The Second Hope
12 Capítulo 12 - Real
Notas iniciais
P.O.V Katniss
—Verdadeiro. – Digo encarando seus belos olhos azuis. Ele sorri e cola nossos lábios em um beijo lento cheio de significados, ele me puxa para mais perto de modo que eu fique colada nele e sinta o calor do seu corpo, afundo minha mão em seu cabelo enquanto a outra agarra sua camisa. Peeta agarra minha cintura e a acaricia levemente. Sinto aquela sensação que me dominou quando eu e Peeta nos beijamos nas arenas, deixo que ela se espalhe pelo meu corpo e a aproveito ao máximo.
Nosso beijo se torna ardente, nossas línguas travam uma batalha deliciosa, me agarro mais ainda em Peeta que passa a acariciar minhas coxas causando arrepios pelo meu corpo. Ele se debruça sobre mim me fazendo deitar na cama, sem desgrudar nossos lábios, quando o ar se faz necessário, Peeta passa a beijar meu pescoço, suspiro e agarro seus cabelos sentindo choques por onde os lábios de Peeta encostam. Passo então a arranhar suas costas por cima de sua camisa.
Desço minhas mãos pelas suas costas chegando a barra da sua camisa, começo a levanta-la, meus dedos um pouco trêmulos. Peeta percebe meu nervosismo pois para de beijar meu pescoço e me encara.
—Você tem certeza disso? — Ele pergunta.
—Tenho. –Respondo com convicção- Eu quero.
Ele sorri e volta a me beijar, e eu volto a puxar sua camiseta para cima, dessa vez sem medo algum, sou impedida pelos braços de Peeta, ele levanta de cima de mim e logo trata de tirar a camiseta, me permitindo ver seu peito e tórax definidos, mesmo com a pouca luminosidade posso admirar o corpo forte e robusto do meu Garoto com o Pão.
Sento-me e timidamente, passo minhas mãos pelo seu peito sentindo os poucos pelos que tem ali, então desço minhas mãos até seu tórax arranhando levemente, sinto Peeta se arrepiar, ao meu toque.
Logo as mãos de Peeta descem até a barra da blusa de meu pijama, ele então começa a levanta-la e eu o ajudo a tirar e joga a blusa em qualquer canto do quarto e volta sua atenção para mim, ele suspira e passa a acariciar minha barriga levemente e um arrepio perpassa pelo meu corpo.
Peeta volta a me beijar com intensidade e procura o fecho do meu sutiã, ele tem um pouco de dificuldade para abri-lo, mas logo consegue e joga a peça longe e observa meus seios nus, sinto um pouco de vergonha pelo seu olhar nessa parte do meu corpo.
—Você é linda. –Ele fala e então me olha, pedindo uma permissão silenciosa se poderia tocar neles, eu sorrio para ele lhe dando coragem.
Ele coloca as mãos em meus seios e começa a acaricia-los levemente, fecho os olhos e deixo uma sensação prazerosa passar pelo meu corpo, gemo baixinho quando ele belisca de leve o bico, sinto um aperto em meu baixo ventre.
Peeta então me deita na cama e eu o puxo para um beijo ardente, logo nos separamos e ele beija meu pescoço, o vale entre meus seios e por fim estes que já estavam enrijecidos, gemo quando ele começa a passar a língua, agarro os lençóis, em determinado momento Peeta trocou de seio, e eu gemia mais ainda perante seu carinho.
Peeta volta a me beijar e desce as mãos pelas minhas pernas, levando o calção e a calcinha junto, ele os tira e então observa meu corpo nu, seu olhar de admiração varre meu corpo e fico corada pela intensidade dele.
—Você é tão linda... – Fala ele com a boca rente a minha- Tão perfeita...
Voltamos a nos beijar e Peeta acaricia minhas cochas, dessa vez sem o pijama, desço minhas mãos até achar sua bermuda, a puxo para baixo e Peeta me ajuda a tira-la, coro ao saber que agora ele está completamente nu e não posso deixar de baixar o olhar e fitar o membro que ele tem entre as pernas.
Peeta se posiciona em cima de mim, em abro mais minhas pernas e ele se encaixa entre elas, ele entrelaça nossas mãos e as coloca acima de nossas cabeças, sinto um pouco de medo pelo que vai acontecer agora, mas me repreendo, é Peeta quem está aqui, meu Garoto com o Pão, o homem que eu amo.
—Se eu te machucar...- Fala ele com a testa colada na minha- Me diga que eu paro na hora, okay?
—Okay...
E então acontece, no início sinto dor, mas depois é só prazer e amor que sinto, me agarro a Peeta e nós dois consumamos nosso amor, depois de tanto tempo, sinto-me inteira novamente, somente Peeta foi capaz de juntar todos os pedaços partidos de meu coração, somente com ele posso seguir em frente.
Naquela noite, trocamos carinhos e juras de amor inteligíveis, nos amamos sob as estrelas, e quando nos encontrávamos abraçados e ofegantes eu olho em seus olhos que antes estavam obscurecidos pelo desejo e agora volta a ser meu céu particular.
—Eu te amo. –Digo-lhe sorrindo, ele me abraça e sorri também.
—Eu também te amo. –Fala ele beijando meu rosto- Meu amor.
*****
P.O.V Peeta.
Acordo na manhã seguinte com uma sensação maravilhosa, Katniss admitiu seus sentimentos por mim e depois disso nos amamos de uma maneira incrível e então adormecemos nos braços um do outro.
Encaro Katniss que tem uma expressão serena no rosto, seu peito sobe e desce lentamente conforme sua respiração calma, ela está deitada em meu peito, com as mãos em minha cintura, seu rosto está na curva de meu pescoço e sua perna entre as minhas, o lençol cobre nossas cinturas, uma brisa gelada passa pelo quarto e Katniss se aperta mais contra mim, eu a abraço mais forte e ela suspira e abre um sorriso.
Fico mais um tempo a admirando enquanto dorme, depois devagar saio de baixo dela e a deito na cama, ela resmunga mas não acorda, procuro nossas roupas pelo quarto, visto minha roupa de ontem, e dobro as de Katniss e as deixo em cima da cômoda, saio do quarto e desço para preparar o café.
Faço pães de queijo, chocolate quente, torradas e ainda ovos com bacon, coloco tudo em uma bandeja e subo para o quarto, encontro Katniss ainda dormindo, ela se virou e agora está de barriga para baixo com a cabeça enterrada no travesseiro que eu dormi.
Coloco a bandeja na cômoda ao lado da cama, e sento na cama para acordar Katniss, vejo suas cicatrizes agora quase invisíveis, não me incomodo, pois elas são parte do que Katniss foi, da mulher que se tornou, eu também tenho as minhas próprias.
Beijo cada uma de suas cicatrizes, lentamente, logo ouço a risada de Katniss, me aproximo de seu rosto, ela abre os olhos e me encara com as bochechas coradas.
—Bom dia. –Sussurro.
—Bom dia. – Ela diz e me beija- Preciso colocar uma roupa.
—Por que? Você está tão linda assim.
—Peeta Mellark.
—Está bem.
Me viro enquanto ela coloca seu pijama de ontem, logo ela se senta ao meu lado e começamos a comer em um clima agradável, conversamos e rimos. Depois eu levo a bandeja para a cozinha e subo para o meu quarto e tomo um banho. Coloco uma bermuda e camiseta confortável e saio.
Bato na porta do quarto de Katniss, e ouço um abafado “pode entrar”, entro e sento-me na cama dela observando ela pentear seus cabelos, logo ela termina e os deixa soltos, eu amo o cabelo dela solto. Ela vem em minha direção em abraço sua cintura e ela fala.
—Precisamos conversar.
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