Notas iniciais
Oi gente! Tudo bem? Essa é a primeira fic que escrevo e confesso que eu não pensava em posta-la, mas meu amigo me convenceu a postar (Sinta-se abraçado). Peço desculpas pelos futuros erros gramaticais e desejo uma boa leitura.

Um short vermelho , uma camisa amarrada que deixou a barriga a mostra e meias que vão até as coxas, acompanhadas de sapatos bonitinhos. No fim, eu não estava tão sexy quanto às outras, mas a roupa caiu perfeitamente em mim.

Servir mesas, cuidar do caixa e ajudar clientes que vomitam por terem bebido demais é fácil, o difícil é não ser rude ao pedir para que os homens não passem a mão na minha bunda. Eu não sou uma santa, mas sempre existem alguns abusados que acham que podem ultrapassar os limites.

O que eu mais gosto do meu trabalho? E fácil. Além da comida de graça, eu recebo o bastante para manter uma pequena casa alugada no Brooklyn, fazer compras mensais e pagar contas. Não, eu não moro sozinha. Eu e minha amiga rachamos as despesas. Amy e eu fomos criadas como irmãs, é fácil viver com ela.

Amy tem 17 anos e resolveu sair de casa a procura de mais independência. Ela está cursando o ultimo ano do colegial, por isso só trabalha meio período. Já eu, bom, terminei o colegial ano passado. Eu morava com a minha tia, até ela anunciar que estava grávida. Minha tia tem cinco filhos, todos mais velhos que eu e devidamente empregados, mas eu senti que atrapalharia, então, achei que era hora de arranjar um lugar para eu ficar.

Ela e eu, apesar de não possuirmos qualquer tipo de parentesco, temos uma ligação muito forte, sei que posso contar com ela para tudo. Minha tia é como uma mãe para mim, ela me acolheu quando eu mais precisei e me deu todo o amor que eu precisava, é graças a ela que eu estou aqui.

Minha vida é um pouco dramática. Meus pais adotivos foram um verdadeiro fracasso. Fui adotada para tentar sanar a necessidade de uma mulher depressiva de ser mãe, ela se suicidou e meu pai me descartou, disse que eu deveria ter impedido ela. Eu só tinha dez anos e estava brincando com meus amigos quando ela tirou a própria vida, eu não tive culpa alguma. No fim, não guardo rancor nenhum da minha mãe adotiva, ela era uma boa mulher.

Em pouco tempo, aprendi que nem tudo são flores, nem tudo são sorrisos ou risos. A maior parte de nossas vidas é cercada de lágrimas e sonhos mortos, mas os poucos momentos de felicidade são aqueles que nunca esqueceremos e são o eu nos fazem ver que a vida vale a pena ser vivida.

Notas finais
Críticas construtivas são sempre bem vindas :)
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.