The Second Chance - HIATUS
7 Change Your Life
Notas iniciais
Change Your Life (Feat. T.I.)
You used to dealing with basic bitches
Basic shit all the time
I'm a new classic, upgrade your status
From a standby to a frequent flyer
Pop out your past life
And I'll renovate your future
Then I integrate my genius shit
We purchasin' not perusing
Yeah, I love your hustle, baby
Just let me add a little bit of muscle, baby
Joint venture, we'll partner up until the shares are up
And I'll up your wages
On a private island, dolo
One across the Cono
Them broads before me was locals
Through customs accustom your wardrobe, damn
Stamped passports where they all pass ports
'Till the clocks fast forward
Then we got blue shores where they don't do chores
We just get chauffeured
Damn, this is the life
Exclusive shit with all access granted
In the country where the accents are grand
And they landing on top of foreign mansions
I'mma change your life, I'mma change it
I'mma change your life.
[...]
– Ora ora ora, se não é o que se diz nobre, mas é tão podre quanto qualquer Mikaelson! — disse Sophie. Aquela garota parecia perigosa.
– Sophie, sabe que não tivemos culpa pelo que aconteceu.
– disse Elijah suspirando. — Não? — disse ela rindo. — Ela era tudo que eu tinha Elijah! Agora só me resta Monique, e por culpa de Marcel, mal posso vê-la! — Sophie disse chorando e gritando ao mesmo tempo.
– Posso te ajudar Sophie, por favor ...
– Não, não pode. Ninguém pode. — enxugou o rosto. — Mas afinal, ao que devo a honra de Elijah Mikaelson e ...
– Caroline.
– A mulher de Klaus?! — ela disse irônica. — Wow, eu e ele tivemos longas noites no passado, e pelo que vejo você não tem nada de especial. — senti um ódio se tomar por mim, e sem pensar eu dei um tapa na cara dela. Mas por que eu havia feito aquilo? Estaria com ciúmes? Impossível.
– Caroline! — gritou Elijah e me puxando para trás antes que Sophie tentasse revidar. — Eu vou acabar com você! — ela rosnou.
– Sophie, eu sinto muito ... Caroline está doente! precisamos da sua ajuda.
– Minha ajuda?! — riu ela. — Nunca!
– Marcel adoraria saber que a bruxa ainda está em New Orleans ... — eu disse provocando-a, sabendo que talvez isso piorasse a situação.
– Ok. — suspirou. — Do que precisam?
Klaus
– Posso me sentar?– disse uma voz feminina e rapidamente um perfume extremamente enjoativo ocupou minhas narinas, aquela garota de novo.
– Claro amor. — disse Marcel sorridente. — Este é Klaus, um amigo de longa data.
– É um prazer te conhecer, Klaus. — ela disse no maior sorriso cínico do mundo.
– Digo o mesmo. — disse bebendo um gole do meu whisky.
Resolvi então perguntar a Elijah como iam as coisas com Sophie, aquela garota era jogo duro, eu que o diga.
" E então, ela aceitou ajudar? "
– Klaus? Klaus! — disse Camille me fazendo acordar dos meus pensamentos.
– Desculpe. O que disse?
– Ela perguntou por quanto tempo irá ficar. — disse Marcel.
– Ainda não sei o certo, tenho algumas coisas a resolver.
– Marcel me disse que tem irmãos. — ela disse curiosa.
– Tenho, Rebekah, Kol, Finn e Elijah.
– Se forem tão bonitos quanto você, eu adoraria conhece-los. — apenas sorri e recebi um olhar fuzilante de Marcel. Até que a garota não era tão ruim.
Elijah
– Precisamos que nos ajude a recuperar a memória de Caroline, ela sofreu um acidente e não se lembra de Klaus.
– Mal sabe ela a sorte que tem.
– Nisso eu posso concordar, ele é tão ... impossível. — Caroline disse suspirando.
– Mas ele tem um sotaque, que faz qualquer uma estremecer sem mesmo precisar ser tocada. — eu vi o olhar de fúria de Caroline tomar conta do olhar azul que ela possuía.
– Não quero falar dos dotes sexuais do Klaus, por favor! — disse Caroline praticamente enciumada.
– Mal se lembra dele, e com sinceridade ... não sei se há algo que possa fazer.
– Mas pode tentar. — eu disse.
– Bom, me acompanhem. — eu e Caroline nos entreolhamos mas acabamos assentindo e a seguindo.
Após chegarmos lá, ela simplesmente pediu que Caroline deitasse em uma espécie de maca. Caroline deitou e fechou os olhos.
– Preciso que tome isso, ficará mais fácil. — ela estendeu um copo com uma mistura de ervas suspeitas, Caroline pareceu duvidar, mas acabou tomando e no instante seguinte estava adormecida.
– O que deu a ela?
– Relaxe, não era necessário mas prefiro não ser obrigada a ouvir as perguntas dela. — apenas dei de ombros. Sophie pegou uma maleta e tirou uma seringa de lá. Pegou uma amostra do sangue de Caroline e guardou em um tubo.
– Acho que não posso dizer o que há de errado com ela, mas sei quem pode. — Diga logo Sophie, não tenho o dia todo.
– Agnes.
Caroline
Acordei com uma grande dor de cabeça. Mas que diabos havia acontecido? Aos poucos que recuperava minha consciência, ia ouvindo vozes.
" Sabe que ela não é confiável, é uma traíra!" dizia Elijah
" É nossa única chance! Agnes conhece vários tipos de ervas! Ela pode ao menos fazer com que ela recupere parte da memória."
" A medicina talvez possa ajudar."
" Eu sou médica ... E te garanto que não pode não. " dizia Sophie.
– Ai. — disse levando a mão a cabeça.
– Caroline? — suspirou aliviado. — Como se sente?
– Uau, parece que fui atropelada. — nesse instante o celular de Elijah tocou e ele saiu para fora do "consultório" e ficou um silêncio constrangedor entre eu e Sophie.
– Então ... O que descobriu sobre meu caso? — disse quebrando o gelo.
– Nada definitivo ainda, precisará se consultar com uma outra pessoa. — Sophie deu de ombros. Eu ia questiona-la quando Elijah adentrou o local esticando o celular para mim.
– É a Rebekah, ela quer falar com você. — apenas assenti e me dirigi para fora.
– Bekah? Oi.
– Hey Care, como você está? Desde que saiu daqui, não me mandou se quer uma mensagem!
– Eu estou bem ... E alias, acho que perdi meu celular no acidente.
– Depois resolvemos isso. Será que pode vir aqui para o bar do Marcel? Tem uma pessoa que adoraria te ver.
– Não sei não Rebekah ... Estou meio cansada. — suspirei.
– Por favor Care!
– Ok. — disse me rendendo. — Já estou indo.
– Ok, te espero aqui.
Voltei para lá dentro e percebi que Elijah cochichava algo a Sophie que minha audição não me permitia escutar.
– E então? — Elijah questionou.
– Preciso ir ao bar junto a Rebekah. Podemos deixar essa "consulta" para amanhã?
– Já estava exausta mesmo. Espero vocês dois aqui amanhã ao meio dia! É o único momento que os capangas de Marcel não estão rondando a cidade. E mais uma vez ... Só vocês dois. Se trouxerem a Vadia Original ou o Psicopata doente, eu não me responsabilizo por meus atos.
– Entendemos Sophie, mesmo estando trabalhando por chantagem, eu agradeço a sua ajuda. — disse Elijah, nobre como sempre.
Estavámos nos dirigindo ao carro quando resolvi perguntar.
– Vadia Original? — disse rindo.
– Vamos dizer que ela e Marcel tinham um passado, e minha irmã o tirou dela.
– Oh meu Deus! Marcel e Bekah? — disse com cara de nojo.
– Klaus e Marcel eram como irmãos e acho que Rebekah só começou esse relacionamento para atingir Niklaus. Mas ao passar do tempo eles pegaram afeto um pelo outro.
– Hum ... E deixe-me adivinhar o egocêntrico Niklaus Mikaelson não permitiu a felicidade da irmã? — Eliajh sorriu fraco.
– Ele é tão previsível assim? — eu ri. — Não foi por maldade, apenas queria proteger a sua irmã caçula.
Eu entrei no carro e Elijah deu partida, se dirigindo ao bar.
– E Klaus só tem vocês três como irmãos? — disse me referindo a Kol, Elijah e Bekah.
– Havia Henrik também, mas ele faleceu. — disse frio, eu preferi não insistir no assunto.
Chegando ao bar, eu rapidamente adentrei-o, estava com um grande sorriso no rosto. Afinal, as surpresas de Rebekah eram sempre boas.
Mas aquela cena me fez parar. Senti minhas pernas fraquejarem e me apoiei em uma mesa para não cair.
A pergunta era como aquilo era possível?
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