The Servants of Souls - Os Servos de Almas

8 Jinguji Ren - Parte 1: Um ilusionista playboy


Notas iniciais
Ok, ok... Eu sei que mereço críticas, arremesso de tomates virtuais, etc... Eu sou muito preguiçosa, povo! Peço imensas desculpas mesmo. Não era para passar tanto tempo, mas todo este tempo foi difícil e chato e foi uma fase que apenas agora acabei de passar. Mais uma vez peço toda a desculpa possível... O grande erro foi meu '^' No entanto cá estou eu com mais um capítulo que compensa todo este tempo e nos trás mais felicidade. Boa leitura~

O sol já ia alto, mas nem sinal de Hanako. Os rapazes estavam na sala à espera de que ela saísse, mas já estavam à espera há 2 horas e nada:

– Ok… eu vou entrar…

– Não podes Ren-kun, da última vez que tentaste entrar lá dentro a Hanako-chan ficou mesmo muito zangada. – Tentava avisar Natsuki.

– Sim, mas ela não costuma demorar tanto tempo para acordar.

– Isso é verdade, Ittoki… — Concordaram Shio e Masato ao mesmo tempo.

– Bem, eu não me importo de levar com a frigideira: eu vou entrar! – Declarou Ren.

– E se ela se tiver a vestir, Ren-kun?

– Não faz mal: eu faço este sacrifício à mesma!

– Pervertido.

– Cala-te Tokiya! — Ren aproximou-se da porta com cuidado, abriu-a devagar e espreitou lá para dentro.

– Hana-chan, toca a acordar! Já passaram das 11 da manhã! — Nada, Hanako continuava deitada.

– Hanako-chan…? – Tentou chamar Cecil, por detrás de Ren. Aí, o corpo deitado na cama movimentou-se e sentou-se na cama, a olhar para eles.
Estava com um apeto terrível: o cabelo tinha-se transformado num ninho para pássaros, estava branca que nem a tinta da parede, estava com umas olheiras enormes e estava muito corada nas bochechas.

– Huh? – Murmurou a rapariga.

– H-Hanako-chan, o que é que te aconteceu?

– Natsuki? – Questionava Hanako esforçando-se para ver.

– Estás doente. – Concluiu Masato.

– Não, eu estou-

Hanako não conseguiu terminar a frase, pois tossiu ruidosamente.

– Estás sim. – Insistiu Ren, aproximando-se da rapariga sem medo. Colocou-lhe a mão na testa e verificou que estava a ferver. – Estás cheia de febre. É melhor deitares-te, parece que apanhaste uma grande gripe.

Ren ajudou Hanako a deitar-se calmamente. Ela estava muito frágil e precisava de ajuda urgentemente. Enquanto isso, todos se espantavam com a mudança radical de personalidade do “mágico” Ren: num momento, alguém extrovertido e playboy; noutro, sério e calmo. De repente, Ren virou-se para os outros:

– Ela está com uma temperatura muito alta, é preciso que ela tome medicação.

– Sim, senhor! – Responderam em conjunto e um tanto confusos.

– Ittoki, Masato, Natsuki: preparem alguma coisa para ela comer. Cecil, Tokiya, Shio: vão a uma farmácia – Ren interrompeu-se para escrever num papel algo. Assim que acabou de escrever, estendeu o papel para os rapazes. – Comprar estes medicamentos. Não me importa se são invisíveis, comprem!

– Com certeza, Doutor Ren! – Responderam mais uma vez em coro e, ainda confusos, dirigiram-se para fora do quarto com o objetivo de realizar as suas tarefas.

(…)

Ren media mais uma vez a temperatura de Hanako e analisava: 39.8 graus, ainda muito elevada. Hanako observava-o um pouco sonolenta:

– Estás estranho… — Comentou num tom de voz baixo.

– Nunca me viste tão sério, uh? Até para mim é estranho. – Desabafou Ren, sorrindo meigamente e pousando o termómetro.

– Porquê?

– Eu fui médico na minha outra vida. Acho que é por isso…

– Tu lembras-te da tua vida passada?

– Só me lembro disto. Os servos de almas costumam lembra-se sempre de alguma coisa importante na nossa vida anterior. Acho que isso é uma maneira de mantermos a nossa identidade, de alguma maneira.

– Prefiro ver-te como normalmente és.

– O que é que disseste, Hana-chan? – Esta frase apanhou Ren despercebido. Aquilo fazia recordar-se de alguma coisa da sua vida passada, mas não se conseguia lembrar do quê.

– Assim desta maneira pareces triste. – Concluiu a rapariga de olhos fechados por causa do cansaço acumulado. Ren sorriu mais uma vez.

– Acredita em mim, estou mais feliz do que pareço. – Disse o rapaz enquanto passava a mão pelos cabelos negros da rapariga. – Agora dorme, que precisas de descansar.

O silêncio instaurou-se por meros segundos até Hanako concluir:

– Obrigada, Ren…

– Não tens de quê… Hanako-chan…

E Hanako adormeceu.

Notas finais
Bom, e este foi mais um capítulo. Espero que tenham gostado! Muito obrigada por terem lido e... ahem... esperado... Vou tentar ser menos descuidada com os prazos desta vez, ok? ^u^ E peço-vos que nunca desistam da fic, esta autora aqui é meia doida, mas não abandona :) Comentem, favoritem, etc... Quero ouvir a opinião desses leitores fantasmas ^^ Beijos, Mai-chan
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.