The Sexy Neighbor
25 Be quiet forever... or not
-Estamos aqui, reunidos perante Deus, para unir em matrimonio John Maximus Lloyd Smith e Isadore Marie Lima Kitsch.
O padre continuou falando tudo aquilo o que deveria falar. E a cada palavra, Melissa e Elizabeth ficavam cada vez mais apreensivas. Ninguém, ninguém ali parecia perceber que aquele casamento não deveria acontecer. Elas prenderam a atenção quando era a hora dos votos.
-John Maximus Lloyd Smith, receba esta mulher como esposa, para que vocês vivam juntos depois da união perante Deus, no regime do sagrado matrimônio. Você vai amá-la, confortá-la, honrá-la e cuidar dela, vai deixar todas as outras para se manter fiel a ela, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, na alegria e na tristeza, até que a morte lhes separe?
-Sim.
-E você, Isadore Marie Lima Kitsch, receba este homem como esposo, para que vocês vivam juntos depois da união perante Deus, no regime do sagrada matrimônio. Você vai amá-lo, confortá-lo, honrá-lo, e cuidar dele, vai deixar todos os outros para se manter fiel a ele, na saúde e na doença, na riqueza e na pobreza, na alegria e na tristeza, até que a morte lhes separe?
-Sim.
O padre assentiu.
-Uma vez que é vosso propósito contrair o santo Matrimónio,uni as mãos direitas e manifestai o vosso consentimento na presença de Deus e da sua Igreja.
Os noivos uniram a mão direita.
John inspirou fundo. Pegou a aliança na almofada ao lado e se virou para Isa.
- Isadore Marie Lima Kitsch, recebe esta aliança como sinal do meu amor e da minha fidelidade. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
A noiva olhou para a aliança em sua mão e trêmula, buscou a de John.
-John Maximus Lloyd Smith, recebe esta aliança como sinal do meu amor e da minha fidelidade. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Todos olharam para o padre.
-Se há alguém nessa igreja que é contra esse casamento, fale agora ou cale-se para sempre.
-EU TENHO! – Melissa se levantou na primeira fileira.
-EU TENHO! – Elizabeth tinha batido o pé, mas mesmo assim berrou.
-EU TENHO! – Niall correu para ficar no meio do corredor.
-EU TENHO! – Josh parou ao lado de Niall, ofegante e apoiando as mãos nos joelhos.
-EU TENHO! – o grito de Zayn foi o mais alto de todos, ele estava parado no fim do corredor, próximo ao arco e tinha uma feição apreensiva. Tentou dar um sorrisinho para Isadore.
-Mas o quê? – Libby e Mellie sussurraram ao mesmo tempo. Estavam felizes por alguém com um motivo plausível estar ali. Mas estava irritadas por terem que encontrar seus “amores”. – Não poderia vir só o Malik?
Josh olhou para Libby. O sofrimento dela era visível...
-Libs...
-Não. Fale. Comigo!
-Penetras! PENETRAS! NÓS TEMOS TRÊS PENETRAS! — guinchava Christine, apontando para os três músicos.
Elizabeth e Melissa se entreolharam e raciocinaram a mesma coisa. Se eles eram penetras, eles iriam embora, e então, Isadore se casaria.
-Não, não! – Mellie berrou – Eles não são penetras! – saiu do banco e caminhou até o corredor. — Eles são...
-...São nossos acompanhantes.
-Acompanhantes? – Christine franziu a testa.
-Sim. – Melissa enlaçou o seu braço com o de Niall – Nossos acompanhantes! – e arrastou-o para os bancos
Libby bufou e passou as mãos pelo pulso de Josh.
-Meu acompanhante, sra Smith. – e ia seguindo o mesmo caminho que a loira.
-Então o outro é penetra!
Libby parou no meio do caminho. O olhar de Isadore era suplicante. Zayn não podia ir embora. Era a chance de todo aquele juramento não se concretizar.
-E o outro? É PENETRA! – Christine guinchou.
-NÃO! – Elizabeth se virou na velocidade da luz, quase torcendo o pulso de Josh – É meu outro acompanhante!
-Outro acompanhante? – John riu pelo nariz enquanto Libby e os dois músicos se moveram para a primeira fileira – Meu Deus, Isadore! Você não me falou que a escritorazinha era uma vadia!
A igreja se chocou. Até o padre tinha ficado de boca aberta. E no meio de todo aquele choque, Josh se soltou de Libby.
-Vadia? Vadia? Quem você pensa que é para chamar ela de vadia? – ele estava prestes a começar uma discussão, mas a escritora se meteu em sua frente e pôs a mão em seu ombro.
-Não, Devine. Não faça nada.
-Podemos voltar a cerimônia, por favor? – o padre chamou a atenção de todos – Meus jovens, — se voltou para os cinco indivíduos que interromperam todo o casamento – por que são contra esse casamento?
Silêncio.
-E aí? Quem responde? – Melissa olhou para a amiga e os três homens – Zayn?
O britânico respirou fundo.
-Não se case com ele, Isa. Você não o ama!
-Zayn... – ela suspirou.
-Você não o ama, Isadore! Você não ama esse aí! Por favor, não se case! Eu imploro!
Os olhos de Isa se encheram de lágrimas. Ela não sabia o que dizer, não sabia o que fazer. Não sabia de mais nada. Mas antes de qualquer reação, John deu um passo a frente.
-O quê? É claro que ela me ama, babaca! Se não me amasse não estaria aqui!
-Seu idiota! – Libby saiu de trás de Josh – Você acha mesmo que se ela te amasse ela estaria usando preto? Você acha que se ela te amasse ela estaria chorando? CADÊ O SORRISO DA NOIVA? NÃO TEM! Porque. Ela. Não. Te. Ama!
-Cale a boca! – John se virou para Libby – Você acha que sabe de tudo, mas não sabe de nada! Você diz que ela não me ama, mas se ela não me amasse não estaria aqui! Se ela não me amasse nem teria vindo! Pare de achar que sabe de tudo! Se diz importante porque é uma escritora, mas a verdade é que você é um fracasso! Uma merdinha! A pior que eu já vi!
Os lábios de Libby tremeram. Seus olhos se encheram de lágrimas. Isadore engoliu as dela e se virou para John. Tirou de a aliança do dedo e colocou na mão dele.
-Elas estão certas, John. Todos eles estão certos. Eu não te amo. E agora percebo que nunca te amei. Você não metade do homem que ele — ela apontou para Zayn – é. Você é bruto, e só pensa em si. Você nunca me fez feliz, você nunca foi bom para mim.
-E ele é muito bom!
-Ele é! Ele me faz me sentir bem, me levou a lugares que você nunca levou...
-Se você quisesse ir para Londres...
-... eu não estou falando de Londres... – ela sorriu triste – Eu não te amo, John. Você não é para mim e esse casamento não ia dar certo. Desculpe.
Ela ia descendo do altar, mas Smith a segurou pelo pulso.
-Você não vai me largar aqui! – ele rosnou.
-Me solta! – ela puxou o pulso, porém ele não a soltou.
-Solte ela agora. – Zayn cerrou os punhos.
-Ou o quê? – John avançou, confrontando Malik. – O que você vai fazer?
Zayn se preparou, mas quem avançou foi Josh. John caiu no chão com o peso do baterista sobre si. Devine desferiu diversos socos no rosto de Smith.
-Seu filho da puta! Quem tu pensa que é para desafiar meu amigo e ainda por cima xingar minha garota? – e deu mais socos. Só parou quando Niall lhe puxou, e mesmo assim, John estava com o rosto repleto de sangue.
-Minha vez! – Niall anunciou e provou que os irlandeses de eram bons de briga! – Vão me deixar sozinhos? – provocou os amigos que vieram para cima, mas John também tinha amigos, que foram defendê-lo.
De repente, o casamento se transformou em um ringue de luta. Zayn tinha três ao seu redor, Niall quatro e Josh com dois, que pareciam estar sendo nocauteados.
-A gente precisa fazer alguma coisa. – Isadore roeu uma unha.
-Precisa? – Melissa fez um bico – Está tão legal ver essa briga!
De repente, os seguranças entraram na igreja correndo. Foram direto para a briga que ocorria e apartaram tudo. Com toda a confusão do momento, elas foram arrastadas para fora do corredor.
-EU TE ODEIO, ISADORE! – gritou John – VOCÊ VAI SE ARREPENDER POR TUDO!
-SE TOCA SEU RETARDADO DE PINTO PEQUENO! – Melissa berrou em resposta – ELA NUNCA SE CASARIA COM ALGUÉM QUE NÃO GOSTASSE DE HARRY POTTER!
Elas saíram da catedral aos risos, mas logo se encolheram com o frio noturno de Nova York.
-Uau! – Melissa esfregou os braços. – Frio aqui, né?
-É. – Isadore concordou e mordeu o lábio – O que iremos fazer agora?
-Vamos embora. – Zayn sussurrou no ouvido dela, dando o próprio casaco, que ainda assim não tinha coberto todo o vestido dela.
Niall deu o casaco para Melissa, que assentiu e seguiu na frente.
Josh se aproximou de Elizabeth.
-Por favor, não. – ela sussurrou.
-Eu só quero te esquentar – Josh colocou as duas mãos ao redor do rosto dela – Por favor.
Ela não disse nada. Nem fez nada. Apenas abaixou a cabeça e molhou as mãos dele. Devine abriu o casaco e a enfiou ali, fechando o sobretudo. Ela estava gelada. Bem gelada. Ele podia sentir o corpo dela mesmo com as duas camadas de roupa sobre o peito. As mãos dela estavam bem frias, por isso, ele cobriu-as com os dedos.
-Josh...
-Vamos, Elizabeth... Precisamos conversar.. Onde você está hospedada?
-No Plaza.
-Vamos.
Os dois seguiram pela Madison Avenue, enquanto Zayn e Isadore pegavam um taxi. Niall seguiu Melissa até a direção oposta.
Josh conduzia Libby com toda a delicadeza do mundo, tentando esquentá-la o máximo possível. Viraram a esquerda na rua 57 e pararam na esquina com a 5th Avenue. Josh virou a esquerda e os dois entraram no Plaza.
***
Libby havia se trancado no banheiro. Ele ouviu o barulho do chuveiro, então concluiu que ela estava tomando banho. Josh estava sentado na cama, esperando ansiosamente por ela. Sentia tanta falta de Libs!
Finalmente ela abriu a porta. Droga. Estava vestida.
-Elizabeth! – ele se levantou em um pulo.
-Ainda está aqui?
-Libs...
-Vai embora, Devine.
-Me deixa falar...
-Sai daqui, Devine!
-Elizabeth, por favor..!
-SAIA DAQUI, JOSH DEVINE!
-NÃO, EU NÃO VOU!
-SAI!
-Não, eu não saio.
Josh segurou nos dois pulsos dela. Libby levantou a cabeça e seu olhar encontrou com o castanho choroso de Josh.
-Me deixe explicar, por favor. – ela assentiu e ele se surpreendeu, mas logo se pôs a falar, antes que ele lhe mandasse embora de novo – Eu sei que fiz besteira e me arrependo muito e muito. Eu te ofendi naquela discussão, e você me ofendeu também. Deixou o meu orgulho ferido e eu precisava de alguma forma inflar o meu ego. E aí eu liguei para Angela – ela bufou e ele sorriu – para conversarmos, mas ela veio na minha casa com mais duas garotas e deu no que deu!
-É só isso?
-Libs! Eu me arrependo. E eu senti muito a sua falta. Esses poucos dias sem você me fizeram ficar mal, e perceber uma coisa.
-O quê?
-Que eu quebrei uma das regras. – ela ergueu as sobrancelhas – Eu estou apaixonado por você, Elizabeth Gray!
Ela ficou sem falas. Não sabia o que era o certo a dizer. Sentia o mesmo? Talvez, não parava de pensar nele em nenhum momento. Sentiu o seu coração bater mais forte quando o viu na igreja.
-Então, — ela se afastou, indo até a janela para esconder o olhos cheios de lágrimas e emoção – nós dois quebramos as mesmas regras, Josh!
Ele estava quase na porta, mas parou e se virou rapidamente. Libby o fitava da janela e sorria. Ela correu para seus braços e ele a pegou no ar, rodeando a cintura dela com os dois braços. Elas se beijaram e foi como se tudo dentro deles explodisse. Tudo de ruim havia ido embora. E tudo que eles conheciam que era bom, tinha sumido, aquele beijo mostrara para eles a real definição de paixão.
Libby deu um impulso e Josh a pegou no colo, pressionando-a contra a parede. Ele desceu os lábios para o pescoço dela e suas mãos pararam no cabelo dele.
-Eu senti tanto a sua falta! – ela exclamou ofegante, puxando-o mais para si. Quanto mais contato, melhor.
-Oh, Libby! – pressionou a cintura dela contra seu membro já rígido – Eu também, meu amor. Eu também.
Meu amor. Ele havia chamado-lhe de “meu amor”. E ela não ligou. Elizabeth amou ser chamada de “meu amor” por Josh.
Ela entrelaçou as pernas no quadril dele e ele caminhou até a cama, depositando-a ali. Josh se posicionou acima dela, com o corpo apoiado nas duas mãos espalmadas ao lado da cabeça dela.
-Libs – ele murmurou contra os lábios dela – você é minha. Só minha. Entendido?
Ela sorriu, e assentiu. Adorava o lado possessivo de Josh Devine.
Devine passou as mãos pelas curvas dela, e se afastava aos poucos, até estar na ponta da cama. Tirou a alpargata dela e jogou em qualquer lugar do quarto. Deu um beijinho nos peitos dos dois pés e levantou a cabeça para olhá-la. Subiu as mãos até a barra da blusinha dela e puxou, encarando aqueles peitos. Uau! Eram o máximos.
Apertou o quadril dela e puxou o cós da calça para baixo. Ela estava de roupas intimias. Ali na sua frente. Era toda sua. Josh sorriu com esse pensamento e elevou a perna dela a 90º. Beijou o tornozelo e ela gargalhou.
-Faz cosquinhas. – justificou risonha.
Ele não pode evitar rir. Cosquinhas. Ela era cheia de surpresa. Continuou beijando toda a extensão da perna dela, fazendo círculos com os lábios, acariciando com um das mãos. Ela se arrepiava com cada toque. Ele refez os mesmos gestos na outra perna até parar com o rosto na cintura dela.
-Josh...
Ele beijou-lhe a barriga, ignorando o chamado. Soltava beijinhos em todo o abdômen dela, as vezes soprando ou respirando contra a pele.
-Josh... – ela o segurou pelos cabelos, e o levantou.
Libby se apoiou nos joelhos e olhou no fundo dos olhos de Josh antes de passar os braços pelos ombros dele e beijá-lo.
-Você está vestido demais – sussurrou sem soltar os lábios.
Desceu os dedos pela lapela do terno e o tirou. Alisou as mangas da camisa, arranhando o tecido de leve. Puxou a barra da camisa de dentro da calça e desabotoava um botão de cada vez, com uma calma que chocava.
Ao mesmo tempo, os lábios deles se moviam com lentidão. As línguas se entrelaçavam, entendendo a necessidade da companheira, acariciando-se, provocando-se, fazendo amor.
Josh sentiu o toque dela sobre seu peito. Sentiu um arrepio passar pelo corpo inteiro, acendendo-o ainda mais. Ela mordeu o lábio dele e afastou as bocas.
-Eu tenho uma queda enorme por gravatas... – e o puxou pela gravata. – Você está tão sexy assim, Joshy! Eu estou louca para ter você! – Libby mordeu o lóbulo dele e se deitou na cama, puxando-o para cima de si.
As pernas se enroscaram e ela retirou o sapato e as meias apenas com os dedos. A camisa dele estava no chão, mas a gravata continuava no pescoço de Josh. Devine brincava com o elástico da calcinha enquanto ela desafivelava o cinto. Abaixou as calças dele e as tirou com a ajuda dos pés. Ele estava de gravata e boxer preta. E estava extremamente delicioso.
As mãos dele correram para os seios dela. Apalpando e querendo senti-los. Envolveu-a com os braços e soltou o sutiã, direcionando para o mesmo lugar que o resto das roupas.Abocanhou um dos seios enquanto massageava o outro. Elizabeth se chocava com a rapidez das mãos de Josh.
As sensações eram múltiplas. Mas a que dominava, era o prazer. Era bom sentir os lábios de Josh ali, tão próximo do seu coração. Ele já estava ali, ela sabia. Mas a sensação era extasiante, paralisante, excitante. Estava voando. Não percebeu quando Josh rasgou sua calcinha e penetrou-a com um dedo. Libby gemeu apenas com o contato da pele e do clitóris. Devine massageou o músculo e provocou-o. Liby arqueou o tronco contra sua boca e gemia alto. Aquilo era muito bom. Era incrível ouvi-la gemer. E foi ali, com os lábios e os dedos nela, ele percebeu que necessitava de Libby. Necessitava dela todos os dias. Ao seu lado. Sempre.
Josh levantou o rosto e diminuiu os movimentos. Ela miou em reprovação e Josh sorriu. Continuou beijando seu corpo. Descia os lábios com leveza até chegar na virilha. Se posicionou entre as duas pernas dela e beijou-lhe a coxa direita. E depois a esquerda. Partiu para a intimidade dela, roçando os lábios bem devagar. Libby gemeu e agarrou os fios de Josh. Josh introduziu o língua e brincou com os pequenos lábios. Partiu para o clitóris, estimulando- com movimentos circulares e lambidas. Libby delirava! Josh era ótimo com a língua!
Libby gemia baixinho, sem querer incomodar ninguém. Mas era impossível com as provocações de Josh. Ela não conseguia se controlar. Iria ter um orgasmo. Precisava ter um orgasmo!
Ele sentiu os músculos se contraírem contra sua língua e então, quando ouviu o gemido final dela, sentiu seus liquido. Ele se levantou e Elizabeth o beijou com ternura, segurando o rosto com delicadeza. O virou, ficando por cima e roçando o quadril no membro dele.
-Libs...- ele gemeu – Não me tortura!
Ela sorriu, sem falar nada. Deitou sobre ele, completamente nua, pressionando os seios contra seu peito. Por Deus! Ele não ia sobreviver desse jeito! Ele passou as mãos pela bunda dela, apertando fortemente. Estava louco para deixar marcas naquele corpinho gostoso. Ela mordeu seu queixo. Pelo jeito ela gostava daquele queixo. Foi descendo com beijinhos, passando pelo ombro, braços, tatuagens, peitoral, abdômen, até chegar na bacia. As pequenas mãos invadiram o tecido preto e tocaram o membro dele.
Josh estava quente. Quente como ferro em brasa. Ela abaixou a cueca dele, sorrindo ao ver seu brinquedinho. Não falaria isso em voz alta, é claro, Josh não ia gostar nem um pouco. Gray mordeu o lábio, fechando os dedos ao redor dele. Se movimentou com lentidão, com uma calmaria que ele não compreendia. Ele gemeu alto. Bem alto. Se depender dele, os vizinhos de quarto logo ficarão sabendo da noite deles.
Aquelas mãos pequenininhas. E tão habilidosas! Lhe tocando! Era impossível resistir! Se ela colocasse na boca, ele não duraria dois segundos e gozaria. Gemeu alto e Elizabeth aumentou quase que nada os movimentos.
-Libby... POR FAVOR, LIBBY!
Ela riu, tornando os movimentos mais vagarosos. Ela inclinou a cabeça e os fios de cabelo tocando em seus testículos o deixou mais excitado ainda, se é que isso era possível! Os lábios de Gray tocaram a glande, beijando e acariciando com a língua. Ele gemeu mais alto e empurrou-a para frente. Mas ela resistiu. E por isso, demorou mais ainda. E, quando, finalmente, passou os lábios pelo membro dele e começou a chupar devagar. Josh massageava o couro cabeludo da escritora, que, por gostar do carinho, aumentou a velocidade dos movimentos.
Abaixo de Libby, Josh estremeceu e quando ela notou, tinha engolido o sêmen dele. Devine a pegou no colo e deitou-a na cama, se posicionando em cima. Beijou-a com ternura e com os lábios grudados, ele penetrou-a devagar.
Elizabeth o abraçou, envolvendo-o com seus braços ao redor daqueles ombros, Josh passou os dele pela cintura dela, e os dois sentiam os corpos se chocarem com as estocadas dele e tentativas de proximidade dela. Rolavam pela cama, hora ou outra ela ficando por cima. Ele sugou todo o canto de pele dela ao alcance sua boca. Ela arranhou todo pedaço que tinha próximos de sua unha. Estavam marcados. Não apenas fisicamente, mas emocionalmente. Pertenciam um ao outro. E descobriram isso ao chegar ao paraíso juntos.
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Então, é isso, gente! A volta de Losh! O que acharam? Fiquei seis horas escrevendo esse capítulo... estou exausta! E então, eu mereço alguns reviews?
Ah, eu queria avisar que talvez ele seja o último grande capítulo. Eu não quero ficar enrolando nos próximos, que serão bem simples. Exceto o último, é claro...heheh... então... é isso e até amanha!
Beijoos
Gabi
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