The Sisters of the crime
1 The Prologue
Notas iniciais
Era noite de lua cheia. Perfeita para se cometer mais um crime. Pelo menos era o que Erza pensava. Ah, sim claro. Deve estar se perguntando quem é Erza. Simplesmente uma das irmãs mais perigosas de toda Fiore, ladra, sedutora e ardilosa. E, é claro, Lucy a irmã mais nova. Mas não se engane, apesar de ser mais nova que Erza, Lucy é mais inteligente e mais ardilosa que a maior. E é claro, existia uma terceira irmã: Wendy, a caçula. Tinha apenas 13 anos, mas era bem esperta.
Estava parada, encostada num poste com pouca iluminação. Mas não estava surpresa, claro. Aquela rua era assim mesmo. Passos são ouvidos e a loira rapidamente saca a sua arma, apontando para o rosto da pessoa.
– Não vai me matar, vai? – pergunta a ruiva com as mãos pra cima. – Afinal somos irmãs e estamos juntas nessa. – ela dá um sorriso de lado
– Erza, onde estava? Fiquei te esperando aqui, nesse poste imundo dessa rua imunda, por mais de meia hora! – a menor irrita-se. – E onde está a Wendy? Não pode deixá-la sozinha!
– Eu a deixei numa sorveteria. Afinal, ainda é uma criança e merece algo “adequado”. E também estava bolando um plano. – a ruiva tira um papel do bolso e o entrega para Lucy. A loira o abre e começa a ler, não entendendo nada. – E depois se julga inteligente... – debocha.
A loira olha para a maior com uma cara de raiva. A ruiva, então, começa a explicar o seu plano. Não era a primeira vez que participavam de um assalto, claro. Afinal, eram as ladras mais conhecidas de toda Fiore. Mas, dessa vez, o plano exigia um pouco mais de esforço de ambos os lados.
O objetivo? Entrar no maior museu de jóias do mundo, que se situava na cidade de Magnólia e roubar a maior esmeralda do mundo: A Esmeralda Olho-de-gato. Isso seria, sem dúvida nenhuma, uma de suas “missões” mais difíceis. O motivo? O museu de Magnólia Town era um dos museus mais bem protegidos de todo mundo, se não o mais protegido.
Depois de contar todo o plano, Erza começa a caminhar numa direção oposta de onde Lucy estava.
– Aonde vai? – pergunta à ruiva.
– Buscar a Wendy... – a ruiva acena e sai correndo.
Escritório Central de Magnólia – 12h00min
Lá estava ele, sentado, parado, fitando a parede. Quem era ele? Ninguém menos que Natsu Dragnell, o policial mais atrapalhado que o departamento de policia de Magnólia teve o desprazer de conhecer. Não fazia nada certo e sempre atrapalhava os outros. E era ele que era o encarregado do caso das irmãs Scarlet.
– Natsu! – era seu chefe, Laxus Dreyar, o mais durão do pedaço. – Onde está aquele relatório?
– R-Relatório? Que relatório senhor? – pergunta todo atrapalhado.
– O que eu pedi para você deixar na minha mesa hoje de manhã! Você já terminou? – estava irritado, não queria saber de gracinhas.
– A-Aqui está... – levantou a mão e entregou um monte de papeis aleatórios para Laxus, na esperança de que o loiro caísse no truque. A verdade? Era que ele havia se esquecido completamente desse relatório e não queria levar bronca por isso.
– O que é isso? – pergunta o loiro fitando toda a papelada que Natsu havia entregado a ele.
– É o r-r-relatório, senhor Laxus! – uma gota de suor rolou por sua face
– Não! Isso não é o relatório... É só um monte de papéis aleatórios! Natsu será que você nunca faz nada direito?
E sem dúvida, ele estava certo. Ele é o encarregado do caso das irmãs Scarlet há cinco anos! Isso mesmo, cinco anos! Em todos os encontros que eles tiveram, Natsu falhou miseravelmente em tentar pegá-las. Mas será que a sorte poderá finalmente sorrir para ele?
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