The Same Blood
1 Prólogo
Notas iniciais
*Anteriormente*
— Pai, pai – A menina de cabelo castanhos suplica atrás do rei – Não vá, por favor.
— Você ficará bem minha pequena – O homem beija sua testa – As empregadas cuidarão de você enquanto o pai não estiver aqui.
— Estou com um pressentimento ruim pai – A garotinha fala apreensiva e com medo – Quem vai me ensinar a atirar com o arco e flecha?
— Quando papai voltar te ensina – Ele se ajoelha em frente a sua menininha – Agora se cuida tá bom? Te amo minha princesinha.
O homem fala, a beija e sai pela grande porta do castelo falando com um de seus guardas.
— Se eu não voltar, a treinem – Ele fala apreensivo pois seria uma grande e difícil viajem até o outro reino – Ela é a única soberana deste reino, ela merece se tornar uma guerreira.
O guarda concorda e o rei sobe em seu cavalo que se vai junto aos seus outros guardas preparados para a provável guerra.
Se passam dias até chegarem e começar a negociação com o outro rei, rei que ele considerava seu irmão, após explora-lo e rouba-lo ele estava indo atrás de toda sua fortuna...
— O que faz aqui? – O rei se pronuncia saindo de seu trono – Você tem nada pra fazer aqui, vá embora!
— Não antes de me dar tudo que me deve, meu reino entrará em crise!
— Eu estou nem ai para o seu reino, tomare que entre em crise mesmo, ai você vai entender o que eu passei!
— Toda sua economia era minha.
— Não me irrite, vá embora! – O rei interrompe o outro ficando frente a frente dele.
— Vai fazer o que, me matar? – Ele fala e os dois mostram suas espadas começando uma luta.
O que o rei não sabia é que sua filha havia saído atrás do mesmo com medo, todos estes dias de viajem...
— Não, pai! – Fala a garotinha sendo segurada pelos guardas.
— Filha! – O rei endividado se vira e o outro rei lhe ataca com a espada lhe matando na hora.
— Não! – A pequena sai em direção ao seu pai caído no chão e encara o outro rei que havia roubado toda a economia de seu reino – Por que fez isso com ele?
— Porque ele merecia – Ele fala ingrato limpando sua espada suja de sangue com um pano – Alguém tira essa menina daqui!
Um de seus guardas tira a garotinha dos braços de seu pai levando-a para o lado de fora.
A menor é jogada para fora em frente a sua empregada que havia a acompanhado, a qual ela considerava como mãe por tê-la criado toda sua vida.
— Madrinha, mataram meu pai! – Ela fala chorando no colo de sua empregada.
— Quem matou?
— O rei daqui! – A criança fala e a de maior não acredita – Foi ele! Tudo ele que colocou o reino em crise!
— Vamos pra casa, vamos – A empregada a leva de volta para seu reino acreditando que um dia seu rei voltará.
Passou-se dias e enfim veio a noticia ao seu reino, seu rei foi encontrado morto, ninguém sabe como ou quem fez isso, apenas sabem que seu reino estava em crise e sem quem comandasse o reino, pois, a soberana, teria apenas 13 anos...
Notas finais
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