The Sexy Neighbor
2 The Perfect Lifes
Notas iniciais
espero que gostem, boa leitura
até lá embaixo!
A Wembley Arena fervia. Milhares de directioners pulavam, gritavam, cantavam e dançavam junto com seus ídolos. Estavam ali por volta de uma hora e meia quase. Estava chegando ao fim do show. A hora mais esperada. A musica pela qual todas estavam ansiosas. What Makes You Beautiful. É claro que Harry, Liam, Louis, Niall e Zayn iriam aproveitar para brincar com a ansiedade de suas fãs.
No final de One Thing, os cinco meninos fizeram uma parada. A usual conversa que os cantores tem com os fãs no palco.
Era a hora de dar os créditos à incrível banda que lhes acompanhava. Louis começou.
-QUERO QUE TODAS GRITEM PARA NOSSO BRILHANTE DIRETOR MUSICAL E TECLADISTA, JON SHONE!
As fãs gritaram, enquanto Jon introduzia WMYB. Liam deu um passo a frente.
-E PARA NOSSO INCOMPARÁVEL GUITARRISTA, DAN RICHARDS!
Mais uma vez, todas soltaram a voz para Richards, que seguia as notas de Shone.
Niall parou em frente a bateria, levantando os braços para indicar o baterista.
–THIS IS OUR DRUMMER, JOSH DEVINE! GIVE IT UP FOR HIM, GUYS!
A Arena foi à loucura. Garotas gritavam, esperneavam, pulavam e as mais dramáticas até choravam.
As apresentações continuaram. Mas nenhuma reação era tão calorosa quanto a recebida por Josh. O show continuou, e no final, enquanto todos iam para o backstage, Devine era o principal assunto.
-Cara, eu não entendo! — Harry tirou a camisa empapada de suor – Como elas podem gostar mais dele do que de mim?
-Nem eu! – Zayn reclamou, enquanto pegava o celular e respondia uma mensagem. Provavelmente de Perrie. – Que saco!
-Algo de errado, Zayn? – Liam, o mais preocupado de todos questionou, voltando-se para os outros garotos logo depois – Nossas fãs amam Josh! Daqui a pouco não serão apenas Directioners, e sim Joshnatics.
-Isso seria estranho. – Niall riu, enfiando dois nachos na boca de uma só vez. – Cala, isho aqui tá muito boom! — anunciou de boca cheia.
-Preferia descobrir sem ter que olhar na sua boca. – Louis resmungou. Realmente odiava quando abriu a boca cheia de comida em sua frente. – Come com educação, Leprechaun.
O loiro mostrou a língua, sentando-se no sofá ao lado de Liam.
-Eu sei porque as fãs amam tanto o Josh.
-Por quê? – todos praticamente gritaram, olhando para o irlandês, ansiosos pela resposta de seus problemas.
Mas na verdade, Dan Richards apareceu, respondendo pelo cantor:
-Simples. Elas acham Josh sexy.
Todos ergueram as sobrancelhas. Minuto depois, entrando em uma discussão para ver se aquilo era uma boa teoria ou não. Josh seria sexy?
-Guys, guys, guys! – o baterista mais falado da Grã-Bretanha apareceu na sala. – Dan está certo.
-Não estou não! – o guitarrista revidou. Nunca pensou que dissesse algo desse tipo. – Elas acham você sexy. Estão cegas! – todos balançaram a cabeça, concordando.
-–I’m Sexy and know it! Qual é, Dan! Todas me amam! Olha para o Joshy aqui! – deu uma voltinha – Ele é bonito, gostoso, rico, inteligente, bom de cama(...)
Começou a citar adjetivos positivos sobre si mesmo. Todos bufaram, voltando suas atenções sobre outra coisa, enquanto o modesto Devine falava sem parar.
-JOSH! – Zayn gritou, interrompendo o outro – Cale essa maldita boca, pelo amor de Deus! Eu estou cansado!
-E, tá, tá. Você é tudo isso que falou . – Dan se jogou no sofá – Mas não faz essa listinha de novo, tá? Cansa ficar ouvindo falar de si mesmo.
-Concordo com o Dan. Aliás, quem topa uma festa?
Todos levantaram as mãos, se levantando para se arrumar.
Em minutos estavam todos entrando na boate mais badalada de Londres. Vida de famoso não é fácil, né gente?
Zayn, Dan, Niall e Josh estavam na grade de Área VIP, observando os outros meninos ficarem com outras garotas. Devine estava mais para lá do que para cá... E a bebida deixa as pessoas um pouco sensíveis...
-CARA! – o moreno gritou, com lágrimas nos olhos e passando os braços pelos ombros dos amigos – EU SOU TÃO FELIZ! EU TENHO UMA VIDA PERFEITA! DAN, NIALL E ZAYN! EU OS AMO! Agora, vamos logo! Quero pegar algumas meninas..
Anunciou a última parte já descendo as escadas. Os outros três riam atrás dele e procuravam sua vitimas.
Josh varreu os olhos pelo bar, parando em um loira. Era peituda. Artificial. Mas servia. Usava um microvestido e estava sozinha. Perfeita para uma noite.
Sorriu de canto, caminhando confiante e parando atrás da mulher, passando os braços por sua cintura.
-Acompanhada?
-Acho que agora eu estou.
-Vamos para um lugar mais particular?
-Muito melhor!
Os dois caminharam até a Ala mais escura da boate. Se atrofiando logo no primeiro logo que viram.
Josh passou a mão pela bunda da menina, invadindo o tecido logo depois. Apertou e ela gemeu em seu ouvido.
A loira era tão safada quanto ele. Mal pararam suas mãos já estavam dentro da calça do homem, masturbando-o.
Ele acariciou seus seios, apertando-os em seguida, descendo os lábios pelo local e chupando-os faminto. Estava louco para uma foda.
Desesperada, a mulher desabotoava a calça dele, abaixando a cueca junto. Ele levantou o vestido, rasgando a calcinha. Puxou a carteira, retirando o pacote de camisinha e ‘cobrindo’ seu membro com o preservativo. Penetrou-a de uma vez e com força.
Se movimentou com rapidez, ela acompanhando desajeitadamente e ambos gemendo alto.
E durante aquela transa, apenas uma frase gritava em sua mente “EU TENHO A VIDA MAIS PERFEITA DO MUNDO!”.
***
Em outro canto da cidade, não tão longe dali, vivia uma menina. Ela não era pobre, nem morava debaixo da ponte e muito menos tinha que se matar de trabalhar para viver. Na verdade, era completamente o oposto.
Ela não era nada pobre, era bem rica para falar a verdade. Quarenta mil libras na conta bancária toda semana + bônus sustentavam sua vida muito bem. Morava bem longe de pontes, em um prédio pacifico e seguro, com uma cobertura quase toda para si (já que o último andar tinha dois apartamentos) decorada com certificados dos mais sofisticados designers e as mais caras obras de arte. E amava seu trabalho. Passava horas escrevendo. Sem nem ao menos notar o mundo ao redor.
Ela podia com certeza afirmar que sua vida era perfeita. Não tinha um namorado. E sabia muito bem o porque. O primeiro ano da faculdade de psicologia a fez entender muito bem o que tinha.
Ingenuidade. Era esse o nome da doença que tinha. A doença que a impedia de arrumar um namorado. Tudo bem, não era bem uma doença. Mas a impedia de ficar com alguém. Era ingênua demais. Amava os personagens de um livro. Queria um cara como aqueles que as palavras descrevem. Mas ninguém estava disposta a ser esse alguém. E Libby sempre saía machucada.
Sim, Libby era seu nome. Elizabeth. Como odiava aquele nome! Mais que tudo! Lizzie a irritava. Por isso Libby era perfeito. Libby Gray. Soava melhor. Mas não era assim que era conhecida no mundo inteiro. May Ann Robinson. A autora de maior sucesso da atualidade. Na Lista dos Mais Vendidos do NYT (New York Times) por 14 semanas consecutivas.
O pseudônimo era melhor. Mais seguro. E não havia capas suas nos encartes dos livros. Ela era um mistério. Um mistério para os fãs ao redor do mundo.
E em breve, não seria um mistério apenas para seus leitores. Afinal, ela sempre teve raiva do destino. Ele gostava de brincar com ela. E dessa vez, a brincadeira ia ser séria.
Notas finais
Beijooos
Gabi
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