, amanhã iremos pra lá. Entendeu? — perguntei dando leves tapinhas no seu ombro direito.

– Claro sabe-tudo, — ele disse me abraçando. — tchau! — e ele foi se afastando cada vez mais.

Fui andando para a loja “Madame Malkin — Roupas para todas Ocasiões”, entrei lá. Madame Malkin é uma bruxa baixa, gordinha e sorridente, toda vestida de lilás.

– Hogwarts meu anjo? — perguntou sorrindo. — Você parece meio atrasada, não?

– Sim, eu sei. Mas é que eu e meu irmão chegamos de viagem e tivemos que fazer várias coisas, só deu tempo de vir pr’O Beco Diagonal agora. — disse sorrindo para a senhora gordinha.

– Ah! Claro, então, você sabe que casa você vai estar?

– Não.

– Então eu vou fazer só o básico, provavelmente quando você for selecionada vão transformar tudo com a cor da casa que você ficar. Mas se você quiser, no ano que vem eu posso te fazer as gravatas e tal. — ela disse sorrindo.

– Claro. Mas existe várias possibilidades de eu não continuar em Hogwarts ano que vem, porque meu pai vive se mudando por causa do trabalho dele, então não sei quando tempo vou ficar aqui.

– Que pena criança, espero que você fique, são poucos os bruxos de famílias de sangue puro serem tão educados e gentis como você. — disse a bruxa enquanto media meus braços, pernas e minha cintura.

– Muito obrigada, mas como você sabia que eu era sangue puro? — perguntei confusa.

– Minha criança, quando vocês chegaram n’O Caldeirão Furado, todos já estavam falando de vocês, os Baker, sua mãe foi uma lenda e seu pai também, sua família é muito importante para a história do mundo bruxo.

– Eu sei, eu sei, mas é muita pressão em nós dois, eu só quero ter uma vida normal, de uma bruxa adolescente normal. — disse com a minha voz um pouco abafada por causa do tecido que eu estava usando.

– Entendo, você e seu irmão são os únicos herdeiros de uma das famílias mais importantes do mundo bruxo. — ela disse sorrindo. — Querida, eu já volto, vou buscar alguns materiais que eu preciso. — eu assenti com a cabeça e lá foi ela.

Fiz o que toda garota — normal ou bruxa — faz quando está na frente de um espelho enorme e não tem ninguém por perto. Levantei um pouco a blusa branca do uniforme, mostrando um pouco da minha barriga, fazendo todo aquele processo de ficar virando, pra um lado e para o outro vendo se eu estou gorda e tal.

– Se você estiver pensando que é gorda. — falou um garoto ruivo, alto e engraçado, que me deu um susto.

– Sinto informar, mas você é magra. — disse um outro garoto idêntico ao primeiro, ele só é uns 3 ou 5 centímetros mais baixo que o outro.

– Obrigada meninos, mas eu não conheço vocês, então… Tchau! — eu disse rindo e empurrando eles para fora da “cabine” que eu estava.

– Ei ei! Calma ai foguinho, — disse o mais baixo zoando o meu cabelo que é castanho até os meus ombros e depois fica vermelho. — Eu sou Fred Weasley.

– E eu sou George Weasley. — se apresentou beijando minha mão galanteadoramente, enquanto o outro repetia o gesto do irmão.

– Katherine Baker. — eu disse rindo dos sorrisos marotos deles e da cara de surpresa.

– Muito prazer em te conhecer… — disse George, mas antes dele terminar, ele foi interrompido por um grito fino, agudo e super alto, que assustou todos nós.

– Garotos, fora daqui! — disse Madame Malkin empurrando-os para fora da loja.

– Tchau Kat! — os dois gritaram em unisom, enquanto eu ria.

– Tchau meninos! — disse sorrindo e rindo deles lá fora, que ficaram fazendo corações na vitrine da loja.

– Tem alguma coisa na sua família que atrai vários meninos hein. — ela disse rindo e balançando a cabeça lentamente de um lado para o outro. Eu não entendi, então só assenti com a cabeça.

Depois de Madame Malkin ajustar minhas vestes, eu paguei e dei um abraço nela.

Saí da loja e fui em direção há loja de artigos de Quadribol e entrei, logo notei que tinha uma firebolt à venda, aquela vassoura virou meu sonho de consumo desde que a vi numa revista, ela é perfeita!

– Apreciando a vassoura? — disse Fred me assutando.

– É meu sonho. — eu disse pra ele sorrindo.

– Essa vassoura é o sonho de muita gente, meu amigo tem uma.

– Sério? Eu acho que vou comprar ela, sei lá.

– Boa sorte então, mas agora eu preciso ir. Tchau. — ele disse sorrindo e acenando pra mim, eu apenas balancei a cabeça.

Resolvi comprar e comprei (Daah!), depois fui no “Floreios e Borrões” comprar alguns livros que faltavam do material e outros que eu queria, depois fui comprar alguns ingredientes de poções.

Aparatei — ilegalmente — para casa, dificilmente eu aparato, já que eu tenho 15 anos e tecnicamente eu não posso, mas como eu gosto de viver perigosamente, eu faço. Mas eu só faço isso quando estou num lugar cheio se bruxos, porque assim ninguém me descobre. Meu irmão já tinha chegado e tinha comprado praticamente as mesmas coisas que eu.

Notas finais
booom foi isso, desculpe os erros ortográficos!! comentem, recomendem, favoritem(?), acompanhem, façam qualquer coisa menos ser um fantasminha camarada, SE MANIFESTEM!! XxxMari Black
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.