The Second Chance - HIATUS
4 Hard Out Here
Notas iniciais
Hard out here
I suppose I should tell you what this bitch is thinking
You'll find me in the studio and not in the kitchen
I won't be bragging about my cars
Or talking 'bout my chains
Don't need to shake my ass for you
'Cause I've got a brain
If I told you about my sex life
You call me a slut
Them boys be talking 'bout their bitches
No one's making a fuss
There's a glass ceiling to break
Uh hu, there's money to make
And now it's time to speed it up
'Cause I can't move at this pace
Sometimes it's hard to find the words to say
I'll go ahead and say them anyway
Forget your balls and grow a pair of tits
It's hard, it's hard, it's hard out here
For a bitch it's hard
(for a bitch, for a bitch)
For a bitch it's hard
It's hard out here
For a bitch it's hard
(for a bitch, for a bitch)
For a bitch it's hard
It's hard out here
[...]
Esperei cada cliente daquele bar sair para finalmente só restar eu e a Camille. Eu não podia negar que ela era até razoavelmente bonita, mas era uma vadia qualquer.
– Hey, você é novo por aui, não? — ela disse sentando em cima da bancada.
– Na verdade não, minha família é residente daqui, mas eu só vim passar uns dias.
– Que pena, adoraria conhecer você melhor. -Ela fingiu que derrubou algo no chão e se ajoelhou,se insinuando para mim. Como ela podia ser tão vulgar?
Eu ia responder mas uma mensagem chegou no meu celular, era Stefan.
" Caroline receberá alta daqui a algumas horas e para te alegrar eu percebi que ela sentiu um pouco sua ausência, venha logo. "
Eu sorri ao ler aquilo e nem notei que Camille me chamava.
– Ei? — ela disse.
– Sinto muito ... — disse eu fingindo ler o crachá dela, mesmo já sabendo que se chamava Camille. — Camille, tenho assuntos a tratar, quem sabe outra hora.
– Me chame de Cami. E você é quem mesmo? — ela pareceu meio desapontada.
– Klaus. — disse secamente.
Segui para o hospital o mais rápido que pude, subi de elevador e finalmente fui falar com Stefan .
– Ela já recebeu alta? — eu disse ofegante.
– Hey, se acalme. Já sim, ela só está ... -ele mal terminou de falar eu já fui entrando no quarto, e me deparei com ela ... nua. Caroline mal havia notado que eu estava no quarto, até eu dizer.
– Me desculpe. — eu já ia saindo do quarto, quando por algum motivo estranho ela me chamou.
– Hey, espere. — sua voz saia mais baixa que o normal,mas ainda sim era doce. — Eu não consigo fechar a blusa e nem calçar minhas botas. — Caroline estava meio envergonhada. — Minhas costelas ainda doem e eu me sinto fraca.
Me dirigi aonde ela estava e ela se virou de costas para mim, ela tinha escolhido uma blusa amarela tomara que caia, que definia bem suas curvas e com o zíper atrás. Eu puxei para cima com um pouco de força demais, esquecendo que ela estava com a costela praticamente quebrada e com as costas machucada.
– Ai. — ela soltou um gemido.
– Me desculpe, amor. — não pude evitar chama-la assim, logo que depois de casados ela sempre admitira que gostava que eu a chamasse assim. Ela corou.
– Seria abuso pedir que me ajudasse a colocar a calça? ela é meio colada. — Ela estava agora só com a blusa e de calcinha na minha frente, fazia tempo que eu mal a tocava. Esqueci esses pensamentos e apenas assenti, ela sentou na cama e me passou a calça. Eu fui subindo pelas longas pernas dela, Caroline era magra, mas ainda sim sexy.
Só faltava subir mais um pouco para passar a parte de trás,então ela se levantou e eu subi totalmente a calça. Nossos corpos estavam praticamentes colados e eu sentia a respiração ofegante dela em meu pescoço. Caroline era baixa, então eu não resisti a tentação de beija-la, subi seu queixo fazendo-a olhar em meus olhos e eu nos grandes olhos azuis, que sempre me fascinaram. Eu fui me aproximando e quando estávamos perto de nos beijar, a porta foi aberta e um Stefan com um sorriso irônico entra.
"Merda" — praguejei mentalmente, ele tinha que chegar? Ela rapidamente se recompôs e sorriu meio sem graça para Stefan.
– Atrapalho? — ele disse ainda sorrindo.
– Na ... Não. Klaus estava apenas me ajudando a me vestir, ainda me sinto meio dolorida. — Caroline estava tão vermelha, que chegava a ser engraçado.
– Ok então Sra Mikaelson, está de alta. Mas ainda precisará passar daqui a alguns dias no médico novamente para se certificar que está tudo certo. — Car sorriu e deu um abraço apertado em Stefan. — Obrigado por ter vindo Stefan, mande um beijo para Elena.
– Não foi nada Car, você é minha melhor amiga. E Klaus, será que posso falar com você? — Caroline me encarou desconfiada. — Em particular.
– Caroline, me espere na cafeteria, que eu já vou. Pode pedir algo se quiser.
Caroline assentiu e se dirigiu para fora do quarto, enquanto isso, eu e Stefan nos encarávamos.
– E então ... ? — eu perguntei.
– Klaus eu te conheço desde que éramos crianças, e você sempre foi carne fraca.
– Aonde quer chegar Stefan?
– Apenas ouça. Eu conheço a Caroline desde o colegial e ela sempre foi ... "magoável" muito fácil eu diria. Ela teve várias desilusões amorosas, dentre elas o Tyler que você já sabe a história. — assenti e pedi que ele prosseguisse. Tyler a havia traído com uma prima distante e aquilo acabou com ela. — apenas indiquei Camille, por ela ser uma grande psicóloga e nada mais, se eu apenas desconfiar que você traiu Caroline, eu o mato Klaus, não tenha dúvida disso.
Stefan virou as costas e saiu do quarto, me deixando pensativo. Eu nunca um homem de uma mulher só, isso eu tenho que admitir. Mas tudo mudou quando eu a conheci, eu jamais teria coragem de traí-la, teria?
Caroline estava sentada em uma mesa da cafeteria, tomando um suco. Sorri para ela, que se levantou e veio até mim.
– Hey. — eu disse.
– Ei ... e então o que o Stefan queria falar com você? — ela perguntou ao mesmo tempo curiosa e desconfiada.
– Nada de mais. — menti em um sorriso. — Vamos?
– Klaus, aonde moraremos?
– Era sobre isso que eu queria falar com você. Minha família mora aqui em New Orleans e você ficara com a gente até que se recupere e procuraremos um especialista aqui, os médicos daqui são os melhores.
Estávamos andando, quando Caroline simplismente se sentou na escada da entrada do hospital, estranhei aquilo.
– Está tudo bem? — indaguei.
– Sim, apenas cansada. — ela sorriu. — Podemos ir.
Ela estava descendo as escadas quando percebi que ela iria cair, rapidamente fui ao encontro dela, não permitindo que ela caísse.
– Te peguei linda. Te peguei. — repeti isso mais para mim do que para ela. Caroline ia tentando se levantar, quando a peguei no colo e a coloquei com toda a delicadeza no banco traseiro, eu já ia perguntar se ela estava se sentindo bem quando notei pelo retrovisor que ela dormira. Seria mesmo cansaço?
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