The Royals

5 Capítulo 4


Notas iniciais
I'M BACK MY BABES! PRIMEIRAMENTE( FORA TEMER? TALVEZ) EU QUERO AGRADECER TODOS OS COMENTÁRIOS, OBRIGADA MESMO, VOCÊS NÃO IMAGINAM O QUANTO EU FICO FELIZ COM CADA COMENTÁRIO QUE RECEBO. E TAMBÉM QUERO AGRADECER( ABRAÇAR E MORDER) A LUD MIKAELSON PELA RECOMENDAÇÃO LINDA E MARAVILHOSA DELA( EU QUASE MORRI QUANDO EU LI), NÃO SEI QUANTAS VEZES EU LI ESSA RECOMENDAÇÃO(EU SEI QUE FORAM MUITAS VEZES), ENTÃO OBRIGADA, OBRIGADA MESMO, VOCÊ JÁ TEM UM LUGARZINHO NO MEU CORAÇÃO ♥ ESSE CAPÍTULO É PARA VOCÊ♥ Perdoem-me por ter demorado tanto, mas eu tive que mover céus e terras para consegui terminar esse capítulo( sério, vocês nem imaginam o sufoco que eu passei), mas aqui está ele bem lindo e maravilhoso( pelo menos eu achei) e bem maior que os anteriores, pretendo aumentar os capítulos, o que acham? PS: Se encontrarem qualquer erro me avisem, porque eu escrevi o capítulo em três plataformas diferentes e talvez algo de errado tenha passado.

—Tudo bem, Char. Eu preciso desligar, Angie está me chamando. –Mentiu

—Boa noite, Bells. Eu te amo.

—Eu também. –Disse e desligou, sem esperar que ele dissesse mais nada, aquelas palavras a incomodaram profundamente, ele não a amava, se amasse não teria mentido para ela e não teria tirado dela a verdadeira família, mas ela buscaria pela verdade e pela família

— Podemos ir.—A voz de Ângela atrás de si soou decidida, então ela percebeu que elas iriam ficar bem, contanto que estivessem juntas.

À medida que saiam da cidade, Bella permitiu-se lembrar de cada momento que vivera ali. Lembrou-se de cada um de seus poucos amigos. Jessica fora à primeira, com seu jeito agitado e extrovertido, a garota muitas vezes era invasiva com Bella, o que a incomodava profundamente, em seguida foi Mike, o garoto que ela acidentalmente acertou uma bola de vôlei na falha tentativa de ser participativa na aula de Educação Física, e que tinha um claro interesse romântico nela.

Ela não tinha uma real amizade com os meninos Tyler e Eric, mas ambos a faziam sorrir e se sentir bem.

E por fim, a jovem e delicada Ângela Weber, sua melhor amiga. Ângela diferente dos outros, era quem mais gostava de Isabella e quem estava mais disposta a ajudá-la sempre que fosse necessário. A amizade de ambas era a coisa mais pura e forte que existia.

Lembrou-se também dos Cullen, da forma como cada um reagia a ela. Esme e Carlisle eram sempre muito elegantes e polidos, e de longe eram os que mais aceitavam sua presença na família, além de a tratarem como uma filha.

Rosalie e Jasper eram os opostos dos pais, eram avessos a ela, principalmente, Rosalie que não expressava nem um bom sentimento em relação a ela. Jasper até tinha seus motivos, mas era fraco para domina-los e concordava com a irmã que a presença da humana entre eles não era uma ideia excelente.

Alice e Emmett gostavam dela, entretanto, sempre seguiam a família, logo não ficaram para trás quando Edward decidiu deixá-la.

— Bells – A voz de Ângela soou apreensiva do seu lado, tirando-a dos seus devaneios.

— Sim?

— Acho que estamos sendo seguidas – Falou fazendo com que Isabella encarasse seu retrovisor, constatando o que a amiga dizia, elas estavam sendo seguidas. Ela respirou fundo tentando evitar que o pânico a acometesse e pisou no acelerador.

— Talvez seja impressão nossa – Tentou tranquilizar a amiga e se tranquilizar, mas falhou ao perceber que o carro atrás do mustang se aproximava cada vez mais.

— Ou talvez não – Disse rindo de forma nervosa. —Que bom que eu fiz aulas de direção ofensiva. —Brincou e Ângela a olhou de forma incrédula.

— Não acredito que está fazendo piadas, nós podemos estar mortas daqui a poucos minutos – Repreendeu.

— Veja pelo lado bom, Angie. Podemos morrer rindo, existe forma melhor de morrer do que essa? –Indagou ainda rindo da situação. Ela estava entrando em pânico e isso não era nada bom.

— Céus! Cale essa boca, Isabella. —Esbravejou. —E por tudo que é mais sagrado, nos tire dessa e vivas de preferência.

O sorriso do rosto de Bella sumiu e ela acelerou ainda mais olhando a cada segundo para os retrovisores.

E começou a fazer zig-zag na pista tentando desfocar a atenção do motorista de trás, entretanto sua tática fora em vão, ele seguia cada movimento seu.

Ela não tinha outra escolha, tinha que partir para o ataque, caso contrário as coisas poderiam piorar para elas.

Esperou que a Mercedes estivesse em uma pequena distância do Mustang e pisou de uma vez no freio, fazendo os pneus cantarem e a traseira do seu carro afundar o reluzente capô da Mercedes.

O impacto fez os dois carros pararem e a cabeça de Bella ir de encontro com o volante abrindo um corte em sua testa.

Gemendo de dor e levemente desorientada, ela olhou para trás para verificar o estrago que havia feito. O capô do Mercedes havia sido achatado violentamente e a traseira do seu Mustang se perdera totalmente. Ela engatou novamente a marcha e acelerou o carro, mas não demorou muito para que voltasse a ser perseguida.

O carro inimigo acelerou e se posicionou ao lado do seu, Bella acelerou mais um pouco e jogou seu carro contra o outro, fazendo-o perder levemente o controle, porém não demorou muito para que o mesmo o recuperasse. O motorista da Mercedes fez o mesmo procedimento de Bella, jogou seu carro sobre o dela, a lateral direita do Mustang ficou pressionada a grade de proteção da ponte, o atrito fez com que faíscas se formassem.

— Bella!

— Eu sei, Angie. –Disse entendendo a mensagem de sua amiga antes mesmo da mesma dizer uma nunca palavra sobre.

Engatou a marcha ré e pisou fundo no acelerador. Fazendo os pneus do carro ‘’cantarem’’ e a Mercedes ocupar o lugar que antes estava o seu carro. Posicionou-se do lado do outro carro e o prensou contra a proteção da grade.

O motorista da Mercedes jogou o carro de encontro ao de Bella, fazendo com que ela afastasse o Mustang.

Os veículos se chocaram novamente, mas desta vez os dois carros perderam o controle e começaram a derrapar pela pista. O descontrole fez com que os dois carros capotassem.

As duas vampiras que observavam cada passo de Isabella, surgiram aproveitando o fato que as duas garotas estavam desacordadas para eliminar os ocupantes da Mercedes.

Eram humanos, bem treinados, mas humanos. Esse pequeno detalhe não passou despercebido pelas irmãs.

A mais velha arrancou os dois homens que ocupavam o banco da frente e tratou de arrancar o coração deles, enquanto a mais nova retirava as meninas de dentro do que restara do Mustang, depositando-as no asfalto delicadamente.

­— Morgana... —Chamou a mais nova. — A Mikaelson está se aproximando.

Morgana assentiu e recolou os corpos dos homens dentro do carro e destruiu o tanque de combustível do carro deles.

—Vamos! Quando Rebekah tira-las daqui, terminaremos de limpar essa bagunça. –Disse e fez sinal para que saíssem dali.

Alguns segundos depois, Isabella despertou sentindo seu corpo pesar e sua mente girar, virou-se e avistou Ângela deitada a poucos metros de si. Bella tentou se levantar e caminhar na direção da amiga, que agonizava no asfalto frio, mas suas pernas bambearam e seu corpo cedeu, pelo medo e pela dor.

Assim como seu corpo, sua mente enfraqueceu e aos poucos foi escurecendo e a sua última lembrança fora um anjo loiro vindo em sua direção.

Isabella:

Era isso? Tudo havia acabado? Eu estava morta? Eu havia matado Angie? São tantas perguntas e está tudo tão escuro e frio. Eu havia condenado Ângela àquilo também? Isso tudo, eu fiz tudo isso, é minha culpa.

Não... Charlie é o culpado, ele mentiu para mim, e esse tal de Mikael. Eu só desejo viver o suficiente para pegá-los, mas acho que meus desejos não serão realizados.

Eu estou sozinha.

Eu não estou mais viva.

Isabella e Ângela haviam sucumbido à inconsciência antes que pudessem ver com clareza a chegada de sua salvadora.

A jovem Mikaelson agradeceu aos céus por ter chegado a tempo, mas seus planos teriam que tomar direções bem diferentes, já que de certa forma ela havia falhado, e não poderia se quer pensar em cometer outra falha. Isabella estava ferida e outra pessoa inocente também, ela não poderia deixar aquilo acontecer novamente.

Apressou-se ao sair do carro e correu em direção ao automóvel destruído das meninas.

—Céus Isabella! Nunca imaginei que sua péssima forma de dirigir ajudaria a salvar sua vida... Ou quase isso. – Pronunciou ao perceber o estrago do carro.

Ignorou o fato de o veículo está destruído e voou em direção a jovem Romanov caída no chão. Com o rosto ferido e com pequenos pedaços de vidro espalhados pelo corpo, provavelmente, dos para-brisas, além de outros machucados pelo corpo, ela sobreviveria. Pego-a no colo com cuidado e a levou para o banco de trás de seu Corvette.

O estado de Ângela era sem dúvidas o mais grave, havia fraturado quatro costelas, o fêmur e estava com um traumatismo craniano sério.

Rebekah se sentia encurralada pela situação da garota, não podia leva-la ao hospital muito menos deixa-la morrer.

Ela não possuía qualquer escolha agradável a seu ponto de vista, sua única saída era transformar Ângela naquilo que mais repudiou em sua vida.

Respirou fundo, derrotada. Aproximou-se mais do corpo fragilizado, levou seus lábios até seu pulso, gravando ali suas presas.

Ao sentir o gosto adocicado de seu sangue, sentiu repulsa do que estava prestes a fazer, mas não havia outra escolha.

Abriu a boca de Ângela depositando sobre a mesma seu pulso ensanguentado. Pegou-a no colo e a levou para o carro. Não havia tempo para arrumar toda aquela bagunça. Pegou seu isqueiro no bolso direito da calça e caminhou até a Mercedes, agachou-se perto do combustível derramado e colocou fogo, depois seguiu para o que resta do carro de Isabella fazendo a mesma coisa.

Certificou-se que não havia ninguém lhe o observando ou se aproximando, e depois partiu para o mais longe possível dali.

Rebekah:

Limpei os cortes do seu rosto e retirei os pequenos pedaços de vidro. Apesar de está machucada, ela continuava linda e delicada, exatamente como me lembrava. Sua beleza única e delicadeza impressionante foram duas das características que contribuíram para que eu me apaixonasse perdidamente por ela.

Joguei fora as gazes ensanguentavas e guardei os frascos de remédios.

Sentei-me na beira da cama e comecei a velar o seu sono. Permiti que as lembranças de nós duas invadissem minha mente.

—Amo-te – A voz da loira saiu baixa e rouca quase como um ronronar. E recebeu um sorriso bobo como resposta.

—Mais que sua própria vida? – Foi questionada.

—Mais que minha própria vida, mon amour. – Disse e sorriu aproximando-se de sua pessoa amada selando seus lábios aos dela e quase que instantânea uma onda fervente de desejo tomou seu corpo, levando a jovem loira a se posicionar sobre o corpo da outra.

—Quero que me prometa algo. – Sussurrou enquanto traçava com seus beijos uma trilha imaginaria do pescoço até a clavícula de sua amante fazendo a mesma gemer longamente.

—Prometerei o que quise... – Tentou responder, mas sua total atenção estava voltada para as ondas de prazer que percorriam seu corpo.

—Prometa que será minha e somente minha para sempre e para além dele.

—Mesmo que eu ache tudo isso clichê e que não precisamos disso, eu prometo, todavia, com uma condição.

—E o que minha senhora deseja como condição?

—Você Rebekah Mikaelson será minha para sempre e eu Isabella Romanov serei igualmente sua. – Falou sorrindo de uma forma marota.

—Eu prometo. – Respondeu correspondendo ao sorriso da outra.

Longe de tudo e de todos, elas juraram amor eterno, mesmo sabendo das consequências que o amor entre elas traria.

Fui puxada de volta de minhas lembranças pelos baixos gemidos de dor que Bella emitia, ela estava acordando.

Seus olhos foram se abrindo lentamente e de forma preguiçosa. Quando seus olhos azuis elétricas focalizaram-me, seu corpo enrijeceu.

Seu olhar transmitia o medo e a confusão que sentia.

—Está tudo bem, Bella. Não irei machuca-la, na verdade, estou aqui para ajudar. –Disse, mas tomando cuidado com cada palavra emitida. Não poderia assustá-la mais do que já estava.

—Como sabe meu nome? E Quem é você?–Questionou-me.

E aí estão as famosas perguntas.

—Meu nome é Rebekah. Rebekah Mikaelson.

Quando terminei de proferir meu nome, seus olhos se arregalaram. Como se reconhecesse meu nome, por um estante o mundo pareceu entrar em câmera lenta e a famosa sensação de borboletas no estômago me atingiu. A possibilidade dela lembrar-se de mim ou qualquer coisa relacionada a mim fazia cada átomo do meu corpo vibrar.

—Esse nome não me é estranho. –Indagou, mas desta vez desviou seus olhos de mim e começou a encarar o lençol que cobria seus pés até seu quadril.

—Talvez seja por que você o ouviu bastante ao longo da sua vida.

Ela me encarou incrédula.

— Creio que isto não seja possível, Rebekah. Não me lembro de ninguém que possa conhecê-la e que tenha comentado sobre você comigo.

— Porque ninguém que você acha que conhece sabe sobre mim, exceto Charlie.

Ela fez uma careta quando disse o nome de seu falso pai.

—Charlie? Então, você o conhece?

—Infelizmente sim, ele ajudou a destruir a minha vida e a... Sua.

— Eu não entendo. Por que tudo isso está acontecendo? Quem sou eu? E quem é Charlie de verdade?

—Bella... –Chamei e ela voltou a me encarar. Cuidadosamente aproximei-me dela e tomei uma de suas mãos nas minhas. O contato de sua pele com a minha, fez-me arrepiar.

—Você tem que ter a mente aberta para tudo o que irei lhe dizer. Eu responderei todas as suas perguntas que estejam ao meu alcance responder.

Ela nada disse apenas assentiu com a cabeça e continuou a me encarar.

—Você não é filha de Charlie Swan, você já sabe disso. Charlie e Reneé foram os encarregados de esconder e vigiar você para que sua real família não te encontra-se

—Por quê? O que eu fiz? O que minha família fez?

—Calma. Sua família não fez nada de errado e nem você.

—Então por qual motivo fizeram isso comigo?

—Você se apaixonou, Isabella. A única coisa que você fez foi se apaixonar e apaixonou-se perdidamente pela pessoa errada e essa pessoa por você, mas ela não conseguiu proteger você.

—Isso parece loucura. –Indagou, balançando a cabeça de um lado para o outro como se quisesse expulsar seus pensamentos. —Mas eu não tenho outra opção a não ser acreditar.

—Por quem eu me apaixonei?

Respirei fundo, criando coragem para continuar.

—Por mim.

Pode ouvi-la prender a respiração e as batidas descompassadas de seu coração.

Eu havia estragado tudo. O medo começou a se alastrar pelo meu corpo como fogo em pólvora,

—Bells...

—Eu preciso de um tempo sozinha. –Disse.

—Isabella, eu... –Tentei argumentar, mas ela me encarou de forma negativa.

—Eu preciso digerir tudo isso. –Argumentei e eu assenti derrotada.

—Tudo bem, eu darei um volta lá fora, se precisar de mim, é só chamar. –Falei e levantei-me, a encarei uma última vez antes de sair pela porta do quarto.

O ar frio da madrugada era acolhedor e reconfortante, ajudava-me a acalmar meus demônios. Desce os degraus das escadas calmamente e sem pressa. Quando cheguei ao último degrau, deparei-me com Zach, o garoto que havia me recepcionado no meio da madrugada. E por para a minha sorte o único que precisei hipnotizar para conseguir passar com as garotas até o quarto. Ele estava todo sorridente, enquanto abraçava uma garota, que eu julgara ser sua namorada.

A cena me causara certo incomodo, pois me fazia lembrar dos meus momentos com Bells.

Desvie o olhar da cena e continuei o meu caminho. Adentrei a floresta me concentrando nos diversos cheiros e sons. Se os humanos possuíssem os nossos sentidos saberiam apreciar verdadeiramente a natureza e a vida efêmera que possuem.

—Parece-me que seus planos tomaram caminhos bem diferentes do que planejara, senhorita Mikaelson. –O timbre suave da voz de Morgana soou atrás de mim. Então Alexandra Claire manteve suas condições.

­—Morgana, é bom revê-la. –Disse de forma sincera e cordial. Ela retribuiu com um sorriso.

­—É surpreendentemente bom revê-la. –Disse Morgana. Ao contrário das irmãs, ela não me julgou culpada pelo que acontecera.

—Sim, a situação sai um pouco do meu controle, mas eu já estou resolvendo tudo.

—As garotas estão bem?

—Sim, estão se recuperando, cada uma em seu tempo.

—Isabella, ela se lembra?

­—Não, mas reconheceu meu nome. —Suspirei frustrada.

É extremamente difícil amar loucamente alguém que não se lembra de você, dos momentos que viveram ou qualquer pequeno detalhe relacionado a vocês.

—Paciência, criança. Você esperou esse tempo todo, pode esperar mais um pouco.

—É fácil falar, não é o amor da sua vida. –Disse e automaticamente me arrependi de minhas palavras, elas haviam saindo ácidas.

—Está certa, mas ela continua sendo minha sobrinha e minha família ainda sofre pela mesma.

­—Desculpe-me, eu só estou frustrada e ansiosa.

—Não mais que os pais dela. –Comentou. Ela estava certa. Dylan e Claire devem estar com os sentimentos a flor da pela. Pensar que minha dor se compara a deles é ingenuidade da minha parte.

—Tenho que concordar.

—Sim, você tem. —Afirmou. —Antes que eu me esqueça, dê isso a Isabella. –Entregou-me um pequeno frasco contendo Liberium. —Irá acelerar o processo de transição.

—Obrigada... Por tudo.

—Não me agradeça, criança. Apenas a faça feliz novamente.

—Eu irei, não tenha dúvidas quanto a isso.

—Não espero nada diferente vindo de você. –Disse e sorriu. —Tenho que voltar. Natasha provavelmente está bufando de tédio e deve está planejando como me matar.

—Mande-a para o inferno. –Disse sorrindo.

—O diabo a devolveria. –Disse e nós gargalhamos, e ela se virou para ir embora.

—Eu senti sua falta, criança. –Disse por fim e sumiu floresta adentro, deixando-me sorridente.

Eu precisava dar o máximo de tempo a Bella, então continuei a caminhar pela floresta.

Isabella:

Quando Rebekah saiu pela porta, pode soltar a respiração que prendia. Flashes do que acontecera se chocavam com as palavras de Rebekah dentro da minha mente. Eu não a conhecia, porém estranhamente queria acreditar nela e em suas palavras, muito além do fato de essa ser minha única opção.

Rebekah era a minha chance de encontrar a verdade, talvez eu esteja prestes a apostar alto de mais, porém não tenho mais nada a perder.

Agora é tudo ou nada.

Notas finais
Comentem o que acharam, sem medo. Eu não mordo( só se quiserem) :3 Façam esse ser humano aqui feliz ♥ por favor Qualquer dúvida, dica ou ideia para os próximos capítulos, vocês podem me mandar mensagens ou me seguirem no twitter( @putstiltskin) e conversaremos por lá. BEIJOS, XOXO Elizabeth.M A.K.A Jana.