The Song Of The Love
22 I wanna love all of you
Notas iniciais
Assim que a mulher tirou as mãos de seus olhos e apareceu ao seu lado, Emma se levantou e a abraçou com força.
– Quanto tempo, Elsa! Eu estava morrendo de saudade de você.
– Eu também estava!
Elsa respondeu com um sorriso, terminando o abraço. Regina presenciava a cena com uma cara de poucos amigos. Não estava gostando nem um pouco daquela troca de carinhos.
– Mas a senhorita é muita ocupada, né. E quase nunca tem tempo para mim.
– Desculpa, mas eu faço o possível e...
– Ei, boba. Estou brincando.
A mais velha começou a rir.
– Deixa eu te apresentar, essa aqui é Regina Mills. Regina, essa é minha prima Elsa.
– É um prazer.
Elsa falou estendendo sua mão para a morena, que a apertou no mesmo instante.
– Todo meu.
As duas sorriram e Elsa se virou para Emma com um olhar de “vocês estão juntas?”. A cantora balançou a cabeça, com um sorriso tímido.
– Você não acredita, a Anna está noiva!
– Do Kristoff?
Emma perguntou surpresa.
– Sim!
– Parece que você vai realmente ficar para titia. Até sua irmãzinha já te passou.
A cantora falou em um tom divertido, recebendo um soquinho logo em seguida.
– Cala a boca. Você nem sabe o que fala.
De repente, surgiu um homem atrás de Elsa, que segurou a cintura dela com firmeza.
– Priminha, esse é o Will Scarlet, meu namorado.
Elsa lançou um sorrisinho de "eu te avisei" para Emma, que piscou pra ela e estendeu sua mão para o homem, o cumprimentando logo em seguida.
– É um prazer, Emma. Eu sou um grande fã seu.
– O prazer é meu. E obrigada. Fico honrada.
O rapaz abriu um sorriso e se aproximou de Regina, também apertando a mão dela.
– Bom, nós já vamos. Foi ótimo rever você, Emma.
– Digo o mesmo primoca.
As duas se abraçaram novamente e Elsa se despediu de Regina.
– Vejo vocês duas no casamento da Anna, que se depender daquela doida, vai ser em breve.
A loira sorriu e entrelaçou sua mão na de Will, saindo do restaurante. Quando Emma voltou a se sentar a mesa, percebeu que Regina ria.
– O que foi?
– Estou me sentindo uma idiota.
– Por quê?
– Porque por um breve momento eu senti ciúmes da Elsa, antes de saber que ela era sua prima.
– Awn! Que bonitinha! Com ciúmes de mim!
Emma falou com um tom de voz fofo, sorrindo e fazendo Regina ficar sem jeito.
– Não pensei que você fosse do tipo ciumenta.
– Eu não sou, quero dizer...não era...até alguns minutos atrás.
– Estou me sentindo especial agora.
– Porque você é.
A morena falou de um jeito carinhoso e as duas sorriram.
O jantar foi simplesmente maravilhoso. As duas trocavam carinhos e olhares de cumplicidade o tempo todo. Emma até tentou ensinar algumas coisas em francês para a repórter, que conseguiu pedir a sobremesa para o garçom após tentar falar a frase completa umas três vezes. As duas estavam se divertindo muito e qualquer um que reparasse nelas saberia o quanto estavam apaixonadas. Era evidente demais. Depois que saíram do restaurante, Emma entrelaçou sua mão na de Regina e elas foram caminhando pela calçada. A morena não sabia exatamente para onde Emma estava a direcionando, mas a garota parecia ter certeza para onde ia. No meio do caminho, algumas fãs pararam a cantora e pediram para tirar fotos com ela, que tirou de bom grado. As duas seguiram andando, até que a repórter avistou a coisa que podia jurar ser a mais bela e encantadora de todas: a Torre Eiffel.
– É linda!
Regina exclamou extremamente encantada.
– Assim como você.
Emma falou em um tom fofo, derretendo ainda mais o coração da repórter, que se virou para ela, se aproximou e a beijou carinhosamente.
– Você é incrível, Emma. Obrigada por tudo, principalmente por ter entrado na minha vida.
Regina disse aquilo da forma mais sincera que conseguiu, arrancando um sorriso bobo da loira, que beijou sua bochecha e passou o braço por suas costas, trazendo-a para si para poderem admirar a beleza daquele monumento.
***
– Boa noite. Você não é August Booth. Ou é?
Killian perguntou com um tom divertido.
– Não, senhor Jones. Sente-se, por favor.
– Tudo bem.
Após ter se sentado, Killian começou a tirar alguns papéis, desenhos e anotações sobre construções de casas, de sua maleta e colocou-os na mesa, deixando Zelena confusa.
– O que está fazendo?
– Você não quer falar de negócios?
– Não, querido.
Zelena deu uma pequena risada.
– Desculpe, mas eu não estou entendendo.
– August Booth é na verdade um detetive.
– Detetive? Para quê?
Killian perguntou estranhando aquela situação toda.
– Se acalme, senhor Jones. Eu vim aqui para falar da sua noiva...Regina.
A modelo praticamente cuspiu o nome.
– Espera...o quê? Quem é você e por que quer falar dela?
– Meu nome é Zelena, sou modelo e namoro a cantora Emma Swan.
– Legal. E o que isso tem haver com a Regina? Aliás, o que isso tem haver comigo?
Killian perguntou perdendo a paciência com tanto mistério.
– Caso você não saiba, sua noiva está fazendo uma entrevista com a minha namorada, inclusive, ela viajou em turnê com a Emma.
– Eu sei disso.
– E não liga?
– Bom, é o trabalho dela e não que eu deva satisfação para você, mas nós terminamos.
– Então é verdade!
Zelena gritou, batendo na mesa e chamando a atenção das pessoas ali presentes no restaurante, que logo depois voltaram aos seus afazeres.
– Ok love, para mim já deu.
O moreno falou se levantando.
– Você não deve bater bem da cabeça, mas eu respeito isso e...
– Será que você não percebe?
Zelena perguntou como se fosse algo óbvio, mas não para Killian.
– Perceber o quê?
– Regina e Emma estão juntas!
A ruiva teve que controlar seu tom de voz, mas disse a frase anterior com toda raiva que existia em seu ser.
– Como é que é?!
Killian caiu sentado na cadeira.
– Você acabou de me dizer que você e Regina terminaram e a Emma também terminou comigo.
– Não, não pode ser! Nem de mulher a Regina gosta, você deve ser louca mesmo!
O moreno falava tudo extremamente revoltado com o que tinha acabado de ouvir.
– Olha, eu sei que dói ser trocado por uma mulher e...
Antes que Zelena terminasse a frase, Killian se levantou novamente e pegou sua maleta.
– Já chega! Nós terminamos por outro motivo e agora se me der licença, eu estou indo!
– Aqui tem o meu cartão.
A modelo estendeu o papel para o homem a sua frente. Zelena não se mostrava nem um pouco abalada diante do surto dele ou dos “xingamentos” que tinha usado.
– Me ligue se mudar de ideia.
Muito à contra gosto, Killian pegou o cartão e saiu pisando alto, deixando Zelena com um sorrisinho estampado no rosto.
***
As duas chegaram ao hotel no maior clima de romance possível. Sorrindo e rindo sem parar uma para outra no caminho até o quarto. Não que estivessem bêbadas nem nada, elas só estavam felizes, aproveitando cada momentinho que tinham juntas. Quando entraram no quarto, Emma segurou Regina pela cintura e começou a beijá-la calorosamente.
– Faz amor comigo?
A loira sussurrou perto dos lábios da mulher a sua frente.
– O quê?
Regina ficou estática diante daquele pedido.
– Faz amor comigo, Regina.
Emma se aproximou mais da morena e passou a distribuir vários beijos pela região do pescoço, o que a fez fechar os olhos e reprimir um gemido.
– Posso?
A cantora perguntou com a voz rouca, próxima ao ouvido de Regina, assim que sua mão subiu até o zíper do vestido dela.
– P...ode.
Assim que o vestido da repórter foi ao chão, Emma a olhou de cima a baixo com ternura. Regina estava extremamente nervosa. Nesse tempo todo em que estavam em Paris, o mínimo de roupa com que já tinha ficado na frente da loira era camisola, que querendo ou não, cobria mais do que calcinha e sutiã.
– Por que você está me olhando desse jeito?
Regina perguntou sentindo seu rosto enrubescer.
– Porque você é maravilhosa.
Emma sorriu e se aproximou dela novamente, iniciando um beijo carinhoso, sem pressa, explorando cada pedacinho da boca da morena.
– Não mais que você.
Regina comentou baixinho, assim que o beijo terminou, não podendo deixar de pousar seu olhar sob o abdome definido de Emma, quando a mesma conseguiu se livrar de seu vestido. A cantora puxou Regina para cama e ficou por cima dela, onde colocou as mãos em sua cintura e recomeçou o beijo, mas parou assim que percebeu que a repórter tremia.
– Você está nervosa?
– Um pouco.
– Fica calma, amor.
Emma subiu sua mão devagar pelo corpo de Regina, seu toque era macio, mas firme, o que causou um arrepio na morena e fez uma onda de extrema excitação passar por seu centro. A loira levou sua mão até a testa de Regina, arrumando uma mecha de cabelo para trás da orelha dela cuidadosamente.
– Eu prometo ir devagar.
Emma deu um sorriso, aproximando seu rosto do de Regina e mordendo seu queixo lentamente.
– E também prometo que você vai gostar.
Os lábios da cantora foram descendo vagarosamente para o pescoço de sua amada, depositando vários chupões ali, que faziam Regina soltar gemidos roucos. Os beijos foram descendo e as mãos afoitas de Emma foram subindo, indo direto para o fecho frontal do sutiã da morena e com a ajuda da mesma, retirou a peça com facilidade, se deparando com um belo e farto par de seios. Emma começou chupando o direito, enquanto massageava o esquerdo, alternando logo depois. Regina tinha sua respiração pesada. Aquela era uma experiência totalmente nova, mas podia ter certeza que em apenas alguns minutos, estava sendo a mais prazerosa de todas. Emma foi distribuindo beijos e mordidas por toda a extensão da barriga da repórter. Os olhos da garota eram desejo misturado com paixão, o que apenas aumentava o estado de excitação e necessidade em que Regina se encontrava. Delicadamente, Emma retirou a calcinha da mais velha e subiu novamente, começando um novo beijo e sentindo as pernas dela se abrirem quase como automaticamente com o toque suave de seus dedos perto de sua região mais sensível. Os sentidos da repórter iam se libertando aos poucos, assim como uma certa a urgência em ter Emma dentro de si ia se instalando. Em um ato ousado, Regina levou suas mãos até as costas da loira e abriu seu sutiã, jogando-o para o outro lado do quarto e começando a massagear seus seios. Emma ficou surpresa e não conseguiu se impedir de sorrir no meio do beijo, soltando um gemido logo em seguida. Os toques da cantora começaram a ficar mais provocativos e Regina praticamente gritou quando sentiu os dedos dela em seu sexo excitado. Conforme Emma ia fazendo movimentos intensos, a morena sentia um frio gostoso tomar conta de todo seu corpo.
– Em...ma, mais...rápido.
Quando Emma ouviu Regina sussurrar aquilo com um tom ofegante, foi tudo que precisou para fazer com que seus movimentos ficassem mais profundos e como a morena havia pedido, mais rápidos. Os gemidos de Regina eram cada vez mais altos e ela não se controlou, passando a arranhar as costas da loira fortemente, para depois ter que se agarrar no lençol da cama. Após um tempo, a repórter sentiu como se toda a força do seu corpo se esvaísse e uma sensação indescritível a preencheu por completo, fazendo-a gemer o nome de sua amada bem alto. Emma retirou seus dedos de dentro de Regina e os lambeu, sentindo o delicioso gosto. A morena mordeu o lábio inferior ao ver aquela cena e mesmo não estando recuperada, puxou o corpo da garota para cima do seu e lhe beijou demoradamente, antes de se abraçarem e pegarem no sono.
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