The Score
11 Capítulo 11
Notas iniciais
~Leiam as notas finais!
Espero que gostem do capítulo.
Eu não fiz questão de olhar para ele, mas ele prontamente, respondeu:
— Aceito!
— Anastácia Rose Steel, você aceita esse jovem: Cristian Trevelyan Grey para ser seu marido, na alegria, na tristeza, na riqueza, na pobreza... Até que a morte os separem?
-Eu sou ilegal no país, não posso me casar.
Eu senti a respiração do Grey acelerar, mas eu estava decidida a fazer de tudo para acabar com ele. O juiz me olhou estranhamente e logo se curvou na mesa para procurar alguns papeis que confirmasse o que eu disse, mas logo se virou para mim, ajeitando seus óculos e lendo um papel:
-Não, Miss. Steel. Aqui consta que você é uma recente oficializada cidadã americana.
Eu arregalei os olhos ,e quase gritei:
-Cidadã americana???? Não senhor, eu sou Brasileira, pode procurar senhor...
Eu também me curvei, procurando alguns papeis que provessem o que estava falando. Grey permanecia ereto, sem mover um músculo:
— Não, esta tudo certo. Você é órfã, e atualmente mora aqui, não é?
— Sim ,mas ....
-Você foi oficializada como cidadã, sem mais, Miss. Steel.
Ele pareceu se irritar, e eu não sabia o que estava acontecendo, mas é claro que tinha o dedo do cretino nisso.
-Então, você aceita se casar com o senhor Christian Trevelyan Grey?
Eu não pude acreditar, era o fim. Eu virei todo o meu corpo para o Grey, que somente virou a cabeça para mim, me olhando fixo, mas visivelmente puto com o que eu fiz. Com os olhos cheios d’agua eu sussurrei a ultima vez:
- Não, por favor...
Ele não disse nada, apenas olhava no fundo dos meus olhos.
— Aceita, ou não?
A lágrima caiu e eu pensei: Me desculpe, pai.
E antes de dar a resposta, eu olhei para dentro dos olhos do Grey e sussurrei em português:
— Seu desgraçado!
Me virei para o Juiz e respondi:
— Eu aceito!
Eu respondi, ainda encarando o cretino, que fazia o mesmo.
Juiz: Podem trocar as alianças.
Rapidamente, o homem que estava na casa ontem e assistia a cerimônia, tirou uma caixinha do paletó e entregou ao Grey, que a abriu e tirou minha aliança de lá.
Virou-se para mim, sem me olhar, e de qualquer jeito, enfiou o anel no meu dedo.
Eu também peguei o anel na caixinha, e segurei a mão dele na minha. Tentando enxergar onde eu havia errado, para estar ali naquele momento.
Eu olhei para ele, e ele também me olhou. Seus olhos azuis gritavam de raiva em cima dos meus, e seu corpo também queimava de ódio perto do meu, eu podia sentir.
Ali não havia magia ou amor, coisas que um dia eu sonhei para o dia do meu casamento. Ali havia, tristeza, raiva, mágoa, saudade, ambição, interesse, medo... tudo o que não se devia ter em um casamento.
Mas brevemente eu o fiz. Coloque a aliança da mão esquerda dele, bem devagar.
— Com os poderes à mim concedido pelo estado da Califórnia, eu os declaro marido e mulher. O noivo pode beijar a noi....
Antes que o juiz terminasse de falar o Grey deixou sala, pisando forte.
E em seguida, o Juiz que parecia confuso com tudo aquilo, arrumou seus papéis e saiu, escoltado pelo o homem que também assistia a cerimônia. E eu fiquei sozinha, como já era de se esperar.
Eu dei um tempo lá, não chorei mais , mas também evitava pensar em qualquer coisa que fosse, porque eu tinha certeza que em qualquer coisa que eu pensasse, eu sempre seria a errada. E eu era. Eu tinha a certeza disso.
Eu ia ser a esposa dele, mas eu viver cada dia da minha vida pra destruir a vida dele. E por um momento e esqueci todos os bons modos e aquela historia de tentar fazer certo... Eu comecei a gritar, a libertar do pulmão toda a agonia que eu senti e toda a raiva que eu repreendi por meses.
Eu comecei a correr pelo salão de festas e pegava todos os jarros de flores que via ,os tacando contra a parede, desejando.. ou melhor rogando a pior das pragas para o filho da puta, desgraçado que me fez assim. Que me tirou de dentro da minha casa, pra me tornar uma pessoa má, com pensamentos ruins. E gritei, chutei, quebrei, arranhei as paredes com cacos de vidro ,mas nada , absolutamente nada do que eu fazia, amenizava a dor ou tapava o buraco do meu peito. E quando eu finalmente caí no chão, derrotada, eu me dei conta de que era meu aniversário de 20 anos.
E eu comecei a rir, a gargalhar na verdade. Um ano atrás, no meu aniversário de 19, eu estava em casa, com o meu pai, apagando a vela de um bolo de padaria que ele tinha comprado, e hoje, eu estava casada, com o seu assassino.
E ri mais alto, e a gritar , para que minha voz ecoasse pela casa e atingisse os ouvidos do monstro chamando Christian. Para que o remorso o comesse por inteiro, como uma praga come uma planta. Para que a dor que eu sentia, tirasse todo o sono dele, para que minha voz o fizesse lembrar de toda a vida que ele me tirara.
Mas no final das contas, eu era a maluca ,que quebrava tudo. Ninguém apareceu, nem Taylor ou Gail. Mas essa era a minha vida agora, sem ninguém e casada com um ninguém.
Eu encostei a cabeça no chão e lá mesmo, eu peguei no sono.
Quando eu finalmente despertei, parecia que nada tinha mudado, e eu cheguei a duvidar se eu tinha dormido ou piscado os olhos por muito tempo.
Me levantei devagar, e deixei a sala onde havia me casado a horas atrás. Casada, sim, agora eu era uma pessoa casada! Eu acho que nunca vou conseguir falar isso e não achar estranho.
Andei pela casa vagarosamente, e tudo o que eu escutava era a minha respiração. Não tinha nada nem ninguém, nem os funcionários. Taylor e Gail não estavam na cozinha e em nenhuma outra parte, e nenhum sinal do meu...Marido!
Eu não estava em condições de procurar, então eu subi e no quarto, escolhi um vestidinho para dormir que Lauren havia me dado.
Acho que já tinha virado hábito meu, sempre que eu ficava muito tempo sozinho, eu me pegava pensando na minha vida. Acho que isso acontece com muita gente... mas ultimamente, minha vida não tem nada de bom para ser pensada.
Então tomei um banho rápido, sem lavar os cabelos, que já estavam secos. Me vesti e voltei para o quarto. Sentei na cadeira, em frente ao espelho, e a pessoa ou melhor a senhora casada que refletia nele, se parecia muito comigo.
Meus olhos azuis, estavam avermelhados e meu cabelo todo desgrenhado. Eu fiquei me olhando e pensando, em como uma vida pode mudar tão radicalmente...E como do dia pra noite, acontecem coisas que mudam sua vida para sempre....e enquanto eu me olhava, eu procurava não chorar, e aos poucos eu ia aprender a controlar minhas emoções.
Peguei a escova de cabelo e a passei entre os cabelos lentamente, olhando no espelho o reflexo na minha aliança. Tinha até me esquecido dela. Estendi minha mão adiante do rosto, a olhando. Era como uma aliança comum, dourada sem nada escrito.... E o que ele escreveria? Ele não sabe nada de mim...Como e porquê? Essas eram minhas perguntas para ele. Porque fez isso com meu pai? E como teve coragem de se casar comigo?... mas eu não as perguntaria. Não ia resolver nada, meu pai não ia voltar mais!
-Annie?
Eu me assustei, mas virei rapidamente e vi Gail :
— Oi, desculpa. Estava distraída!
— Venha, querida.
— ir pra onde?
— Venha, Annie. Anda logo.
Ela fazia sinais da porta, e eu logo me levantei sem deixar que ela percebesse minha tristeza. Mas eu não precisava disfarçar, todos sabiam o quão infeliz eu estava. Eu a segui pelo corredor, e ela se dirigia até o lado oposto, no fim, na ultima porta.
-Entre, está na hora.
Ela olhava pra baixo e sussurrava.
— Está na hora, pra quê?
— Entre, Annie. Só...entre...por favor!
— Gail? Porque você está chorando?Me diga.
— Não é nada, me desculpe. Entre no quarto, logo.
Ela saiu depressa, com a cabeça baixa e eu temi o que teria do interior do quarto.
Mas respirei fundo e abri a porta lentamente.
Era um quarto magnificamente lindo. Era do mesmo tamanho que o meu, mas tinha uma vista maravilhosa para o jardim, quase tão bonita quanto a minha. No canto do quarto tinha uma mesa pequena, mas cheia de coisas, como frutas, vinho e champanhe e eu não precisei de muito esforço para adivinhar o que significava aquilo tudo. No mesmo instante, eu caminhei até a porta, mas antes que eu pudesse abri-la, a voz dele ecoou, vinda de uma sala que tinha dentro do quarto.
— Não saia.
Eu me virei, procurando por ele, mas ele logo apareceu, como eu tinha visto da ultima vez, com a roupa do nosso...Casamento!
Ele parou na porta e cruzou os braços, me olhando:
— Você não quer...conversar?
-Sem mais perguntas...senhor!
— Sério? Até ontem você era uma adolescente cheia de perguntas. E hoje, não tem mais nenhuma, o que aconteceu?
Ele tinha um sorrio sarcástico no rosto. A expressão raivosa que ele ficara da ultima vez que nos vimos, ficou para trás. Calmamente ele caminhou até a mesa e serviu-se do vinho, numa taça. E eu continuei parada perto da porta, de braço cruzados.
— Eu posso me retirar? Estou cansada!
— Deve estar cansada de quebrar a minha casa, não é?
— Sim, por hoje, sim!
— Por hoje...Entendo!
— Então, eu posso me retirar, senhor?
-Porque se retirar, se hoje você vai dormir aqui?
Ele me perguntou, enquanto me olhava e tomava uma golada do vinho.
NÃO! Eu me recusava a isso. Por respeito ao meu pai, eu não dormiria com aquele crápula.
- Eu não vou... quero dizer, eu não posso dormir aqui, Sr. Grey.
Ele deixou a taça na mesa e se aproximou de mim, com uma expressão mais tensa. Chegou perto o bastante, para tocar em mim, e descruzar os meus braços. Aquele maldito ainda tinha a ousadia de tocar em mim. Eu não fiz nada, fiquei ereta olhando em seus olhos:
— Miss. Steel...Porque você é tão teimosa?
— Puxei ao meu pai, senhor.
— Não duvido, disso.
Ele sorriu pra mim, achando que eu estava gostando daquilo tudo. Pegou minha mão e me puxou calmamente com ele, até a mesa.
— Prove um gole.
— Eu não bebo vinho.
-Está desperdiçando uma das maravilhas do mundo Miss. Steel.
Ele dizia num tom sedutor e cada vez que me olhava, eu sentia algo... medo, sei lá...mas sentia. E por inacreditável que fosse, ele estava sendo gentil comigo, e isso me assustava.
— Senhor, eu lhe peço humildemente...
— Olhe...
Ele cortou o que eu dizia, e fez referência ao enorme espelho que estava atrás de mim. Nele, eu me vi, com o simples vestido curto de dormir, cabelos loiros soltos jogados em cima dos ombros e ele bem atrás de mim, bem mais alto, postura perfeita, socialmente vestido, me olhando fixamente pelo espelho:
— Eu não errei na escolha da minha esposa.
Ele sussurrou e instantaneamente, deixou a taça novamente na mesa. Chegando mais perto de mim, tão perto que eu senti o corpo dele encostar no meu por trás. Me olhando pelo o espelho, ele segurou meus cabelos e os jogou no meu ombro, de lado. Com as mãos leves ele fazia isso lentamente, como se eu fosse um cristal prestes a ser quebrado.
Eu não podia considerar a hipótese de me deitar com ele, muito menos de perder minha virgindade com ele. Era grotesco, mas o que o podia fazer, se agora ele era o meu marido?
Eu olhava para ele pelo espelho enquanto ele mexia nos meus cabelos e ele parecia fascinado, como se nunca tivesse estado com uma garota antes. Mas eu tratei de acabar com aquilo...
— Não, eu não posso ficar...
— Miss. Steel, você vê essa garota à sua frente?
— Sim, senhor. Sou eu.
— Em breve, ela será minha.
O tensão me invadiu, o medo era predominante. Será mesmo que ele me forçaria ao sexo?
Eu queria ir embora dali, mas meu corpo estava petrificado perto dele, sob as mãos dele. Que deslizaram pelo meu corpo e seguraram minha cintura. Eu apenas o observava através do espelho, olhando aquele monstro me tocar, olhando aquele crápula tirar tudo , absolutamente tudo o que eu tinha ,até minha pureza. Mas ele fazia isso suavemente, como se tivesse seda mas mãos, devagar e gentilmente. Ele apertava minha cintura contra o corpo dele, se encaixando cada vez mais em mim, roçando em mim, e eu não podia lutar, na verdade eu não queria lutar. Seja lá o que ele estivesse fazendo comigo, era...bom, muito bom.
A boca dele encostou suavemente no meu ombro, beijando-o e roçando os lábios nele, sentindo um pouco do meu gosto, e suas mãos procuravam ainda mais meu corpo, descia até minhas coxas, as apertando, encaixando com força meu corpo no dele, tornando a minha raiva em excitação. Mas eu não me movia, só sentia cada pequeno toque. Mas subitamente, ele parou e me encarou, ainda através do espelho:
-Não tenho medo, eu sou o seu marido!
Eu o encarava com os olhos arregalados, visivelmente com medo diante daquilo, diante de uma situação que punha tudo a perder. Onde esta a raiva? O ódio? Porque eu não saia correndo? Eu não sabia dizer. Sem perder tempo, ele me virou para ele, olhando nos meus olhos:
-Senhor...
-Não me chame de senhor. Hoje eu vou fazer de você, a minha senhora!
Eu petrifiquei, não tinha mais o que dizer...era confuso, era surreal. Eu estava casada com ele e dormiria com ele...mas porque ...porque ele tinha fazer o que faz? ... Os olhos azuis dele, penetravam nos meus, o rosto quadrado perfeito que ele tinha estava bem perto do meu, me fazendo acreditar que ele era bom, que não tinha interesses maiores, que estava ali por mim, que não queria apensar transar e sim fazer amor.
Mas a realidade era cruel, eu não podia, NÃO! Não podia me deitar com o homem que matou meu pai. Mas ele insistia, deslizava a mão pelo meu rosto, pela primeira vez, me olhando com carinho e como se esperasse muito tempo por isso. E quando eu menos esperava ele me abraçou, forte. E eu não recusei, porque foi o único que me abraçou desde muito tempo atrás. Mesmo nunca imaginando que fosse ‘ele’ a pessoa que fizesse isso, eu não lutei contra. E foi como se ele tentasse me proteger de algo, como se quisesse me manter pra sempre ali, com ele. Como se eu fosse uma criança indefesa.
— Seja minha, Ana!
Eu não respondia nada, não fazia nada. Queria me sentir menos culpada, queria não fazer parte daquilo. E me soltou, e segurou meu rosto com as duas mãos suavemente, olhando a expressão de medo que eu exibia, rapidamente encostou seus lábios quentes e ternos na minha testa, dando um beijo leve e demorado, eu fechei os olhos e tentei não pensar muito, só...sentir.
Ele se afastou e olhou nos meus olhos, me mostrando um Christian que eu não tinha visto até hoje, um Christian que voltava sua atenção especialmente para mim. E enquanto olhava suas mãos deslizavam pelo meu corpo, até a ponta do meu vestido, e com as duas mãos, ele começou a levanta-lo lentamente, me olhando, observando qual seria a minha reação diante do que ele fazia, e eu não falava nada, só sentia.
Ele levantou totalmente meu vestido, e eu levantei os braços para tira-lo. E ele se afastou mais ou menos um passo de mim, para me olhar, e ele parecia gostar do que via. Eu estava de calcinha e sutiã, tremula e indefesa diante dele. Logo dele....
Novamente, ele se aproximou de mim, dessa vez não me encostou, mas chegou perto o bastante para eu sentir usa respiração.
Ele começou a abrir os botões da camisa social, me olhando, sem dizer nada, apenas tirando-a e jogando longe. Eu pude ver o corpo atlético perfeito que ele exibia, o sonho de qualquer mulher, mas será que também era o meu sonho?
Eu não conseguia me mover, tinha medo. Na minha mente eu estava traindo meu pai, estava jogando na janela tudo o que eu falei sobre vingança e ódio. Como eu podia estar ali, e porque eu não lutava, será que eu estava gostando daquilo?
Mas ele não me deixava pensar...ele segurou minhas duas mãos e as encostou no peito dele, me encarando, pedindo com os olhos que eu o tocasse também, mas tudo o que eu fiz foi abaixar a cabeça. E prontamente e a ergueu novamente:
— Olhe para mim.
— Eu não consigo...
— Me deixe dê a honra de ter você, Sra. Grey.
Eu não falei nada, mas meus olhos encheram d’agua. Era tarde, eu já sentia nojo de mim mesma por estar ali. Por estar semi nua na frente dele. Por querer aquilo também.
-Me dê uma chance, só uma.
Ele segurou meu rosto com uma mão, e entrelaçou os dedos no meu cabelo, puxando meu rosto para perto dele, e com a boca entreaberta, ele me beijou.
Sim, ele me beijou, e não foi um beijo rápido e gélido. Foi um beijo quente, com vários sentimentos misturados, principalmente tesão. Sim, tesão. Eu não podia negar, mas nem eu mesma sabia que sentia isso por ele. E ele segurou meu rosto com as duas mãos, mergulhando sua boca cada vez mais na minha, descontando toda a raiva, frustração e ódio de meses em um beijo quente e intenso. E eu correspondia aquilo, deixado a situação mais complicada. Mas ele parou o beijo e com a boca ainda encostada na minha , eu podia sentir sua respiração acelerada.
E não pude mais recusar, era cruel ficar ali, querer aquilo. Mas eu já estava envolvida, não tinha mais como fugir.
-Me beija, Christian!
Notas finais
Bom gente, respondi a maioria dos comentários(espero), e tem gente que acha que a Ana é louca, mas tem gente que acha que o Grey é louco, enfim #teamAna #teamGrey. Então vou tentar equilibrar isso, quem odeia a Ana, pode passar a odiar mais, mais depois ela irá mudar, eles irão mudar...
Tem muitas duvidas que eu não posso explicar o porque agora porque é um dos mistérios da fic, mas se quiserem saber algo mais, me mandem uma mensagem privada, porque eu não vou dizer muito nos comentários.
Enfim, beijoss!!!! e comentem!
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