Alguns dias se passaram sem que meu coração retomasse seu estado normal. Passei a montar com mais frequência, a passear pelo vilarejo próximo, tentei ajudar com as plantas da floresta. E foi na floresta que a magia começou a aparecer.

— Senhorita Regina! O que a traz aqui? Precisa de algo?

— Estou bem – tremi – e é Regina, apenas.

— Ok, Regina apenas. — sorriu — Quer ver o que posso fazer?

Mostrou-me os usos do timbó e outras espécies.

Encantei-me com sua delicadeza em meio a natureza, sua atitude espirituosa. Fiquei tão à vontade na companhia dele que não percebi minha mãe chegando.

Notas finais
Aquele capítulo que não ficou exatamente como eu pensava (paciência)... E a palavra de hoje não ajudou né