The Stab

6 Capítulo 6 - O Inesperado acontece.


- Por quê? O que eu fiz de errado para está recebendo esta desgraça em minha vida? — Cris perguntava em total estado de petrificação ao rosto de Halley, é quando a mulher abaixa-se e concede a filha mais um tapa ao rosto.

- O meu desejo de ver sua morte minha querida Cris é o mais profundo ardor que possa ter em meu coração. – Cris cospe ao chão uma pequena bolha de sangue.

- Por essa você não esperava em Cris? – Falava Eric em meio ao riso diabólico, Cris levanta-se, mas é empurrada por Halley até um pequeno sofá.

- Você quer saber a verdade? Quer saber a verdade sobre tudo isso sua vadia? Pois eu vou contar, mas preste atenção, porque vai ser a única e última vez que estarei revivendo esta lembrança maldita, há dezenove anos, o canalha de seu pai me traiu com nossa empregada, sim, e além de tudo isso me deixou grávida de você, ele fugiu com a vagabunda, me deixou ao relento, sem um teto para eu colocar esse feto que é você, eu fiquei ali, sozinha, sem ninguém por mim, criei essa amargura no meu peito, eu queria ter tirado você, estava tudo programado, certinho assim como o Diabo gosta, mas eu pensei, eu tenho que fazer ele sentir a mesma dor que eu tive e você era ele, foi então que deixei sua pessoa nascer, me fiz de santa esse tempo todo, dezenove anos esperando o momento certo para eu me vingar, porque isso sim, é uma vingança digna, eu não quero fama, nem dinheiro, nem poder, só quero que você sinta a mesma dor que eu sentir, nada mais. — Ao final dos dizeres Cris estava em um choro profundo, Eric também se mantinha chocado.

- Para de chorar! – Halley segura o braço de Cris e lhe corta mais uma vez, a garota grita, a mulher então se afasta da filha, ela faz sinal para que Eric a levante.

- Termine o resto Eric, acho que a minha lição já foi dada com muito êxito. – Disse Halley olhando para o jardim.

- Com todo o prazer. — Concordou Eric empurrando Cris ao canto da parede, ele então retira sua arma que Amber lhe concedeu.

- Esse é o momento Cris que as câmeras são desligadas e os verdadeiros sobreviventes dão boa noite.

- Vá se ferrar! – Foi o pouco que Cris conseguiu dizer, mas antes do apertar do gatilho Eric foi surpreendido com uma facada na coluna, Cris se impressiona, Halley havia cometido a ato.

- Obrigado Eric, assim como você me ensinou tudo sobre a franquia “Pânico” eu aprendi uma lição com Jill Roberts, a imprensa só gosta de um sobrevivente.

- Filha da mãe! – Halley olhando fixamente aos olhos do rapaz lhe concede mais uma facada, ela então o joga ao lado.

- Você pensa que tudo isso vai te levar a algo de bom, mas sua decadência será inevitável. — Falava Cris enquanto seus braços se mantinham em sangue, Halley limpando sua faca olha fixamente para a filha, ela tira suas vestes e pega uma corda que estava a sua cintura.

- Hora do lance final minha querida, o momento que faremos uma homenagem ao filme original, a morte de Casey Becker. — Cris com pouca força tenta se arrastar, mas Halley a segura pelos cabelos e começa a puxar para a varanda, um pequeno temporal tem inicio, Cris se engasga com as poças de água que era lhe enviadas à boca, mas Halley continua a puxá-la, chegando a uma árvore média ela passa a corda dentre os galhos e ao pescoço de Cris, em um pequeno movimento ela puxa a corda colocando a garota em plena posição de enforcamento, Halley grita.

- A partir de hoje a minha vingança estará consumada, você morta e eu sendo feliz longe desta maldita cidade. — Cris sentindo a falta de ar só consegue dizer uma última frase.

- Você nunca será feliz. – Halley com uma tremenda raiva aos dizeres de Cris crava-lhe uma facada na barriga da jovem.

- Isso para mim é ser feliz Cris, nova franquia, sem regras, sem limites, onde eu poderei seguir meu rumo fazendo assim em outros lugares uma nova história, com novos idiotas ao meu lado assim como você foi uma e os otários dos seus amigos, bom, a mamãe te abençoa, mas chegou o momento de dá adeus. – Halley preparando-se para dá a facada final é tida com um tiro ao seu peito, a mulher cai de joelhos e observa seu sangue escorrer por sua roupa, ela cai ao chão, Cris sem nenhuma força tenta ver quem foi o causador do ato, Antony que segurava seu peito sangrando surgi a frente da jovem.

- Cris, calma, eu vou tirar você daí. — Ele corta a corda com um pequeno canivete que possuía em sua calça e Cris desaba ao chão, a jovem sem muitos movimentos agradece ao policial.

- Obrigada.

- Não há porque pedir... — Mas em um relance imprevisível Halley levanta-se cravando sua faca ao pescoço de Antony, o policial sangra pelo corte, Cris aproveitando pega a arma na mão do policial e aponta a cabeça de Halley.

- Eu fico viva para a seqüência, mas você não, minha mãe vadia. – Um tiro na cabeça de Halley foi à última atitude de Cris, ela então vira sua cabeça de lado e desmaia, os três corpos ali se estenderam, deixando apenas a chuva cair sobre eles, o filme havia tido seu corte final.


Dias atuais...


- Então tudo o que você acabou de me relatar foi feito pelas mãos de Halley Evans e Eric Jhonson, estou certa? – A repórter olhava atentamente para Amber Aniston.

- Sim, tudo isso foi o que aconteceu há três meses Janete Wilson. – A repórter desligando seu gravador olha atentamente ao corte do peito da jovem.

- Eu queria ter tido essa entrevista com Cris Evans, mas infelizmente ela está falecida, mesmo assim agradeço seu relato, senhorita Amber. – A repórter se despede, caminha até seu carro e se retira daquele local, Amber que para todos os efeitos poderia está morta conseguiu se recuperar do corte feito por Eric, os médicos se surpreenderam com sua recuperação. A Noite logo se veio, após um bom banho Amber passa pela sala e liga sua TV, está passando o jornal local, aproveitando ela pega seu celular e vai até a cozinha, em alguns minutos podemos ouvir uma voz.

- Alô?

- Oi minha querida, como você está? – A voz ali feita era de Cris, ela estava em uma casa não muito longe do norte da Califórnia, se isolar foi sua melhor saída, ela não queria se submeter à imprensa, os enfermeiros que haviam lhe resgatado naquele dia fizeram lhe jurar que iriam dizer a todos que sua pessoa havia sido encontrada morta, mas isso não era nada demais, o importante era Amber saber que ela estava bem.

- Eu estou bem Amber, apesar das lembranças ainda estarem recentes, estou tentando levar esse restante de vida que ainda me resta.

- Fico feliz com isso – Amber abre um sorriso meigo. Na sala o jornal se continuava normalmente é quando podemos ver no televisor a imagem sendo trocada pela visualização da sala de Amber, logo após a porta de entrada é aberta e uma sombra escura começa a se movimentar ao local.

- Eu estou com ótimos planos ao verão, acho que irei visitá-la. – Cris se alegra.

- Venha mesmo, ficar aqui sozinha é muito ruim. – Amber pegando um copo de suco a geladeira volta para a sala, sua TV estava desligada, ela então se questiona.

- Mas eu a liguei antes de ir à cozinha, enfim. – Ela senta-se ao sofá e mais uma vez liga o aparelho, só que desta vez era a sua imagem na qual estava se passando na TV.

- Meu Deus! – Cris repara no trocar de tom de voz da amiga.

- O que foi Amber? – A jovem olha ao canto da parede e repara que uma câmera está ligada em sua direção.

- O filme ainda está sendo rodado. – Cris estranha os dizeres da amiga.

- Como assim Amber? Do que você está falando? — A jovem então mais uma vez senta-se ao sofá mais é surpreendida por um Ghostface que surgi atrás de si, ela tenta se desviar, mas ele a puxa cravando-lhe várias facadas ao peito, Cris apenas ouvindo os gritos da amiga levanta-se de sua cama e começa a ter um forte arrepio na espinha.

- Amber fale comigo, pelo amor de Deus, o que foi isso? – O Corpo de Amber é estirado ao sofá, o celular fixo em sua mão mantinha-se cheio de sangue, é quando o assassino vem a se comunicar.

- Olá Cris, ainda lembra-se de mim? — A jovem desesperada só consegue fazer uma coisa, gritar.

- Nãooo!



THE STAB



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