The Sexy Neighbor

10 About Yesterday: What We Did?


Notas iniciais
Aaaai, que soninho! Boa leitura!
Boa noite..

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-Olá vizinho. – ela se sentou ao lado dele. Estava bêbada, muito bêbada, por sinal. A menina se inclinou sobre o balcão e chamou o bartender – Me traz um Morango Verde por favor?

-Morango Verde? – Josh se virou para ela. Parecia mais gostosa ali na sua frente do que no palco.

-É uma bebida com morangos, champanhe, vodka e mais algumas coisas verdes, sei lá...

-É uma boa mistura?

-Não sei – ela deu de ombros -. Nunca provei. Como vai, vizinho?

-Eu vou bem, vizinho. Só não entendeu a sua aproximação repentina. – ele foi sincero. Ela deu risada, jogando o cabelo por cima do ombro. Devine rapidamente entendeu o que ela queria: sexo.

-Te vi aqui e achei uma enorme coincidência encontrá-lo aqui. O que faz aqui? – inclinou a cabeça para o lado e ele lançou um sorriso sedutor.

-Saí com alguns amigos. E você?

-Saí com algumas amigas. Aliás, nós nunca nos apresentamos formalmente. Eu sou Libby Gray – estendeu a mão, que ele levou aos lábios, depositando um beijo.

-Josh Devine.

-Divino.

-Como?

-Nada. Sobrenome curioso.

-Pois é.

A bebida dela chegou e Libby tomou um gole. Passou a língua pelos lábios e ele sentia o tão conhecido fogo dentro de si.

Ela puxou assunto sobre banalidades e ele respondia com tranquilidade. Sem perceberem, os dois se aproximavam lentamente. Estavam mais próximos do banco dela. Josh pousou a mão em seu queixo e ela parou de falar.

-Você é tão gostosa... – disse antes de puxá-la para si.

Começaram com um selinho. Parecia que tinham colocado o dedo na tomada, mas era uma sensação tão boa. Ele passou as mãos pela cintura dela e ela envolveu os braços em seu pescoço, puxando o mais para perto. As bocas se abriram no mesmo instante e as línguas se tocaram, provocando um gemido sôfrego de ambos. O desejo reprimido. Puxaram-se mais e travaram a esperada batalha dentro de si.

Por Deus, como ela o queria! As mãos dele desceram, provocando gelo onde quer que tocassem, mesmo por cima da roupa. Parou na barra da saia, ele fez movimentos circulares com o polegar, como se quisesse realmente sentir o couro. Finalmente, invadiu o tecido, acariciando as coxas. Se por cima da roupa, a sensação provocada era gelo, diretamente na pele, era fogo.

Libby puxou seus cabelos e ele mordeu-lhe o lábio. Ela sorriu e o puxou ainda mais. Ele apertou as coxas e ela gemeu. Josh subia as mãos, mas parou no meio da perna, com um forte aperto. A falta de ar havia os separado.

Continuaram na mesma posição, ofegantes, olhando-se diretamente nos olhos.

-Eu preciso tê-la. – ele tomou coragem para dizer.

-Não aqui.

-Onde?

-Na minha casa ou na sua?

Ele sorriu.

-Na sua.

***

O loirinho estava seguindo-a. Ela parou em uma parte mais distante do balcão do bar e observou Libby no maior amasso com um cara. O loiro se sentou ao seu lado e pediu duas taças de champanhe.

-Um brinde – esticou uma das taças para ela, que aceitou por educação... ou não...

-À quê?

-À esta noite! – eles brindaram e tomaram um gole.

-Sua noite está sendo tão boa que merece ser brindada?

-Eu faria mais pela minha noite – ele sorriu malicioso — E a sua?

-Minha noite ainda não começou direito. Só começa quando eu encontro o que eu quero...

-E já encontrou?

-Quem sabe...? – sorriu misteriosa.

Ele se aproximou e beijou-lhe próximo ao ouvido:

-Sou Niall.

-Melissa.

-O que acha de irmos para um local mais particular, Melissa?

-Acho ótimo. Mas, se me der licença, vou ao toalete.

Melissa saiu rebolando e Niall contou até cinco para segui-la.

Por sorte, o banheiro feminino estava vazio. Assim que ele entrou, passou a chave na porta. Olhou para o lado e avistou Melissa se olhando no espelho e passando batons nos lábios. Ela sorriu.

Niall se aproximou e a abraçou por trás. Ele beijou o pescoço dela, que levantou o braço e envolveu os dedos nos cabelos do homem. Niall mordeu logo atrás da orelha e ela sorriu, em seguida ele chupou. Dessa vez, ela soltou um fraco gemido. Ele a virou para si com brutalidade e atacou seu lábios. Melissa tirou-lhe a camiseta com o mesmo ritmo e arranhou os ombros dele. Niall tirou o shorts dela e arrancou a blusa. Sorriu ao ver os seios comprimidos por um sutiã de renda rosa. Arrancou-os rapidamente e atacou. Sugou o bico do peito esquerdo enquanto massageava o outro. Mellie gemeu alto, enquanto puxava ele para mais perto. Estava tão excitada...!

Depois de trabalhar nos dois, ele foi se dirigindo, aos beijos, ao vale entre os dois seios, e então, descendo, do mesmo modo até a pélvis. Tirou a calcinha e olhou para cima, sorrindo enquanto penetrava um dedo na intimidade dela. Melissa gritou, gemeu e se arqueou contra Horan. Ele moveu-se devagar, em seguida, mais rápido e foi alternando. E quando viu, ela gozava em seus dedos. Ele chupou-os e beijou-a por último.

Melissa se sentia como naquele livro péssimo, talvez se chamasse Cinquenta Tons de Cinza, mas isso era tão prazeroso que ela se esqueceu de tudo e só queria mais. Mais e mais. Sussurrou-lhe essas palavras e ele abaixou as calças. Parecia que o amiguinho dele ia estourar a boxer branca. A loira tirou a cueca lentamente, enquanto eles se beijavam. E quando ele lhe penetrou, ela gritou com todo o ar dos pulmões.

***

Decidiram chamar um taxi. Afinal, os dois estavam sem carro. Ficaram se beijando durante o trajeto inteiro, enquanto o motorista ficava extremamente sem graça. Quando chegaram no prédio, Josh o pagou e nem pediu troco, já saiu com a garota.

Assim que ele a beijou pela primeira vez, soube que ela não seria como as outras. Ele teria que ser diferente com Libby. Tinha que levar ela além do paraíso.

Nem se viraram para o porteiro. A entrada no prédio foi só risadas e tropeços. E quando as portas do elevador se fecharam, eles voltaram a se agarrar, dessa vez, com mais ardor. Abriram-se novamente no último andar e eles saíram quase caindo um no outro.

Ela riu e começou a busca pela chave na bolsa pequena.

-Hey, Josh, fica difícil com você me beijando desse jeito!

-Que jeito? – ele apertou mais a cintura dela contra seu quadril e beijou seu pescoço por trás, mordendo ali, dando alguns chupões do outro lado.. ele queria deixá-la toda cheia de marcas...

Ela achou a chave, gritando e anunciando para o corredor inteiro. Demorou mais um pouco para encaixar na fechadura. Ás vezes até ela pendia para o lado. Assim que entraram, ela jogou a chave em qualquer lugar e ele fechou a porta com o pé. Jogaram os casacos em qualquer canto e Libby indicou o corredor. Ele a pegou no colo e entrou no quarto, acendendo a luz.

-Ah, não! – reclamou a anfitriã – Acende!

-Não, não, mocinha. Eu quero te ver toda essa noite.

Pararam em frente a cama e ele segurou seu queixo com delicadeza, beijando desse modo, pela primeira vez na noite. Ela sorriu quando partiram e ele retribuiu.

-Essa vai ser a melhor noite da sua vida. – prometeu.

Elizabeth sorriu como há tempos não fazia. Josh se ajoelhou levantou a perna esquerda, tirando o sapato, depois, fez o mesmo com a direita. Subiu, acariciando toda a extensão das pernas e parou na cintura. De um lado, no zíper da saia. Desceu-o devagar e tirou a saia no mesmo ritmo. Ela estava parada, de olhos fechados, apenas sentindo tudo o que ele fazia. Estava toda perfeita. Ele parou a mão na lateral da calcinha, porém não fez nada. Libby sorriu. Estava surpresa. Josh parou as mãos na barra da camiseta dela e a tirou sem pressa alguma. Queria fazer as coisas com calma dessa vez. Libby era diferente de todas as outras. E mesmo que ela não se lembrasse de nada, queria poder a fazer sentir tudo.

Encarou os sutiãs pretos e se segurou para não fazer nada. E para se controlar, a beijou. Beijou com gentileza. Devagar. Com carinho. Suas enormes mãos acariciavam-lhe o cabelo. Libs abriu os olhos, que brilhavam e tirou a camisa dele do mesmo modo que foi feito em si. Passou os dedos pequenos pelo peito, percorrendo toda a extensão do peitoral dele, parando no cós do jeans, que tirou com amabilidade. Josh beijava-lhe o rosto. Nunca passara pela cabeça de nenhum dos dois, que transar com alguém encontrado em uma boate seria tão bom. E olha que bem haviam chegado nos finalmentes...

Ele chutou a calça para o lado e se afastou. Agora, os dois usavam apenas roupas intimas. Devine tinha até tirado o anel e a pulseira dela. Apenas Josh e Libby, com alguns pedaços de pano protegendo-os um do outro.

-Dança comigo? – ele pegou as mãos dela e a puxou para o centro do quarto.

-Não há musica.

-Não importa.

Ele a abraçou e se moverem com lentidão pelo quarto. A musica tocava internamente dentro dos dois. Os locais onde as peles se encontravam parecia que estavam tomando choques. Os pelos dos dois estavam arrepiados. Libby estava impressionada. Nunca tinha sido tratada tão bem assim...

Pararam no mesmo lugar de antes, na ponta da cama. Elizabeth passou os dedos pelos contornos do rosto dele, parando no queixo pontudo.

-Nada mal para você...

-Obrigado... – ele deu mais um de seus sorrisos e a beijou com mais calma ainda. Dessa vez, foi se intensificando e ela soube o que estava por vir. Deu o impulso e ele segurou suas duas pernas, entrelaçando-as em sua cintura. Josh se virou e deitou-a sobre a cama.

Os beijos continuaram, calmos e quentes. As caricias exploravam novos lugares do corpo que tinham acabado de conhecer, entretanto, um corpo que pareciam conhecer melhor até que o próprio. Devine passou a mão para a base das costas dela, que se arqueou, e foi subindo devagar, causando formigamento por onde quer que passasse. Parou no fecho do sutiã e o abriu, sem tirar. Voltou para a frente e acariciou-lhes os ombros, abaixando as alças e tirando a roupa intima.

Ela poderia ter se sentido desprotegida, tamanho era o olhar de cobiça de Josh, contudo, se sentiu mais livre. Ele beijou-lhe o esquerdo, enquanto massageava o direito. Libby gemeu e Josh gostou do que ouviu. Intensificou os movimentos e os gemidos delas aumentaram de volume. Ele sorriu contra mamilo dela e foi descendo aos poucos, abaixando as pernas, conforme chegava ao quadril. Quando finalmente o fez, tirou a calcinha bem devagar. Ela olhava a tudo com grande curiosidade, ele sorriu, como se dissesse que tudo ia ficar bem e ela ia gostar. Foi então que se inclinou à intimidade dela e forçou a língua. Ela gemeu. Gemia cada vez mais alto, quanto mais ele movia-se. Ela teve um orgasmo. Ele adorou um gemido mais alto, o suspiro, e o modo como o corpo dela relaxou.

Josh levantou o rosto para ver um sorriso no rosto da escritora. Ela abriu os olhos e moveu os lábios : “vem cá...” ele obedeceu e ela passou a mão pela nuca dele, beijando-o. Quando ele foi ver, estava por baixo e ela que ia descendo devagar até seu little devine. Josh fechou os olhos e deixou tudo por conta dela.

Libby parou no cós da cueca preta e baixou beeeem lentamente, apenas para torturá-lo. Assim que tirou a boxer por completo, ele apareceu. Uau. Era enorme. Ela engoliu em seco. “Coragem, amiga! Você chegou aqui, então vá até o final!” disse em pensamento à si mesma. Começou devagar, com calma. Era a sua primeira vez naquilo... Fechou as mãos e fez movimentos de vai-e-vem, Josh gemeu e foi como um estimulo, ela fez os mesmos movimentos, exigindo gemidos mais altos para aumentar a velocidade. E então, quando faltava pouco para ele gritar, Libby respirou fundo e se agachou. Deu um beijinho na ponta e uma sugou um pouco. Ele gemeu seu nome. Ela chupou até uma parte. E seguiu os movimentos que faziam com a própria mão. Sentiu a dele pousar em sua cabeça e empurrá-la. Mesmo assim, continuou no próprio ritmo, aumentando a velocidade aos poucos. Até que ele berrou e ejaculou. Libby não soube o que fazer, então engoliu.

Josh a puxou para cima quase que imediatamente e a beijou. Beijou como nunca beijara uma menina antes. Quer dizer, ele nunca beijava uma menina depois do sexo oral. Ela foi a primeira. E foi incrível. Ele girou na cama, ficando novamente por cima.

-Pronta? – perguntou com os lábios pressionados em no queixo dela.

-Sim.

Devine penetrou. De uma vez só. Ela gemeu baixinho no ouvido dele. Começou a se mover devagar, no mesmo ritmo de antes. Logo, os gemidos de Libby eram misturados com os de Josh. Ela arranhou as costas dele, de forma que depois deixaria marcas. Ele beijou-lhe os lábios de forma rude, se controlando logo depois. Acariciaram-se os cabelos, e os rostos. Ombros foram mordidos e peles abafaram gritos. E no fim, elas não conseguiram segurar os dois se soltando e chegando ao ápice juntos.

Estavam ofegantes. Ele usou as mãos que estavam ao redor dela para se impulsionar para o lado. Deitou e observou a ela com o peito subindo e descendo. Josh nunca se sentira tão cansado como dessa vez. Ela o esgotara. Em apenas uma transa. Essa havia sido a primeira vez que ele não tinha sido como um animal. E estava satisfeito consigo mesmo. Parecia que dessa vez tinha sido melhor.

Elizabeth virou a cabeça para encará-lo e ele a beijou.

-Foi... perfeito. – ele acariciou-lhe os cabelos.

-Sim. Foi perfeito. – ela o seu rosto.

Ficaram olhando para o teto, com as mãos e os dedos entrelaçados. Até que ele fez uma pergunta inesperada:

-Você tem chocolate e morango?

Ela riu.

-Tenho.

Josh apenas deu um sorriso de canto e a puxou da cama. Ele vestiu a cueca e deu a própria camiseta para ela.

-O quê? Toma. Veste.

Ela o fez e o seguiu até a cozinha. Pegou o que ele pediu e ficou observando-o derreter o chocolate e lavar os morangos. Voltaram para o quarto e ficaram saboreando aquele lanchinho. Ele deu morango na boca dela, que mal acreditou no que estava acontecendo. Parecia.. que o efeito da bebida estava se dissipando. Mas mesmo assim, ela não queria parar. Quando ele a deitou na cama, deu-lhe um beijo de boa noite e a cobriu, ela fechou os olhos e desejou que ele estivesse ali de manhã, e finalmente se entregou ao sono.

***

Zayn estava meio arrependido, meio feliz. Tinha encontrado Isadore na festa e não resistiu aos encantos dela. Agora, ele estava em um hotel. Estava quase amanhecendo e ele observava ela dormir tranquilamente na cama de casal. A cama que eles tinha feito sexo. A cama em que Isadore traiu o marido e Zayn traiu Perrie. Aquilo não era bom... não era nada bom...

Ele procurou um papel e escreveu um bilhete, deixando no travesseiro ao lado dela. E então, saiu do quarto.

***

Na manhã seguinte...

Melissa abriu os olhos e encarou o banheiro a sua volta. O que diabos ela fazia em um banheiro? E por que ela estava com tanta dor de cabeça? Barulhos de metais vinham do lado de fora do toalete e ela levantou devagar, observando-se no espelho. Estava acabada. Com as roupas todas amassadas e o cabelo parecia um ninho de rato. Pegou a bolsa no banquinho que tinha ao seu lado e abriu a cabine. Não pode acreditar que tinha dormido em uma cabine de banheiro de boate!

Saiu cambaleando e deu de cara com a 8th Floor de manhã. Enxergou Sebastian no meio de toda aquela confusão e caminhou até ele.

-Sebastian? – chamou. Sua voz estava rouca.

Ele se virou e ergueu as sobrancelhas.

-O que ainda está fazendo aqui?

-Eu... não sei. – ela colocou a mão na testa e ele a sentou em um banco.

-Como assim não sabe?

-Eu acabei de acordar em uma das cabines do banheiro feminino e...

-Qual a última coisa de que você se lembra?

-De estar na pista de dança. Dançando Hips Dont Lie.

Sebastian se assustou.

-Meu Deus, menina! Você se embebedou demais! Eu espero que seja maior de idade.

-Sou, tenho até minha identidade aqui se precisar...

-Não, tudo bem. Mas você precisa ir para casa.. Vou chamar um taxi.

Ele sinalizou para um funcionário se aproximar e pediu para o individuo procurar um carro para a moça.

-Sebastian? – ela aceitou o copo de água que era oferecido por outra garota.

-Sim, minha querida?

-O que eu fiz para ficar no banheiro?

-Eu não sei, querida. O que sei é que ontem, ou hoje, não sei, mulheres reclamaram de um casal que estava trancado no banheiro feminino. Funcionarias viram que só um homem saiu.

-Você conseguiu ver quem era? Ou como era?

-O estranho é que não. Ele saiu com uma touca na cabeça. Em seguida, foi para a fila do caixa e foi embora. Ah! O seu taxi chegou!

Ela agradeceu, dando duas notas de 100 pelo serviço e foi para a casa.

***

Isadore acordou e se espreguiçou. Abriu os olhos e notou que estava me um quarto diferente. Parecia um de hotel. A cama era macia, assim como os lençóis. Ela se sentou e olhou em volta. Estava sozinha. Seu olhar pousou no travesseiro, onde tinha um papel de carta dobrado. O monograma pertencia ao hotel, BloomsWeirg. Ela abriu e encontrou uma caligrafia rápida e inclinada.

Isadore, desculpe por ter saído sem me despedir. Mas a verdade é que nós dois cometemos um erro. Eu tenho namorada e você tem um noivo, o que é pior. Eu queria pedir perdão por te induzir à isso ontem. Mas tinha bebido. Eu me lembro que estava lhe falando que seu noivo não faz como eu faço, e me perdoe pelo desrespeito à ele e á você. Espero que me perdoe um dia. O hotel já está pago. Adeus – O cara de ontem.

Ela suspirou e concordou com o desconhecido. Tinha sido um erro. Ela se levantou e encontrou as roupas dobradas em cima da mesa do quarto. Se vestiu e saiu dali. Chamou um taxi e foi para casa.

***

Libby acordou com a cachorra latindo para a campainha. Não sentiu nada ao redor de si e passou as mãos nervosamente pelo colchão. Estava vazio. Estava sozinha. Apenas com a camiseta do cara com quem havia dormido. Levantou-se desesperada e abriu a porta para as amigas. Com um olhar, todas já sabiam o que tinha acontecido.

-Sobre ontem a noite – disseram juntas – Qual foi a merda que fizemos?

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Hello girls. São 4h20 da manhã e eu estou aqui postando o capítulo de hoje. Eu nem dormi desde que postei o último viu? E acho que descobri que eu escrevo mais com a escuridão da madrugada... MOAHAHAHAHA. Parey..

Então... 3000 palavras, né? Me empolguei na sacanagem... fazer o que... sou directioner, poxa! O que acharam? Eu achei que ficou muito ruim. Eu tinha o plano de fazer algo bem vagabundo e selvagem na ceninha do Josh e da Libby. Mas aí eu comecei a criar na minha mente algo romântico (olha a safadeza...) e deu nisso. Me empolguei² e deu 1500 palavras. LOL. Por isso, eu vou nos castigar com o sofrimento do Josh. Ele vai ficar em duvida porque agiu daquele modo. Isso, no próximo capítulo. No domingo, porque hoje já é sábado. E é isso. Eu estou exausta. Preciso dormir.

Me digam o que acharam , por favor!!!

Beijoos e boa noite!

Gabi