Notas iniciais
desculpa qualquer erro de português (não é muito o meu forte) espero que gostem :)) é a minha primeira cena de sexo entre duas mulheres entaum eu naum sei se ficou muito boa entao galera pega leve ok?

Tomei um banho e aproveitei o tempo em que estava embaixo do chuveiro para pensar. Eu nunca tive alguém tão importante em minha vida quanto Santana, eu a amava mais que tudo e todos. Vesti um roupão e me joguei na cama para descansar um pouco. Acho que Santana havia estado naquele quarto porque parecia que os travesseiros exalavam sua colônia. Mal podia esperar a hora de vê-la.

Como eu sabia que não conseguiria ficar um minuto sem pensar nela, e por não ter mais nada o que fazer fui olhar as roupas que Santy havia deixado separadas para mim na mala. A maioria delas eram roupas que realçavam o meu corpo. Quando fui ver as roupas intimas só consegui encontrar as lingeries que eu vestia mais em casos especiais.

Vesti-me com um vestido de verão com estampas, e coloquei uma sandália por cima coloquei um sobretudo. O tempo demorava a passar e eu mal via a hora de encontrá-la. O chofer bateu na porta pontualmente às duas horas como o bilhete dizia.

De chofre, coloquei-me em pé. E abri a porta. O mesmo senhor que me conduzira até o hotel, estava ali ele pegou minha mala e levou até o carro. Perguntei lhe se teria que dar check-out, porém ele me respondeu que a senhorita Santana já o havia o feito.

Do hotel a estação de trem eu e o chofer não trocamos quase nenhuma simples e singela palavra. Eu observava a vista. E me deleitava com as memórias que passavam em minha cabeça como um filme. Fazia séculos que eu não ia a Espanha.

Assim que desci do carro. O chofer abriu a janela e falou com a voz grave:

_Senhorita, sua namorada está a sua espera perto da bilheteria.

Assenti e entrei na estação. Muitas pessoas entravam e saiam afobadas e apressadas certamente tinha coisas importantes para fazer. Perdi a conta de quantas pessoas esbarraram em mim enquanto eu procurava por Santana. Escutei vários palavrões e alguns pedidos de desculpa em espanhol.

Assim que localizei a bilheteria, vi Santana, ela estava linda os cabelos estavam soltos, e ela usava uma calça jeans apertada e uma regata azul marinha e all star.

Fui correndo ao seu encontro, algumas pessoas me olharam enquanto eu corria. Quando estava perto o suficiente dela me joguei em seus braços. Abracei a forte e não queria soltá-la nunca mais. Seus braços me envolveram e pararam em minha cintura. Depois de alguns segundos, nos soltamos a olhei e tartamelei:

_Santy, eu estava morrendo de saudades.

_Eu também. — ela me respondeu e seus olhos negros se encontraram com os meus.

Me inclinei um pouco e começamos um beijo doce e calmo. Ela mordeu meu lábio inferior e pediu passagem com a língua e eu permiti. Só paramos quando anunciaram um trem que iria para Paris. Sant se afastou e eu não estava entendendo nada. Ela deu um sorriso maroto de canto e falou:

_A gente vai pra Paris. – sorri com a informação.

_Conseguiu comprar a passagem desta vez?

Ela riu, uma gargalhada sonora. Mas depois fez um biquinho e declarou:

_Desta vez eu tive que me virar sabe, não teve nenhuma loira para me salvar.

_Ainda bem né?- eu disse. – Porque senão eu ia ficar morrendo de ciúmes.

_Vamos? – indagou estendendo-me a mão.

Concordei e fomos de mãos dadas embarcar. Ficamos numa cabine só para nós duas. O vidro estava um pouco embaçado por isso eu não conseguia enxergar quase nada do que se passava do lado de fora.

Santy estava encostada em mim e eu fazia pequenas formas com meu dedo em sua pele morena e macia. E assim eu acabei adormecendo.

Acordei com San dando beijos no meu pescoço e sussurrando o meu nome. Ela disse que havíamos chegado. Pegamos as bagagens e descemos do trem. Conseguimos um taxi e fomos para o hotel que a San tinha reservado.

Fizemos o check-in. Na recepção a mulher perguntou se nos queríamos trocar a cama de casal por duas de solteiro. E San respondeu que não. Deixamos as coisas no quarto, aproveitei para fazer minha higiene.

_Quer fazer o que meu amor?- San perguntou me agarrando por trás.

Virei me e ela sorriu maliciosa. Começamos a nos beijar vorazmente, e quando me dei conta já estávamos na cama. Não havia momento mais inoportuno para minha barriga roncar, mas foi o que aconteceu.

Santana riu e eu senti minhas bochechas adquirirem uma tonalidade rosada. Ela se levantou de cima de mim e falou:

_Desculpa Britt eu tinha me esquecido totalmente do almoço. Vamos sair?

Bufei eu queria muito bem continuar o que tínhamos começado, mas meu estomago roncou de novo e San me ajudou a levantar e jogou para mim as roupas que estavam no chão.

No elevador San olhou para mim e falou:

_Você sabe que eu acho esse bico que você faz quando está emburrada a coisa mais linda do mundo.

Fomos de metro até o jardim das plantas e almoçamos num bistrô la perto. Comemos crepe e tomamos vinho. A comida estava ótima e saciou minha fome. Ficamos passeando pela cidade.

Já se passavam da meia noite entremos numa pâtisserie compramos alguns éclairs e saímos. Eramos as únicas clientes da loja. Na rua quase não se escutava um ruído. Andamos um pouco e depois no sentamos em um banco.

De repende a San se levantou e eu também. Porém, ela ajoelhou-se em minha frente e começou a falar:

_Foi aqui que há exatamente seis anos atrás, que nós demos nosso primeiro beijo. Dentre bilhões de galáxias, foi nesta, em bilhões de sistemas, foi no sistema solar, dentre oito planetas foi neste e dentre sete bilhões de pessoas você a pessoa que me escolheu e que eu escolhi. Eu te amo mais que tudo na minha vida. – Sant colocou a mão no bolso de trás da calça, neste momento eu já me encontrava em lágrimas. Sant sempre me surpreendia. – Me dá a honra de ser sua?

Eu acenti com a cabeça e num gesto suave deixei minha mão ser tomada pela de Santana que tremia um pouco ela deslizou o anel pelo meu dedo e sussurrou que ela seria eternamente minha. Peguei o outro anel na caixinha de veludo preta e coloquei o anel no dedo de Santana.

Sussurrei um doce eu te amo no meio de lágrimas de felicidade salgadas que molhavam meu rosto. Parei de chorar e ali começamos um beijo, que San deu a iniciativa. E uma leve garoa começou a cair. Voltamos correndo, rindo e brincando para o hotel.

Chegando lá, ligamos a lareira e tiramos a roupa molhada. Começamos um amasso mais quente. E por estarmos já seminuas facilitou todo o processo. Os dedos ágeis e habilidosos de Santana tocavam em todas as partes mais sensíveis de meu corpo que ela parecia saber como se tivesse um mapa mental, a cada toque eu me arrepiava. Ela tirou meu sutiã e brincou um pouco com os meus peitos ela deu uma leve mordida o que me fez gemer. Suas mãos foram passeando por toda a extensão de meu corpo. Enquanto ela dava beijos em meu pescoço. Suas pupilas tinham se dilatado tamanha era a luxuria.

_San para de brincar. – implorei

Como sempre ela atendeu ao meu pedido arrancou minha calcinha e com um dedo penetrou enquanto com o polegar ela massageava meu clitóris. Depois ela penetrou mais um dedo e começou a entrar e sair mais rapidamente. Eu gemia alto e acabei gemendo o nome dela. Logo cheguei ao meu ápice e meu corpo caiu cansado na cama.

Esperei minha respiração voltar ao normal, e fui tomar conta da minha noiva. E foi assim a noite toda, ficamos trocando caricias no chão da sala perto da lareira.

Notas finais
reviews? poor favor hahaha
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!