The Song of Our Hearts

6 Midnight Memories – Cobrade


Notas iniciais
Olá, pessoas. Espero que ainda haja pessoas por aí *cruza os dedos* Então, pessoal, eu sei que eu estive por muito tempo fora, mas eu voltei. Quer dizer, eu estou voltando. Eu vou voltar a escrever ones de vez em quando e talvez, retome CTMEOOY, minha long-fic perina. Mas sobre isso, nós conversamos depois. Música da one: https://www.youtube.com/watch?v=bkx9kCdaaMg (adoro esse videoclipe) E para quem quiser, também ouça essas duas que eu citei: https://www.youtube.com/watch?v=XpxNNalLTB4 https://www.youtube.com/watch?v=yXQViqx6GMY Espero que gostem!!

(Memórias da meia noite, oh oh oh) Midnight memories, oh oh oh

(Querida, eu e você) Baby, you and me

(Tropeçando na rua) Stumbling in the street

(Cantando, cantando, cantando) Singing, singing, singing, singing

Rio de Janeiro, 24 de dezembro. 20:59. Balada Secrets Desires.

Cobra não conseguia ignorar o fato de que a morena no meio da pista de dança era extraordinariamente gostosa. Ele também não ignorava a estranheza que ele sentia por estar em uma balada em plena véspera de Natal. Não era um de seus melhores dias. Ele não sabia bem ao certo o que tinha o levado ali. Ele simplesmente sentia que ali era o local perfeito para passar aquela data peculiar.

Jade sabia bem que sua mãe e seus vários convidados se perguntavam o porquê dela estar tão atrasada para a ceia. Entretanto, ela nem ligava. A nova música do The Weeknd soava bem alta e ela estava se divertindo. Incrivelmente, ainda estava bem sóbria e por esse motivo, conseguiu perceber o cara alto e forte que a encarava com um sorriso de canto. Ela sabia que ele estava apreciando a sua dança.

Minutos se passaram e Jade continuou dançando e Cobra, a encarando. Ele estava em dúvida se ia até ela, porém no momento que percebeu que outro rapaz também a observava, ele decidiu que era a hora de arriscar.

Jade não parou de dançar enquanto observava a chegada do rapaz de olhos tão negros como a noite que fazia lá fora. Ela sabia que outros a secavam, no entanto era aquele que se aproximava que ela queria perto naquela noite.

“Então o que essa linda moça faz na balada na véspera de Natal?”, sussurrou no ouvido de Jade.

“O mesmo que o rapaz observador a minha frente.”

“E o que seria, bela moça?”

“Esperando a noite acabar para poder abrir os presentes que o papai Noel deixou,” ela explicou, com um sorriso inocente.

“Bonita e engraçada. O que mais eu preciso pedir?” respondeu, após dar uma pequena risada.

“Para o papai Noel? Eu pediria um pouco de charme, porque o seu já saiu da validade.”

“Assim você vai me magoar e o bom velhinho vai colocar somente carvão em baixo da sua árvore,” respondeu, entrando na brincadeira.

“Oh, não. Isso não. Me desculpa, rapaz sem nome,” disse, com uma voz de falso arrependimento.

“Cobra.”

“Que cobra, rapaz?”

“Meu nome é Cobra. Quer dizer, é meu apelido.”

“Que apelido convidativo o seu. O meu nome é Jade.”

Cobra estendeu a mão e Jade, após alguns segundos pensando, a apertou. Ela ainda estava a pensar no que dera na sua cabeça para vir naquela balada no dia 24 de dezembro. E para completar, começar a conversar com um total estranho, se é que poderiam chamar aquilo de conversa. Somente voltou a prestar atenção no mundo a sua volta, quando Cobra estalou os dedos em frente a seus olhos com o pretexto de lhe atrair atenção.

“Eu me distrai um pouco. O que disse?”

“Eu perguntei se você queria ir beber alguma coisa.”

“Eu aceito.”

Cobra foi na frente e Jade o seguiu até o bar do outro lado da balada. Impressionantemente, a balada estava cheia. Pessoas dançavam, se pegavam e se divertiam. Todos em busca de uma noite para recordar. Talvez Cobra já soubesse o porquê dele recordar aquela noite.

Já no bar, os dois tomaram incontáveis bebidas enquanto trocavam histórias de Natais passados. Cobra contou da vez que ele e os irmãos fugiram durante a madrugada até a sala de casa e ficaram esperando o papai Noel chegar, mas dormiram antes e acordaram no dia seguinte emburrados e somente se alegraram quando viram que tinha ganhado o que queriam.

Jade narrou o dia que ela descobriu que o papai Noel não existia, no entanto a mãe disse que se ela parasse de acreditar, o velhinho ficaria chateado e não a daria presente. Ela não acreditou nas palavras da mãe e no dia de abrir os presentes, ela viu que não tinha recebido nenhum. Correndo, ela foi atrás do seu antigo boneco do Noel e pediu desculpas. Sua mãe apareceu na porta e lhe entregou o presente, que segunda ela, havia sido colocado em sua porta no momento que ela se desculpou.

Os dois riram e beberam e quando faltavam dez minutos para a meia noite, eles saíram da balada e começaram a andar pela a rua vazia e cantaram. Cantavam e tentavam dançar, porém eles só conseguiam tropeçar em seus próprios pés. Bêbados e felizes. Era assim que estavam.

Jingle bell, jingle Bell. Jingle bell rock,” Jade entoou a canção e dançou, olhando para Cobra que ria e a abraçava de lado.

Jingle bell swing. And jingle bells ring,” continuou a canção sem deixar de dançar com a morena ao lado.

Snowin' and blowin'. Up bushels of fun. Now the jingle hop has begun,” cantando juntos, eles se sentaram numa mureta não tão alta.

“Você canta bem,” Cobre gracejou.

“E você, bem mal.”

“Como sempre, um amor de pessoa.”

Ela riu baixinho, escondendo o rosto no ombro dele. Eles estavam um tanto quanto cansados e poderiam dormir ali mesmo. Cobra, então, decidiu que a levaria para casa. Talvez, não fosse a melhor ideia devido ao seu estado alterado e a falta de taxis naquela noite, mas era o jeito.

“Jade, minha doce dama, onde você mora?”

“Por quê? Você vai me levar pra casa, abusar da minha pessoa e roubar os meus pertences?”

“Não. Eu só vou levar para sua cama e lhe deixar dormir.”

“Parece uma boa. Eu moro na Rua Formigueiro, n°213.”

“Está bem, formiguinha. Aqui vamos nós.”

Cobra se levantou e esperou que Jade pulasse da mureta e começasse a andar, porém, ela esticou os braços em direção a ele e choramingou:

“Me leva.”

“Tudo por você, dama.”

Ele a pegou no colo e com as forças restantes, a levou até em casa. Um pouco antes da metade do percurso, ela adormeceu em seu ombro. Enquanto andava, Cobra pensava naquela noite tão maluca. Ele ainda estava meio bêbado, porém ele sabia bem o que estava sentindo no lado esquerdo do peito. Quando olhou no relógio, percebeu que já havia passado da meia noite. Já era Natal.

All I want for Christmas is you,” cantarolou, ao se lembrar da pergunta de Jade de mais cedo.

Durante suas conversas no bar, ela havia perguntado o que ele queria de Natal. Ele respondeu que não sabia, e era a verdade. Contudo, agora ele sabia. Ele queria a morena que estava dormindo em seus braços.

Jade era completamente e nas horas que se conheceram, ele notou isso. Entretanto, ela também poderia ser bem doce, pelo menos, quando estava bêbada. Ela estava o enlouquecendo.

Ela havia lhe dado uma noite para lembrar sem ao menos o beijar. Ela havia conseguido enlaçar seu coração com suas palavras sarcásticas. Ela havia o feito dançar, cantar e rir de tudo e qualquer coisa. Ela havia conseguido criar uma memória de madrugada que Cobra não iria nem queria esquecer.

Notas finais
Espero que tenham gostado. Por favor, me falem o que acharam. Se acharem algum erro, me falem *escrevam* também. Sobre CTMEOOY, eu adoro a ideia da fanfic. Porém, minhas ideias e modo de escrever mudaram. Eu não gosto de muita coisa que tem lá. Por isso, eu comecei a reescrevê-la. Agora ela chama Finding Karina. O nome vêm da série Finding Carter, de onde eu tirei a ideia para a fic. Nela, a história começa com a Karina, origalmente chamda de Catarina, voltando para a família dela. Nela, terá flashbacks e as minhas ideias estão mais arrumadas. Se vocês acharem uma boa ideia e eu conseguir escrever, pelo menos, cinco capítulos, eu começo a postar em dezembro, quando minhas aulas acabarem. Até mais. Beijos, Turtle.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.