The Song Of The Love

19 No labels...just me and you


Notas iniciais
Oi todo mundo! Como vocês estão? Bom, minhas aulas voltaram essa semana e eu já estou cheia de coisas para fazer, mas como eu sou muito boazinha e terminei o capítulo durante o meu intervalo, resolvi postar hahaha. Espero que vocês gostem! Boa leitura! :D PS: A fic ultrapassou os 200 comentários! *0* Muito obrigada, gente, de verdade! PS²: Erika, sua linda, muito obrigada pela inesperada e incrível recomendação! Você não imagina o quanto eu fiquei feliz! s2

Regina falou de uma vez, vendo a garota a sua frente ficar paralisada.

– Reg...

– Eu te disse que não podia me envolver com você. Era por isso.

– Regina...

– Eu não posso colocar você nessa furada. Não é justo e...

– Ei!

Antes que a morena continuasse, Emma se aproximou dela novamente e impediu sua fala colocando o dedo indicador em seus lábios.

– Isso é maravilhoso.

A cantora sorriu, deixando Regina confusa.

– Emma, você ouviu o que eu acabei de dizer?

– Eu ouvi e qual é o problema? Olha, eu sei que você não é gay e tem um noivo, mas eu simplesmente não consigo parar de pensar em você.

– Eu estou grávida.

– Eu sempre quis ser mãe e não me importaria nem um pouco em dividir essa experiência com você. Para ser honesta, eu ficaria muito feliz.

– Essa sua atitude é muito bonita, Emma, mesmo. Mas eu acho que não vai ser possível.

– Por quê? Seu noivo?

– Na verdade, nós terminamos. Ele não quis a criança.

Regina comentou chateada ao se lembrar da cena.

– Que idiota!

Emma exclamou com raiva, mas logo completou:

– Essa é outra razão.

– Razão?

– Para você me deixa tentar. Dá uma chance para mim. Dá uma chance para nós.

Emma puxou Regina para mais um beijo e ela não teve como resistir, para falar a verdade, a morena estava cansada de resistir e se entregou por completo.

– Eu preciso pensar.

Regina falou com dificuldade, depois que o beijo tinha acabado e as duas se afastaram apenas alguns centímetros.

– E eu também quero que você pense direitinho. Não quero que tome nenhuma decisão precipitada.

– Eu já pensei.

A loira sorriu e Regina quase derreteu com aquele sorriso, mas logo voltou à realidade.

– Emma, é sério. Eu não quero que você fique comigo por pena ou algo do tipo e...

– Eu gosto de você, Regina, muito. Gosto de cada detalhe seu. E esse é o motivo pelo qual eu quero ficar com você.

Emma se aproximou novamente e fez um carinho no rosto dela, ajeitando uma mexa de cabelo preto para trás de sua orelha.

– Mas eu prometo pensar, se isso te deixará feliz.

– Obrigada.

Regina sorriu.

– Só que eu também tenho um pedido para te fazer.

A cantora disse entrelaçando suas mãos nas de Regina.

– Nesse tempo, eu não quero ficar longe de você e se você deixar, nós podemos aproveitar.

– Com aproveitar você diz...

– Sem rótulos, sem nada. Só eu e você.

Emma mordeu o lábio inferior. Ela estava nervosa e ao mesmo tempo ansiosa. Era uma mistura de sentimentos tão grande que a loira não conseguia nem definir. O mesmo se podia dizer de Regina, que, aliás, tinha achado aquela mordidinha extremamente sexy e acabou ficando sem reação diante do pedido.

– Você aceita?

– Aceito.

As duas sorriram e a morena passou seus braços em volta do pescoço de Emma, que a segurou pela cintura.

– Promete ter calma e paciência comigo?

Regina perguntou insegura.

– Claro. Para que ter pressa? Nós temos todo o tempo do mundo.

A cantora falou com sinceridade, com um sorriso no rosto, o que também causou um sorriso em Regina. A tranquilidade e segurança que sentiu ao ouvir aquilo fez com que se aproximasse de Emma e selasse seus lábios com um beijo carinhoso.

***

Na manhã seguinte, assim que Emma acordou, ela se trocou e terminou de arrumar suas malas, já que embarcaria para San Diego em duas horas. A loira pediu para que levassem uma reforçada bandeja de café da manhã no quarto e após alguns minutos, seu desejo foi atendido.

– Emma!

Regina exclamou com um sorriso ao ver a garota parada na porta.

– Bom dia, flor do dia.

Emma disse sorrindo docemente e estendendo uma rosa vermelha para a morena.

– Bom dia.

Regina pegou a flor e seu sorriso aumentou de tamanho devido à quão encantada estava com a atitude da cantora.

– Entra.

A repórter disse dando espaço para Emma passar e colocar a bandeja em cima de sua cama.

– O que é isso tudo?

– Bom, nosso café da manhã.

Emma sorriu tímida.

– Café da manhã na cama.

Regina suspirou apaixonada.

– Isso é simplesmente adorável. Assim como você.

As duas sorriram e Emma se aproximou, roubado um selinho da morena. Regina não estava com muita fome, mas se esforçou ao máximo para conseguir comer, afinal, a garota tinha tido todo aquele cuidado e ela não podia fazer aquela desfeita. Ficaram conversando sobre várias coisas, por muitos minutos e depois que a loira saiu do quarto, Regina foi terminar de arrumar sua mala. Quando Emma entrou em sua suíte, Scott esperava por ela ansioso.

– Pelo seu sorriso eu vejo que vocês se resolveram, não é?

O empresário falou animado.

– Do que você está falando?

Emma perguntou se fazendo de desentendida, na tentativa, falha, de enganá-lo.

– Nem adianta negar! Não depois daquela dança.

– Negar? O quê?

– Vocês estão juntas!

Scott exclamou com um sorriso enorme, se aproximando da garota e a abraçando.

– É incrível como eu não consigo fazer nenhuma pegadinha com você.

Emma comentou rindo, depois que o abraço terminou.

– Isso se deve ao fato de eu te conhecer muito bem.

– Até melhor do que eu mesma.

– Verdade.

Os dois riram e se sentaram no sofá que tinha no quarto da loira.

– Mas e aí, me conta. Como foi tudo? Teve briga, beijo e esse tipo de coisa?

– Ai Scott. Só você.

Emma sorriu diante da euforia do homem a sua frente.

– Não foi uma briga exatamente. Eu não sei explicar, foi tudo tão rápido. Só sei que estamos bem. Sem rótulos. Só nós.

– Ounwt! Que coisa romântica!

O empresário falou com voz melosa, recebendo um leve soco no braço.

– O que foi que eu te disse? Eu sabia, eu sabia! Sempre soube. Vocês foram feitas uma para a outra!

– Scott, calma. Nós estamos começando agora.

– Mas eu consigo ver o futuro. E sabe o que eu vejo Emma?

O empresário falava tudo de um jeito engraçado, parecendo alucinado, o que fazia Emma rir cada vez mais.

– O que você vê, Scott?

– Vocês duas felizes para sempre! E eu o padrinho do casamento e do filho, é claro.

– Filho?

Foi nessa hora que Emma se lembrou do fato de Regina estar grávida, soltando um sorriso bobo para aquilo.

– É, talvez você esteja certo.

– Talvez? Eu sempre estou certo.

Os dois riram e ficaram ali no quarto conversando até a hora de embarcar.

***

Onze horas em ponto, todos se encontravam dentro do avião com destino a San Diego. Diferente da outra vez, Emma estava sentada ao lado de Regina e as duas não paravam de conversar um minuto se quer. Sorriam, riam e trocavam olhares apaixonados, que eram facilmente notados pelos outros, que não falavam nada, apenas ficavam felizes pelas duas e extremamente orgulhosos da cantora pela escolha. Eles comeram qualquer coisa no avião mesmo, já que não tinham tido tempo de almoçar no hotel, mas ninguém pareceu se importar em comer besteiras no lugar de "comida de verdade". Emma já tinha ido algumas vezes para San Diego, diferente de Regina, que só havia estado lá uma vez a trabalho. Quando chegaram ao hotel, a loira deixou as malas no quarto e resolveu que iria chamar Regina para sair.

– Ei, acabei de ter uma ideia.

Emma exclamou entrando no quarto da morena.

– E que ideia mirabolante seria essa?

Regina perguntou com um tom divertido.

– Quero te levar em um lugar!

A cantora disse sorrindo e se aproximando.

– Emma, eu adoraria, mas você tem que descansar para o show.

– Mas eu não estou cansada e ainda falta bastante para o show.

Emma segurou firme a cintura da repórter, colando o corpo dela no seu e causando um arrepio em ambas. Regina sentiu uma corrente elétrica devido à pegada da garota.

– Por favor, vai.

A loira fez um beicinho simplesmente irresistível, tanto que Regina não se aguentou e lhe deu um longo selinho.

– Isso foi um sim?

– Com certeza.

As duas sorriram e saíram do quarto, indo em direção ao saguão do hotel.

***

Killian não tinha conseguido levar muita coisa na sua mochila, então, antes de ir para a empresa, resolveu passar no apartamento de Regina, que antes era deles e pegar o resto. Ele ainda tinha a chave, mas preferiu tocar a companhia. Tocou uma, duas, três vezes e nada. Pensando que a morena poderia estar lá dentro desmaiada ou pior, Killian tirou a chave do bolso e entrou no apartamento às pressas, encontrando tudo escuro.

– Regina, você está aí?

O engenheiro gritou, obtendo apenas o silêncio como resposta. Ele entrou em todos os cômodos, não achando nenhum sinal de Regina ali. Foi então que resolveu pegar suas coisas e ir até o apartamento de Tinker, para ver se a loira sabia de alguma coisa. Killian desceu com as malas até o terceiro andar e apertou a campainha, sendo atendido rapidamente.

– O que você está fazendo aqui? Seu safado! Eu não tenho nada para falar com você!

Tinker praticamente surtou ao ver o homem parado na sua frente.

– Tinker, calma. É importante.

Killian tentou acalmá-la, mas não pareceu funcionar.

– Calma? Como eu posso ter calma sabendo o que você fez com a Regina?

– Ah, então ela te contou da traição.

O moreno soou arrependido, mas Tinker não teve nenhum pingo de pena.

– E também do filho que você não quis.

Tinker praticamente cuspiu as palavras, pegando Killian de surpresa.

– Olha, eu tive meus motivos, ok? E isso não é da sua conta! É um assunto meu e dela.

Killian exclamou com raiva, fazendo a loira respirar fundo e se controlar para não dar um tapa de mão aberta na cara dele.

– O que você quer aqui?

–Saber onde a Regina está.

– Por que esse interesse?

– Porque eu tinha dito para ela que voltaria para pegar minhas coisas e hoje quando passei lá, não a encontrei e inclusive, metade do guarda-roupa dela também não estava presente.

– A Regina viajou a trabalho.

Tinker respondeu simplesmente.

– Viajou? Para onde?

– Eu não sei.

– Está mentindo!

Killian quase gritou.

– Eu realmente não sei. A turnê pode passar por vários lugares.

– Então quer dizer que ela ainda está bancando a babá daquela tal de Emma.

– Já chega, Killian! Tchau.

Tinker falou começando a fechar a porta, mas antes que pudesse realizar tal ato, parou e estendeu sua mão.

– Se você puder me dar as chaves, eu agradeceria.

– Aqui.

O homem colocou o objeto na mão de Tinker e pegou suas malas, se dirigindo até o elevador.

– E a propósito, avise para sua amiga que eu não quero vê-la nunca mais!

Depois de dizer isso, Killian entrou no elevador e saiu do prédio o mais rápido que pôde.

Notas finais
E aí, o que vocês acharam? Gostaram da reação da Emma? Será que o Killian irá aprontar alguma coisa? Bom, se o capítulo mereceu, cometem, por favor. Obrigada mais uma vez! PS: Agora realmente irá ficar mais difícil de estar postando sempre, mas eu espero que vocês entendam e não queiram me bater hahaha. Beijos e até o próximo s2. :)