The Second Chance - HIATUS
13 Capítulo 13
Notas iniciais
The Only Exception
Talvez eu saiba, em algum lugar
No fundo da minha alma
Que o amor nunca dura
E temos que arranjar outros meios
De seguir em frente sozinhos
Ou ficar com uma cara boa
E eu sempre vivi assim
Mantendo uma distância confortável
Até agora
Eu tinha jurado a mim mesma que eu estava contente
Com a solidão
Porque nada disso algum dia valeu o risco, mas
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
Você é a única exceção
...
Já havia se passado algumas semanas desde que Caroline voltará, Klaus consequentemente gritara com ela o tempo todo, mas Caroline sendo Caroline sempre retrucava, para não se sentir humilhada.
A relação dos dois até por algum tempo estava indo bem, mas o clima era sempre pesado,frio e sem nenhuma compaixão da parte de ambos. Eles mal se falavam, Caroline ficava trancafiada dentro da mansão, quase sempre com a companhia de Kol, Rebekah ou até mesmo Elijah, já que Mikael e Esther haviam viajado para Londres. Nesse meio tempo Klaus se satisfazia com bebidas, e de vez em nunca com mulheres, mas nunca nenhuma chegava aos pés do que a sua amada Caroline era, ele sentia um vazio dentro do peito, mal sabia ele, que ela sentia o mesmo.
[...]
Hoje havia sido marcada a primeira consulta de terapia de casal com a Dra. Camille, que todavia já havia descoberto que Caroline não era a irmã de Klaus, sim sua mulher, e prometendo ajuda-los se fosse uma relação entre eles e ela sem mentiras, porém, ela adora sempre que podia chamar a atenção de Klaus, e dar em cima dele, e com Caroline a relação era simplesmente profissional, mesmo que Caroline a odiasse, e isso era recíproco.
Caroline estava também fazendo um tratamento com uma psicologa amiga de Elijah, a loira escrevia todas as suas lembranças repentinas, seus sonhos e seus sentimentos em um diário de veludo, que fora ideia da própria psicologa, e isso estava realmente ajudando, pois todos na casa sentiam uma Caroline mais leve.
...
Caroline
Meus dedos tamborilavam pela mesa de carvalho branco, eu estava nervosa. Hoje seria a primeira consulta com a Camille, eu a odiava, mas tinha que admitir ela era ótima no que fazia. Todos de casa haviam saído e me deixado a sós com Klaus para espera-la, e isso em incomodava, eu estava sentada na poltrona observando cada canto da sala, coisa que eu só fazia quando estava nervosa.
– Parece nervosa, amor. — Disse Klaus bebericando seu whisky. Uou, ele havia falado comigo? E ainda me chamado de amor? Desde que eu voltei de Mystic Falls, depois da nossa incessante briga, ele só se dirigia a mim para dizer "bom dia".
– É ... Impressão sua. — Eu disse abrindo um sorriso forçado. Ele me observou por um instante.
– A presença da Cami te incomoda tanto assim? — Klaus disse com um sotaque impecável.
– Cami? Já estão tão íntimos assim? — perguntei com raiva, tentando esconder meu cíumes.
– Ela é uma boa amiga.
– Oh claro, que amiga não é boa na cama? — eu disse indignada e ele soltou uma gargalhada até que eu diria gostosa de se ouvir.
– Adoro seu senso de humor, sweet.
Nesse momento, Davina apareceu junto a Camille.
– Sr. e Sra. Mikaelson, esta moça deseja vê-los. — disse Davina formal.
– Ok. Subiremos para o escritório Davina, por favor não nos incomode. — Davina apenas assentiu e saiu da sala.
Pela primeira vez, Camille parecia profissional. — Que milagre! — pensei. Ela usava uma bata vinho com botões e um sobretudo beje por cima, uma calça social preta, uma bota cano baixo de salto, uma bolsa de grife e óculos escuros.
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Klaus a olhou de cima a baixo e abriu um sorriso enorme. Droga! bufei. Devia ter me arrumado melhor. Eu estava usando uma blusa de moletom surrada cinza escrita "Just Music" e um número 4 enorme, que eu desenterrei da época do colégio, uma calça jeans branca totalmente fora de moda, e pra combinar uma sapatilha de oncinha que eu peguei com a Rebekah. Eu não podia estar pior, comecei a corar.
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– Klaus, amor.– Camille disse com a voz mais enjoativa do universo, eu apenas revirei os olhos, Klaus percebeu e sorriu ainda mais alargado por notar meu ciumes.
– Cami, você está ótima. — Ela sorriu e piscou o olho esquerdo. Oh, só porque a Camille se arruma bem uma vez na vida, e eu estou parecendo que dormi com essa roupa (o que não deixa de ser verdade), ele tem a necessidade de elogia-la.
– Caroline, querida.– Camille me olhou de cima a baixo e sorriu cínica, e me cumprimentou. — Podemos ir?
Todos assentimos e subimos para o escritório, Camille sentou na cadeira principal, e eu e Klaus sentamos na de frente com a dela.
– Ok. Podemos começar? — Klaus e eu nos entreolhamos.
Que as complicações comecem!
...
Damon
Katherine estava estranha. Há alguns dias que ela não vem me ver, apenas nos cumprimentamos no hospital e olha lá. Hoje ela dormiu aqui comigo, mas com muita insistência. Diversas coisas já passaram pela minha cabeça, já estamos juntos a 3 anos e nada de assumirmos o que temos, quer dizer, todo mundo sabe que nós estamos juntos, nos apelidaram até de "Datherine". Talvez seja esse casamento da Elena com meu irmão esteja mexendo com ela.
Katherine dormia calmamente nua em meu peito, já havia amanhecido, eu não abri os olhos mas sentia a claridade entrar pela janela. Sentia sua respiração compassada contra o meu peito, isso me acalmava. Estava prestes a relaxar e voltar a dormir quando senti meu celular vibrar.
Abri os olhos e me mexi calmamente para não acorda-la, e peguei meu celular no criado-mudo, mensagem de Caroline ... Puf! Eu jurava que a Barbie estaria ocupada demais em New Orleans com o Klaus para me encher o saco.
" Damon, precisamos conversar ... Me encontra no Mystic Grill meia-noite, é urgente ... E vem sozinho. "
Talvez ela queira falar sobre o assunto inacabado do hospital, por via das dúvidas eu não vou falar nada pra Kath, ela vai ficar criando coisas da imaginação dela, e eu não tô a fim de ouvir.
...
Katherine
Quando eu era mais nova, meu sonho era ser mãe. Eu e Elena vivianos na casa do lago, ela sempre sonhava em viajar por todo o mundo. Enquanto isso eu apenas queria ter uma casa, um marido, um filho e um cachorro chamado Spike. Isso parece totalmente utópico para minha realidade atual. Damon é meu namorado, mas não sinto que ele me ame de verdade, talvez seja só sexo. Eu estou grávida, terei um filho, sendo que eu sou a vadia da história. Que bela mãe! Elena deveria ser mãe, ela sim, vai casar com Stefan, ter uma casa e ser feliz! Enquanto eu sou uma tola que não sabe cuidar nem de si própria quem dirá de uma criança.
Eu não tô aguentando mais segurar a barra sozinha, eu vou contar pro Damon, mas não agora, amanhã. Mas ainda sim eu preciso compartilhar isso com alguém ou irei explodir!
" Hey dollpganger ... Que tal, grill hoje a tarde? Preciso realmente conversar. Sim, eu tenho 1000 amigas, e você é a menos indicada, mais a mais sensata ... Então me encontra lá, as 16:00, Elena.
Beijos. Kath K. "
...
Klaus
Camille fez uma série de perguntas para Caroline, nada tão importante. Mas sempre que chegava na minha vez eu tentava ser o mais frio que eu podia, Caroline podia ser meu ponto fraco, mas não não deixaria ela se achar tanto.
– Ok. Acabamos por hoje. Eu fiz algumas anotações aqui e analisarei o caso com carinho. — ela disse piscando para mim e eu percebi Caroline revirar os olhos. — Iremos para o próximo passo.
– Que seria? — Caroline perguntou confusa.
– "Relembration"! — ela disse batendo palmas. Caroline a olhou com desprezo, então ela retirou toda a animação. — Klaus, você é o único com memória aqui. — nesse momento Caroline a fuzilou com o olhar. — Então, o ponto é: Vocês faram algo que fizeram no passado e alegrou ambos. Klaus você fica responsável por isso, ok? — eu apenas assenti.
Camille se levantou e foi cumprimentar Caroline com todo o cinismo do mundo. E quando chegou minha vez, me abraçou de proposito só por conta da Caroline.
– Te vejo mais tarde. — Camille sorriu e foi rebolando até a porta e não pude deixar de olhar para a bunda dela.
Caroline me olhou com ódio, e percebi que por aí vinha briga!
...
Caroline
Como eles tinham a cara de pal de combinar pra se encontrarem mais tarde na minha frente? Isso não iria ficar assim, ele ia ouvir!
– Você é um idiota! — eu gritei.
– Qual é Caroline, deixa a encheção de saco para mais tarde ... — Klaus virou as costas pra mim, e isso eu não ia tolerar! Eu era a esposa dele, ele não tinha direito de fazer isso comigo.
Senti meu sangue ferver e peguei a primeira coisa que eu encontrei na mesa, no caso era uma garrafa de whisky importado, a favorita de Klaus, sorri sínica e joguei a garrafa com a maior força possível, e por milímetros não pegou no Klaus, havia pego na parede.
– Não dê as costas para mim, seu desgraçado! — eu gritei sentindo as cordas vocais doerem por tanta força.
A garrafa se fez em milhões de estilhaços e Klaus se virou lentamente com o olhar de fúria que jamais havia visto antes, ou talvez não me recordasse, antes que eu pudesse ter qualquer atitude ele me puxou e me prensou contra a parede, minhas costas bateram com força na parede fria, e eu estremeci.
Senti seu tórax definido prensar meu corpo frágil e pálido, me deixando sem saída. Eu estava ferrada.
– Qual o seu problema?! — Klaus gritou. Ele segurava meus pulsos finos com tanta força, que chegava a doer. — Eu te fiz uma pergunta Forbes e quer uma resposta! — Ele gritou com os olhos cinzas focados nos meus azuis. Naquele momento eu senti medo, ele seria capaz de me machucar?! Lágrimas se formaram em meus olhos, mas eu logo as escondi. Não choraria na frente dele, hoje não.
– Você é meu problema! — gritei de volta com toda a força que minha garganta podia suportar. Senti o hálito dele em meu rosto, seu coração acelerado contra meu peito, e sua respiração descompassada em meu pescoço.
Eu esperaria um tapa, um soco mas menos aquilo ... Klaus simplesmente, afrouxou o aperto em meus pulsos e talvez aquilo já não fosse tão agressivo assim, eu diria sexual. Ou talvez minha mente doentia havia pregado um delírio para mim. Ah, e quantas vezes eu não havia me pego admirando o corpo musculoso de Klaus e imaginando como seria dormir com ele.
Klaus olhava para minha boca e eu olhava para a dele com o mesmo desejo, e sem mais delongas ele prensou os lábios vermelhos no meu, o beijo começou dócil, gentil e aos poucos foi ficando mais necessário. Ele libertou meus pulsos, e eu os pousei em sua nuca enquanto ele segurava minha cintura com tamanha força, que eu acho que quando acabássemos isso estaria cheia de hematomas.
O beijo então ficou mais possessivo, agressivo e necessário, ele então me empressou mais contra a parede e eu entendendo o recado apenas enlacei as pernas em sua cintura e ele me puxou para cima, fomos nessa posição até a mesa de madeira do escritório, estávamos com tamanha pressa, então simplesmente ele jogou tudo que estava em cima para o chão, me colocando sentada na mesa.
Pela maldita falta de ar, tivemos que parar o beijo, eu achei que ficaria um clima estranho entre nós, mas ele simplesmente sorriu, era o sorriso mais fofo que eu já havia visto. Eu sorri de volta, e isso foi como um sinal verde para voltarmos ao que estávamos fazendo sem arrependimentos, apenas nós dois.
Klaus então tentava tirar em vão minha blusa, a única coisa que eu fiz foi rir e o empurrar para eu mesmo tirar por cima, ele deu uma risada baixa e ele começou a traçar beijos em meu pescoço enquanto eu desabotoava a camisa dele, e cada botão era um beijo no lugar. Perdendo a paciência, ele mesmo tirou a própria blusa, ele rasgou a minha, me deixando apenas de sutiã na sala.
Ele distribuiu beijos pelo meu busto, meus seios e pela minha barriga me fazendo arfar e sorrir maliciosa.
Deus! Ele tinha o corpo incrivelmente musculoso e definido, passei as minhas mãos trêmulas por toda a região onde havia uma tatuagem de pássaros e sorri, aquilo parecia liberdade. Klaus e eu voltamos a nos beijar, então ele tirou minha calça, distribuindo beijos em minhas coxas. Eu apenas gemia baixinho.
Fiquei só de lingerie na frente dele, e aquilo era estranho sendo que ele já havia me visto assim diversas vezes , comecei a corar, acho que fiquei igual a um tomate, porque ele passou os dedos hábeis pela região da minha face e sorriu.
– Você é perfeita. – eu apenas sorri grata e o ajudei a abrir o zíper da calça e o vi descendo até o chão, ele simplesmente a chutou e voltou a me deitar na mesa.
Ele distribuiu beijos por todo o meu busto então chegou aos seios.
– Posso? — ele perguntou antes de abri-lo. — eu estava com os olhos fechados então apenas assenti, estremecendo com apenas a ideia de tê-lo me tocando.
Klaus começou a beijar toda a área exposta, e então por fim tirou minha calcinha e sua cueca boxer e está prestes a fazer, mas eu resolvi mudar um pouco as regras.
Mudei nossas posições e era eu quem estava por cima, dei um beijo apaixonado e fui descendo, beijando seu maxilar, seu peitoral, seu pescoço, ele apenas arfava e suspirava, cansado de tanta enrolação ele me puxou me fazendo sentar em cima dele.
Ele então se sentou apoiado na mesa, comigo sentada se segurando minhas pernas em sua cintura enquanto investia. E começou num ritmo lento e foi aumentando a frequência e Oh, céus! Katherine tinha razão ele era ótimo de cama ... Por mais que não estivéssemos fazendo isso na cama, sim em um escritório ... Oh merda! E se Davina, Elijah, Kol ou qualquer outro ouvisse? Ou pior entrasse na sala?
– Klaus ... — disse com dificuldade. — E se alguém nos ver?
Eu arranhava as costas dele , ele apenas gemia e estocava mais forte.
– Eu não ligo, sweet.– Klaus sorriu malicioso, investindo mais uma vez para finalmente chegarmos ao ápice.
– Caroline ... — ele gemeu antes de chegar ao orgasmo. — Eu te amo.– ele disse beijando o topo da minha cabeça suada, eu estava exausta então simplesmente deitamos numa especie de divã que havia no escritório, e eu adormeci em seu peito.
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